Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

08
Jun 12

Quando saímos de casa sabemos na generalidade dos casos o motivo desta partida. À noite ainda existe a possibilidade de estar um céu estrelado e de mesmo a Lua estar na sua fase de Lua Cheia. Por vezes até vemos morcegos atravessarem o ar entre as paredes das nossas casas e chocamos assustados contra o lampião que de certeza não estava ali no dia anterior. Mas se for de dia e o céu escurecer de repente, então o caso será outro.

 

Eclipse do Sol – Lua de permeio

 

As imagens referem-se a momentos especiais da nossa vida. O problema é que até a vida querem degolar e dividir, colocando-nos em armários com efeitos especiais e certificando-nos com um friso cronológico na testa.

 

Galáxia M101 – forma espiralada

 

O mundo nunca poderá entender a nossa lógica sequencial, como se tudo tivesse de ter uma origem, um fim e ser dividido em etapas. O Homem tem que compreender de uma vez por todas, que o caos também faz parte de nós.

 

Oceano Pacífico – nuvens ao pôr-do-sol

 

As imagens que absorvemos com os nossos órgãos dos sentidos podem representar uma certa realidade e essa não ser a nossa. No entanto compartilhamo-la com alguém e isso sim é seguro. Aqui nuvens e raios solares ocupam o mesmo espaço, criando lapsos dimensionais constantemente alterados por interação de ambos com tudo o que os envolve e de que também fazem parte e dependem, tornando o todo auto dependente, mas suficiente para o estritamente necessário – é que o mundo também tem que poupar.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:43

Se a Verdade anda por aí, um dia há-de aparecer!

 

1 Os Clones

 

Será que os clones já cá estão entre nós? Será que vêm disfarçados como veraneantes, equipados de calções, chinelos, uma cerveja e um pacote de batatas fritas? Ou então como inocentes crianças pretensamente à procura de um refúgio para a sua salvação como a santa casa, mas apenas com um único objetivo terrível e demolidor, de nos irem preparando da pior maneira possível, para a próxima invasão dos chineses e dos seus produtos de desgaste rápido, transportados a bordo dos seus amigos e aliados alienas?

 

      

Chineses, Alienas e Clones numa profusão nunca vista

 

2 Algo de Estranho

 

É-me cada vez mais insuportável ignorar a incapacidade dos cidadãos que comigo habitam esta cidade de, utilizando apenas o órgão dos sentidos que proporciona a visão, verificarem que algo de estranho se apoia na parte central do edifício camarário: um objeto circular em forma de disco, com janelas a toda a sua volta, disfarçado na estrutura como um camaleão e aí estacionado descaradamente desde tempos que já não lembro.

 

      

Seres um pouco estranhos e imagem do artefacto

 

3 O Evento

 

Amigos que me pediram para manter um anonimato rigoroso – pois caso contrário não divulgariam as suas informações – contactaram-me no outro dia para me exporem um caso que os deixou bastante intrigados, após o ouvirem contar a partir de outra pessoa, que o vivenciou como experiência própria e direta. Tudo se resume ao seguinte: um individuo que se intitulava funcionário da autarquia e que trabalhava na segurança do edifício como vigilante noturno afirmava ter na sua posse dois documentos que provavam que algo de muito estranho se estaria a passar no interior do edifício e às escondidas de toda a população, especialmente a partir da hora de encerramento do expediente e sobretudo a altas horas da noite. Numa destas noites – precisamente aquando da atuação da banda algarvia Iris, em solidariedade para com os bombeiros da terra e talvez para aproveitar a distração dos mais atentos – ao fazer a ronda normal ao edifício, apercebeu-se de vozes que pareciam vir do seu interior, sem compreender no entanto, em que língua estas se expressavam: parecia uma espécie de idioma chinês, misturado com uma algaraviada qualquer, num tom um pouco mecânico e artificial. Ao querer dirigir-se na sua direção e apontando a sua lanterna de serviço, ouviu um ruído de passos acelerados e a partir daí nada mais viu ou ouviu. E é aí que o vigilante afirma ter-se apercebido de um grosso envelope caído no chão perto de uma das saídas – que se encontrava fechada – e do seu espanto ao abri-lo e verificar estar repleto de documentos e algumas fotografias muito estranhas. Num dos documentos falava-se de uma aliança comercial a nível global, entre dois blocos aparentemente poderosíssimos e que teria como objetivo fundamental o controlo total da matéria prima e de toda a população mundial. As fotografias, essas, eram espantosas: nas duas fotos aqui publicadas (e noutro documento referindo-se a elas) era fácil constatarmos estarmos em presença num caso de uma imagem de seres parecidos connosco mas um pouco estranhos para nós e no outro caso de uma outra fotografia tirada a um artefacto oferecido a alguém importante da hierarquia autárquica, como sinal de honesto agradecimento e da capacidade tecnológica de alguém.

 

No início as relações Chineses-Alienas eram conflituosas

 

4 A Teoria

 

Ora isto vem de encontro à minha teoria já exposta anteriormente de estarmos perante uma aliança global entre os chineses e os alienas, que vêm nesta terra um dos seus principais focos de expansão e conquista.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:21

“Pareceres jurídicos antecipadamente pagos por uma das partes, nunca deveriam ser aceites pela justiça. É que assim arriscamos a que os únicos presos sejam os miseráveis sem-dinheiro ou mesmo os anjos caídos em desgraça.”

 

Anjo Caído em Desgraça

 

Uma ideia de justiça lá por ser defendida em tese por um dos penalistas mais iluminados (e em voga) da altura, não significa que esteja correta e que reflita o interesse de justiça de toda uma sociedade.

 

Mais uma vez e como consequência da aplicação das ideias, muitas delas previamente remuneradas destes especialistas – e porque será que eles só pensam em grande, quando querem raciocinar e impor as suas ideias – a parte mais forte não só ganha o negócio como nos coloca a todos juntinhos e caladinhos como pertencentes felizes e para sempre da grande argola lusitana, popularmente mais conhecida, como sendo o elo mais fraco.

 

Só assim se compreende:

- Que a palavra e a imagem gravadas sem autorização judicial nem consentimento do visado, mesmo que retratem a prática de um crime, são meios de prova proibidos e fazem os seus autores incorrer em gravação ilícita;

- Que o condenado por suborno recorra, ganhe o recurso por prescrição (ou de outra forma previsível) e ainda por cima consiga condenar a parte queixosa por gravar uma oferta de suborno sem autorização superior.

 

O Dinheiro dos Miseráveis

 

Nem todos têm dinheiro para emitir pareceres!

 

(após leitura de um texto do blogue “Porta da Loja” não pude resistir a emitir uma ideia; apenas isso)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:14

Estado Novo versão soft

 

No outro tempo, sentávamo-nos na Casa Inglesa (**) e logo os bufos se acercavam de nós discretamente para escutar as conversas e espiar o que líamos. Ou, à porta do cinema (**), registavam visualmente (e com fotos) os rostos de quem saía dos comícios da Oposição Democrática em período de campanha para as eleições ditas «livres» com que Salazar e Caetano periodicamente encenavam um «Estado de Direito», que não existia. Era o Estado Novo. O tempo da toda poderosa PIDE de má memória.

 

Não havia, nem pouco mais ou menos, os meios sofisticadíssimos que as secretas hoje utilizam para devassar as nossas vidas, as famílias e as instituições. Mas há inegavelmente enorme semelhança – nos princípios e nas ações.

 

Hoje como então, os cidadãos são despudoradamente, diria mesmo criminosamente, vigiados, chantageados e perseguidos. Os torcionários desse outro tempo de um Portugal amordaçado, tal como a miserável censura, que controlava por completo a opinião pública e publicada, têm hoje lídimos representantes nas secretas, nos partidos e nos próprios gabinetes ministeriais, como está amplamente demonstrado. Cujo exemplo mais recente é o já tristemente célebre – e ainda a procissão vai no adro – escândalo Silva Carvalho/Miguel Relvas, que está a abanar fortemente os alicerces do poder democrático, quiçá, a própria Democracia.

 

Esta triste realidade, aliada à crescente e assustadora corrupção instalada a todos os níveis do poder até ao tutano, à desgraça económica e financeira a que impunemente nos conduziram e à incompetência e irresponsabilidade que grassa entre governantes, quer internamente quer no âmbito da decadente União Europeia, só nos pode conduzir para abismos de imprevisível dimensão, obviamente com resultados imprevisíveis. E implacáveis.

 

É caso para perguntar: para onde caminha Portugal?

 

Zé D´Albufeira

 

(blogue – Albufeirasempre; jornal – Barlavento)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:37

Não temos nada a perder!

 

Este homem de gravata resolveu fazer uma lobotomia completa

 

Tentando criar uma geração de clones com gravatas diferentes mas à sua imagem

 

E sujeitando-os por precaução ao uso de gravatas iguais e a exames de certificação

 

E os pais gritaram “Viva o Lobotomizado” que o meu filho já é doutor, desempregado e bem emigrado! E este respondeu bem-educado – todos diferentes, todos iguais!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:18

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