Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

13
Jun 12

E não daqueles que amando a sua profissão, receberam uma simples, cínica e provocadora guia de marcha, como se fossemos um velho inútil atirado para o esquecimento, apenas porque não quer morrer e dar o lugar a outro velho estagiário. E isto tudo provocado por interesses mesquinhos de uma minoria eleita, refugiada no seu luxuoso covil de crise:

 

- Estes Grandes Vigaristas, Filhos das Novas Mães!

 

      

O Último Sem-Vergonha Responsável pela implosão e destruição do país onde nasceu, em troca de uma boa maquia, orgia ou aventurança

 

“Estes tipos da educação devem-se ter inspirado nas grandes áreas comerciais e nas virtudes de exploração destes grandes espaços e resolveram generalizar para toda a nossa sociedade a ideia de que o que é grande é bom – e eu que sempre ouvi dizer que mulher boa é pequenina e que os homens não se medem aos palmos.”

 

      

Este é o resultado final da ação de todos os Sem-Vergonha que passaram pela Educação e Cultura deste país, unicamente preocupados com o culto da sua personalidade, com a manutenção dos seus benefícios e com a subserviência assegurada dos ameaçados de inatividade, tudo isto servindo unicamente e heroicamente a Causa Pública

 

Antes do Último Cliente que se seguiu no friso cronológico ao Antepenúltimo Cliente – que já tinha enchido bem a sua linda e bela mulinha, ao serviço da nova tasca da Causa Pública – já o Penúltimo Cliente dessa cronologia tinha feito asneira e da grossa, de uma maneira consciente e deliberada. Já nem me quero sequer lembrar do nome do Penúltimo oportunista agora desaparecido, mas de certeza atualmente bem empregado, pois se o fizer o meu nojo chegará a um extremo tal, que vomitarei sobre todos aqueles que transformaram a escola numa empresa e substituíram o objetivo da necessidade da educação, pelo objetivo da necessidade de emprego – transformando este Ministério de Monstros num símbolo vergonhoso e ignóbil da entrega dos nossos filhos nas mãos de todos os Morins deste país, que enriqueceram roubando o dinheiro de uns e apropriando-se da cultura de outros.

 

    

Da geração do saber ler, escrever, falar, contar e respeitar, passando pela geração da máquina de calcular, hesitando como um pêndulo louco entre o mandar e o obedecer e chegando à geração acrítica atual, em que qualquer alternativa à interpretação das ações do estado, pode-se transformar rapidamente e por delegação fictícia de poder num subordinado alienado, num ataque pessoal só resolúvel à bomba ou à pancada

 

Os Morins deste país metem todo o dinheiro que vêm ao bolso, porque é deles por natureza e por necessidade de investimento, pondo-o a render “cá fora ou lá dentro”, conforme a estratégia adotada e a maior ou menor subserviência dos políticos da altura, sempre na sua luta heroica e de sobrevivência, na ânsia de poderem garantir todas as suas reformas, pensões e outras ajudas futuras, para si e para os seus. Desta forma surgem estas figuras deformadas, facilmente manipuláveis e pior do que tudo isso, nulas de conteúdo – mas infortunadamente para nós, convencidas de que são mesmo boas, por publicação do seu nome e cargo em Diário da República – como o são a Lurdes das Letras e o Nuno das Matemáticas: a Lurdes acreditava numa mistura explosiva entre a teoria da Terra Queimada e o exemplo da reforma no Chile ainda de Pinochet, mesmo depois de morto; o Nuno tinha como sonho, se alguma vez chegasse a ministro – como vêm já tinha ambições políticas e estava a preparar com antecipação científica a sua promissora vidinha – implodir o seu Ministério e construir aí uma nova casa como Ele, como se a culpa da situação criada fosse do edifício e não dos seus falsos (por incompetência) dirigentes.

 

     

Isto é o que irá restar da Escola Pública Portuguesa – e da outra, que não sobreviverá sem esta – se o atual Ministro levar avante a sua ideia de implodir o seu Ministério, deixando no entanto e para trás os cadáveres e zombies como ele, que continuarão a sugar todas as capacidades e disponibilidades de um Estado soberano e organizado, que deveria servir o povo que lhe dá forma e conteúdo e não os ditos Iluminados, escolhidos dedo a dedo, somente para proteção de algumas mãos

 

E não é por cheirar mal num local indicado para se fazerem as refeições, que o português se queixará e deixará de comer aí com sabor e alegria, mesmo que um dia repare espantado que para comer já só lhe restam os dejetos dos outros, já que o dejeto do próprio é pobre e limitado e utilizado na agricultura, por falta de dinheiro para comprar adubos. As Lurdes e os Nunos lá continuarão a enfiar o canudo brilhante no seu ânus sentado e anorético, com as suas hemorroides abrindo-se e espalhando-se pelas maltratadas cadeiras da educação, transformando-se em meras mulas ou correios de droga e descarregando as suas imbecilidades criminosas em mega estações de serviço, sob a forma de bolotas que eles como porcos tanto apreciam: mas nem sempre se verifica “O Triunfo dos Porcos”!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:02

O Mistério tem-se adensado junto do edifício camarário com o aparecimento há dias atrás de estranhos artefactos colocados nos seus muros, que por coincidência provavelmente ainda ninguém viu e que por essa razão certamente ainda não foram de lá retirados.

Mas a Máscara foi-se! E isso é fantástico, mete medo.

 

A Máscara desapareceu imediatamente; os artefactos chineses ainda lá continuam

 

Esta máscara foi encontrada num dos muros laterais da entrada principal da nossa autarquia, junto a artefactos desconhecidos aí colocados há dias, provavelmente de origem chinesa. Mais uma vez se adensa este mistério autárquico envolvendo teorias conspirativas de uma possível invasão alienígena – simbolizado no disco voador estacionado e à vista de todos na parte central da câmara – ação esta encoberta por forças secretas e poderosas, com ligações ao Império do Sol e à sua recente prática comercial expansionista.

 

PS:

 

Hoje, ao passar diante do edifício camarário após a hora do almoço, reparei no desaparecimento dos artefactos de origem chinesa, há algum tempo aí colocados. Quanto ao disco voador, continua lá estacionado e à vista de toda a gente.

Dificuldades na concertação de objetivos a alcançar ou problemas de entendimento quanto às estratégias de atuação?  

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:54

TOP SECRET

Trabalho de Pesquisa Subterrânea

Pela Enviada Especial das Produções Anormais

 

“Podemos estar muito perto do fim da contagem para que se inicie a invasão final!”

 

 

Imagens inéditas e espetaculares retiradas do envelope atribuído a entidades Alienas, encontrado há poucos dias numa das entradas da autarquia da minha terra e abandonado provavelmente na fuga apressada que então se verificou:

 

 

O Presidente a bordo do seu disco voador pessoal o ALIEN FORCE 1, ponderando possíveis medidas a tomar para uma rápida integração dos indígenas no seu plano mais vasto e grandioso de terra-formação, em colaboração com os seus aliados chineses.

 

 

Filha mais nova do Presidente aliena dirigindo-se para uma importante reunião acionista da nova empresa de tratamento e refundação em profundidade dos terrenos da costa algarvia, tendo em vista os planos de terraplanagem da Ria Formosa e da Ria do Alvor – experiência também ensaiada na Lagoa dos Salgados – e da construção de novas áreas estratégicas e tecnologicamente avançadas destinadas à colonização e proteção desta nova e gigantesca onda de poderosos imigrantes.

 

 

Estado de oposicionista de uma das fações no poder ao silenciado acordo global Chineses-Alienas, após discordar da manutenção dos planos inicialmente negociados em segredo, de pesquisa intensiva e sem controlo de impacto ambiental, de possíveis jazidas de petróleo na costa do sotavento algarvio.

 

 

Arma mortífera de origem tecnológica aliena posta à disposição da moderna indústria chinesa e tendo como objetivo a conquista dos países do terceiro-mundo onde grassa a fome e a miséria total. Este objeto pode já estar a ser distribuído em larga escala por todo o mundo mesmo nas lojas chinesas da nossa terra, apesar da crise sem fim à vista na comercialização da banana da madeira.

 

(imagens – web e forgetomori.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:44

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