Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

14
Jul 12

“Que se forniquem os desempregados”

 

Andreia – deputada PP

 

Durante o debate realizado esta semana no parlamento espanhol sobre o anunciado corte nos subsídios de desemprego – contando com a presença do atual Primeiro-Ministro de Espanha, Mariano – a deputada parlamentar e sua colega de partido Andreia, aproveitando o momento em que o seu chefe anunciava a necessidade de aplicação imediata destes cortes, gritou como resposta a esta questão e para quem a quis ouvir “que se forniquem”, dirigindo-se aos desempregados!

 

Se tal for verdade não me surpreende, numa Europa atravessando uma crise gigantesca de credibilidade, por parte das suas lideranças “democraticamente” eleitas. É que à falta completa de respeito em sucessivos atos eleitorais pelos seus honestos e fiéis eleitores, com sucessivas promessas anunciadas e nunca cumpridas e apenas estabelecidas com o objetivo de assalto ao poder e às suas sonhadas mordomias, junta-se agora um desprezo obsessivo e doentio (e no fundo suicida) para com os desfavorecidos desta sociedade, que apesar de tudo representam a grande base de apoio da “pirâmide social” que ainda sustem a queda deste poder, irracional e já com fortes odores de putrefação – quem cheira mal são eles, que sentem esse odor devido a efeitos de proximidade e não nós, colocados por efeitos de mobilidade, a milhares de quilómetros da sua arrogância.

 

Se por outro lado fosse mentira, não o facto mas a direção, então a quem é que a deputada se estaria a dirigir? Só se fosse a alguém presente na própria assembleia e nesse caso, esta só estaria a confirmar tudo o que anteriormente foi dito.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:32

Ao sair de minha casa e reparar que quase toda a gente parada na rua estava agitadíssima e tinha uma corda à volta do seu pescoço, desloquei-me apressadamente em direção à Grande Central de Negócios e apresentei-lhes logo a minha ideia luminosa: vender-lhes cadeiras exclusivas e com um menor número de pernas possíveis em relação ao normal, para todos os cidadãos poderem meditar sentados na tranquilidade do lar as virtudes futuras dos seus sacrifícios, antes de adormecerem merecidamente com a corda ao pescoço amarrada e bem presa na trave mais alta da casa.

 

E nós nem temos direito a um trabalho honesto e a uma habitação condigna, ao respeito por nós o por todos os outros, ao reconhecimento da nossa existência como seres não desativados, mais parecendo estarmos confusos com a evolução e recusa de explicação de tudo o que de mal nos vai acontecendo, como se estivéssemos colocados intencionalmente e por opção consciente por este modelo, diante de uma televisão a assistir a novelas sucessivas, em que o vilão do dia, já era herói à tarde e colocado em parte incerta à chegada da noite. Isto aqui chama-se normalização e noutros lugares em princípio menos acessíveis à sobrevivência, “lei da selva ou do mais forte”.

 

A Grande Central de Negócios

 

Enquanto esta minoria de predadores se refugiam na Grande Central de Negócios, da fúria de outros animais que não aceitaram o seu lugar reservado na pirâmide hierárquica representativa da nova e reformatada “pirâmide alimentar”, as suas vítimas maioritárias passeiam alegremente pelos campos em seu redor, paisagens folclóricas organizadas como verdadeiras reservas cinegéticas ou então coutadas de caça, sem se aperceberem claramente por deficiências de sustentação das suas infraestruturas básicas de vida – ligadas sobretudo à habitação, educação, saúde e justiça – que para além de todo o espetáculo a todos proporcionado, os próximos chumbos e tal como aconteceu anteriormente, serão somente e em exclusividade para eles.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:23

Miguel Relvas apaixona-se no Governo

(por assessora de Coelho)

 

A Assessora

 

A necessidade de governar é apenas mais uma das muitas funções de um Governo!

 

(a partir do CM)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:06

 

Este primeiro grupo de emigrantes portugueses que partiram há já vários meses do nosso país à procura da felicidade que não tinham ainda encontrado na sua querida terra natal, foi detetado acidentalmente por nómadas do deserto passando na altura nessa zona, já bem mergulhados no interior do continente africano. Outro grupo que se encontrava mais atrasado na sua caminhada, informou-nos que muito provavelmente os seus colegas aqui retratados estarão já a atravessar o deserto da Namíbia contando com a ajuda de amigos de algumas tribos locais. Convém no entanto salientar que estes nossos compatriotas e verdadeiros aventureiros evitaram sempre no seu trajeto fazer a sua passagem nas proximidades das antigas colónias portuguesas como a Guiné, Cabo Verde e Angola, de modo a evitar qualquer tipo de atitude retaliatória por parte das sinistras personagens africanas que dominam e controlam estes países, roubando os seus cidadãos sem vergonha e até ao tutano e fazendo a lavagem final e milagrosa desse dinheiro em Portugal, com os seus amigos portugueses, antes brancos e racistas de origem e agora nobres portadores de sangue preto e certificados com o estatuto pedigree.

 

 

Outro grupo de emigrantes dirigiu-se alternativamente para o norte da Europa procurando melhores condições de vida, já que o seu país de origem e de uma forma incrível e jamais imaginada deixara de querer fornecer, por simples desativação e consequente desaparecimento estatístico dos seus anteriores cidadãos; e também na esperança que a riqueza destes países nórdicos, pudesse ser repartida por solidariedade com os seus semelhantes. Mas como os homens podem transmitir diferentes tipos de doenças muitas delas mortais e chegando a outros homens sem sintomas claros e visíveis de alerta, estes novos nómadas forçados e modernos, acabaram por ser remetidos para guetos isolados, impessoais e sem qualquer tipo de diálogo possível, asfixiando-se e matando-se aos poucos por limitação de movimentos e de troca de ideias, apesar de todo o colorido folclórico dos edifícios criados para o seu acolhimento. A imagem anterior mostra-nos um dos poucos sobreviventes dessa odisseia, que se ofereceu para aparecer à janela deste edifício, enquanto os restantes sobreviventes e seus companheiros de viagem, se iam deixando abater debaixo de litros e litros de álcool fornecidos para se aquecerem e salvarem a sua alma, sendo-lhes ainda sugerido por amigos de infância bem colocados, que pusessem uma corda ao pescoço por questões de prevenção e de segurança.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:45

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