Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

18
Nov 12

Albufeira – Ficheiros Secretos

Refundação

(Juniores e Juvenis)

 

Entusiasmados com a viagem os jovens alienígenas partiram da Lua na sua nave O Mosquito, pilotada pelo seu colega e experiente piloto juvenil, João Formiga

 

João Formiga tinha chegado ao nosso satélite nos finais do século XX, acompanhado por alguns familiares vindos da galáxia de Andrómeda. Desde há muitos anos que o seu pai Augusto Formiga – eminente cientista e Mestre em Interação de Sistemas – se debruçava atentamente sobre a “evolução de sistemas planetários em galáxias interagindo entre si”, acabando por ser escolhido pelos seus eminentes pares académicos para ocupar um lugar de observação, registo e investigação num dos Faróis da Via Láctea, não só devido ao seu entusiasmo e erudição neste tema e à sua agilidade intelectual na descoberta de soluções para situações ocasionais e perto do limite, como também pelo conhecimento que estes académicos tinham sobre o prazer de que Augusto Formiga disfrutava, ao partir à aventura para terras longínquas e misteriosas.

 

O Homem pisou pela primeira vez a superfície lunar a 20 de Julho de 1969: o primeiro a fazê-lo foi Neil Armstrong seguido pelo seu companheiro de missão Buzz Aldrin, ambos transportados a bordo do módulo lunar Eagle; o terceiro elemento da tripulação da Apollo 11 Michael Collins, ficou a vê-los a partir do módulo de comando Columbia sobre o Mar da Tranquilidade  

 

Passados quase dez anos desde a sua chegada à Lua, João Formiga já se tinha integrado completamente na sociedade lunar. Vivia numa base subterrânea localizada na parte oculta da Lua, na qual tinha assentado residência aquando da sua chegada e que estava apetrechada de todas as estruturas básicas fundamentais, para a existência de vida numa sociedade tecnologicamente avançada e superiormente organizada. No seu sector – como em toda a parte oculta – o impacto de pequenos asteroides era bastante mais intenso do que no outro lado, não sendo de surpreender o elevado número de crateras aí existentes. A vantagem estava na necessidade de manter o máximo secretismo sobre a presença dos alienígenas na Lua, de modo a que os terrestres de nada suspeitassem e não os viessem a incomodar e preocupar futuramente. No entanto o bichinho hereditário “da viagem e da aventura” sempre lhe mordera os calcanhares do conhecimento prático e direto e o conjugar da visão dos pequenos asteroides viajantes e testemunhas – chegando ao seu destino final – com a visão ao longe daquele planeta vivo e colorido – iniciando o seu caminho – levava-o a um desejo frenético e até preocupante de lá poder estar fisicamente e usufruir de toda a beleza e conhecimento presente do planeta Terra.

 

Nesse sentido era já uma grande autoridade na técnica de pilotagem de voos ligeiros e comerciais, sendo considerado um dos mais jovens pilotos que tinham feito parte da equipa de treino dos cadetes-astronautas; treinos realizados há poucos anos, como forma destes jovens se irem adaptando para futuras missões no interior de outras galáxias. Como prémio pelo seu trabalho e dedicação – e com o apoio dos JAEP (Jovens Alienígenas de Elevado Potencial) – fora-lhe atribuída – com a preciosa colaboração de toda a sua família – uma pequena nave espacial de médio curso, com a qual desenvolveria os seus trabalhos exteriores e até poderia utilizar em viagens de médio curso, se previamente autorizadas. E assim surge naturalmente o projeto de viagem à Terra e o convite endereçado a três colegas seus do grupo Os Lunáticos, para o acompanharem nesta grande odisseia juvenil do conhecimento, da partilha e das grandes brincadeiras.

 

         

Os três jovens pertencentes ao grupo juvenil Os Lunáticos – Batata, Omelete e Joaninha – que partiram numa grande aventura em direção ao Planeta Azul

 

Batata, Omelete e Joaninha eram três colegas de João Formiga, chegados às bases da Lua todos pela mesma altura. Faziam parte de uma vaga de emigrantes vindos das galáxias anãs de Sagitário e de Cão Maior, galáxias essas que tinham entrado num estádio final de canibalização por parte duma galáxia de maior ordem de grandeza, a nossa Via Láctea: cansados e abatidos pelo fim próximo da sua terra de nascimento, muitas famílias tinham decidido antecipar a sua partida e dirigir-se em grupos maciços de colonizadores para mundos ainda desconhecidos, ainda por ocupar e capazes de um nível aceitável de sustentabilidade. E a Lua tinha sido o destino pelo menos temporário deste povo de descobridores, agora que se sabia também que o Sistema Solar estava ameaçado de extinção, devido à sua próxima colisão com a devastadora galáxia de Andrómeda.

 

Os alienígenas dispõem de várias bases sediadas na Lua e foi duma delas que partiu esta delegação solidária de jovens aliens, em missão-aberta ao planeta Terra. As suas bases de lançamento assemelham-se bastante a grandes centros comerciais, existindo aí artefactos para os mais variados tipos de missões e mesmo alguns parques rent-a-spacecraft com tabelas de aluguer muito convidativas

 

A viagem foi muito bem planeada em todos os aspetos, pelos quatro amigos de aventura e verificados até ao mínimo pormenor todos os parâmetros de caracter técnico e científico – daí decorrentes – além das suas possíveis variações e implicações temporais, decorrendo da evolução de todo este processo inovador e experimental e da capacidade destes jovens de compreender e integrar todos estes fatores fundamentais, no seu percurso educacional e de formação. Cada um deles preparou até ao mínimo detalhe a sua mochila de viagem, tratou de se organizar para o cumprimento das suas funções técnicas e de manutenção, carregou todos os aparelhos e acessórios que achava necessário para esta viagem – desde vestuário e calçado apropriado, tendas de campismo e baterias, conservas e medicamentos, armas de proteção e rações alimentares, até aos mais simples bonecos e brinquedos lúdicos e à inseparável e alucinogénia consola de jogos.

 

A partida ficou marcada no calendário de cada um destes jovens aventureiros e nómadas espaciais, para se realizar durante o terceiro trimestre de 2012 – provavelmente durante o mês de Setembro, de modo a aproveitar o resto da época de Verão no Hemisfério Norte da Terra e assim poder contar com a presença das crianças terrestres ainda em tempo de férias escolares – tendo sido estimada a duração desta viagem para um máximo de três meses, que incluiria o estabelecimento de contactos não oficiais e mantidos secretos entre as comunidades de jovens terrestres, os grupos de alienígenas aí residentes-cooperantes e mesmo alguns setores marginais constituídos por híbridos ou outros humanoides. Augusto Formiga esteve orgulhosamente presente na despedida do seu filho, relembrando-lhe mais uma vez o dever supremo de preservar até ao limite o Espaço e todos os Seres Vivos em movimento, sabendo com consciência, sabedoria e respeito, partilhar sem pedir nada em troca todo o Universo. E lá foram todos no seu disco voador cor de laranja – anteriormente visto apenas como um artefacto imaginário, utilizado exclusivamente em sonhos de crianças – munidos da sua lancheira e com o saco cama colocado estrategicamente a seu lado, preparados para um descanso curto e mentalizando-se para o grande momento que estavam a viver.

 

Os três jovens alienígenas ficaram alojados numa tranquila moradia modelo, localizada no campo e rodeada pela estonteante beleza da natureza

                               

Chegaram ao planeta Terra pouco tempo depois. Durante a viagem na nave espacial O Mosquito tripulada pelo jovem piloto João Formiga, tinham comido um pequeno lanche, bebido um sumo natural e acabado por adormecer por uns breves instantes, repousando destas emoções recentes e emocionantes, surgindo sem parar e em catadupa. Aterraram perto do complexo subterrâneo da Barragem do Alqueva, estacionando a sua nave num enorme hangar aí existente e no qual se encontravam outras naves e sondas espaciais estacionadas ou em tarefas de manutenção. Mais tarde foram transferidos para instalações localizadas a céu aberto, mas protegidas de perturbações ou interferências vindas do exterior, através da utilização de barreiras de segurança e proteção, próprias destes condomínios fechados e autossuficientes de moradias modelo.

 

A Terra a Cores – azul (sal marinho), verde (fumo), vermelho (pó) e branco (vulcões e combustíveis)

 

A Terra era de uma beleza estonteante. As casas eram lindas, bem imaginadas e pormenorizadamente bem estruturadas, além de extremamente simples na sua conceção e abertas ao mundo que as rodeava por todos os lados, com flores, árvores, animais e paisagens magníficas de vida, espalhando-se sem fim por todo o horizonte visível e percetível, aos sentidos extasiados e perplexos de todos os jovens. Sentiam-se perplexos pela força expressa por um mundo tão antigo e poderoso, capaz de resistir a milhões de anos de intervenções vindas do exterior e de se regenerar de novo, mesmo em alturas da sua história em que terá passado por processos difíceis de transição e mesmo pela extinção de certas espécies posteriormente recuperadas e refundadas.

 

Passearam, conviveram e brincaram sem parar e compreenderam finalmente que a vida só o era, quando aproveitando todo o movimento do espaço disponibilizado pelo Universo, o soubermos recriar até ao mais ínfimo pormenor, disponibilizando a todo o mundo e a nós também, momentos de trabalho, de ócio e de partilha. As brincadeiras duraram muito tempo, os brinquedos foram-se inventando à medida dos cenários de mais uma aventura imaginada – e aqui recriada em sonhos acordados – não se mostrando nenhum dos jovens com disponibilidade ou vontade de interromper este percurso de alegria e convivência, mergulhando num abismo de dependência sem retorno, mas vivo e palpitante. O que interessava e se tornava importante era preservar todas as sensações adquiridas na infância e aceitá-las como naturais, nunca deixando que o poder abstrato do tempo e do mercado (o dinheiro) nos matasse a todos e sem repararmos, quando ainda nos encontrávamos no auge da nossa vida.

 

Foi com uma grande felicidade que Zequinha retribui a visita dos jovens alienígenas ao seu planeta, deslocando-se ele até à Lua no seu novo foguetão

 

Zequinha era um miúdo muito atento e muito esperto, nascido no concelho de Albufeira em meados dos anos noventa, sendo o filho mais novo de uma antiga família de pobres mas honesto pescadores, radicados há já muitos anos na agora cidade de Albufeira. Ainda se lembrava das histórias contadas antigamente pelos seus pais, tios e avós, sobre a pobreza sofrida pelas gentes do Algarve durante anos e anos a fio, abandonadas à sua sorte pelos seus representantes políticos e sujeitas a uma vida precária e cheia de incertezas, motivadas pela falta de trabalho e de dinheiro, para a manutenção mínima das suas condições básicas de sobrevivência. Não existia um número mínimo aceitável de profissionais e estruturas de saúde, de escolas com condições básicas de funcionamento e acompanhamento do ambiente familiar das crianças, de trabalho suficiente para a sua população ativa poder ter casa e comida – sendo esta paga honestamente, em função dos árduos e prolongados horários exigidos pelos seus patrões – nada de novo se vislumbrando no horizonte como uma réstia de esperança, além da continuação da miserável vida do agricultor esquecido no barrocal algarvio (e quase que transformado num apátrida) ou do desgraçado do pescador entregue às intempéries e aos caprichos muitas vezes violentos do mar, para poder trazer para sua casa algo de comer para a sua família sobrevivendo em péssimas condições de salubridade, em barracas construídas como castelos perto do mar.

 

O concurso que selecionou o jovem Zequinha para esta fantástica e muito desejada viagem à Lua, decorreu no polo tecnológico avançado da RTA contando com a supervisão do seu presidente, Dióspiro Silva

 

Muito revoltado face às dificuldades sentidas por gerações consecutivas da sua família e ao contínuo e degradante sofrimento nela provocada – como em toda a comunidade envolvente e mesmo até aos dias de hoje, em que Portugal se encontra perto do colapso total – Zequinha foi sempre um aluno muito respondão e desafiador na escola, além de muito impulsivo, o que lhe acarretou alguns problemas disciplinares desnecessários e que o afetaram negativamente nos seus estudos. Inscrito num curso CEF-Turismo criado numa escola da sua terra, a sorte foi encontra-lo um dia quando lá estava nas suas aulas práticas, acabando por se candidatar a um concurso ligado à sua área de estudo e com um pouco de sorte, ganhar o prémio destinado ao melhor e mais barato projeto apresentado. O prémio era secreto – mas garantidamente valioso – e seria entregue pessoalmente pelo representante da Rede de Telecomunicações Aéreo-Espacial (RTA) ao próprio e em local a designar brevemente contando com a presença do seu presidente, Dióspiro Silva.

 

Com a colaboração voluntária, dedicada e não declarada de elementos locais da organização dos Alienígenas Anónimos (AA), Zequinha lá conseguiu a autorização necessária para a construção do seu foguetão nas instalações secretas do Alqueva, contando para o efeito com o forte patrocínio financeiro da RTA e do seu presidente e com a planificação e elaboração do seu plano de voo espacial em direção à Lua, oferecido pelos seus amigos de outras terras e do coração e que tanto o tinham motivado e ajudado na sua recente visita à Terra, pela mesma altura do concurso em que fora premiado. Vestido no seu magnífico escafandro espacial – melhorado pelos alienígenas – adaptado a partir de um velho fato de mergulhador e pintado da cor das casas algarvias, Zequinha entrou no foguetão e fechou a porta, lançando-se no espaço sideral e deixando atrás de si e com alguma tristeza, a sua casa e os seus amigos. Foi em delírio que pisou com as suas botas de pescador e pela primeira vez o solo da Lua, numa homenagem sentida ao seu país de aventureiros, navegadores e descobridores.

 

 

Como prova de amizade para com os seus novos amigos alienígenas – e de forma a demonstrar que os convites para novas brincadeiras se mantinham – Zequinha ofereceu-lhes uma pintura recente de sua autoria, com os seus quatro irmãos sorridentes na praia e colocados lado a lado

 

A sua estadia na Lua tinha sido espetacular. Os alienígenas tinham-no recebido muito bem e a sua hospitalidade e carinho tinham-no tocado profundamente. Na Terra passara tempos intermináveis com muitas necessidades – sujeitando-se repetidamente e ainda jovem a imensos sacrifícios – e a sua família nunca fora apoiada pelas pessoas que deveriam ter essa responsabilidade e dever: estavam sempre muito ocupados a planear o nosso futuro risonho e feliz, nunca dispondo de uma oportunidade para conversarem com os mais necessitados ou mesmo de uns míseros segundos para partilharem um momento das suas vidas, com aqueles que os tendo ingenuamente escolhido para os defenderem – com confiança e respeito pela sua honestidade proclamada – acabavam sempre por ser esquecidos nos momentos de maiores necessidades.

 

Na sua viagem até à Lua um dos episódios que mais marcou o jovem Zequinha foi a grande capacidade dos alienígenas em aceitarem a cultura e a tradição de outros povos, por mais estranhas que elas sejam – e com isso podendo partilhar sensações de outros povos, interpretando-as, compreendendo-as e assimilando-as (e depois voltando a partilhá-las)

 

Mas as histórias tristes não podiam impedir que estes momentos de troca e de felicidade se estendessem e se repetissem. O jovem Zequinha apesar da sua rebeldia era no fundo um bom moço e a sua amizade e boa educação tinham cativado os jovens alienígenas que habitavam a Lua. As brincadeiras e passeios tinham sido uma atividade constante durante muito do tempo que lá passara, com atividades lúdicas terrestres a invadirem o tempo de ociosidade dos jovens alienígenas, que sempre recebiam estes jogos infantis com um entusiasmo fantástico, só comparável aos já distantes tempos de criança, vividos por altura da juventude dos seus antepassados, habitando ainda na sua terra natal já há muito desaparecida. Todos aí reconheciam a necessidade de qualquer ser vivo pensante em ter os seus momentos de reflexão e preguiça, recorrendo como método de desintoxicação temporal e psicológica, de muitas das antigas e desinteressadas estratégias infantis.

 

Já em casa, sentado no sofá e meio adormecido diante da televisão, Zequinha recuou mais uma vez a estes momentos memoráveis da sua vida, à sua fantástica viagem até à Lua, à sua alegria incontida ao chegar e ver um novo mundo diante de si e um grupo de jovens curiosos e prontos para o conhecer; e às aventuras com os seus novos companheiros de viagem e de descoberta realizadas na superfície lunar, sempre a aprender, tudo a dar e contando com a clarividência interior de uma criança – a indicar o caminho – disposta inexoravelmente a encarar e a brincar, com todos os problemas da vida. Recordou-se ainda dos seus quatro irmãos desaparecidos e vivendo espalhados por todo o Algarve e de como os tinha conseguido reunir em sua casa e passar uns dias maravilhosos na praia de Albufeira, contando as suas aventuras espaciais e sabendo mais um pouco sobre toda a vida deles. Com o avançar da noite a fome apertou e Zequinha lá se deslocou meio atordoado e sonolento até ao frigorífico da cozinha, comendo um pouco das sobras do jantar e bebendo um grande copo de leite. Sorriu ao lembrar-se da primeira refeição na Lua, durante a qual oferecera a sua merenda propositadamente preparada para eles na Terra, com muitos dos petiscos da região e de como eles se tinham babado e chorado por mais, ao comerem uma bela sopa de lingueirão, ao provarem um xarém ou um saboroso carapau alimado e ao se deliciarem com umas favas à algarvia. Nunca esquecendo a extraordinária doçaria da sua terra com o morgado de figo, os queijinhos de amêndoa e o fabuloso Dom Rodrigo; e para os mais velhos recordarem, o docinho licor de amêndoa amarga e a poderosa aguardente de medronho.

 

Daqui a 4 biliões de anos a galáxia da Via Láctea irá chocar com a galáxia de Andrómeda, afetando parcial ou totalmente a estrutura do Sistema Solar tal como hoje o conhecemos. A questão que se coloca é: ainda estaremos por cá?

                                      

A única coisa que o incomodara um pouco e o sensibilizara mais profundamente no decorrer das frequentes conversas que tivera com os seus companheiros alienígenas residentes na Lua, fora o da colisão (e canibalização) de galáxias, já que alguns dos jovens aí presentes tinham perdido para sempre o lar onde tinham nascido e começado a apreender o Universo. Alguns deles vindos das galáxias de Sagitário e de Cão Maior em processo de canibalização – vejam bem – pela própria Via Láctea. Ficando posteriormente deveras preocupado com a informação adicional e inesperada que escutara por acidente e que afirmava que mais cedo ou mais tarde algo de semelhante iria afetar o Sistema Solar e a própria existência futura de vida na Terra: a Via Láctea estaria em rota de colisão com uma galáxia de maior dimensão – Andrómeda – o que candidatava fortemente a primeira a ser a canibalizada e a mais destruída.

 

(imagens - retiradas da web)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:39

“Os terroristas só existem, porque outros terroristas os criaram. E é no Estado – que tanto se queixa da concorrência – que está a principal linha de montagem”

 

Manifestante diabólico atuando de noite e utilizando artilharia pesada infernal

 

A imagem da maioria é a imagem da minoria. Elas completam-se e fazem parte do mesmo modelo. Uma não vive sem a outra. E todos nós estamos, no meio de tudo isto.

 

(imagem – WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:32

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