Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

03
Nov 13

O grande Canyon do Planeta Vermelho

 

Chegando a atingir os 8 mil metros de profundidade, esta grande depressão localizada no solo do planeta Marte – mais precisamente no Valles Marineris – poderá em tempos passados ter contado com a presença de água, correndo livremente sobre a sua superfície.


Hebes Chasma

 

A origem desta região do planeta Marte conhecida como Hebes Chasma estará associada à zona vulcânica da adjacente região de Tharsis, precisamente onde está localizado o maior vulcão conhecido existente no Sistema Solar – Olympus Mons.


Planalto central

 

No centro de Hebes Chasma é visível a existência dum planalto rodeado por profundos vales – não se conhecendo em Marte outro Canyon semelhante – onde podemos verificar ainda a existência na base das suas encostas de pequenos depósitos de material de origem vulcânica e de algumas poeiras e de outros sedimentos, que aí se foram acumulando ao longo do tempo.


Forma peculiar – parecendo o casco dum cavalo – dum dos extremos do planalto

 

Nas vertentes e bases das montanhas que circundam o Grande Canyon Marciano – e da mesma forma na base das vertentes rodeando o planalto interior – pode-se observar a existência dum material mais escuro rodeando a base, que poderá ter sido originado no topo do planalto e daí deslizado progressivamente, acumulando-se em altitude inferiores: por exemplo por acção de agentes erosivos como o vento e a água, que no caso da água poderá ter existido no passado no planeta Marte, sugerindo mesmo que a presença de certos minerais – só possíveis de existir e de se formarem na presença desse mesmo líquido – poderiam significar que aí teria existido um grande lago.

 

(imagens e dados – ESA/Agência Espacial Europeia)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:54

Novo ciclo geológico da Terra pode estar a começar junto à Península Ibérica

(Ciência Hoje – 2008.07.07)


Vulcanismo apenas se manifestará dentro de milhões de anos

 

Os vulcões existentes em Portugal continental estão extintos mas o planeta pode estar a entrar num novo ciclo geológico, com uma zona de subducção a sudoeste da Península Ibérica, e a actividade vulcânica não está excluída. "Com base na distribuição dos sismos, há quem diga que podemos estar a entrar num novo ciclo geológico, que poderá ter como consequência o vulcanismo", afirmou o geólogo José Francisco à agência Lusa.

 

Na origem do processo estará um fenómeno de subducção, ou seja o mergulho de uma placa sob outra - no caso concreto, da placa oceânica sob a placa continental, em cujo extremo está Portugal - explicou o investigador da Universidade de Aveiro.

De uma forma genérica, o efeito pode ser visto em:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Zona_de_subducção.

 

O investigador alertou, todavia, que - a confirmar-se esta tese - "o vulcanismo apenas se manifestará dentro de milhões de anos", pois a própria subducção leva muito tempo a concretizar-se.

 

No continente, a actividade vulcânica mais recente tem já cerca de 70 milhões de anos e registou-se no Complexo Vulcânico de Lisboa, cujos 200 quilómetros quadrados se estendem da capital a Torres Vedras, passando por Cascais, Sintra ou Mafra (onde permanece uma chaminé vulcânica de basalto, o Penedo de Lexim).

 

"Apesar de o complexo estar extinto há tanto tempo, ainda há uma chaminé vulcânica junto à antena da televisão em Monsanto, como houve em Alcabideche", indicou Victor Hugo Forjaz, director do Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores, acrescentando que muitos vestígios foram, ao longo dos anos, "cobertos pelo casario, pelos bairros".

 

Um vulcão é declarado extinto se não teve manifestações exteriores de actividade nos últimos 10 mil anos "e quando os estudos científicos demonstram que debaixo dele não há calor, não há magma que o possa alimentar", explicou Victor Forjaz, acrescentando que "é considerado adormecido se teve erupções recentes ou se tem, à superfície, manifestações de actividade", como fumarolas.

 

O que causa erupção vulcânica?

 

Segundo o especialista, a actividade vulcânica é anunciada "pelo aumento da temperatura do solo com meses de antecedência, pelo aumento da sismicidade e pela variação dos campos magnético e gravimétrico, que são indícios de perigo".

 

E o que causa uma erupção vulcânica? "O acumular de energias durante um certo número de séculos e factores externos, como uma conjugação de fases da lua e do sol e a existência de forças laterais e verticais na crosta terrestre", esclareceu o director do Observatório.

 

"Mas todos os investigadores concordam que não há hipótese de os vulcões entrarem em actividade no continente", assinalou, numa posição reiterada por José Francisco, da Universidade de Aveiro, que indicou à Lusa mais alguns vestígios de vulcanismo.

 

"Na Faixa Piritosa Ibérica, que abrange o Baixo Alentejo e continua para Espanha, o vulcanismo submarino teve forte expressão no início do período Carbónico (360 a 300 milhões de anos), levando à formação de jazigos minerais como a mina de Neves Corvo, a mais importante em actividade em Portugal", exemplificou.

 

Vestígios erodidos

 

No entanto, tantos milhões de anos passados, os vestígios estão erodidos, "sendo muito difícil saber qual a morfologia do aparelho vulcânico que existiu no Alentejo", pois tanto pode ter assumido a forma de cone vulcânico como pode ter-se apresentado sob a forma de fissuras que expeliram lava. Em Sines, também são detectáveis "duas ou três chaminés", adiantou Victor Hugo Forjaz à Lusa, assinalando ainda a existência de um complexo vulcânico no Algarve.

 

Associado à Serra de Monchique, este complexo teve derradeiros sinais de actividade há 72 ou 75 milhões de anos, sendo ainda observável uma chaminé vulcânica na Praia da Luz, perto de Lagos. Os vestígios de actividade surgem ainda noutras regiões, como no Distrito de Leiria (Nazaré, Peniche, Caldas da Rainha, Leiria) mas, seja devido ao desgaste causado pela passagem dos anos ou ao desconhecimento de quem é leigo na matéria, não é fácil detectá-los, como assinalou José Francisco.

 

"Muitas vezes as pessoas passam ao lado da história geológica, o público não sabe o que tem debaixo dos pés, de que é que as rochas por onde passamos todos os dias são testemunho", concluiu o geólogo da Universidade de Aveiro.

 

(artigo – www.cienciahoje.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:24


Não lhes perdoes, pois eles sabem o que fazem – e para quem!

 

No meu país o tipo que deu hipótese a que os ladrões legais roubassem Portugal – o Homem Pistola – é considerado um Homem Vil e um Criminoso (exigem mesmo que vá a tribunal e que seja preso); mas aqueles que verdadeiramente se serviram dele para nos limparem o bolso e para sua própria protecção nos limparem o sebo – os Homens Bala – ocupam hoje posições chave fundamentais no Estado e no Governo (sendo idolatrados como Demónios de Sucesso).

 

Parlamento Europeu investiga violações da troika

  • Responsáveis Globais

Anjo 1

A Nódoa Exterior

 

"Barroso, Draghi e Rehn chamados a depor para justificar as opções seguidas nos resgates. Parlamento Europeu investiga violação das leis nacionais e da UE, protecção de interesses privados e falta de transparência. Depois de três anos, cinco resgates e 450 mil milhões de euros gastos em intervenções, o Parlamento Europeu (PE) quer investigar o que correu mal na gestão da crise feita pela troika. Uma gestão que provocou a maior recessão, os níveis de endividamento e o desemprego mais altos da história da UE, com uma ‘receita’ que mais de metade dos europeus diz não ter funcionado".

(Jornal Sol)

  • Responsáveis Regionais

Anjo 2

A Mancha Interior

 

E quanto aos oportunistas que se aproveitaram deliberada e conscientemente da situação para lesarem cada um dos seus países, chegando mesmo a afrontar as leis constitucionais garante da nossa soberania? Não deviam também ser chamados a depor perante aqueles que disseram representar e perante as miseráveis condições de4 vida que lhes proporcionaram em contradição total com o seu programa ideológico?

Estes são os mesmos e verdadeiros vencedores do 25 de Abril de 1974 – não sendo patrões, nem sendo comunistas: uns miseráveis que ignorando os seus familiares e antepassados, foram sucessivamente ascendendo ao poder e ao passaporte do dinheiro (do Estado), apresentando como único currículo a denuncia aos patrões dos seus amigos e colegas de trabalho – os chamados comunistas – e que de seguida e invocando uns e os outros obliteraram os seus patrões e destruíram a economia do seu país.

Essa a razão pela sua total falta de respeito pelo território – vendendo-o – e pelas suas gentes – destruindo-as.

 

 (imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:38

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