Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

26
Dez 13

Erdogan contra Gulen – e outras coisinhas...

 

O Mundo já está todo entregue e cada um de nós só está à espera da chegada do cobrador desde sempre nomeado e por todos aceite como inevitável (lembram-se da teoria do nosso Governo de Portugal?) – a Morte!

Os políticos vestidos de fraques são apenas os cangalheiros e nós os bem-fadados (fardados) somos os nossos próprios coveiros – mas com a esmagadora maioria sendo já um sem-abrigo.

 

Com a decadência acelerada da Europa (sob o comando da velha e ultrapassada Alemanha) e pela sua posição geoestratégica – entre o Ocidente e o Oriente – a Ucrânia e a Turquia tornam-se cada vez mais apetitosas para as grandes potências e para os novos Eixos do poder mundial como os EUA, a China e a Rússia

 

Mais uma vez um povo inteiro é instrumentalizado e utilizado para um combate ilusório que “nada lhe diz nem nada lhe trás” – a luta pelo controlo da Turquia entre o grupo de Erdogan e o grupo de Gulen – apenas porque aqueles que anteriormente tomaram de assalto o poder não o quererem agora entregar, pondo-o agora à disposição duma nova mas idêntica simulação democrática, actuando de acordo com as regras pré-estabelecidas de conquista e de dominação.

 

Tayyip Erdogan

Líder do partido islâmico no poder – AKP – e Primeiro-Ministro da Turquia

 

Fethullah Gulan

Líder do movimento oposicionista – Hizmet – e constituído por muitos ex-AKP

 

Tal e qual a situação em que a Ucrânia vive já há bastante tempo e na qual o seu povo – sem ter total consciência disso – está a ser instrumentalizado e a ser colocado entre a espada e a parede, pelo menos enquanto não houver uma decisão definitiva: ou a favor da Alemanha ou a favor da Rússia, nunca a favor da Ucrânia. No caso turco e como sempre acontece em todo o lado e em todas as economias globais, lá aparece uma grande e poderosa instituição financeira e bancária – o Halkbank – a movimentar ilegalmente milhões e milhões de dólares, neste caso através dum grande homem de negócios como o poderia ser através duma outra organização – como a Goldman Sachs.

 

A evolução económica portuguesa sob o consulado dos contabilistas da Troika e do adversário do Coelho Branco da nossa querida Alice

 

Quanto a Portugal poderemos continuar sossegados e tranquilos sempre como um bom cristão e aprendiz que tudo faz e nada pede, pelo menos enquanto quisermos continuar a ser considerados pela nossa protectora e governanta alemã (e com o auxílio dos miguelistas e leporídeos traidores) os bons, bem comportados e atrasadinhos dos portugueses – trabalhadores dedicados mas com necessidades educativas especiais.

Pelo menos enquanto a porta estiver aberta e não nos tivermos de atirar pela janela!

 

Matrix – Neo e o Coelho Branco

 

Invocado em produções tão marcantes para a evolução dos mercados mundiais e para a estabilização da economia global, como é o caso do sector da comercialização de imagens – sob a forma de produtos capazes por si próprios de criar mais-valias, neste caso sob a tutela de corporações e dos seus média associados – realizações como o são o filme Matrix (com Neo associada à figura do Coelho Branco) e a série Lost (com Jack seguindo o Coelho Branco), são exemplos bem marcantes e esclarecedores da contradição tremenda e equívoca que vivemos actualmente e que aparece bem espelhada na luta cruel e por vezes sem esperança entre os sonhos dum passado nunca concretizados e as visões dum futuro ainda ausente, por assente num presente vazio verificado como inexistente.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:08

“Mais de 24h passadas sobre a introdução na chaminé, o mundo ainda chora com a demonstração de impotência”

 

Mais uma vez o Pai Natal regressou à sua órbita geoestacionária, comprometendo-se a acompanhar a Terra durante pelo menos mais um ano, no seu movimento de translação em torno do Sol: entretanto ficará a observar-nos do céu, para se decidir sobre o prémio a atribuir-nos no próximo ano.

 

Pai Natal – Perdido no Espaço e sem a rena Rodolfo

 

A repetição vezes sem conta dos mesmos actos torna-os vazios e difíceis de suportar. Por esse motivo nas festas os momentos de maior prazer são aqueles em que nos perdemos neste espaço sem tempo, sempre a comer e a beber. E assim exteriorizamos fisicamente a nossa nostalgia transversal.

 

(imagem – earthsky.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:34

Dezembro 2013
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9

20

23



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO