Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Fev 14

Vulcão Sarychev

(de cá)

 

Tal como o que acontece com todos os seres vivos existentes à face da TERRA, também o próprio planeta como um organismo vivo tem por vezes necessidade de manter os seus equilíbrios internos e externos, manifestando-se assiduamente através da ocorrência aqui e ali dos mais diversos fenómenos naturais – como é o caso dos sismos e dos vulcões. Se no primeiro caso e com excepção dos efeitos sonoros provocados, certos sismos passam por vezes despercebidos, já o fenómeno vulcânico apresenta efeitos muito mais intensos e significativos, desde os efeitos sonoros provocados pelas fortes erupções até aos efeitos visuais provocados entre outros, pela lava saída do seu interior.

 

Sarychev visto do espaço

(ISS)

 

Neste caso trata-se do vulcão SARYCHEV localizado nas ilhas Kuril – um conjunto constituído por mais de cinquenta ilhas situadas a nordeste do JAPÃO – tendo esta imagem sido recolhida a 12.06.2009 a partir da Estação Espacial Internacional, na fase inicial de mais uma das suas erupções: como se pode ver o vulcão lançou para a atmosfera uma extensa pluma de cinzas e outros materiais piroclásticos de cor acastanhada – acompanhados ainda por uma corrente vertical de cor esbranquiçada – acabando todos estes materiais expulsos por atingir grandes altitudes e por encobrir parcialmente a luz vinda do Sol. A última grande erupção (também com produção de lava) registou-se em 1989.

 

Cometa Siding Spring

(de lá)

 

Ao contrário daqueles corpos celestes que nos acompanham visualmente durante toda a nossa curta vida – duma forma directa utilizando exclusivamente o nosso órgão da visão ou duma forma indirecta recorrendo a instrumentos ópticos – os COMETAS têm órbitas de tal forma excêntricas no espaço (e como tal extensas no tempo), que na esmagadora das vezes só os vemos bem lá ao longe e uma única vez na vida, a atravessarem o SISTEMA SOLAR a caminho do seu periélio. Vindos da cintura de Kuiper (ainda no interior do sistema) ou das mais escuras e profundas zonas do Universo exterior, estes viajantes misteriosos apresentam-se sempre perante a Humanidade rodeados duma auréola de medos e de incertezas – mas simultaneamente de encantos e de belezas – sentimentos talvez provocados por factos ocorridos no passado com outros astros seus semelhantes e em que estes poderão ter tido participação directa (provocando alterações climáticas temporárias – sismos, erupções, tempestades) ou indirecta (por associação aleatória de factos mesmo que estabelecida duma forma incorrecta – peste e outras doenças). Mas o seu lado encantador – por ser único e misterioso – com o seu núcleo, cabeleira e cauda estendendo-se por milhões e milhões de quilómetros deste espaço infinito, marcando duma forma ostensiva e poderosa a sua presença secular, acabam sempre por emergir e por nos colocar de novo na sua contínua demanda. Talvez como se fosse um dos muitos mensageiros de Deus viajando pelo mundo fora à procura do novo sujeito a fecundar e do próximo organismo vivo a conceber.

 

Siding Spring visto do espaço

(NEOWISE)

 

A partir do telescópio espacial NEOWISE (recentemente reactivado) a NASA oferece-nos esta imagem do (ainda) distante cometa C/2013 A1. Tendo um encontro marcado com o planeta MARTE por onde passará num voo rasante a 19 de Outubro deste ano, este cometa também conhecido como SIDING SRING encontrava-se no passado dia 16 de Janeiro a mais de 570 milhões de quilómetros do Sol. A aproximação deste corpo celeste ao planeta Marte irá decorrer durante as próximas oito semanas e meia e se por um lado o perigo duma provável colisão parece impossível de se concretizar, por outro lado o cometa poderá passar tão perto do planeta que este último corre o sério risco de ser envolvido por todo o material que segue, logo atrás do núcleo central do astro-viajante.

 

(imagens – space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:58

“É muito provável que em Março de 2011 se tenha assistido a uma explosão nuclear (não declarada) em território japonês, 66 anos depois das explosões (ocorridas) em Hiroshima e Nagasaki”

 

No dia 12 de Março de 2011 e na sequência do tsunami que varreu toda a zona litoral à volta da cidade de Fukushima, registaram-se duas violentas explosões em dois dos reactores da central nuclear de Okuma. Foram as duas consideradas como explosões “convencionais” e como tal, não sendo o seu contributo tido como muito ameaçador para o panorama geral dos níveis de radioactividade registadas – para o qual o quadro já apontava duma forma bastante evidente e alarmante: a contaminação das águas do mar era feita duma forma maciça e ininterrupta, com as áreas atingidas a aumentarem e a disseminarem-se por todo o oceano Pacífico. Existem já notícias da chegada por via marítima dessa contaminação radioactiva às costas do continente americano, para já não falar de toda a zona envolvendo o Japão e da mais que provável e simultânea transmissão aérea.

 

    

Explosões de Fukushima (2011) e de Hiroshima (1945)

 

No entanto e após análise mais detalhada das imagens do acontecimento verificou-se que as explosões nos dois reactores não tinham apresentado as mesmas características de intensidade, de grandeza e mesmo visual: enquanto num dos reactores a explosão estava mais de acordo com o afirmado pelos observadores – mais baixa e espalhando-se horizontalmente com uma tonalidade cinzento-claro – no outro reactor essa explosão tinha libertado muito mais energia e como tal sido muito mais violenta – elevando-se verticalmente a uma altura superior a pelo menos cinco vezes a altura do edifício e apresentando uma cor cinzenta mais escura. Tal e qual o cogumelo de Hiroshima, aquando da explosão da uma das duas bombas atómicas lançadas sobre território japonês, durante o período final da II Guerra Mundial. Como se pode confirmar pela observação das imagens anteriores.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:00

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