Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Abr 14

Olhando o céu da noite podemos em certas alturas observar lá perdido na escuridão do espaço e brilhando fixamente nas suas profundezas, um pequeno mas interessante pontinho luminoso a que chamamos planeta Marte. Um objectivo prioritário para a NASA e para os Estados Unidos da América. No entanto se olharmos para o mesmo céu nocturno deparamo-nos logo com um enorme corpo celeste acompanhando a Terra e iluminando-a durante a noite – e não queremos lá voltar: pouco mais de 380 mil quilómetros. Estranho. A Lua.

 

Dois corpos celestes: um pontinho e Marte

 

No dia 14 de Abril de 2014 Marte atingiu o seu ponto mais próximo do planeta Terra desde o passado ano de 2008: aproximadamente 92 milhões de quilómetros separaram nesse dia terrestres de marcianos. Ainda assim a 3/5 da distância entre a Terra e o Sol.

 

Aproximação Terra/Marte

 

Depois do curioso acontecimento astronómico também registado no mesmo período da semana passada e que foi o alinhamento Sol/Terra/Lua – o qual nos proporcionou a visão do eclipse da Lua em tons avermelhados – só nos resta mesmo explorar o Espaço e descobrir os seus segredos.

 

Resta-nos agora esperar pela passagem em meados do mês de Outubro do cometa Siding Spring a cerca de 138 mil quilómetros do planeta Marte, numa trajectória “rasante” ao planeta vermelho – no fundo a menos de metade da distância entre a Terra e a Lua – e que poderá afectar os veículos terrestres em órbita ou na sua superfície. Boa oportunidade para visitas de estudo ou realização de excursões: os marcianos já estão atentos.

 

(imagens – space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:38

Mas o que pretendem na realidade os Estados Unidos da América? Atacar a Rússia? Não me acredito nisso. Caso contrário, o futuro do mundo estaria nas mãos de psicopatas assassinos!

 

“Russian citizens being attacked is an attack against the Russian Federation”

(Sergey Lavrov – RT)

 

“In Geneva we agreed there must be an end of all violence. Next afternoon (interim Ukrainian President Aleksandr) Turchinov declared almost a state of emergency and ordered the army to shoot at the people”.

 

“There is no reason not to believe that the Americans are running the show”.

 

“Ukraine is just one manifestation of the American unwillingness to yield in the geopolitical fight. Americans are not ready to admit that they cannot run the show in each and every part of the globe from Washington alone”.

 

[Sergey Lavrov – Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia]

 

Já agora, onde está a Europa e a nossa poderosa e protectora Alemanha? Ou será que a Ucrânia já não pertence como nós ao continente europeu?

 

E se um dia um dos cinquenta estados norte-americanos se revoltasse contra o seu Governo Central, solicitando imediatamente apoio e ajuda vinda do exterior, por exemplo proveniente directa ou indirectamente da Rússia? Consideremos então o estado da Flórida, que para além de ter integrado no seu território esses símbolos máximos da sua cultura e memória como o são a Disneylândia e Cabo Canaveral, também têm como vizinho próximo e apenas separado por uma faixa estreita de mar, a ilha comunista de Cuba. Teriam os russos o direito de, tal como os norte-americanos e a NATO, convocar todas as suas forças e as dos seus aliados para defender o estado rebelde, colocando tropas suas nos países limítrofes e apoiando interiormente movimentos extremistas armados? O que fariam aí os Estados Unidos da América?

 

Do papel da UN – nisto tudo e no resto – nem vale a pena falar.

 

(imagem e texto em inglês – rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:35

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