Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

07
Jun 14

 

Cilla Black visita Albufeira aos 25 anos

 

Há 46 anos atrás a cantora britânica Cilla Black, passou pela então vila piscatória de Albufeira – ela também uma iniciada no Cavern Club em Liverpool, grande amiga dos The Beatles e tendo sido também lançada pelo empresário destes, Brian Epstein.

 

E tal e qual como na música, cinquenta anos depois quase tudo se perdeu e o Algarvio é já uma raça se não extinta em vias de extinção.

 

Já nem vale a pena chorar, apesar de ser uma constatação de que algo se perdeu – nem tanto no tempo, como o terá sido no espaço (entretanto destruído)!

 

Albufeira – Bailote – 1968

 

“A segunda maior estrela a emergir do cenário de Liverpool depois dos The Beatles” (Wikipedia)

 

Eu só cheguei a Albufeira muitos anos depois. Mesmo assim ainda pude usufruir um pouco dos restos da antiga vila de Albufeira, com os barcos todos dispostos na Praia dos Pescadores, com a Tasca da D. Ana e os seus belos petiscos, com o café Oceano onde bebíamos um medronho ou uma amêndoa amarga enquanto usufruíamos do sol, da vida e da paisagem marítima, nunca esquecendo o fantástico casario branco reflectindo o Sol e espalhando-se pelas altas e abruptas falésias sobre o mar, nem o jardim da parte velha desta então típica terra algarvia com as suas velhas árvores e os seus milhões de pássaros nelas pendurados, que durante toda noite nos acompanhavam com o seu falar ininterrupto do princípio ao fim do Verão.

 

Por cá ficou o vocalista dos The Shadows, Cliff Richard: o cantor britânico mais popular antes do surgimento dos The Beatles. E juntamente com ele na freguesia da Guia – a capital do frango de churrasco – os seus vinhos e a Adega do Cantor.

 

(imagens tiradas de teresa-beatlesforever.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:54

“Ao aderirmos a um dos grandes blocos mundiais as nossas perspectivas futuras tornam-se bastante sinistras: se pertencermos ao bloco derrotado seremos esmagados, mas se pelo contrário pertencermos ao bloco vencedor seremos colonizados”.

 

As duas opções Libertadoras e extremistas para a Ucrânia

 

Com o apoio declarado dos USA e o seguidismo obediente da EU, mais um país europeu como é o caso da Ucrânia – depois da passada desagregação e destruição da Jugoslávia e do seu bombardeamento por forças da NATO – é mais uma vítima desta nova Guerra Fria Reloaded: não é provocando russos (e chineses) que os USA vão ganhar algo, não sendo também por aí que a velha (e senil) Europa, encontrará finalmente o seu caminho da salvação.

 

Mercenários Libertadores e pró norte-americanos

 

Ultranacionalistas de extrema-direita fanáticos da ideologia nacional-socialista e grandes admiradores de Adolfo Hitler – todos eles voluntários remunerados por forças privadas, tal e qual como se fossem mercenários – prestam juramento na capital da Ucrânia (Kiev), antes de se juntarem às forças militares ucranianas e se dirigirem em direcção ao leste do país numa operação de limpeza antiterrorista. Para o poder recentemente instalado na Ucrânia – que o atingiu através dum golpe de estado que até faz inveja a todos os anteriores ditadores, incluindo o último presidente Víktor Yanukóvytch (pró russo) – os terroristas são todos aqueles cidadãos naturais e residentes na Ucrânia, que não aceitaram a forma como estes novos dirigentes atingiram o poder e se proclamaram os seus legítimos representantes.

 

(imagem – Libération)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:48

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