Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

25
Out 14

A silaba gu significa sombra
A silaba ru, aquele que dispersa,
por causa do poder de dispersar a escuridão
o guru deve o seu nome.

 

(Advayataraka Upanishad 14-18, verse 5/wikipedia.org)

 

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Guru Nanak – Fundador no séc. XV da Religião Sikh

 

Agora que o Guru (português IN) ZV entrou em “estado de desgraça”, outro Guru (português OUT) se prepara para ocupar o seu lugar: HO.

 

Felizmente que neste caso (aparentemente) não se trata de mais água para nos afogar (o símbolo da água é H2O): mas nestas situações convém sempre prevenir, pois todos os cuidados são poucos.

 

Mas quem é então (actualmente) o novo pretendente a Guru?

 

• Presidente Executivo do banco britânico Lloyds (parcialmente nacionalizado);
• Escolhido evidentemente para a continuação do processo de recuperação do banco (resgatado em 2008/originando 30.000 despedimentos e sujeito a um plano de recuperação em 2011/originando mais 15.000 despedimentos – e tendo neste processo e até ao momento encerrado 25% das suas agências);
• Apresentando nas últimas páginas do seu longo curriculum a proeza do banco por si presidido ter registado neste primeiro semestre de 2014, uma brutal queda nos seus lucros (comparando com o mesmo período de 2013) superior a 50%;
• Agora preparado para a continuação da estratégia de recuperação do banco (um objectivo a nível pessoal e profissional), contando para o efeito com a preciosa colaboração do Governo (afinal de contas o Governo também é parte interessada): como se não tivesse sido o banco (privado) a pedir ajuda ao Governo (para não dar o estouro). Consequência imediata: a projecção para o próximo triénio, indicando mais 9.000 despedimentos;
• Potencial Conselheiro do Governo português.

 

(como previsão não muito arriscada a afirmação de que num futuro próximo o banco britânico será desintervencionado (a presença do Governo já não será necessária, recebida a totalidade da ajuda financeira deste), voltando de novo o Lloyds à pacatez/tacanhez financeira da realidade virtual bancária europeia; aí HO já será certamente Guru)

 

Mas apesar do símbolo do novo pretendente a Guru ser apenas HO (indicando poder pertencer ao grupo dos hidroxilos, uma molécula presente em vários componentes orgânicos terrestres, mas também detectada noutro planeta pela sonda Venus Express), estas iniciais emblemáticas poderão sugerir pela nova combinação obtida, Importância e Simplicidade (as principais características dos hidróxilos atrás referidos).

 

O que no entanto não parece ser o caso, como o comprovam claramente as afirmações sobre Portugal e sobre o povo português produzidas pelo próprio e movidas a Energia Inversa (algumas afirmações e ideias transmitidas):

 

• Portugal tem sabido manter a direcção política correcta.
• Se temos um banco público, nalguma coisa tem de ser diferente de um banco privado.
• Se temos um banco público acho que deve ter uma estratégica pública de apoio.
• A Caixa Geral de Depósitos (CGD) nesta fase de responsabilidade particularmente elevada e após a situação no BES, deve reforçar o apoio a pequenas e médias empresas para dinamizar a economia.
• Portugueses têm de deixar de viver acima das possibilidades.

 

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Horta Osório – Presidente do Lloyds Bank

 

Guru das dietas diz que Homer é culpado por sociedade obesa

 

Steve Miller diz que estilo de vida do personagem – que é fanático por rosquinhas e cerveja – dá mal exemplo para público.

 

Um guru das dietas britânico arranjou um culpado bastante curioso para o aumento da taxa de obesidade na população do Reino Unido: Homer Simpson. Para Steve Miller, os péssimos hábitos de alimentação de Homer, que é fanático por rosquinhas e cerveja, incentiva o telespectador a adquirir costumes semelhantes. Segundo ele, que é apresentador do programa Fat Families, o chefe da família Simpson passa a mensagem de que comer "porcarias" faz com que uma pessoa se sinta bem. (terra.com.br)

 

Como se pode verificar a culpa nunca é deles – Os Gurus Tecnocratas: invariavelmente, pela concretização indiferenciada e global das suas opções políticas e tecnológicas e pela força das leis por eles impostas, o dedo apontará sempre para os Culpados do Costume: e ilibado o intermediário, resta apenas o produtor e depois o consumidor (com este último na base da cadeia alimentar).

 

Na realidade, a solução do problema económico e cultural que tem vindo a mergulhar o mundo global num abismo financeiro de inimagináveis dimensões (na realidade ninguém dispõe de números fidedignos), reside apenas na alteração fundamental (e básica) de dois factores: do lado do Estado este terá obrigatoriamente que alterar o seu ponto de vista no que diz respeito à sua relação mediadora e pedagógica (a existir) entre os investidores e os cidadãos que representa (privilegiando naturalmente e por respeito à lei, os cidadãos que lhes delegaram poderes para os defenderem); enquanto que do lado dos Privados os Bancos teriam que abandonar definitivamente o palco da Especulação (as Financeiras) e regressar ao modelo e objectivos originais, para a execução dos quais os bancos foram na verdade criados.

 

Na medida em que ocorreu o surgimento da moeda no período das grandes civilizações, o ato de emprestar, tomar emprestado e guardar dinheiro de outros foi algo quase inevitável.
Com a percepção de que nem sempre as pessoas retiravam tudo o que haviam depositado, ou seja, sempre haveria dinheiro para circular, que surgiu a ideia de conceder empréstimos mediante o pagamento de juros. Esta foi a base para o enriquecimento dos banqueiros, que deixaram de ser simplesmente “cambistas”. (historiadetudo.com)

 

ZV – Zeinal Bava
HO – Horta Osório

 

(imagem – Web)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:12

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