Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

25
Out 14

A silaba gu significa sombra
A silaba ru, aquele que dispersa,
por causa do poder de dispersar a escuridão
o guru deve o seu nome.

 

(Advayataraka Upanishad 14-18, verse 5/wikipedia.org)

 

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Guru Nanak – Fundador no séc. XV da Religião Sikh

 

Agora que o Guru (português IN) ZV entrou em “estado de desgraça”, outro Guru (português OUT) se prepara para ocupar o seu lugar: HO.

 

Felizmente que neste caso (aparentemente) não se trata de mais água para nos afogar (o símbolo da água é H2O): mas nestas situações convém sempre prevenir, pois todos os cuidados são poucos.

 

Mas quem é então (actualmente) o novo pretendente a Guru?

 

• Presidente Executivo do banco britânico Lloyds (parcialmente nacionalizado);
• Escolhido evidentemente para a continuação do processo de recuperação do banco (resgatado em 2008/originando 30.000 despedimentos e sujeito a um plano de recuperação em 2011/originando mais 15.000 despedimentos – e tendo neste processo e até ao momento encerrado 25% das suas agências);
• Apresentando nas últimas páginas do seu longo curriculum a proeza do banco por si presidido ter registado neste primeiro semestre de 2014, uma brutal queda nos seus lucros (comparando com o mesmo período de 2013) superior a 50%;
• Agora preparado para a continuação da estratégia de recuperação do banco (um objectivo a nível pessoal e profissional), contando para o efeito com a preciosa colaboração do Governo (afinal de contas o Governo também é parte interessada): como se não tivesse sido o banco (privado) a pedir ajuda ao Governo (para não dar o estouro). Consequência imediata: a projecção para o próximo triénio, indicando mais 9.000 despedimentos;
• Potencial Conselheiro do Governo português.

 

(como previsão não muito arriscada a afirmação de que num futuro próximo o banco britânico será desintervencionado (a presença do Governo já não será necessária, recebida a totalidade da ajuda financeira deste), voltando de novo o Lloyds à pacatez/tacanhez financeira da realidade virtual bancária europeia; aí HO já será certamente Guru)

 

Mas apesar do símbolo do novo pretendente a Guru ser apenas HO (indicando poder pertencer ao grupo dos hidroxilos, uma molécula presente em vários componentes orgânicos terrestres, mas também detectada noutro planeta pela sonda Venus Express), estas iniciais emblemáticas poderão sugerir pela nova combinação obtida, Importância e Simplicidade (as principais características dos hidróxilos atrás referidos).

 

O que no entanto não parece ser o caso, como o comprovam claramente as afirmações sobre Portugal e sobre o povo português produzidas pelo próprio e movidas a Energia Inversa (algumas afirmações e ideias transmitidas):

 

• Portugal tem sabido manter a direcção política correcta.
• Se temos um banco público, nalguma coisa tem de ser diferente de um banco privado.
• Se temos um banco público acho que deve ter uma estratégica pública de apoio.
• A Caixa Geral de Depósitos (CGD) nesta fase de responsabilidade particularmente elevada e após a situação no BES, deve reforçar o apoio a pequenas e médias empresas para dinamizar a economia.
• Portugueses têm de deixar de viver acima das possibilidades.

 

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Horta Osório – Presidente do Lloyds Bank

 

Guru das dietas diz que Homer é culpado por sociedade obesa

 

Steve Miller diz que estilo de vida do personagem – que é fanático por rosquinhas e cerveja – dá mal exemplo para público.

 

Um guru das dietas britânico arranjou um culpado bastante curioso para o aumento da taxa de obesidade na população do Reino Unido: Homer Simpson. Para Steve Miller, os péssimos hábitos de alimentação de Homer, que é fanático por rosquinhas e cerveja, incentiva o telespectador a adquirir costumes semelhantes. Segundo ele, que é apresentador do programa Fat Families, o chefe da família Simpson passa a mensagem de que comer "porcarias" faz com que uma pessoa se sinta bem. (terra.com.br)

 

Como se pode verificar a culpa nunca é deles – Os Gurus Tecnocratas: invariavelmente, pela concretização indiferenciada e global das suas opções políticas e tecnológicas e pela força das leis por eles impostas, o dedo apontará sempre para os Culpados do Costume: e ilibado o intermediário, resta apenas o produtor e depois o consumidor (com este último na base da cadeia alimentar).

 

Na realidade, a solução do problema económico e cultural que tem vindo a mergulhar o mundo global num abismo financeiro de inimagináveis dimensões (na realidade ninguém dispõe de números fidedignos), reside apenas na alteração fundamental (e básica) de dois factores: do lado do Estado este terá obrigatoriamente que alterar o seu ponto de vista no que diz respeito à sua relação mediadora e pedagógica (a existir) entre os investidores e os cidadãos que representa (privilegiando naturalmente e por respeito à lei, os cidadãos que lhes delegaram poderes para os defenderem); enquanto que do lado dos Privados os Bancos teriam que abandonar definitivamente o palco da Especulação (as Financeiras) e regressar ao modelo e objectivos originais, para a execução dos quais os bancos foram na verdade criados.

 

Na medida em que ocorreu o surgimento da moeda no período das grandes civilizações, o ato de emprestar, tomar emprestado e guardar dinheiro de outros foi algo quase inevitável.
Com a percepção de que nem sempre as pessoas retiravam tudo o que haviam depositado, ou seja, sempre haveria dinheiro para circular, que surgiu a ideia de conceder empréstimos mediante o pagamento de juros. Esta foi a base para o enriquecimento dos banqueiros, que deixaram de ser simplesmente “cambistas”. (historiadetudo.com)

 

ZV – Zeinal Bava
HO – Horta Osório

 

(imagem – Web)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:12

24
Out 14

Ficheiros Secretos – Albufeira XXI
A Confusão entre Realidade e Ficção
(Problemas Constatados na Execução de Hologramas – Delírios)

 

"As figuras imaginárias têm mais relevo e verdade que as reais."
(Fernando Pessoa)

 

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Siding Spring em aproximação a Marte

 

A passagem do cometa Siding Spring nas proximidades do planeta Marte proporcionou aos seus residentes e ocasionais um espectáculo único e memorável na história das suas vidas: não é todos os dias que se pode ver um corpo celeste talvez com alguns milhões de anos de idade e vindo dos limites do nosso Sistema Solar (da região da Nuvem de Oort) a passar tão perto de nós (os marcianos), sem que não sintamos imediatamente um arrepio a percorrer-nos todo o corpo de cima a baixo, numa constatação obvia e apoiada nos nossos órgãos dos sentidos (que nos propõe a imagem vinda do exterior, com o objectivo da mesma ser processada no cérebro como realidade e posteriormente projectada como holograma) de como somos tão pequenos num Universo tão grande.

 

Nas suas bases instaladas sob a superfície do planeta vermelho – não só para se protegerem da agressividade ambiental que se registava no exterior, mas também para manterem o secretismo sobre a sua presença nesse corpo celeste (situado tão próximo da do único astro com vida inteligente e organizada à sua superfície, a Terra) – a excitação entre todos os seus elementos foi crescendo à medida que o cometa se aproximava, comportando a observação da passagem do cometa três fases fundamentais: o momento em que este se encontrava na sua trajectória mais perto da superfície de Marte (1.ª fase), o momento que se seguiria e durante o qual a cauda do cometa afectaria a atmosfera/superfície do planeta (2.ª fase) e finalmente o momento do seu periélio – assinalado no ponto da sua órbita mais perto do Sol (3ª fase).

 

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Explosão na atmosfera/superfície de Marte (1)

 

Os cientistas marcianos tinham projectado (após diversas simulações de possíveis cenários aplicáveis a esta transformação a acontecer/evoluir numa determinada zona do espaço) como consequência imediata da passagem tão próxima deste cometa, duas realidades importantes: sendo a causa o cometa e o ponto de conflitualidade o planeta (por ocupar um espaço próximo aquando da seu movimento) era certo que tal evento iria inevitavelmente provocar uma explosão (1) e que os efeitos da mesma não seriam tão intensas (2).

 

Isto porque:
(1) As suas atmosferas iriam colidir (o que realmente ocorreu);
(2) O tamanho do cometa seria metade do inicialmente previsto pelos terrestres (o que se confirmou).

 

Uma outra informação seguindo em anexo mencionava que aproveitando a passagem deste corpo celeste em movimento, os marcianos tinham lançado mais um VIG (veículo de impulso gravitacional) em direcção à Terra, o qual utilizando o impulso da força gravitacional exercida pelo cometa e a sua velocidade, chegaria ao planeta nos próximos dias.

 

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Pegadas de origem alienígena sobre a superfície de Marte (3)

 

Mas como acontece com qualquer um e em qualquer lado, a curiosidade em ver o acontecimento no local e apreender o seu significado utilizando unicamente os nossos órgãos dos sentidos (agregando num todo um mundo de percepções e de sensações), é sempre mais forte do que todas as regras e normas que artificialmente nos impõe: deslocando-se a partir dum entreposto situado num dos planaltos da conhecida região marciana de Cydonia (onde se situa a famosa Face de Marte), um habitante do planeta não resistiu à tentação proporcionada por esta oportunidade única e extraordinária e decidiu de uma forma inopinada sair da protecção do seu habitáculo, conseguindo assim atingir a superfície exterior e olhar no local o inolvidável evento. Só que, devido à intensa actividade electromagnética que se registou na atmosfera e na superfície marciana (provocada pela passagem de todo o corpo constituinte do cometa Siding Spring), as condições atmosféricas em Marte tornaram-se de tal maneira violentas e perigosas, que este marciano aqui em evidência teve que se retirar rapidamente para o seu abrigo subterrâneo, vendo-se desse modo impedido de apagar os vestígios (evidentes) da recente sua passagem. Imperdoável – como o confirma a foto irrefutável apresentada aqui como prova (3) e agora disponibilizada pela ESA (Agência Espacial Europeia) a todos os habitantes da Terra.

 

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Região de Cydonia – Um local de Mistérios e de Contradições

 

Como sempre com os adeptos da conspiração a tirarem conclusões completamente diferentes e inacreditáveis, afirmando neste caso e de uma forma quase anedótica que o rasto deixado na superfície marciana teria origem num simples calhau e na sua deslocação lenta e gradual sobre o solo do planeta: uma insistência na valorização da matéria-prima (o objecto visto como receita) face à desvalorização dos seres vivos (o sujeito visto como despesa). Desinteressante para um simples e utópico marciano, já que “nunca tendo observado um calhau a andar, já vira muitos outros com pernas”.

 

Entretanto tivemos conhecimento de que os marcianos lançados a partir de Marte em direcção ao planeta Terra (aquando da passagem de Siding Spring e a bordo do Veículo de Impulso Gravitacional) chegarão ao seu destino previsto durante o periélio do cometa. Pouco tempo depois serão transportados para uma outra nave de maiores dimensões – o cargueiro espacial de longo curso Titã (propriedade da Transportadora Inter-galáctica Tesla) a partir da qual darão um salto técnico entre referenciais, sendo colocados instantaneamente noutro ponto do espaço então estabilizado, torcido e coincidente (para a eficaz concretização do objectivo pretendido). Transposto o referencial de Espaço Zero a ligação será interrompida e a nova realidade (sob a forma de mais um holograma) recriada (de novo).

 

Do Outro Lado talvez encontrem Deus. É que deste lado e subaproveitando as ilimitadas capacidades do nosso cérebro, mesmo estando Ele diante de nós, até hoje nunca O conseguimos percepcionar (talvez senti-lo, apesar dos sintomas também serem desconhecidos para nós): preferimos ser vampiros físicos (e efectivamente estarmos mortos) a funcionarmos em plenitude mental (e assim nos podermos considerar cerebralmente vivos, sem recorrer a qualquer forma ou modalidade de lobotomia). Daí todas as histórias contadas até à exaustão, sempre à volta da (verdadeira) imagem reflectida no Espelho: até com Máscaras e Carnaval!

 

(imagens – NASA/BPEarthWatch/ESA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:00

O planeta Terra pertence a um sistema planetário rodeando uma estrela central (o Sol) – por sua vez integrando um grupo mais vasto doutros corpos celestes e a partir daí constituindo uma galáxia: a Via Láctea. Esta galáxia (onde habitamos um minúsculo planeta) encontra-se neste momento numa rota de colisão com outra galáxia, com a aproximação entre ambas a fazer-se a uma velocidade superior a 200.000km/h: a galáxia é a de Andromeda (localizada a 2,5 milhões de anos-luz) e o encontro dar-se-á dentro de 4 biliões de anos.

 

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 Representação do Ovo Solar
(envolvido pelas suas diversas membranas protectoras)

 

Todos nós sabemos que viajar no Espaço é uma actividade de elevadíssimo risco para a vida do Homem. Não só porque este se vai inserir num ambiente desconhecido, alienígena e mortal, como simultaneamente vai ser introduzido numa bolha pretensamente protectora e segura (a nave espacial), mas que como tudo neste mundo pode sempre apresentar falhas (neste caso com consequências muitas vezes irreversíveis). Se no segundo caso a tecnologia tem evoluído muito rapidamente ao longo dos tempos proporcionando voos cada vez mais seguros, por outro lado teremos sempre que considerar a influência exercida sobre o Homem pela qualidade ambiental do espaço exterior à Terra: espaço esse atravessado ininterruptamente por raios provenientes tanto da nossa estrela o Sol, como pelos raios cósmicos provenientes do Universo (que nos rodeia e ao qual pertencemos).

 

Se já eram conhecidos os efeitos provocados pelos raios emitidos pelo Sol durante as erupções registadas à sua superfície (originadas nas manchas solares e nas radiações que são projectadas pela estrela para o seu exterior e afectando por essa razão todos os aparelhos electrónicos como radares, GPS e satélites – e podendo afectar em casos extremos toda a grelha eléctrica de um país), no caso do Homem a situação torna-se um pouco mais problemática. Antes já se sabia que o Homem poderia em princípio aguentar em média um ano no Espaço sem consequências notórias para a sua saúde – o que até possibilitaria uma viagem de ida e volta a Marte (desde que a sua viagem se realiza-se num ciclo solar com baixos níveis de radiação). Agora surge um outro problema que poderá contribuir ainda mais para o encurtamento forçado desse prazo: os raios cósmicos oriundos das regiões exteriores ao Sistema Solar.

 

Sun may delay plans for sending humans to Mars

 

“Less solar activity indicates a weaker magnetic field on the sun. A weak field lets cosmic rays into the solar system, posing a radiation hazard for astronauts.”
(earthsky.org)

 

O Sistema Solar tem que ser visto como uma macro célula pertencendo a um determinado organismo e integrando um Universo Vivo. Toda esta célula cósmica (decomposta em planos paralelos/concorrentes e espalhada aleatoriamente pelo espaço) evolui constantemente entre o caos e a organização, constituindo invariavelmente a base estrutural de toda a matéria: isto considerando não só a sua forma (física) mas também o seu conteúdo (electromagnético) – com este último factor a ser indicado como um dos responsáveis pelo seu fascinante movimento. É o movimento que (mesmo que imperceptível) dá vida à matéria. E às trocas de Energia.

 

E = M x C²

 

Pensando assim e sabendo de antemão que nenhum grupo (mesmo que aparentemente fechado) é independente da acção exercida por outros grupos mais ou menos afastados (efeito acção/reacção), é fácil de aceitar as conclusões tiradas pelos cientistas:

 

- Se por um lado a diminuição da actividade solar é em princípio benéfico para nós (aqueles que vivem na Terra) – já que os efeitos nocivos das radiações que nos atingirão serão menores – por outro lado o enfraquecimento das forças associadas ao campo magnético no Sol, permitirá a chegada de muitos outros raios cósmicos exteriores ao nosso Sistema. O que acarretará perigos adicionais, em especial ao falar-se de astronautas.

 

- Reflectindo nas viagens interplanetárias que futuramente se poderão projectar no nosso Sistema na senda gloriosa da Conquista do Espaço pela Humanidade, este factor (agora previsto) poderá tornar-se mesmo impeditivo da sua completa concretização: ninguém se candidatará para uma missão em que a morte por antecipação (e por radiação) marca a data.

 

No entanto se nos mantivermos invariavelmente estáticos face às contínuas transformações ocorridas num Universo Efectivamente Dinâmico, um dia a membrana (celular) que nos protege e a todo o Sistema Solar colapsará e com a sua queda, seremos definitivamente invadidos (colonizados e extintos).

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:52

O Último Eclipse do Ano
Eclipse Parcial do Sol de 23 de Outubro de 2014

 

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O Eclipse

 

Os Estados Unidos da América estão a assistir hoje (dia 23) a um eclipse (parcial) do Sol. A colocação da Lua entre o Sol e a Terra irá provocar o desaparecimento parcial da nossa estrela, escurecendo momentaneamente os céus da América do Norte. E à medida que se deslocar para norte o observador poderá usufruir duma visão cada menos parcial do eclipse, podendo atingir uma amplitude por volta dos 60%.

 

Estas são algumas imagens registadas durante este eclipse do Sol e transmitidas em directo pela comunidade (astronómica) SLOOH:

 

1 B0qXmQoIgAAmbqK 1.jpg  2 B0qdu0uIgAE0avg 4.jpg

3 B0qpdDGIMAATESU 9.jpg  4 B0qyXpGIUAAau17 11.jpg

 

1/4 – Sequência de imagens do Eclipse (parcial) do Sol

 

É bem visível nas imagens iniciais deste eclipse a grande mancha solar AR2192, responsável pelas últimas emissões de raios solares lançados em direcção à Terra (a derradeira de classe x1,6) e ainda bastante activa. Um pouco mais acima ainda nos apercebemos de uma linha escura atravessando uma determinada região da superfície do Sol, fazendo-nos lembrar de imediato a imagem de uma cicatriz: na realidade mais uma manifestação das fortes forças em presença neste monstro de energia – o Sol – criadas pelo seu poderoso campo magnético (neste caso um filamento).

 

(imagens – comunidade SLOOH)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:20
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23
Out 14

A partir do último relatório divulgado ontem pela WHO (Organização Mundial de Saúde) a propagação da infecção provocada pelo vírus hemorrágico e mortal EBOLA parece estar em queda:

 

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Depois do Senegal chegou a vez da Nigéria
Livres do vírus EBOLA

 

- O Senegal e a Nigéria já foram declarados livres do vírus;
- Na Guiné, Libéria e Serra Leoa tem-se observado (apesar de tudo) a uma queda nos números de casos/mortos confirmados, apesar de na Serra Leoa a situação continuar muito grave;
- No resto do mundo a situação mantém-se normal, com o registo de casos pontuais nalguns países (como os EUA e a Espanha) justificados, ou por o doente já vir infectado de outro país (os já falecidos), ou por ter sido contaminado directamente por outro doente infectado (os sobreviventes);
- No que diz respeito a Portugal a única notícia preocupante poderá residir neste momento num (para já pequeno) foco de infecção detectado na província de Boke, região da Guiné (Guiné-Conakry) fazendo fronteira com a Guiné-Bissau. É que Portugal tem relações privilegiadas com esta sua ex-colónia, além das ligações aéreas existentes entre os dois países.

 

Um relatório da WHO que apesar de continuar a assinalar a gravidade da situação actual (especialmente em África), parece apontar para um desaceleração da propagação do vírus.

 

Numa missão que deveria ter sido desencadeada há meio ano atrás!

 

(imagem – WHO)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:16
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“Quanto Maior for o Frango Melhor”
(para o frango, para o produtor ou para o consumidor?)

 

Foi publicado em meados deste ano no Canadá um estudo interessante sobre a evolução do tamanho dos frangos ao longo dos últimos 50 anos (trabalho publicado no jornal Poultry Science). Para a realização da experiência foram seleccionados três frangos nas mesmas condições, sendo a cada um deles destinadas três rações diferentes (para a sua alimentação diária): ao primeiro foi atribuída uma ração utilizada em 1957, ao segundo uma ração de 1978 e finalmente ao terceiro uma ração de 2005. Vejam-se os resultados:

 

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Frango Tamanho Peso (kg)
1957 T 0,905
1978 2xT 1,808
2005 4xT 4,202

 

Podemos rapidamente concluir após análise dos dados registados na tabela anterior que nestes últimos cinquenta anos os frangos têm vindo a aumentar de tamanho de uma forma bem visível (o frango de 2005 tem 4x o tamanho do de 1957), assim como o mesmo tem vindo a suceder (naturalmente) no seu peso (com o frango de 2005 a pesar mais de 2x que o de 1978 e mais que 4x que o de 1957).

 

Como a utilização de hormonas foi proibida (nestes casos de produção intensiva de animais para abate e consumo), a única explicação terá forçosamente que estar na composição das rações. E na realidade os investigadores canadianos encontraram na composição das rações a justificação para o sucedido: o Super-Frango era o resultado duma estratégia económica consertada, cujo único objectivo era aumentar o crescimento e eficiência no mercado/negócio dos frangos/aviários.

 

(imagem – huffingtonpost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:20

22
Out 14

“Para comemorar a chegada antecipada do Verão de São Martinho a Portugal (estamos quase a chegar a Novembro e o calor ainda aperta), o Sol ainda veio presentear-nos com uma forte tempestade solar.”

 

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Erupção em AR2192 de classe X1,6

 

 

Com a enorme mancha solar AR2192 virada neste momento para o lado onde está situada a Terra, eis que o Sol não se compadecendo com aqueles seres vivos que agora tem diante de si, lança mais umas quantas CME em direcção ao nosso planeta (como anteriormente previsto devido à intensa actividade registada nesta região da coroa solar). A mais forte das quais foi registada (já) hoje:

 

 
Evento Data Início Final Pico Classe Posição
gev_20141022_1402 2014/10/22 14:02:00 14:50:00 14:28:00 x1,6 S14E13 (2192)

(fonte: Lockheed Martin Solar & Astrophysics Lab)

 

 

A erupção solar teve o seu início pelas 14h02mn UTC sendo classificada com pertencendo à classe X (X1,6). Na escala utilizada pela NOAA (organização norte-americana dedicada ao estudo da Atmosfera e dos Oceanos) foi definida como uma erupção de nível R3 (forte). Afectará consideravelmente (provocando interferências) radares, aparelhos equipados com GPS e satélites de comunicações. De momento existem quatro manchas visíveis – todas estáveis com excepção da maior delas (a AR2192): as estáveis emitindo apenas raios Beta, a outra emitindo raios Beta, Gama e Delta.

 

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Erupções de classe M8,7 e X1,6
(ambas registadas no dia de hoje)

 

Segundo a mesma NOAA existem 20% de hipóteses de aparecerem novas emissões da classe X nos próximos dias 23 e 24. Já anteriormente (aproximadamente doze horas antes da erupção referida anteriormente) se tinha registado outra forte erupção na mesma região da superfície do Sol (neste caso de categoria M8,7). Ficamos a aguardar.

 

(imagens – SDO/SOHO)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:04

"Uma das maiores manchas solares destes últimos ciclos de actividade solar acaba de rodar no limbo leste do disco solar, com uma magnitude magnética gigantesca do tipo Fkc e albergando mais de 19 manchas solares."
(João Porto – astrónomo amador – Observatório Astronómico de Santana – Açores)

 

MONSTER SUNSPOT

 

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SUN

 

The biggest sunspot of the current solar cycle is turning toward Earth. This morning when astronomer Karzaman Ahmad of Malaysia's Langkawi Nagtional Observatory looked through the eyepiece of his solar telescope, he declared AR2192 a "monster" and snapped this picture:

 

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AR2192

 

This behemoth active region is 125,000 km wide, almost as big as the planet Jupiter. These dimensions make it an easy target for backyard solar telescopes.

 

A few days ago, AR2192 unleashed an X1-class solar flare. Since then the sunspot has almost doubled in size and developed an increasingly unstable 'beta-gamma-delta' magnetic field. It would seem to be just a matter of time before another strong explosion occurs. NOAA forecasters estimate at 60% chance of M-class flares and a 20% chance of X-flares on Oct. 21st.

 

(spaceweather.com)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:47

As primeiras imagens da passagem do cometa SIDING SPRING nas proximidades do planeta MARTE acabam de chegar finalmente à Terra. Trata-se de um cometa oriundo das distantes NUVENS DE OORT (localizadas no limite do nosso Sistema Solar), deslocando-se a grande velocidade na sua trajectória em direcção ao Sol e atingindo o seu periélio nos próximos dias – após o que começara a sua viagem de milhões de anos de regresso aos confins imensos e misteriosos do Universo.

 

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O cometa SIDING SPRING visto a partir da órbita de MARTE
(duas imagens com uma diferença de menos de 10 minutos)

 

 

O responsável pelo envio destas imagens foi da sonda MRO, colocada pela NASA na órbita do planeta Marte. Apesar de a sonda se ter protegido na parte de trás do planeta vermelho (como medida de precaução pela passagem do cometa e possíveis efeitos provocados pela cauda do mesmo), ainda nos conseguiu enviar estas raríssimas imagens (por únicas) registadas a uma distância de mais de 100.000Km. Apresentando SIDING SPRING um núcleo mais pequeno do que o previsto (cerca de metade).

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:43
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21
Out 14

SEXO, SEXO, SEXO
“Já se foi...mas ainda poderá voltar”

 

Durante o mês de Agosto as ligações são mais informais por ocasionais mas constantes, dispensando grandes apresentações, justificações de espaço, ou pretextos de tempo: fornica-se (sem necessidade de recorrer a qualquer tipo de preservativo) e pronto. No ano seguinte repete-se.

 

Amanhã (31 de Agosto) é o último dia válido para se ter SEXO de Verão. O que significa que para muita gente (de ambos os sexos) esta noite ou vai ou racha. Segunda-feira já será 1 de Setembro. Enquanto daqui para a frente o calor irá apertar – propiciando algumas situações de SEXO Expresso – tal facto não evitará o aparecimento dos primeiros sintomas de fim de estação, com o acumular dos excedentários em centros especializados (aguardando futura reutilização ou reciclagem).

 

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As Mulheres

 

Zeca Malandro passava junto das oficinas dos Serviços Municipais da sua cidade, quando ouviu no meio da risota e das gargalhadas de alguns dos seus funcionários, um deles a afirmar que ainda hoje iriam deitar para o lixo uma data de mulheres. Extremamente atento ao tema da conversa, escondeu-se de imediato num canto do edifício, colocando-se logo ali à espreita: desde que a última mulher lhe fugira nunca mais molhara o bico.

 

Passado um bom bocado surgiu outro tipo vindo dos escritórios – via-se pelo fato e pela gravata que deveria ser o Engenheiro – que mal chegou junto dos seus homens sorriu, apontando de imediato para o terreno de recolha de resíduos, situado mesmo junto duma das margens do rio. E enquanto este se dirigia para as traseiras do edifício central, chegou finalmente a camioneta que transportava as referidas mulheres: os funcionários seguiram logo atrás com Zeca Malandro na sua peugada.

 

Há já quase duas horas que os funcionários tinham chegado ao local, mantendo-se ainda à volta das mulheres. Tinham-nas amontoado num local muito próximo de uma das pontes de travessia do rio – com alguns deles muito divertidos e parecendo confraternizar com as referidas mulheres enquanto outros (incluindo algumas funcionárias de nível superior) iam tirando algumas fotografias – mas a partir da conclusão da sua tarefa nunca mais se decidiam a sair dali. As gajas deviam ser mesmo boas mas mesmo que não fossem, esta não era uma maneira decente de as tratar.

 

Eram cinco da tarde quando finalmente desapareceram: um deles tinha levado duas mamalhudas que estavam (logo ali) no cimo da pilha. Agora era a vez dele.

 

Mais tarde vamos encontrar de novo Zeca Malandro já nas velhas estradas do barrocal, conduzindo a sua velha motorizada de carga em direcção à sua casa na serra algarvia, podendo-se vislumbrar ainda com a cabeça de fora duas mulheres de aparência estrangeira e bastante pintadas. E às sete horas (ainda fazia dia) Zeca Malandro entrava finalmente na sua casa acompanhado por duas brasas, fechando com pressa e estrondo a porta atrás de si, enquanto apalpava o traseiro de uma e as mamas da outra: tremeu de prazer quando ao beliscá-las as ouviu chiar.

 

Foi até ao móvel da cozinha e trouxe de lá a garrafa de medronho. Deitou as duas mulheres na sua cama e abriu as portadas da janela: lá fora a noite já tinha chegado e luz era apenas aquela que vinha da Lua. Despiu-se, sentou-se numa cadeira em frente da cama e enquanto observa as duas belas damas que tranquilamente o esperavam, comeu um prato de caracóis. Sentiu a erecção a crescer, tirou imediatamente as cuecas e foi-se logo deitar. E enquanto puxava contra si as duas mulheres pareceu logo sentir o calor característico dos seus corpos – mas como nunca o sentira antes. Quanto à pila essa entrou logo no buraco, especificamente no primeiro que encontrou.

 

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A mulher desaparecida

 

Acordou a meio da noite deitado no chão, entre a cama e a janela. Debaixo dele uma das mulheres jazia no solo completamente vazia. Tinha dois furos bem visíveis: uma na boca e a outra no traseiro. Quanto ao buraco da frente este não existia e no seu lugar encontrou um remendo de bicicleta meio torcido e descolado e que evidentemente já não cumpria a sua função. A outra mulher tinha desaparecido. Ainda meio tonto pela ressaca que consigo transportava desde o início da noite, lá conseguiu levantar-se e dirigir-se para o hall de entrada: a luz estava ligada e a porta entreaberta, com vestígios no chão de que alguém por ali passara há muito pouco tempo (que não ele). Tentou recuar um pouco na noite mas o álcool e a sonolência não o deixavam pensar com claridade: levara para cama a primeira mulher, acabara com o medronho enquanto actuava, lembrava-se da esfrega e da erecção, mas a partir dum certo momento tudo se apagava. E foi ao coçar na cabeça que se apercebeu dum grande galo e reparou no cajado caído ao lado da cama.

 

Um grupo terrorista composto esmagadoramente por jovens nacionais e estrangeiros e residindo numa herdade situada nas proximidades da barragem do Alqueva (muitos deles adeptos das Rave Party’s, particularmente aquelas contando com a presença de drogas, de sexo e de pancadaria) decidira contribuir para o esforço de guerra mundial protagonizado por poderosas corporações privadas e por estados economicamente poderosos (ambos evidentemente em conluio e com o mesmo objectivo), requisitando no nosso país o maior número possível de mulheres (de qualquer tipo de raça ou espécie): surgira assim a hipótese do assalto ao depósito dos Serviços Municipais da cidade de Zeca Malandro – após aturado trabalho tinham previsto a presença de mais de duas centenas de mulheres amontoadas no depósito – e como tal (como apóstolos que eram) nunca poderiam permitir que um elemento marginal por mais ínfimo que fosse, lhes fizesse frente contestando as suas acções e ideias. Jamais o paraíso celeste pejado de virgens lhes seria retirado: pelo amor ao seu Chefe e discípulo do Profeta.

 

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A Recolha

 

O grupo terrorista instalado no interior alentejano era desde há algum tempo suspeito de ter ligações privilegiadas com elementos estranhos e desconhecidos na região e que se dizia em segredo (e até com algum receio entre os populares) “virem do exterior”. Tinham sido esses Estrangeiros a solicitarem ao grupo uma encomenda urgente e diversificada, composta essencialmente por seres humanos (ou substitutos à altura) de sexo feminino de preferência com as medidas mais relevantes de busto e de cintura e disponíveis para entrarem de imediato ao serviço. E porque não esquisitas e bizarras, também um excelente parâmetro de selecção. O que tinham que ser claramente? Mulheres! Tinham estado em conversações secretas num determinado estado árabe do Golfo (após uma longa viagem inter-galáctica para novas conversações) e a constatação surpreendente do que era um Harém, deixara-os entusiasmados e crescentes de desejo. Logo ali falaram disso e puseram de imediato por todo o mundo um pedido reforçado de mulheres. E aí entram os portugueses: como recusar propostas de milhares de dólares por qualquer tipo de mulher (desde que tenha o essencial e funcione) se de uma maneira ou de outra elas cumprirem a sua função. E com boa vontade as bonecas insufláveis (bizarras e sempre disponíveis para os portugueses) cumpriam os critérios mínimos.

 

As mulheres amontoavam-se no porão da nave. E colocados entre elas, funcionários especializados realizavam já uma primeira selecção. Ao fundo um grupo de importantes individualidades esperava o regresso dos seus intermediários, enquanto iam trocando entusiasmadas ideias entre eles, visualizavando-se desde logo em cenas profundas de desejo, penetração e completa concretização. E para isso o exemplar tinha que ser perfeito.

 

Mas antes chegou o Verificador. Observou as mulheres, escolheu aleatoriamente três delas e convocou-as de imediato para o seu quarto de experimentação e de certificação do serviço. Colocaram-nas então na sua presença completamente nuas e preparadas para o exame físico, enquanto ele as ia observando e masturbando.

 

Condicionadas mentalmente pelo alienígena (e assoberbadas pelo tamanho, pela cor e sobretudo pela forma cilíndrica e musculada do seu pénis – até se via à superfície da sua epiderme o sangue a pulsar) as duas primeiras mulheres deixaram-se levar pelas perspectivas de forte prazer, culminadas certamente num intenso orgasmo: foram por diversas vezes acariciadas e penetradas em ângulos e orifícios diferenciados, acabando por ser premiadas com múltiplos e sucessivos orgasmos. O alienígena aprovou na totalidade dos parâmetros as características sexuais das duas candidatas, como o comprovam as suas diversas ejaculações e o bom estado final do seu membro fundamental. Deixou para o fim a terceira, um pouco bizarra no aspecto e desrespeitadora no comportamento: fora a única que desrespeitara a sua ordem, deixando-se ficar insensível e estática a observar toda a cena. Mas aceitara deixá-la pois até isso lhe dera tesão.

 

Com o membro novamente firme e hirto pegou no charuto que vinha conjuntamente com a mulher (diziam ser um brinde) e seguindo as instruções de utilização acendeu-o. Cheirava a algo de não identificado a arder, mas o odor de fundo era no entanto agradável. Inspirou fortemente de início, tentou parar de seguida e pôs-se logo a tossir com fortes convulsões: exagerara na posse e usufruto deste prazer suplementar, acabando meio tonto e sem grande noção de espaço. Desequilibrou-se, tentou manter-se de pé apoiando-se na mulher e então ela explodiu. As consequências foram dramáticas.

 

(a autorização para a publicação desta importante notícia só foi finalmente concedida no início antecipado do São Martinho, quase dois meses após o fim das férias sexuais de Verão – talvez porque a castanha possa ser afrodisíaca e potenciar a actividade sexual)

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:09
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