Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

13
Fev 15

Que me lembre nunca vi um OVNI. Só em sonhos. A primeira coisa que mais se aproximou disso foi uma visão passageira de um voo aparentemente ligado ao programa Apollo (pelo menos era disso que os presentes falavam, referindo-se aos norte-americanos e à sua ida à Lua), que tantos anos passados (era novo e estava escuro) já não consigo precisar qual terá sido (mas certamente realizado antes dos anos setenta). Depois disso só quando se concretizou a previsão do presidente John F. Kennedy, proferida em 1961 perante o Congresso dos Estados Unidos da América e no qual ele afirmava:

 

"Eu acredito que esta nação deve comprometer-se em alcançar a meta, antes do final desta década, de pousar um homem na Lua e trazê-lo de volta à Terra em segurança".

 

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Neil Armstrong

 

Assim a 16 de Julho de 1969 pela madrugada fora e durante quase três horas duma emissão contínua jamais vista, pude assistir juntamente com muitos outros milhões de pessoas espalhadas por todo o mundo, no meu caso utilizando a televisão a preto e branco que se encontrava instalada na sala da habitação onde por essa altura residia, à histórica caminhada dos astronautas norte-americanos Edwin Aldrin e Neil Armstrong sobre a superfície da Lua. Num cenário entre o claro iluminado da Lua e o estranho escuro do Céu, duas pessoas como nós passeavam-se alegremente (como se ali estivéssemos e fossemos sempre crianças) sobre a superfície de um mundo extraterrestre, sabe-se lá talvez até habitado, dali enviando uma mensagem de esperança e também de certeza (da autoria de Armstrong):

 

"Este é um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade".

 

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Marca deixada no solo lunar

 

Entretanto o programa Apollo foi encerrado após a missão Apollo17 realizada em finais de 1972. O que constituiu uma enorme decepção para todos aqueles que viam na Conquista do Espaço pelo Homem a grande bandeira para as novas gerações e um fortíssimo impulso tecnológico para toda a Humanidade. O verdadeiro motivo para tal decisão (interrupção), continua ainda hoje e para muitos (mesmo entre elementos da comunidade científica) envolvido num grande e incompreensível mistério, que nem o pretexto económico (veja-se o gasto brutal em armamento militar nunca utilizado e rapidamente tornado obsoleto como a bomba atómica e todo o equipamento a ela associado) pode alguma vez justificar. Até nos convidando a acreditar nas teorias que por essas alturas os conspiradores se apressam desde logo a delinear (os mesmos que transformaram a ida à Lua num mero cenário montado estilo Hollywood) e nas quais se falava entre outros assuntos (e explicações) de bases alienígenas, ameaças vindas dos mesmos e até da proibição de no futuro os terrestres lá porem os pés. E com outros a apresentarem explicações mais interessantes e credíveis, colocando o Homem na sua tarefa de animal curioso e colector (UFO Sightings Daily):

 

“On April of 2007, several videos apparently taken by NASA have emerged showing a city on the moon and a close up of an alien cigar shaped vessel in Deporte crater. These videos were from the Apollo 20 mission. Apollo 20 was a covert Apollo missions to the moon to retrieve ancient alien technology”.

 

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Edwin Aldrin

 

Nestes tempos de múltiplos conflitos e incertezas em que hoje vivemos, passados os gloriosos anos 70/80 em que tudo era possível e em que bastava acreditar para se ser e infelizmente ultrapassado o dia do ainda possível retorno ao trajecto inicial da humanidade (e que teve o seu anúncio com a queda do Muro de Berlim e a sua ultrapassagem com o acontecimento do 11 de Setembro), tudo está diferente neste mundo: não por sentirmos que esta era a transformação por que esperávamos e pela qual todo o nosso corpo ansiava e necessitava para continuar o seu processo natural de desenvolvimento e evolução, mas pelo contrário porque sentíamos que este não era o nosso caminho mas a rota definida por alguém que não nos representava. Dando preferência ao objecto e desprezando o sujeito. E se a minha esperança ainda residir nos extraterrestres, com a minha idade, bem que poderei esperar sentado. Quanto a OVNI’s ainda nada.

 

(texto: um sexagenário – imagens: Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:17

Júpiter é o maior planeta que gira em torno do Sol e Ganímedes a sua maior lua – e a maior do Sistema Solar.

 

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Imagem do planeta Júpiter e de uma das suas luas Ganímedes
(aqui a infra-vermelho)

 

Localizado neste preciso momento a pouco mais de 650 milhões de quilómetros do nosso planeta, este gigante gasoso (em diâmetro 11x o da Terra) pertencente ao grupo de planetas principais que integram o Sistema Solar (nos quais se inclui a Terra), é mundialmente conhecido pelas imagens que nos chegam do espaço profundo, sejam elas obtidas pelo vizinho telescópio Hubble ou pelas longínquas sondas aí presentes e oriundas da Terra: completando o seu movimento de translação aproximadamente em 12 anos, este espectacular e misterioso planeta com 67 luas e 4 anéis, apresenta como uma das suas principais características (e que facilmente o identifica entre todos os outros corpos celestes seus semelhantes), a famosa Grande Mancha Vermelha (com uma área onde caberiam 3 planetas como a Terra).

 

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Júpiter e Ganímedes
(Voyager1 a 40 milhões de quilómetros de Júpiter – 1979)

 

Utilizando uma câmara de infra-vermelho montado no telescópio Subaru localizado no Havai e contando ainda com a ajuda de um corrector óptico de imagem de modo a assim anular possíveis interferências da atmosfera terrestre, Ko Arimatsu (Agência Aeroespacial Japonesa) obteve em Julho de 2012 uma inovador imagem de Júpiter (e só agora divulgada): nessa imagem o planeta apresenta-se azul (vermelho nos pólos), enquanto a sua famosa mancha vermelha se apresenta com uma cor branca e brilhante (com leves tonalidades de rosa). Como se pode ver a imagem obtida a partir do nosso planeta, apresenta uma precisão muito idêntica às recebidas pelas sondas espaciais localizadas bem perto do alvo (de estudo).

 

(imagem: Observatório Astronómico Nacional do Japão/NAOJ – Telescópio Subaru)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:05

Destruir qualquer coisa poderá ter um nível mais baixo ou elevado de dificuldade (de concretização), sendo no entanto um projecto a que qualquer um de nós poderá facilmente ter acesso (de preferência em grupo e com persistência), desde que fortemente motivados e graciosamente recompensados: a Entidade a quem nós juramos obedecer fielmente sem nunca a questionarmos, só tem que compreender que nesta guerra também podemos morrer e que a morte como referência contabilística, também tem o seu valor (no ocidente com a perspectiva masculina/feminina do Paraíso Materialista – pejado de centros comerciais – no oriente ainda com a visão masculina do Paraíso Sexual – pejado de bordeis).

 

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Vejamos aqui uma mão cheia de hipóteses:

 

Deus Nosso Senhor elimina ao mesmo tempo todos os átomos existentes na Terra e com o seu fim, deixamos todos simplesmente de existir; o que aliás deve ser típico dele, já que foi ele que deu início a todo este processo;

 

O Homem resolve levar até ao seu limite (máximo) as potencialidades de um qualquer acelerador de partículas (já existente) e inadvertidamente no decorrer desse processo (que não consegue mais controlar) destrói a Terra (criando por exemplo um mini buraco negro); o que aliás poderia ter acontecido com a detonação da primeira Bomba Atómica;

 

Os extraterrestres (ou o acaso) enviam um objecto destruidor na nossa direcção (natural ou artificial), de tal forma maciço e deslocando-se a tão grande velocidade, que a Terra é totalmente pulverizada criando uma nova cintura de asteróides (fenómeno que já deve ter ocorrido noutra região do nosso Sistema Solar, na zona situada entre Marte e Júpiter);

 

Tomando a iniciativa que só o poder da Energia e da Matéria em Movimento lhe pode proporcionar, o Universo (esquecendo os seus subprodutos – os seres vivos ditos inteligentes) lança-se no tudo ou nada experimental (no aleatório) e construindo uma miragem à sua imagem (um holograma) redefine mais uma vez (e por simulação) o nosso trajecto, com a Mãe (Sol) a engolir-nos ou com o Vazio (Vácuo do Espaço) a desmaterializar-nos; processo natural e de acordo com o pensamento humano, que ainda acredita que a vida num Universo Infinito apenas se compreende (e define) como um intervalo de tempo passado entre o nascimento e morte de um indivíduo, bastando depois e apenas generalizar (a todos os seres vivos);

 

O Homem assume a sua posição de Entidade Superior Universal Terrestre e depois de ter iniciado a Conquista do Espaço e ultrapassado todos os seus limites sonhados (muito à custa da exploração até ao limite dos recursos terrestres, levando à destruição progressiva e sistemática do ambiente do planeta), aproveita os restos ainda recuperáveis do mesmo para desconstruindo-o, ainda o exportar (nem que simbolicamente) para outros Mundos.

 

Já construir é outra História.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:57

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