Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

04
Mar 15

Um dia um Alienígena (como eu) encontrará outro Alienígena (como tu)

 

A primeira coisa que fiz hoje (depois de fazer todas as outras coisas terrestres) foi procurar vestígios da existência de MARCIANOS. A forma mais rápida e simples de o fazer foi dirigir-me de imediato ao site da NASA mars.jpl.nasa.gov e a partir daí consultar as últimas imagens enviadas pelas câmaras do ROVER CURIOSITY a partir da superfície de MARTE.

 

Depois de ter ultrapassado as últimas imagens recolhidas pelo ROVER da NASA a 4 de Março (SOL 915), detive-me pela primeira vez nas imagens obtidas no dia anterior (SOL 914). Não aparecendo nada que se pudesse considerar como um potencial marciano, algo de mais profundo me despertou logo a atenção: num dos fragmentos espalhados sobre a superfície marciana era claramente visível o símbolo da CRUZ.

 

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Seria esta mais uma das muitas evidências da presença de algo de estranho em Marte, desafiando a afirmação de que o planeta não teria vida indígena, nem nenhum outro tipo de presença da mesma (no tempo) ou de outra espécie alienígena (do espaço)? Ou até confirmando com a presença destes símbolos para nós (terrestres) tão familiares, a teoria de que haveria uma ligação estreita entre a evolução de Marte e da Terra? Quem pode afirmar convictamente que dois planetas localizados tão próximos um do outro e da sua estrela de referência (o Sol), num sistema e numa galáxia em que a distância que os separa toma proporções ridículas por tão pequenas e insignificantes (face ao grandioso conjunto onde estão inseridos) nada têm em comum? O que não significa (apesar de tudo) que o aparecimento do símbolo da cruz no solo de Marte não seja apenas mais uma das obras do acaso (neste caso da natureza marciana, seja lá o que isso for), tal como o V que aparece logo ao seu lado (direito) assim o parece comprovar.

Relativamente aos dias 1 e 2 de Março a NASA deixou-nos em branco (SOL 912 e SOL 913): como tantas vezes acontece nada de imagens, nada de explicações. O que por vezes deixa bastante irritados os visitantes do site do ROVER CURIOSITY (e de muitos outros sites associados à agência espacial norte-americana), dado que todos nós já sabemos (antecipadamente) que muitas dessas imagens que nos chegam, são apenas uma parte de um todo e que muitas delas (como já não bastasse) são previamente tratadas.

 

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Passei rapidamente pelo período que se iniciava no final do mês Fevereiro e fixei-me no dia 23 (SOL 907). A imagem apresentada pelas câmaras do veículo motorizado da NASA ainda não nos premiava com a presença de um marciano, mas o objecto que a mesma nos proporcionava era deveras interessante: a sua forma aparentemente cilíndrica aparecia decorada por um adorno circular e em espiral rodeando-a em toda a extensão do seu comprimento, fazendo despertar nos arquivos bem guardados e protegidos da nossa memória imagens semelhantes em monumentos e estátuas da nossa história terrestre. Muito artificial (ou então um trabalho extremamente elaborado) para um mundo sem vida inteligente: em sentido contrário com Marte a ter sido habitado ou com uma natureza só equiparável à nossa – como é o caso do nosso (terrestre e português) Cabeça do Velho (Serra da Estrela).

 

Se neste caso se poderia tornar mais credível a possibilidade de intervenção exterior na manipulação daquele objecto integrado na paisagem marciana (transformando-o através da intervenção de alguma entidade viva e inteligente num produto artificial manufacturado), irremediavelmente e apesar de todas as tentativas voltávamos sempre ao mesmo problema (aparentemente irresolúvel) que tais conclusões pareciam provocar: se o planeta Marte já fora o berço de uma civilização anterior à nossa que se organizara e aí prevalecera durante anos e anos, qual a razão pela qual até aos dias de hoje ainda não tinha aparecido um único indicio e comprovativo oficial (já agora certificado e autentificado por uma entidade acima de qualquer suspeita, terrestre ou extraterrestre) que sem qualquer tipo de dúvida ou de objecção definitivamente o confirmasse?

 

Face a estas duas experiências em que foi notória a impossibilidade de se conseguir confirmar a existência de marcianos (assim como a presença de objectos comprovadamente manufacturados) – e como dispunha ainda de alguns minutos – resolvi estender a minha pesquisa até ao dia 16 de Fevereiro (SOL 900) na esperança de ainda poder ver algum marciano passeando pela superfície do seu planeta (apesar das temperaturas extremas registadas de dia e de noite à sua superfície) ou até e em último caso de poder observar com os meus próprios olhos algum artefacto que me fizesse lembrar algo de familiar (e terrestre): tal como naquele dia em que numa das imagens obtidas pelas câmaras do ROVER CURIOSITY, vislumbrei estupefacto um terminal de um aspirador (por acaso muito parecido ao que eu possuo).

 

Mas a partir daí não encontrei mais nada: nem marcianos nem artefactos.

 

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Até que hoje nos chegaram as primeiras notícias sobre um pequeno curto-circuito registado nos braços do veículo motorizado da sonda CURIOSITY, ocorrido aquando da transferência de amostras do solo marciano, seu posterior condicionamento e análise final: no decorrer desse processo uma alteração das características da corrente eléctrica circulando nos respectivos circuitos, originou a imediata suspensão da tarefa em execução e a colocação do sistema em prevenção. Pelos vistos os técnicos da NASA irão agora efectuar um estudo detalhado sobre as causas que originaram este incidente, de modo a que antes de continuarem o trabalho previsto para esta missão no solo marciano, se possam assegurar de que tudo voltará a funcionar normalmente. Assim e durante alguns dias o mais provável é que não nos cheguem mais imagens do distante planeta vermelho, deixando nós de poder contar com Marte e com as suas novidades. O que até levanta algumas ou até muitas suspeitas: será que foi mesmo uma avaria ou algo provocatório?

 

E para tentarmos dar resposta a algumas ideias talvez loucas talvez pertinentes que sem descanso nos perseguiam, consultamos um extraordinário documento da NASA ainda por desqualificar e acabadinho de chegar – que por uma coincidência tremenda (pelo assunto que tratava), não nos sendo dirigido nos veio parar às mãos. Suponhamos então que:

 

MARTIANS ATTACK MARS ROVER!

 

Two hours after the Mars Rover landed on the Red Plant Martians began firing on it
Five hours later the Mars Rover was under attack from Martian laser missiles
NASA is not sure how long the Martians will attack
They are fearful that they will lose the contact with the Rover within hours

 

One NASA scientist (engineer Gupta Marjawala) had anticipated a Martian attack: “They didn’t believe me when I said there were Martians. They thought I was reading too much Ray Bradbury, but I was right. And I’m glad I put an IED on board. If the Martians get too close – kaboom! The they’ll be blown to smithereens.”

 

(texto/parcial em itálico: Frank Lake/Weekly World News – imagens: NASA e WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:53

Como grandes empresários que são os norte-americanos rapidamente se aperceberam que o segredo estava na posse do dinheiro: tudo o resto vinha depois, até o poder absoluto exclusivo dos Reis.

 

10-Reasons-Why-The-Reign-Of-The-Dollar-As-The-Worl

Deter o exclusivo da única Moeda de referência global
(o Dólar)

 

Os Estados Unidos da América são hoje em dia a maior e única potência global:

 

• Com um crescimento que quase poderíamos considerar exponencial face a todas as outras economias mundiais (mesmo aquela que já é considerada a maior potência em termos económicos relativos e absolutos, a China);
• Acompanhado pelo trabalho invisível mas eficaz de todas as suas Corporações privadas (todas penduradas no poder da máquina do estado, através do estabelecimento de ligações profundas, estratégicas e preferenciais com as estruturas de poder estilo cogumelos – pelo que é natural que alguns deles sejam tóxicos – multiplicando-se no seu interior e em seu redor);
• E pela sua poderosa máquina militar (que toda somada ultrapassa a força militar de todos os estados existentes no restante planeta).

 

Quem é que por mais poderoso e influente que seja (nos EUA ou no seu exterior) alguma vez poderá colocar em dúvida esta evidência?

 

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Dominar o próprio Banco associado à produção dessa moeda de referência
(a Reserva Federal dos Estados Unidos da América)

 

A única dúvida que ainda poderemos tentar compreender (ou no mínimo interiorizar para seguidamente a aceitar e absorver como definitiva, mas com níveis distintos de indiferença – já que o sistema necessita para sobreviver duma estrutura hierárquica de comando, remunerada conforme o seu nível financeiro e estatuto político):

 

• É como é que um estado limitado tal como todos os outros pelas suas fronteiras geográficas, demográficas e de matéria-prima (mesmo sendo um estado rico em produtos essenciais como o petróleo – veja-se a actual convulsão nos mercados mundiais por acção directa e deliberada dos EUA, por coincidência um dos seus maiores produtores e em guerra não declarada com duas das maiores potências emergentes, a Rússia e a China), consegue invariavelmente e sem alternativa que se veja (por esse motivo todos se quererem juntar a eles e desse modo ainda poderem repartir alguns restos ou qualquer coisinha que o valha – o que tem sido feito exemplarmente pela velhinha e não menos senil Europa), ter dinheiro para pagar todas estas despesas, todas as comissões a elas associadas e até premiar em certos contextos de guerra (todos eles o são pois esta guerra há muito que já é global) os seus maiores inimigos (por dinheiro rapidamente mudam de lado e dinheiro é o que não falta aos EUA);
• E por mais que estados como a Rússia e a China se esforcem por inverter todo este processo unidireccional e aparentemente imparável de controlo total dos mercados, não será tentando projectar uma nova imagem num mundo já esmagadoramente dominado e controlado por outro (como o tenta fazer a Rússia) ou invadindo o mercado com pequenas miniaturas pretensamente equivalentes (seja a loja inicial e extremamente agressiva dos trezentos ou as grandes multinacionais chinesas) que estes estados irão lá (à medalha de ouro);
• Mas o que é certo é que este pequeno estado tem vindo a dominar o mundo nestas últimas décadas (com o seu grande salto económico já associado à indústria de guerra e à II Guerra Mundial), entrando em completa roda livre (eu quero, eu posso, eu mando) a partir da queda do muro de Berlim e do fim da União Soviética (o inimigo principal já estava final e aparentemente morto – ultimamente e contrariamente ao desejado pelos EUA parece querer ressuscitar, daí o perigo eminente de guerra na Europa) e atingindo o estado final de impunidade com o Evento do 11 de Setembro e o início da destruição de todas as sociedades organizadas em torno desse bem ainda fundamental e precioso, que é o petróleo: com a utilização de extremos aparentemente incompatíveis mas todos confluindo na implementação da nova teoria norte-americana para os países árabes. A Teoria do Caos (contando com a colaboração das Primaveras árabes e de todos os grupos terroristas organizados).

 

Não sendo isto nenhum ataque à política dos EUA mas apenas uma constatação da realidade em que vivemos neste pobre, perdido e insignificante planeta: a culpa não é de quem tem a capacidade de nos convencer seja do que for (neste caso os EUA), mas de todos aqueles que sabendo os verdadeiros objectivos do outro, por covardia, interesse e falsa responsabilidade, nada fazem e como tal em tudo consentem (como a Europa).

 

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Dominar o Mundo onde circulará essa moeda única e real
(tendo a Rússia e a China como adversários, por conjuntamente já terem interiorizado o poder da impressão)

 

A resposta a isto tudo é no entanto de tal forma explícita e evidente:

 

• Que qualquer leigo vivendo neste mundo e não percebendo nada de economia, pela sua actividade e experiência pessoal realizada e adquirida durante todo o seu percurso de vida e dos seus semelhantes, facilmente chegaria à resposta dos 7 biliões de indivíduos vivendo neste planeta: apesar de tudo ainda fascinante mas cada vez menos recuperável (por não sustentável face à sobre exploração de todos os recursos do planeta, levados aos limites do imaginário de um qualquer psicopata); se alguma vez lhes perguntassem – o que infelizmente mas de uma forma inteligente quem manda não sendo parvo e não querendo cometer suicídio, mesmo que assistido, não faz; o que no entanto não nos impede de responder ou por receio pelo menos sugerir, mesmo que ninguém nos ligue ou pelo contrário nos dê qualquer tipo de importância, mandando-nos imediatamente e com a utilização de qualquer tipo de instrumento mesmo que subliminar mas convincente, calar;
• Lembram-se dos filmes norte-americanos em que os bandidos, criminosos e restantes quadrilhas melhor ou pior posicionadas no Sistema legal ou ilegal (o que era indiferente por equivalente) se orientavam reproduzindo riqueza para os próprios (e associados)? Apenas recorrendo a máquinas de falsificação de dinheiro e invadindo o mercado com moeda não correspondendo a nada produzido ou palpável (pelo menos para o povo e para a economia) que não fosse o poder que a moeda lhes oferecia gratuitamente? Foi aí que residiu o Segredo da conquista da Terra por uns alienígenas oriundos de um único continente, que sustentando-se no movimento impressionante das suas rotativas de impressão de dólares (na realidade e por não corresponderem a nada, falsos), o distribuíram como se fossem eles os representantes de Deus (ou Polícias para o caso de não sermos religiosos) e como que perdoando-nos dos nossos pecados, oferecendo-nos em troca boas esmolas;
• O único problema é que chegará o dia em que banalizado o dólar, os EUA não terão mais rotativas que cheguem. Isto se entretanto as rotativas russas e chinesas trabalhando em conjunto e tal como já anteriormente assumido (e previsto para o fim deste ano de 2015, desde que a China chegou ao pódio económico, pretendendo lançar-se agora para a conquista do mercado financeiro) não tiverem criado a sua moeda, ajudando a destruir o dólar (basta lançar livremente como seus maiores detentores directos e indirectos, o que possuem no sistema), a sua economia e o seu poder hegemónico.

 

Mas como todos nós sabemos serão sempre os loucos e poderosos a terem a última palavra: sejam eles norte-americanos, russos, chineses ou outro tipo qualquer de extraterrestres (só pode!), em qualquer altura qualquer um deles poderá carregar no botão (significativo) e aí será mesmo BOOM! Segundo alguns aí abandonaremos o Inferno (da Terra) e atingiremos o Paraíso (no Céu).

 

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Portugal – Um país dirigido por indivíduos com indícios evidentes de lobotomia
(pois só falam em números não acertando uma conta)

 

E já agora, talvez com alguma utilidade, algo mais relacionado com este assunto tão importante, oriundo de um ex-professor de Matemática há muito requalificado:

 

• Uma coisa que pude constatar como professor que fui no ensino secundário a ministrar a disciplina de Matemática, foi que os piores alunos que passaram por mim nessa disciplina e que mesmo assim insistiram em seguir estudos superiores em áreas em que a mesma era fundamental (o desastre estendia-se à física por causa das suas fórmulas e ao desenho por causa da inimaginável geometria do plano e do espaço) achavam sempre que tinham duas opções;
• Ou seguiram Matemática (inacreditável não é? mas com alguns a chegarem a professores apenas por persistência, acabando um curso de quatro anos por exemplo e com muita sorte em oito); ou então optavam por Contabilidade e Economia (por curiosidade os melhores iam para Medicina e os médios para Engenharia);
• Assim não é difícil de compreender a razão para o real e actual estado miserável da esmagadora maioria do Mundo e das suas Sociedades, com tipos de olho (de Olhão!) como estes a controlarem a Economia.

 

Talvez que num amanhã ainda não datado mas já por muitos pressentido, depois do Apocalipse venha um novo salto na História e mais uma vez a Humanidade se regenere. Como assim e como o dizem os ricos (quando falam para os pobres) a esperança é a última coisa a morrer – mesmo que hoje já não passemos de uma espécie de mortos vivos (ou zombies).

 

Banks-Banking-Economy-Economics-Crisis-Monetary-Sy

A única tarefa que os norte-americanos tiveram que cumprir para assumirem o controlo do mundo, resumiu-se a convencer-nos eficazmente de que se lhes entregássemos todos os nossos bens, em troca eles os guardariam como se seus fossem
(oferecendo como contrapartida fantástica livre acesso à impressora)

 

Continuo a não perceber porque raio de motivo é que todos os Iluminados que nos perseguem todos os dias tentando impor-nos as suas ideias (aceites de uma forma no mínimo subserviente por emitidas pelos seus chefes em troca de moeda), ainda não compreenderam (como vêm, o privilégio de uma minoria de chefes) que depois de se canibalizar a economia do próprio país (construindo poucas e grandes Corporações privadas) e de se canibalizar a economia de todos os outros países (invadindo, colonizando ou destruindo a concorrência exterior), o passo seguinte e inevitável será o de canibalizar os próprios Estados de preferência obliterando-os e fazendo-os desaparecer (até na História, refazendo-a). O nosso problema (e dos tais 7 biliões) é que há muito que já foi iniciado o processo que tem levado à nossa crescente, progressiva e pelos vistos alegremente assumida não existência.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:37

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