Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

20
Mar 15

Mais de uma centena de mortos em atentado suicida no Iémen!

 

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ATENTADO – SANAA – IÉMEN

 

Passado pouco mais do que um mês sobre o desaparecimento de mais um carregamento de armas no valor de 400 milhões de dólares e com destino às autoridades oficiais actualmente no poder no IÉMEN (aparentemente controlando apenas uma parte do país), eis que a sua capital SANAA é alvo de um violento e gravíssimo atentado.

 

O ataque foi levado a cabo por quatro bombistas suicidas que se fizeram explodir em duas das mesquitas da capital (no interior e exterior dos recintos e na hora das orações), provocando mais de uma centena de mortos e perto de três centenas de feridos (o pior atentado ultimamente registado).

 

Entretanto o atentado já foi assumido por duas organizações terroristas (o Estado Islâmico e a Al-Qaeda), que também nesta região assumem o seu tão desejado protagonismo em conflitos dos quais poderão tirar excelentes dividendos (ou não fosse aquela região do Golfo um palco de guerra, assente num barril de pólvora e preparado para explodir).

 

No Iémen desenvolve-se uma guerra declarada entre dois grupos rivais, um deles controlando as zonas a norte e tendo como centro a cidade de SANAA, o outro as zonas mais a sul e tendo como centro a capital ADEN. Os primeiros identificam-se com as forças rebeldes HOUTHI, que combatem as actuais autoridades no poder lideradas pelo Presidente HADI.

 

Na altura deste atentado praticado na cidade de SANAA, mais a sul apoiantes dos rebeldes atacavam com aviões de origem desconhecida o Palácio Presidencial situado em ADEN.

 

Numa região martirizada pela guerra civil aí instalada (e pondo em confronto as regiões do norte e do sul do país), numa mistura de guerras tribais e religiosas, ingerências de países estrangeiros como a Arábia Saudita e o Irão, intervenção de organizações terroristas e até carregamentos de armas de origem norte-americana destinados a um lado e (veja-se lá) acabando roubado pelo outro.

 

E é isto que tem de preocupar o mundo: como pode os Estados Unidos da América querer convencer o mundo de toda a sua boa vontade, se por outro lado demonstra uma negligência tremenda senão mesmo criminosa (quase que parecendo deliberada) na aplicação prática desse seu pensamento teórico.

 

Só nos faz acreditar ainda mais na tão falada Teoria do Caos a ser já aplicada desde há muitos anos pelos estrategas norte-americanos na região (tendo como referência fundamental a destruição do Iraque, como resposta norte-americana ao atentado do 11 de Setembro) e que para já parece ir de vento em popa: no Iraque, na Síria, no Iémen e até na Líbia e no Afeganistão.

 

Quando eu era mais novo davam-lhe o nome de Terra Queimada (e era uma coisa MÁ): mas queimada não pode ser até por causa do petróleo – e da poluição (uma coisa BOA).

 

(imagem – manoramaonline.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:02

Dois potenciais inocentes e como tal inimputáveis. Senão vejamos: enquanto um deles não estava informado de nada (antónimo de saber), em relação ao outro ninguém lhe inseriu no seu conhecimento o que se estava a passar (antónimo de conhecer). Mesmo no segundo caso nada de extraordinário se passará, até porque quem desconhece é porque passa a não saber.

 

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Ministra das Finanças e Secretário de Estado dos Assuntos Ficais

 

O único ponto de interrogação poderá residir na questão de se apurar se os dois teriam ou não a obrigação de saber ou de conhecer, já que se a resposta for afirmativa pelo menos um deles terá de se demitir. Ou ser demitido? Sabendo-se de antemão que qualquer um deles tem um superior hierárquico, podendo ter (sem o saber ou conhecer) a sua cabeça a prémio.

 

(imagem: Alberto Frias/Expresso)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:01

“Tsunami é um nome derivado do japonês TSU (porto, ancoradouro) e NAMI (onda, mar) e que designa ondas gigantes provocadas por fenómenos geológicos como maremotos, vulcões e o movimento das placas tectónicas ou até mesmo o deslizamento de grandes placas de gelo e rocha, ou ainda, eventos meteorológicos extremos e meteoritos.” (infoescola.com)

 

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Degelo na Antárctida

 

E como se já não bastassem as constantes ameaças vindas do norte (que o digam as populações das regiões do nordeste dos EUA), por deslocamento mais para sul do centro de produção das diversas correntes de massas polares (localizado na zona do Pólo Norte) e que afectam a meteorologia de todo o Hemisfério Norte (e logicamente o Árctico) – consequência do aquecimento global e origem da subida de temperatura dos oceanos e da fusão dos gelos polares – eis que agora o Pólo Sul também se começa a manifestar ameaçando derreter-se. Deste modo a Antárctida junta-se (nas intenções) ao seu antípoda Árctico.

 

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Carta do glaciar

 

A preocupação dos cientistas começou a aumentar quando verificaram que um dos principais glaciares que alimentam o continente gelado da Antárctida estava a diminuir de tamanho e de espessura, tornando a camada de gelo cada vez menos extensa e sobretudo mais fina (um tipo de problema nunca reportado nesta parte estabilizada do continente, tomando como termo de comparação o seu lado ocidental em degelo acelerado). Se o problema não residia nas condições ambientais que se faziam sentir exteriormente, certamente que a sua origem teria que vir de camadas de material sobrepondo-se sucessivamente até atingirem a superfície gelada e que se situariam a níveis inferiores. Entretanto o que se ia observando traduzia-se já num notório enfraquecimento de uma das zonas do leste do continente da Antárctida (alimentado pelo glaciar de Totten) e no lançamento das primeiras questões (agora fundamentadas) sobre as consequências que tal fenómeno poderia provocar: a diminuição do volume do conjunto de glaciares poderia indiciar o seu derretimento parcial e desse modo provocar o aumento do nível da água do oceano.

 

Mas como sempre acontece (desde que se mostre interesse e trabalho) os cientistas lá acabaram por descobrir o que estava a causar este degelo nesta zona do continente gelado da Antárctida: descobriram que debaixo das diversas camadas de gelo que formavam o glaciar de Totten, existiriam dois níveis distintos do leito oceânico pelos quais se infiltraria água mais quente proveniente do mar adjacente – minando as bases do glaciar, enfraquecendo e diminuindo a sua espessura. Dada a importância deste glaciar e caso se desse o colapso do mesmo, os cientistas calcularam que tal acontecimento provocaria um aumento do nível da água dos oceanos que ultrapassaria a barreira dos 3 metros. Nunca esquecendo que esse aumento progressivo de nível se estenderia por muitos e muitos anos. A explicação para este degelo repentino e imprevisível agora a ocorrer na Antárctida baseava-se segundo os cientistas na circulação de correntes de água com diferentes temperaturas e graus de salinidade, que aproveitando a existência de passagens subterrâneas sob o leito dos glaciares e comunicando com o oceano exterior, permitiam a entrada de água mais quente para o seu interior e minando as suas bases de sustentação.

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:48

“Que se saiba Água em Marte, só no seu Pólo Norte.”

 

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Marte – Área da bacia de Yellowknife
(Rover Curiosity – Amostra do solo)

 

Depois do entusiasmo provocado pela descoberta no interior da cratera GALE (com mais de 150km de extensão) de elementos como o carbono, o enxofre, o fósforo, o hidrogénio, o nitrogénio e o oxigénio (por ordem alfabética), as portas para a descoberta de vida (mesmo que primitiva) na superfície de Marte pareceram finalmente escancarar-se: estava aberto o caminho para a procura de organismos mais complexos (moléculas).

 

O problema surgiu aquando da análise dos produtos extraídos pela perfuradora do Rover Curiosity a partir do solo marciano, a qual inesperadamente e contra todas as previsões (mais optimistas) indicou a presença de 2% de água na amostra analisada. O que a ser verdade significaria que o mais provável seria ter existido no passado vida em Marte e que tal facto seria uma vantagem importantíssima para futuros colonizadores.

 

E aí a porca torceu o rabo: jamais a NASA aceitaria uma versão para a qual não estivesse preparada. Um cientista nunca aceita o que vê, sem contextualizar a sua observação. Claramente que algo estaria errado. E na sequência deste pensamento de salvaguarda do conhecimento, a culpa teria que ser de outro – nunca do Homem e do seu Saber: e o bode (expiatório) era a máquina.

 

O que se passara fora um fenómeno muito conhecido e extremamente comum na Terra. O laboratório portátil instalado no veículo e utilizado na recolha e análise de amostras recolhidas no solo marciano estaria contaminado: a água teria origem terrestre e a sua presença mas amostras resultaria da sua mudança de estado e posterior intrusão. E como um bom e metódico aluno, a NASA estraga prazeres e matava os sonhadores.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:04
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