Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

22
Mar 15

Gostaria de ver publicado (um dia) em Diário da República o relatório integral da contribuição financeira dos políticos portugueses (positiva ou negativa) registada durante os últimos 41 anos (de democracia). Suspeito que inicialmente a reacção da esmagadora maioria dos portugueses seria de espanto, mas depois de pensarem um pouco, considerada a mais natural e mesmo banal. O dinheiro! PS ou PSD?

 

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As 2 partes que dividem à parte deixando o restante para a 3.ª parte

 

A frase que se segue é da autoria do Primeiro-Ministro actualmente ainda em funções (graças às sucessivas bênções do seu correligionário instalado em Belém) e que noutras circunstâncias, noutro país e com outros políticos, até que poderia ser verdade.

 

“Agora há quem fique ofendido porque a ministra das Finanças disse que tínhamos os cofres cheios. Deviam ficar ofendidos de saber que quando cá chegámos os cofres estavam vazios, não havia lá um tostão. Nessa altura sim, onde estão? Acham que é um insulto aos portugueses que estão desempregados dizerem que temos os cofres cheios. O que é que significou para os portugueses todos nestes anos ter os cofres vazios? Custou muito desemprego, muita medida difícil.” (Primeiro-Ministro)

 

Só que as memórias aqui utilizadas são deliberada e conscientemente parciais, jamais podendo o representante de uma das duas partes que mais foi ao cofre, afirmar (como o fizeram impunemente com o banco BES, lançando muitos portugueses na miséria) que eles são os Políticos Bons e os outros os Políticos Maus.

 

PS e PSD como principais e quase que exclusivos frequentadores do POTE DE DINHEIRO (os predadores), não têm o mínimo direito de estarem agora disfarçados de padres impolutos e sem pecados, a julgarem e manipularem aqueles que ainda há pouco tempo foram as suas principais vítimas (as presas).

 

E lá por estarem auto-convencidos da sua boa vontade e ao mesmo tempo de arma na mão, tal não lhes dá mais poder ou privilégios, apenas lhes trazendo mais vergonha e a revolta do povo.

 

O que só é bom se alguém pensar (e comprovar) a verdade da afirmação: “Que se Lixem as Eleições.”

 

(imagem – Canga Blog)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:47

“Num dia nós vimos o eclipse, no seguinte ele viu-nos a nós”

 

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Sudoeste do Reino Unido

 

Enquanto na última sexta-feira muitas pessoas em Portugal se puseram a olhar para o céu para verem o eclipse e pouco viram para além duns óculos tipo de sol, no dia seguinte e noutras regiões mais a norte outras pessoas aproveitando também o eclipse decidiram fazer surf.

 

Nesse dia chegava à costa sudoeste do Reino Unido e à costa norte de França mais uma Maré do Século: com o volume e a força suficiente para isolar completamente o Monte de Saint-Michel (em França) e para o surgimento de umas ondas e duns quantos macaréus (em França e no Reino Unido).

 

E nisso pensaram imediatamente alguns dos desiludidos e maltratados com o eclipse: no dia seguinte aproveitariam ao máximo o efeito conjunto da maior proximidade à Lua e da presença da grande e forte maré (surgindo sempre em cada 18 anos). Tendo sido efectivamente o que fizeram estes pioneiros surfistas pós-eclipse.

 

(imagem – telegraph.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:05
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21
Mar 15

“NASA’s MAVEN space probe, which is orbiting Mars and studying its atmosphere, has uncovered two separate new mysteries in the Martian atmosphere. It detected a strange high-altitude dust cloud (it extends from 150km above the planet’s surface to 300km) —the origin of which is unknown—as well as a dazzling aurora light show (similar to Earth’s northern lights) that’s much lower in the atmosphere than scientists anticipated (the electrons producing it must be really energetic).” (Adam Epstein – qz.com)

 

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As Nuvens de Marte

 

Em todos os casos existirão sempre pistas (escondidas).
Basta seguirem os trilhos (visíveis).

 

Ao observarem as imagens que todos os dias nos chegam da superfície do distante planeta Marte (actualmente a cerca de 100.000.000km da Terra), nunca tiveram um dia que fosse um desejo inesperado de pararem um pouco e confirmarem a veracidade das imagens das quais (desfrutando de todo o prazer de conhecer) estavam a usufruir?

 

Nunca se esqueçam que sondas como a SPIRIT e a OPPORTUNITY (e como consequência como a CURIOSITY) estavam projectadas para após a sua aterragem no solo marciano terem um período de vida máximo de cerca de 90 dias. No entanto e que se saiba enquanto que a sonda SPIRIT deixou entretanto de transmitir, a outra sonda OPPORTUNITY e passados 11 anos sobre a sua chegada ainda continua bem activa e a enviar-nos imagens.

 

Para os cientistas que projectaram esta missão e reflectiram sobre o período máximo de actividade das mesmas em ambiente marciano uma impossibilidade! Uma situação que para qualquer um de nós cria uma situação bastante embaraçosa: como pudemos ser tão estúpidos para não nos apercebermos que em função das condições extremas existentes à superfície de Marte (forte radioactividade, temperaturas elevadas, poeiras em suspensão), os veículos e particularmente os seus painéis solares que os faziam funcionar, ainda pudessem trabalhar não meses mas anos depois? Pela sua parte a sonda CURIOSITY já se encontra no planeta há pelo menos 3 anos e apesar de um recente problema num dos seus braços, lá continua alegremente o seu passeio marciano. Espectacular!

 

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As Auroras de Marte

 

Imediatamente nos surgem duas explicações (até para não nos sentirmos tão estúpidos): 1 - Tal como os teóricos da conspiração afirmavam os norte-americanos nunca tinham ido à Lua, o escudo protector/radioactivo de VAN ALLEN era inultrapassável e o Universo era uma tela de projecção. A NASA seria no fundo uma prostituta de luxo ao serviço de toda a indústria militar norte-americana e de uns quantos proeminentes alienígenas; o que víamos (subliminarmente e sem consciência desse facto) era apenas uma colaboração graciosamente prestada por residentes de Marte aos seus amigos da Terra (fossem indígenas ou colonos – existem outras formas de lá chegar), de modo a estes terem sempre os seus instrumentos limpos e usufruírem de um bom sinal de recepção; ou seja um embuste para clientes já alienados e com grande capacidade de absorção ou uma mera confissão de pecado e comprovativa de não existência (de substância);
2 – Ou em alternativa real uma deficiência de transmissão entre o operador e o utilizador.

 

Mas mais uma vez desmentidas por factos (científicos) e imediatamente aceites sem discussão (alternativas): ao contrário do que muitos afirmavam (alguém no local limparia os instrumentos) a manutenção diária da sonda CURIOSITY e do seu veículo motorizado seria realizado pelas forças presentes e actuando actualmente em Marte (electromagnéticas), as quais limpariam os instrumentos e os manteriam em funcionamento. E todo esse mecanismo era de fácil entendimento: com uma diminuta actividade magnética, com a não existência de atmosfera e com a forte possibilidade de através de forças eléctricas em presença (de origem electrostática e fundamentada no atrito) deslocarem material, era possível que a poeira simplesmente se erguesse e dirigindo-se para o exterior fizesse a sua função de limpeza e de verdadeiro aspirador.

 

Nesse sentido poderemos continuar a consultar com alguma confiança os sites da NASA. Teremos no entanto que compreender que, venham de onde vierem todas estas sensações que consecutivamente nos afectam os órgãos dos sentidos, elas representarão sempre uma parte da nossa realidade e se quisermos sobreviver de uma forma ou da outra teremos que a compreender, aceitar e se necessário modificar. Eles limitar-se-ão a manipular.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:00

“A Vida também se compreende olhando para um Calhau”

 

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Marte – SOL 930

 

Esta até que poderia ser uma fotografia parcial de um certo calhau localizado num determinado local do nosso querido e adorável planeta, mas por simples acaso não é. Trata-se apenas de mais uma das imagens recolhidas pelas câmaras instaladas no veículo da sonda CURIOSITY e retratam um pouco de um calhau erguendo-se sobre a superfície seca e desértica de Marte.

 

Integrado num cenário geral de calhaus aparentemente fragmentados/calcinados e distribuindo-se por toda a extensão da paisagem pelas câmaras disponibilizada, entrecortada aqui e ali por algumas elevações, mais calhaus e um horizonte monótono. Mas nem toda a superfície marciana apresenta as mesmas características. Neste caso fotografado nas proximidades de Parhump Hills e deslocando-se na direcção de Artist’s Drive.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:57
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20
Mar 15

Mais de uma centena de mortos em atentado suicida no Iémen!

 

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ATENTADO – SANAA – IÉMEN

 

Passado pouco mais do que um mês sobre o desaparecimento de mais um carregamento de armas no valor de 400 milhões de dólares e com destino às autoridades oficiais actualmente no poder no IÉMEN (aparentemente controlando apenas uma parte do país), eis que a sua capital SANAA é alvo de um violento e gravíssimo atentado.

 

O ataque foi levado a cabo por quatro bombistas suicidas que se fizeram explodir em duas das mesquitas da capital (no interior e exterior dos recintos e na hora das orações), provocando mais de uma centena de mortos e perto de três centenas de feridos (o pior atentado ultimamente registado).

 

Entretanto o atentado já foi assumido por duas organizações terroristas (o Estado Islâmico e a Al-Qaeda), que também nesta região assumem o seu tão desejado protagonismo em conflitos dos quais poderão tirar excelentes dividendos (ou não fosse aquela região do Golfo um palco de guerra, assente num barril de pólvora e preparado para explodir).

 

No Iémen desenvolve-se uma guerra declarada entre dois grupos rivais, um deles controlando as zonas a norte e tendo como centro a cidade de SANAA, o outro as zonas mais a sul e tendo como centro a capital ADEN. Os primeiros identificam-se com as forças rebeldes HOUTHI, que combatem as actuais autoridades no poder lideradas pelo Presidente HADI.

 

Na altura deste atentado praticado na cidade de SANAA, mais a sul apoiantes dos rebeldes atacavam com aviões de origem desconhecida o Palácio Presidencial situado em ADEN.

 

Numa região martirizada pela guerra civil aí instalada (e pondo em confronto as regiões do norte e do sul do país), numa mistura de guerras tribais e religiosas, ingerências de países estrangeiros como a Arábia Saudita e o Irão, intervenção de organizações terroristas e até carregamentos de armas de origem norte-americana destinados a um lado e (veja-se lá) acabando roubado pelo outro.

 

E é isto que tem de preocupar o mundo: como pode os Estados Unidos da América querer convencer o mundo de toda a sua boa vontade, se por outro lado demonstra uma negligência tremenda senão mesmo criminosa (quase que parecendo deliberada) na aplicação prática desse seu pensamento teórico.

 

Só nos faz acreditar ainda mais na tão falada Teoria do Caos a ser já aplicada desde há muitos anos pelos estrategas norte-americanos na região (tendo como referência fundamental a destruição do Iraque, como resposta norte-americana ao atentado do 11 de Setembro) e que para já parece ir de vento em popa: no Iraque, na Síria, no Iémen e até na Líbia e no Afeganistão.

 

Quando eu era mais novo davam-lhe o nome de Terra Queimada (e era uma coisa MÁ): mas queimada não pode ser até por causa do petróleo – e da poluição (uma coisa BOA).

 

(imagem – manoramaonline.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:02

Dois potenciais inocentes e como tal inimputáveis. Senão vejamos: enquanto um deles não estava informado de nada (antónimo de saber), em relação ao outro ninguém lhe inseriu no seu conhecimento o que se estava a passar (antónimo de conhecer). Mesmo no segundo caso nada de extraordinário se passará, até porque quem desconhece é porque passa a não saber.

 

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Ministra das Finanças e Secretário de Estado dos Assuntos Ficais

 

O único ponto de interrogação poderá residir na questão de se apurar se os dois teriam ou não a obrigação de saber ou de conhecer, já que se a resposta for afirmativa pelo menos um deles terá de se demitir. Ou ser demitido? Sabendo-se de antemão que qualquer um deles tem um superior hierárquico, podendo ter (sem o saber ou conhecer) a sua cabeça a prémio.

 

(imagem: Alberto Frias/Expresso)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:01

“Tsunami é um nome derivado do japonês TSU (porto, ancoradouro) e NAMI (onda, mar) e que designa ondas gigantes provocadas por fenómenos geológicos como maremotos, vulcões e o movimento das placas tectónicas ou até mesmo o deslizamento de grandes placas de gelo e rocha, ou ainda, eventos meteorológicos extremos e meteoritos.” (infoescola.com)

 

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Degelo na Antárctida

 

E como se já não bastassem as constantes ameaças vindas do norte (que o digam as populações das regiões do nordeste dos EUA), por deslocamento mais para sul do centro de produção das diversas correntes de massas polares (localizado na zona do Pólo Norte) e que afectam a meteorologia de todo o Hemisfério Norte (e logicamente o Árctico) – consequência do aquecimento global e origem da subida de temperatura dos oceanos e da fusão dos gelos polares – eis que agora o Pólo Sul também se começa a manifestar ameaçando derreter-se. Deste modo a Antárctida junta-se (nas intenções) ao seu antípoda Árctico.

 

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Carta do glaciar

 

A preocupação dos cientistas começou a aumentar quando verificaram que um dos principais glaciares que alimentam o continente gelado da Antárctida estava a diminuir de tamanho e de espessura, tornando a camada de gelo cada vez menos extensa e sobretudo mais fina (um tipo de problema nunca reportado nesta parte estabilizada do continente, tomando como termo de comparação o seu lado ocidental em degelo acelerado). Se o problema não residia nas condições ambientais que se faziam sentir exteriormente, certamente que a sua origem teria que vir de camadas de material sobrepondo-se sucessivamente até atingirem a superfície gelada e que se situariam a níveis inferiores. Entretanto o que se ia observando traduzia-se já num notório enfraquecimento de uma das zonas do leste do continente da Antárctida (alimentado pelo glaciar de Totten) e no lançamento das primeiras questões (agora fundamentadas) sobre as consequências que tal fenómeno poderia provocar: a diminuição do volume do conjunto de glaciares poderia indiciar o seu derretimento parcial e desse modo provocar o aumento do nível da água do oceano.

 

Mas como sempre acontece (desde que se mostre interesse e trabalho) os cientistas lá acabaram por descobrir o que estava a causar este degelo nesta zona do continente gelado da Antárctida: descobriram que debaixo das diversas camadas de gelo que formavam o glaciar de Totten, existiriam dois níveis distintos do leito oceânico pelos quais se infiltraria água mais quente proveniente do mar adjacente – minando as bases do glaciar, enfraquecendo e diminuindo a sua espessura. Dada a importância deste glaciar e caso se desse o colapso do mesmo, os cientistas calcularam que tal acontecimento provocaria um aumento do nível da água dos oceanos que ultrapassaria a barreira dos 3 metros. Nunca esquecendo que esse aumento progressivo de nível se estenderia por muitos e muitos anos. A explicação para este degelo repentino e imprevisível agora a ocorrer na Antárctida baseava-se segundo os cientistas na circulação de correntes de água com diferentes temperaturas e graus de salinidade, que aproveitando a existência de passagens subterrâneas sob o leito dos glaciares e comunicando com o oceano exterior, permitiam a entrada de água mais quente para o seu interior e minando as suas bases de sustentação.

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:48

“Que se saiba Água em Marte, só no seu Pólo Norte.”

 

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Marte – Área da bacia de Yellowknife
(Rover Curiosity – Amostra do solo)

 

Depois do entusiasmo provocado pela descoberta no interior da cratera GALE (com mais de 150km de extensão) de elementos como o carbono, o enxofre, o fósforo, o hidrogénio, o nitrogénio e o oxigénio (por ordem alfabética), as portas para a descoberta de vida (mesmo que primitiva) na superfície de Marte pareceram finalmente escancarar-se: estava aberto o caminho para a procura de organismos mais complexos (moléculas).

 

O problema surgiu aquando da análise dos produtos extraídos pela perfuradora do Rover Curiosity a partir do solo marciano, a qual inesperadamente e contra todas as previsões (mais optimistas) indicou a presença de 2% de água na amostra analisada. O que a ser verdade significaria que o mais provável seria ter existido no passado vida em Marte e que tal facto seria uma vantagem importantíssima para futuros colonizadores.

 

E aí a porca torceu o rabo: jamais a NASA aceitaria uma versão para a qual não estivesse preparada. Um cientista nunca aceita o que vê, sem contextualizar a sua observação. Claramente que algo estaria errado. E na sequência deste pensamento de salvaguarda do conhecimento, a culpa teria que ser de outro – nunca do Homem e do seu Saber: e o bode (expiatório) era a máquina.

 

O que se passara fora um fenómeno muito conhecido e extremamente comum na Terra. O laboratório portátil instalado no veículo e utilizado na recolha e análise de amostras recolhidas no solo marciano estaria contaminado: a água teria origem terrestre e a sua presença mas amostras resultaria da sua mudança de estado e posterior intrusão. E como um bom e metódico aluno, a NASA estraga prazeres e matava os sonhadores.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:04
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19
Mar 15

Muitas são as imagens que a NASA nos tem disponibilizado ao longo destes últimos anos de exploração espacial, mostrando-nos através das câmaras instaladas nas suas sondas e oriundas muitas das vezes de regiões bastante profundas do Sistema Solar, alguns dos segredos da região mais importante da Via Láctea: aquela onde vivemos.

 

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Superfície de Marte com suposto OVNI no canto superior direito
(CURIOSITY – SOL 927 – NAVCAM LEFT_B)

 

Mas fixemo-nos agora em Marte. Em distância e relativamente à nossa estrela o terceiro planeta do Sistema Solar, um dos nossos vizinhos (o outro é Vénus) e aquele que nos separa da Cintura de Asteróides. Um planeta onde em tempos (provavelmente bastante remotos) poderá ter existido um oceano e até formas (mesmo que rudimentares) de vida.

 

E se antes já se dizia que não existia vida em Marte (coitados dos marcianos), com a chegada das primeiras imagens do planeta vermelho, as restantes dúvidas dissiparam-se: um planeta seco e desértico, sem que se visse um só movimento, com uma atmosfera inexistente e em certas zonas aparentemente calcinado. Um mundo vazio.

 

Mas Marte ainda poderá ter (apesar de tudo parecer estar contra) um tipo qualquer de atmosfera. Caso contrário como se poderão explicar as nuvens de poeiras que aparecem a 300km da sua superfície ou a reacção da sua não existente atmosfera à passagem do cometa Siding Spring numa trajectória tangente à órbita de Marte.

 

Temos que compreender que quando um realizador de imagens edita o seu trabalho, as mesmas sofreram no seu processo tecnológico de construção (percurso habitual até serem visionadas), muitos e variados tratamentos e afunilamentos: chega-nos apenas uma ínfima parte dessas imagens, as mais limpas e as mais puras.

 

Quando algo passa por este filtro (de segurança e de protecção – de quem ou de quê?), desconfiamos e achamos estranho (pois não acreditamos em coincidências, sem ligações ao acaso), mas como estamos necessitados, acreditamos e engolimos. Sendo assim fácil aos falsificadores, fornecerem engodos a assalariados. Como nós (pagos ou não).

 

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Ampliação do suposto OVNI
(SOL 927)

 

No caso da sonda norte-americana Curiosity (enviada ao planeta Marte com o objectivo de estudar a formação e a constituição da sua superfície e a hipotética existência da atmosfera que a rodeia), a imagem que agora nos surge e da qual usufruímos compassadamente mas com extrema sofreguidão é no mínimo curiosa.

 

Estamos perante o registo de uma imagem no mínimo desenquadrada de todos os conhecimentos e respectivos cenários que até agora nos foram facultados e que ao contrário do que todas as afirmações até agora repetidamente afirmadas e confirmadas, nos indiciam a presença de objectos estranhos e não identificados.

 

Para qualquer especialista neste tipo de fenómenos que entretanto não tivesse escutado por parte das autoridades responsáveis (pela edição destas imagens oficiais) uma explicação que fosse minimamente credível e aceitável, a opção do mesmo seria mais que óbvia e sobretudo imediata: um artefacto daqueles seria um OVNI.

 

Reconheço que nas fotos que até agora nos foram disponibilizadas pela agência norte-americana NASA e oriundas das câmaras instaladas no veículo motorizado associado à referida sonda, muitas vezes se vêm manchas ou outras imperfeições: que sempre associamos a sujidade ou outras hipóteses racionais (ou imaginadas).

 

Mas no caso da imagem registada a partir da superfície de Marte no passado dia 16.03.2015 pelas 18:32:15 UTC (utilizando uma das câmaras do Rover Curiosity), o objecto que visualizamos é um pouco maior do que é habitual, não deixando na realidade de se assemelhar bastante (talvez só no nosso imaginário) a um disco voador.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:04
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Um testemunho de um ex-primeiro-sargento do exército israelita, que encarada a realidade e entendido o panorama onde o tinham inserido, simplesmente mudou de atitude – nunca ignorando o cenário de guerra em que o fazia e nesse sentido limitando-se a escutar opiniões de colegas seus, vivendo essa guerra e nas mesmas condições.

 

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Territórios ocupados

 

“That time of my life I seem to have lived in a movie. Looking back I realize I had this kind of self-destructive bent and didn't care about anything, but really, anything at all. I don't know, it's this surreal thing that I simply cannot explain, I can't explain how such things happen. How I stood there at the sentry box with my bullet proof vest and loaded M-16 each week, because even officers stood guard duty at division HQ, watching stunningly beautiful sunsets over those smooth sand-dunes of Gush Katif while behind me, in front of me, and all around me people shot each other and demolished each other's houses. I cannot explain it, this is something I'm still dragging around inside because I don't understand. I don't understand how humans can behave this way. I don't understand how such things happen in the world. So I don't know how I was a part of this, and how in a way I let myself be a part of this for half a year, because only in my last month there did I really, truly say I can't take it any longer. So it's something that stays with you all the time. It's also something the army doesn't really know how to handle, with – I don't know what to call it – scars or trauma or psychological damage to soldiers as a result of what they do in the army. I mean, not because of their personality problems but the things to which they're exposed. It's something no one handles, no one talks about, and as an education officer I was supposed to do all kinds of evaluations and talk about the unit's morale and to what extent the soldiers are in solidarity and believe in their mission and how much they blah-blah-blah. As I said in the beginning, a 19-year old girl is not supposed to do this, and to be frank, talking about the extent of social solidarity they show when their mates are getting killed on a daily basis seems pretty stupid and out of place to me, and not really relevant.” (Avihai Stollar – Breaking The Silence)

 

Precisamente aquilo que a esmagadora maioria de todos nós nunca faria: talvez por medo, ignorância ou cobardia. Ou como hoje é moda e de bem afirmar: por neutralidade (para os eruditos) ou por indiferença (para os leigos). Só temos que agradecer a este ex-soldado e agora militante da causa de outros soldados o seu comportamento e a oportunidade que deu a mais alguns de nós de nos confessarmos. É que alguns pecadores só o são (aos milhões) por terem sido obrigados a pecar (por poucos).

 

(texto/inglês e imagem: breakingthesilene.org.il)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:46

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