Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

28
Abr 15

“Mesmo que nos proíbam de ler e de pensar poderemos sempre viajar: percepcionando e imaginando. Como nos sonhos. Para que confirmem a realidade.”

 

A Natureza comporta uma variedade tão grande de texturas e de cores, que em determinadas situações e originadas no ventre de sua mãe (a Terra), a mesma nos pode proporcionar momentos de estupefacção, de medo e de puro prazer.

 

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Erupção no vulcão Calbuco
(Chile – 22.04.2015)

 

Na imagem anterior temos um desses exemplo (em que se impõe o usufruto), com o quotidiano monótono mas habitual de um determinado número de pessoas vivendo tranquilamente o seu dia a dia, a ser inopinadamente perturbado e interrompido por um fenómeno fora do normal, gerador de medos e incertezas mas motivador e multiplicador de desejos. Ou não fossem os órgãos dos sentidos a fonte da bossa emoção.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:06

Um violentíssimo terramoto de magnitude de 7.8
Registando-se para já a ultrapassagem dos 4.000 mortos
(e com a contagem sempre a subir)

 

O Nepal é um país pertencente ao continente asiático, localizado na conhecida região montanhosa dos Himalaias (tendo no Monte Everest o ponto mais alto da Terra). Encontra-se entalado entre dois dos mais populosos países do mundo, a China a norte e a Índia a sul. A sua população andará por volta dos 25/30 milhões estando a sua capital instalada em Katmandu.

 

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O problema deste país encontra-se na sua geologia. A confluência nessa região da Ásia de duas placas tectónicas em constante movimento, originam fenómenos por vezes extremamente violentos e de consequências devastadoras provocados pelo encontro das mesmas e pela sobreposição de uma (que se eleva) sobre a outra (que se afunda). Tremores de guerra de grande amplitude têm nesta região episódios periódicos.

 

O epicentro do último terramoto registado na região e que já terá provocado mais de 4.000 mortos, foi assinalado a cerca de 15km da superfície e dado a confluência das placas e as características montanhosas do solo (pouco flexível) as consequências foram brutais, com a amplitude do sismo a ficar muito perto da magnitude 8. Terrenos deslocaram-se, outros afundaram-se e ainda outros se ergueram.

 

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Naturalmente que as coordenadas da região se terão modificado um pouco. Se por um lado a cadeia montanhosa dos Himalaias não terá tido globalmente modificações de parâmetros de assinalar (latitude, longitude, altitude), o mesmo não se poderá dizer para outras zonas onde poderão ter ocorrido deslocações na ordem dos três metros e até mesmo na capital que poderá ter-se elevado de meio metro.

 

“Three days after the terrible earthquake shook Nepal — killing more than 4,200 people, toppling centuries-old monuments and engulfing Mount Everest’s base camp in an avalanche — the scope of the devastation was becoming clearer.”
(washingtonpost.com)

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19

Antes de tudo e do que demais ainda possam dizer, no último Domingo uma equipa portuguesa defrontou a Armada Espanhola: na realidade com esta última incluindo três espanhóis, o timoneiro e mais dois combatentes (mas não fui eu que os denominei de Armada, foram os especialistas da nossa Inteligência Artificial).

 

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“Se voltas a trocar o meu nome dou-te um murro”
(Lopetegui para Jesus)

 

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Jesus e Lopetegui
(correcto? por favor não me dêem um murro!)

 

No dia 26 de Abril de 2015 em pleno Estádio da Luz esteve prestes a iniciar-se a Batalha de Aljubarrota séc. XXI. De um lado estava a Armada Portuguesa e do outro lado a Armada Espanhola. Os vermelhos eram os portugueses (5 portugueses e 14 estrangeiros) e os azuis eram os espanhóis (2 portugueses e 17 estrangeiros). Entre eles repartiam-se os brasileiros (8 e 6 respectivamente num total de 14), encontrando-se ainda combatentes de outras nacionalidades (num total de 15 europeus, 20 americanos e 1 africano).

 

Quando a batalha parecia conduzir-se para um impasse (mas com boas perspectivas futuras para os vermelhos/portugueses) eis que o líder dos azuis/espanhóis tenta cobardemente agredir o seu rival (falando-lhe em português quando o rival mal percebia o português): avisando-o de que “se voltasse a trocar o seu nome lhe daria um murro nas trombas”. Felizmente que o espírito da Padeira de Aljubarrota ainda chegou a tempo, com a sua forte presença a iluminar Jesus, a abrir-lhe finalmente a mente e a fazê-lo ripostar matando tudo de uma só vez (certamente com um potente palavrão).

 

Apesar de tudo lembrem-se sempre das últimas palavras de Jesus: “Pai perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:13

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