Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

22
Jun 15

Enquanto os teóricos do fim do mundo se dedicam mais uma vez à descoberta da nova data do nosso apocalipse – agora estabelecido para meados do próximo mês de Setembro, período no qual um corpo celeste atingirá a Terra – são agora os cientistas a preverem num futuro próximo, a nossa extinção como espécie. E a explicação para este acontecimento é por demais evidente: “Our activities are causing a massive loss of species that has no precedent in the history of humanity and few precedents in the history of life on Earth.” (Gerardo Ceballos)

 

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Superfície de Ceres
(PIA 19574 – Dawn Survey Orbiter)

 

Explicam estes cientistas que muitas das espécies ainda presentes no nosso espaço-tempo de vida e que noutros tempos e noutras condições ambientais poderiam durar cerca de 12.000 anos, vêm agora o seu período de existência brutalmente encurtado e acelerado mais de 100 vezes: assim de 12.000 anos passámos para 120 anos e vimos diante de nós (no nosso curtíssimo tempo de existência) sucessivas espécies a desaparecerem, sem que nada se fizesse para impedir esta catástrofe (na qual estamos incluídos). Entre mortos e feridos a banalização da extinção.

 

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Ceres
(Monte com cerca de 6km de altitude)

 

Teoria do nosso destino (banalizada a morte não interessa a causa, nem sequer as consequências) pela qual muitos dos apologistas do fim do mundo (próximo) têm lutado afincadamente nos últimos anos (no sentido em que se confirme que tinham razão e que o mesmo se concretize – já com eles evidentemente há muito preparados), especialmente desde que se ressuscitou de novo e se transformou em moda as previsões apocalípticas pretensamente atribuídas aos Maias, concretizadas nos ecrãs através do filme 2012. Não compreendendo no entanto que a extinção das espécies não advém apenas de influências exteriores (oriundas do interior da Terra ou do Espaço exterior que a rodeia), mas também do papel desempenhado nesse mundo pela espécie dominante: precisamente aquilo que os dinossauros (e por qualquer tipo de razão) não tiveram capacidade de compreender.

 

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Ceres
(Estrutura desconhecida com cerca de 10x a altura do ESB)

 

Num planeta criado há 4,5 biliões de anos, com os nossos antepassados a começarem a andar por aí há cerca de 6 milhões de anos, com a nossa forma actual a evoluir nos últimos 200 mil anos e com a civilização tal como hoje a conhecemos a começar a erguer-se há 6 mil anos (por acaso a idade que a Bíblia atribui à Terra), a primeira constatação a tirar reside no grande interregno entre a criação do planeta e o aparecimento do Homem. O que nos leva a pensar que excluindo toda a nossa História, poderão ter acontecido muitas outras Histórias (na Terra e fora dela) e com destinos muito diferentes. Da mesma forma que os especialistas sugerem que actualmente todos os sinais apontam para uma extinção das espécies, ao mesmo tempo acrescentam que esta não será a primeira mas efectivamente a Sexta Extinção (registada nos últimos 500 milhões de anos): com a dos Dinossauros (a intermédia e a mais violenta) tendo sido há cerca de 250 milhões de anos. E porque não acrescentar (mesmo que vindo de um leigo interessado e curioso) que a Terra já tenha sido sujeita a vários ciclos evolutivos (Saltos), podendo esta entre todas as espécies que foram aparecendo ao longo da sua transformação, ter aproveitado uma delas, dando-lhe a hipótese de se replicar e de novo evoluir (como se alguém fizesse reset e recomeçasse o mesmo programa)?

 

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Ceres
(Manchas brilhantes à superfície do planeta anão)

 

Enquanto isso e dados os Eventos possíveis (mas não confirmados) ainda estarem cronologicamente a caminho, as nossas atenções viram-se agora para outros mundos do nosso Sistema Solar, particularmente aqueles com possibilidades de existência de água, mais distantes, desconhecidos e ainda misteriosos. Com a sonda New Horizons encaminhando-se para Plutão e com outra sonda norte-americana já em órbita de Ceres: dois planetas anões (ex-planetas do Sistema Solar entretanto despromovidos) de características ainda desconhecidas, provavelmente podendo conter água e transportando consigo alguns mistérios interessantes, como a forma estranha e o movimento bizarro de alguns dos cinco satélites de Plutão e as misteriosas manchas brilhantes na superfície de Ceres (além de outras estranhas evidências topográficas).

 

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Plutão
(imagens da sonda New Horizons na aproximação ao planeta anão)

 

Mas fiquemo-nos por Ceres: um pequeno planeta situado na Cintura de Asteróides, apresentando manchas brilhantes em diferentes locais da sua superfície (que muitos afirmam poder ser sinal de existência de água) e agora mostrando-nos a presença de estranhas elevações aí se destacando claramente e atingindo altitudes bastante consideráveis. Com uma montanha podendo atingir os 6.000 metros de altura e uma outra construção de menor envergadura a ser equiparada a 10x a altura do Empire State Building (edifício com cerca de 400 metros de altura). E juntemos toda a gente: leigos (curiosos) e eruditos (conhecedores). Se no primeiro caso até que éramos capazes de aceitar num solo tão castigado e cheio de crateras o aparecimento excepcional de uma grande elevação (um processo natural de transformação), já no segundo caso o aparecimento de uma outra estrutura estranha e extremamente elevada no interior de uma cratera, levanta sérias dúvidas e grandes suspeitas (por susceptível de contribuição artificial). E então se associarmos a tudo isto o mistério das manchas brilhantes, ainda se adensa mais o mistério e a nossa oscilação entre o natural e o artificial. Para uns apenas mais um acaso (físico) e uma resposta às nossas necessidades (psíquicas), para outros mais uma manifestação de que não estaremos isolados no (nosso) cosmos: sejam simples emigrantes (noutros tempos o Homem terá partido para o Espaço, estando agora e lentamente de regresso) ou desconhecidos de outras paragens.

 

E sabendo todos nós como até há bem pouco tempo o nosso planeta Terra era o único a ter água, sendo esta molécula na actualidade uma presença já comprovada em muitos outros corpos celestes do nosso Sistema Solar, não será assim tão difícil de acreditar que além de nós algo mais existirá. Só falta mesmo a confirmação oficial pois já os vemos em sinais e até nos nossos sonhos.

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:11

19
Jun 15

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O que acontece quando o Sol adormece?

 

No Mundo onde vivemos uma das maiores Evidências que desde muito cedo interiorizamos e compreendemos é que Nunca estamos Sós porque tudo está Interligado: uma ideia bem clara no pensamento do químico francês Lavoisier (inspirado por outro cientista o russo Lomonosov) ao afirmar categoricamente que “na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Vivendo nós num sistema planetário inserido e movimentando-se numa determinada região do Espaço, é natural que na sua zona interior algumas leis de agregação e formação de conjuntos ordenados se façam sentir mais intensamente, até pela proximidade do foco principal de atracção, no nosso caso o Sol. Não sendo pois de espantar que a actividade deste astro de referência (deste sistema planetário) possa afectar mais ou menos intensamente todo o conjunto agrupado à sua volta, conforme o mesmo se encontrar num período de maior ou menor actividade Interna. E com o Sol a entrar num período aparentemente de maior acalmia, em sentido contrário se projectam as preocupações dos nossos cientistas: em períodos anteriores e sobre condições semelhantes registou-se na Terra e a nível global a um grande incremento da actividade sísmica e vulcânica (com consequências dramáticas), sobretudo em locais já com um grande historial de antecedentes similares (como a falha de New Madrid). Como o é entre outros o caso dos Estados Unidos da América.

 

Daí o interesse em escutar o que dizem alguns dos mais destacados cientistas e especialistas em sismologia e vulcanologia, quando se pronunciam sobre estes assuntos tão importantes: como o é o Meio Ambiente que protege a raça Humana.

 

Space and Science Research Corporation
(spaceandscience.net)

 

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New Madrid Seismic Zone
(NMSZ)

 

Earthquake and Volcano Threat for USA Increases
(June 8, 2015 Press Release 3-2015)

 

In a rare letter to Mr. Craig Fugate, the Administrator of the Federal Emergency Management Agency (FEMA), the Space and Science Research Corporation (SSRC), has disclosed that we are about to enter a potentially catastrophic period of record earthquakes and volcanic eruptions throughout the United States.

The letter was signed by SSRC President, Mr. John Casey, and delivered to FEMA headquarters in Washington, D.C. today. In the letter, Mr. Casey outlines how the ongoing dramatic reduction in the Sun's energy output will not only plunge the world into a decades-long cold epoch, but at the same time bring record geophysical devastation in monster earthquakes and volcanic eruptions. These cold climate periods called "solar hibernations" or "solar minimums," are well known phenomena in the solar physics community. The SSRC has done important pioneering work in the field of solar- climate modeling and has established itself as a leader in climate prediction and the study of these hibernations of the Sun.

Citing new research included in the SSRC's semi-annual Global Climate Status Report (GCSR) to come out on Wednesday, the letter to FEMA's Craig Fugate contained an important warning for all major earthquake fault zones and volcanically active areas. The research focuses especially on the increased threat for the New Madrid Seismic Zone (NMSZ) between St. Louis and Memphis.

This new threat information is contained in one of several papers in the June 10 edition of the GCSR paper authored by Mr. Casey and Dr. Dong Choi, Director of Research for the International Earthquake and Volcano Prediction Center (IEVPC). The paper shows that the NMSZ is due for another calamitous quake between 2017 and 2038. Dr. Choi and Casey show that for four times in a row since the year 1450, a major quake strikes the NMSZ when the Sun has gone into a hibernation phase. This scientific revelation is what Choi and Casey believes solves the puzzle of when the next major quake will strike the area. Geologists have studied the NMSZ for many years using traditional approaches. Casey and Choi say it is the combined research from the fields of solar physics and geology that provides the best opportunity to date to estimate when the next devastating NMSZ earthquake will strike. Other scientists agree with their opinion.

For this singular reason Dr. Choi and Mr. Casey have strongly recommended to FEMA Administrator Fugate that all high risk earthquake fault zones and areas with a history of volcanic eruptions in the USA take immediate precautions to mitigate what they describe as a "period of unparalleled geophysical lethality and destruction."

Mr. Casey adds, "The very strong correlation between these solar minimums and the incidence of catastrophic earthquakes worldwide is an impressive display of how interconnected we all are to our natural world and the cycles of the Sun. It would be foolhardy to ignore in particular, the history of major earthquakes in the NMSZ and the fact that at the bottom of every solar hibernation for the past 600 years, that area has seen devastating earthquakes ranging from M6.8 to M8.0.

"While we address the New Madrid risk in this press release and in the June 10, 2016 Global Climate Status Report, the coincidence of major earthquakes with solar minimums is not limited to just that area of the US. That is why our letter to Administrator Fugate was a nationwide alert. The ~M9.0 Cascadia quake and tsunami of 1700 was at the bottom of the coldest solar hibernation period which was called the Maunder Minimum. The Great San Francisco quake of 1906 was at the bottom of another solar low point - the ‘Centennial' Minimum as it is called at the SSRC. This strong association of solar activity and the worst earthquakes and volcanic eruptions could represent the ‘missing link' for geophysical disaster prediction."

Dr. Choi (Australia) also supports Casey's opinion by saying, "The extensive research done in this area is clear in its implications. When the solar minimums arrive, the worst recorded earthquakes and volcanic eruptions strike. The last solar minimum for example, saw the largest series of earthquakes in human history in the NMSZ and the largest recorded volcanic eruption at Mt. Tambora in Indonesia. These events occurred within a few years of each other during the coldest period in the Sun's last hibernation in the early 1800's." (spaceandscience.net)

 

O Sol poderá ter entrado num período de menor actividade. Ter decidido como provavelmente faz periodicamente ir descansar (mais um pouco) e tal como o urso que conhecemos, poupar energias e hibernar.

 

E com a referência prioritária temporariamente ausente (o Sol), tal como numa família ou outro tipo qualquer de organização natural, o desaparecimento da autoridade leva ao ressurgimento da rebeldia, aqui sendo os outros que aproveitando a ocasião, tomam em mãos próprias a iniciativa (os planetas).

 

E parcialmente liberta da constante pressão vinda do exterior e que fazia a Terra em sua defesa reforçar posições e defender-se (refugiando-se no seu interior), agora chegou a vez dela se libertar e exprimir-se: tornando as suas manifestações (vindas do interior) mais expressivas e violentas (ao serem exteriorizadas e aplicadas sobre o ambiente exterior onde vive o Homem).


(texto/inglês: spaceandscience.net – imagens: 121teacher.com e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:15

Como seres vivos maioritariamente constituídos por água, uma das nossas boas obsessões será sempre a procura incessante da nossa fonte prioritária de vida: a molécula de H₂O. Ou como a conhecemos mais popularmente, a nossa Fonte da Juventude. E pelos vistos o nosso Sistema Solar apresenta vários corpos celestes, com excelentes possibilidades disso acontecer.

 

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Europa, Júpiter, Io

 

Enquanto Marte se encontrar em conjunção com o Sol (impedindo-nos de receber na Terra novas imagens oriundas do planeta vermelho), a nossa atenção desviar-se-á certamente (nem que sempre solicitada) para outros misteriosos corpos celestes. Talvez Ceres e Plutão. Entretanto esta conjunção solar (que ocorre aproximadamente de dois em dois anos) irá prolongar-se até ao próximo dia 23 (mais uma semana), data a partir da qual as sondas Opportunity e Curiosity começarão de novo a enviar-nos mais imagens da superfície de Marte. Até lá poderemos entretermo-nos com novas imagens de Ceres e das suas misteriosas luzes brilhantes (naturais ou artificiais); com as imagens cada vez com melhor definição obtidas pelas câmaras da sonda New Horizons de Plutão e das suas cinco luas (realizadas à medida que a sonda se aproxima rapidamente deste sistema); incluindo nesse conjunto imagens da sonda europeia Rosetta e do seu cometa 67P/C-G; e até contando com o reavivar do interesse na lua Europa, num projecto baseado na possibilidade da existência de água nesta lua de Júpiter e em novos planos ambiciosos de investigação local (início de colonização) através do lançamento de novas sondas tecnicamente mais evoluídas e adaptadas ao ambiente que iriam encontrar. Continuando a acreditar que mesmo no nosso sistema, a Terra não seja o único mundo a ser habitado por criaturas inteligentes: iguais, diferentes, antes, durante, depois.

 

(ilustração – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:36

17
Jun 15

Os dois violentos terramotos que atingiram recentemente o NEPAL (provocando milhares de mortos e grande devastação), são em conjunto mais um sinal do brutal e subestimado poder interior da Terra, onde todos nascemos e um dia morreremos.

 

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Região dos Himalaias

 

O violento terramoto de magnitude 7.8 que no passado mês de Abril atingiu o estado asiático do NEPAL (localizado na região da cordilheira dos HIMALAIAS), além de todas as vítimas e destruição provocadas (afectando brutalmente a sua economia baseada essencialmente no turismo), fez com que a crosta terrestre se deslocasse horizontal e verticalmente (contando ainda com a contribuição suplementar de um segundo sismo de magnitude 7.3 no início do mês de Maio). Segundo os especialistas a região do monte EVEREST ter-se-á deslocado cerca de 3 cm lateralmente (a média anual anda pelos 4cm), assim como verticalmente (a média anual anda pelos 0,3cm). No entanto estes números apenas representam valores médios, já que com este violento tremor de terra muitas outras zonas sofreram deslocações mais violentas tanto horizontal (para sudoeste) com verticalmente (em altitude e profundidade): tendo sido a região em torno da sua capital KATHMANDU a mais afectada (num total superando os 8.000 mortos). Enquanto noutras regiões do Nepal se registaram afundamentos de terrenos, na proximidade da capital o chão chegou a elevar-se quase um metro, afectando dramaticamente toda uma região com cerca de 14.000km² de área (1/10 área total do Nepal) num país com mais de 25 milhões de habitantes. Situado na zona de confluência de duas placas tectónicas extremamente activas (a placa euro-asiática e a placa indiana) o futuro geológico do Nepal não parece nada atractivo, com as violentas pressões exercidas sobre a crosta terrestre a forçarem-na a entrar em convulsão, com zonas a descerem (por exemplo Kathmandu), outras provavelmente a subirem (como os Himalaias) e todo o terreno em redor a fracturar-se alterando a sua estrutura, composição, dimensão e topografia: e num futuro deixando de existir.

 

(imagem – ISS/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:48

14
Jun 15

PHILAE
Nunca uma nave da Terra aterrara num cometa

 

A sonda PHILAE acabou de despertar do seu longo período de hibernação (já lá vai mais de meio ano desde que aterrou aos trambolhões na superfície do cometa), enviando os seus primeiros sinais de 67P/C-G desde 15 de Novembro do ano passado (quando a carga das suas baterias acabou). Enviada a partir da sonda ROSETTA com a missão de aterrar na superfície de 67P/C-G, PHILAE teve problemas ao atingir a superfície do cometa, vindo apenas a imobilizar-se (após alguns saltos) numa zona mais acidentada e junto a uma escarpa: o que a colocou numa zona de sombra muito menos favorável ao processo de carregamento das suas baterias e a colocou em hibernação. Agora a sonda volta a comunicar (durante quase minuto e meio) e a enviar informações em direcção à Terra.

 

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Meio Escondida mas Viva
A sonda PHILAE no cometa 67P/C-G

 

O cometa 67P/C-G continua na sua trajectória de aproximação ao Sol (e ao nosso planeta) encontrando-se neste momento a menos de 215 milhões de quilómetros do Sol e a pouco mais de 300 milhões de quilómetros da Terra. Viaja a uma velocidade superior a 30km/s levando consigo a sonda PHILAE e em sua órbita e companhia a sonda ROSETTA. A missão da sonda da ESA está prevista durar até ao fim deste ano de 2015. Até lá continuará a acompanhar este cometa jupiteriano com um período orbital aproximado de 6,5 anos, o qual atingirá o seu periélio quando estiver a cerca de 186 milhões quilómetros do Sol (só faltam 30 milhões). E no decorrer do processo levar a estudar (em detalhe) o comportamento deste corpo celeste, talvez extremamente importante para a compreensão da evolução da Terra e da vida na mesma.

 

(imagem – ESA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:15

13
Jun 15

Evidência é tudo o que pode ser usado para provar que uma determinada afirmação é verdadeira ou falsa.

 

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E quando a transmissão se torna mais importante que a ideia a transmitir, nada mais nos resta esperar do que um mundo de seres acéfalos.

 

(imagem – sott.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:09

11
Jun 15

Enquanto por cá estivermos acreditaremos sempre que nunca nada de irreversível nos acontecerá: só mesmo quando morrermos tal como com os dinossauros.

 

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Para aqueles que gostam de estar sempre atentos à possibilidade de serem os primeiros a saberem de um possível impacto de um corpo celeste (cometa ou asteróide) com o nosso planeta Terra (ou de uma tangente espectacular ao mesmo, numa órbita muito inferior à da nossa Lua), o objecto que passará mais perto do nosso planeta nos próximos dois meses será o asteróide 2015 HM10.

 

No dia 7 de Julho este corpo celeste com cerca de 70 metros de comprimento passará a cerca de 460.000km da Terra (a Lua situa-se a cerca de 380.000km). É pois fácil de concluir que o pequeno asteróide não está em órbita de colisão com a Terra, passando mesmo a uma distância para lá da órbita do nosso satélite a Lua. Uma desfeita para aqueles que passam o tempo todo a ver lobos onde eles (ainda) não existem: não tendo ainda compreendido que quando tal acontecer, seremos mesmo dos primeiros a saber.

 

Neste intervalo de tempo (dois meses) o maior calhau a passar nas proximidades do planeta Terra será o asteróide 1999 JD6, com um comprimento superior a 1,5km e passando a mais de 2.800 milhões de quilómetros. Assim poderemos encarar os próximos dois meses com relativa tranquilidade.

 

Isso se por acaso não formos surpreendidos por algo de inesperado como o foi o meteoro de Chelyabinsk: um objecto voador com cerca de 20 metros de comprimento que há dois anos atravessou surpreendentemente os céus da Rússia a uma velocidade próxima dos 20km/s (nem a NASA o conseguiu numa primeira fase prever ou posteriormente detectar), explodindo no ar e provocando uma forte onda de choque. Tal como com todos os outros corpos circulando no Sistema Solar (ou numa outra grande via), existe sempre a possibilidade de incidentes e da Terra poder estar envolvida.

 

(imagem – todayifoundout.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:29

09
Jun 15

Agora que não nos fornecem (temporariamente) imagens frescas de Marte (por causa da conjunção – Marte está do outro lado do Sol relativamente à Terra, prejudicando as comunicações entre ambos), só nos restam mesmo os mistérios dos planetas anões.

 

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Pontos brilhantes e possível UFO em Ceres

 

O Sistema Solar é na actualidade constituído por oito planetas: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno. Em princípio só um deles contém Vida e até seres inteligentes, organizados em sociedades tecnologicamente evoluídas e em constante transformação: esse é o nosso planeta Terra. Dos planetas exteriores (os últimos quatro) pouco ou nada sabemos sobre a possível existência de Vida (mesmo que rudimentar), sendo dois deles mais conhecidos por serem monstros gasosos (Júpiter e Saturno) e os outros dois sendo vistos como mundos gelados (Úrano e Neptuno). Nestes dois últimos casos havendo sempre a possibilidade da existência de água. E existindo água poder existir Vida. Mas até agora e que se saiba nada. Sobram os planetas interiores. E pondo de lado Mercúrio e Vénus (os mundos mais parecidos com a nossa definição de Inferno) além da Terra (já atrás considerada) resta Marte. Além da possibilidade de alguns microrganismos poderem sobreviver às condições da atmosfera marciana (como o comprovam as experiências levadas a cabo na Terra com organismos simples e simulando as condições ambientais marcianas) e da mais que certa existência de depósitos de água gelada nos pólos (ou em certas zonas subterrâneas do planeta), da presença de vida ou de algo de parecido em Marte só vindo mesmo de alguns arqueólogos (ao analisarem certas estruturas estranhas existentes à superfície de Marte) ou dos teóricos da conspiração (que vêm indícios de vida em todo o lado): talvez não hoje mas num passado remoto.

 

E assim sobram-nos os outros corpos celestes que circulam no nosso Sistema Solar – asteróides, cometas, luas e até outros pequenos objectos como um planeta anão. Aqui podemos socorrer-nos das missões espaciais mais importantes a decorrem neste preciso momento no exterior (maioritariamente da NASA) e excluindo a confusão instalada em Marte com a presença de sondas norte-americana, chinesas e indianas e a viagem da sonda ROSETTA acompanhando 67P/C-G na sua trajectória à volta do Sol, surgem-nos logo à memória as sondas DAWN e NEW HORIZONS: com a primeira já em órbita de CERES e a segunda cada vez mais próxima de PLUTÃO. Fiquemos então pelo planeta anão onde a sonda já chegou: CERES (o outro – claro – é Plutão). O que me chamou desde logo a atenção foi a questão colocada (de uma forma inopinada) pelos cientistas da NASA aos seus leitores, solicitando-lhes uma explicação para a presença das manchas luminosas sobre a superfície de CERES – condicionando-lhe as respostas (pelas hipóteses apresentadas) ou atirando-as para o baú marginal e depreciativo das “outras coisas” – e como que desresponsabilizando-se daquilo que deveria ser da sua total competência: utilizando um inquérito sobre o que seriam aquelas luzes de CERES. E quando eu (como muitos outros) escolhi a minha opção (proposta e autorizada pelos censores da NASA), a percentagem era a seguinte:

 

Explicação p/brilho Ceres %
Gelo 29
Vulcão 9
Géiser 8
Sal 8
Rocha 6
Outra 40

 

É evidente que a maioria escolheria as hipóteses Gelo e Sal (pelos sua composição materiais reflectores), com uns minoritariamente a escolherem a opção Rocha (pela sua possível inclusão de minerais): num total de 43%. De acordo portanto com as directivas informativas e pedagógicas da NASA (ou seja seguindo o seu Manual de Instruções). Com as opções Vulcão e Géiser (apesar de credíveis mas sendo menos divulgadas) a serem menos consideradas (17%). E com o grande filão a ir para OUTRA (40%): surpresa ou mera confirmação (intencional)? Daí as múltiplas explicações para o aparecimento de luzes na superfície do planeta anão CERES (e ao contrário do que muitos afirmam não limitados a uma única cratera), desde as teorias emitidas por diversos astrónomos surpreendidos com o aparecimento deste fenómeno inesperado (e que procuram sempre uma explicação natural ou lógica) e acabando quase sempre em nada, até às teorias não menos credíveis invocando a presença de uma intervenção externa e obrigatoriamente artificial (ou seja não natural nem mesmo terrestre).

 

As luzes de CERES poderiam ter origem artificial, não terrestre e contando com intervenção alienígena. Se tal não fosse a opção correcta a única alternativa possível seria estarmos em presença de colónias em que o Homem seria pelo menos um dos elementos colonizadores (mesmo que em disputa activa com outros grupos), nesse caso visto como o intruso provocador da anomalia. CERES seria um corpo celeste habitado por seres vivos organizados, inteligentes e mais desenvolvidos tecnologicamente de que nós e as luzes que agora avistávamos uma das indicações da presença do equivalente às nossas cidades e de outros pólos civilizacionais. Por isso é muito natural que para além das luzes que todos nós vemos muitos já vejam também as próprias estruturas e edifícios que as mesmas iluminam, não tardando muito até que comecemos a ver os seus próprios habitantes: alguns até já vêm grandes naves espaciais na região, com alguns casos a serem comprovados por imagens registadas nas proximidades de Ceres (pela sonda DAWN) e pelas suas respectivas sombras (na superfície do planeta anão). E essa será a razão pela qual ao longo do tempo a opção OUTRO continuará a crescer inexoravelmente e com isso todos nós ficaremos contentes com a própria NASA incluída. Só falta mesmo OBAMA dizer YES THEY LIVE e o PÁPA reconhecer que JESUS provavelmente seria um deles.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:51

08
Jun 15

Um artigo interessante baseado numa tese de mestrado da arqueóloga Henna Lindström tendo como base de trabalho os construtores de dólmenes e cromeleques e a sua associação em Portugal com as misteriosas histórias sobre As Mouras Encantadas.

 

Legends say mysterious women built the megaliths of Portugal
(Ancient Origins – 4 June 2015 – Mark Miller)

 

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Évora – Guadalupe – Cromeleques

 

The art and symbols in Portuguese dolmens, and their orientation towards the rising sun or equinoctical full moon can be seen as telling about their faith in rebirth. The art itself can be seen as made to guide people—living, dead and unborn—to travel between worlds of living and dead. Megalithic graves were burial sites and places for ritual burials, but it is very plausible it wasn't their only and maybe not even their main function. It is likely that they were, like the churches in Christian times, spiritual centers around which the community got together celebrate important dates and happenings, to negotiate and agree about matters concerning the whole community and to strengthen their communality. (extracto)

 

(ancient-origins.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:54

07
Jun 15

Percorrendo várias centenas de quilómetros em regiões desconhecidas, atravessando territórios hostis contando com a presença predadora dos humanos e até ultrapassando cursos de rios surgindo no seu caminho, o lince ibérico demonstra para já uma grande capacidade de sobrevivência e de movimentação no terreno.

 

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Kahn e Kentaro

 

Como nem todas as histórias acabam mal, temos agora o exemplo de dois linces ibéricos criados nos montes portugueses de Silves e posteriormente libertados na região espanhola de Toledo. Devidamente equipados de instrumentos de localização próprios, utilizados para o estudo das migrações destes animais ao longo da sua busca de novos territórios. Aproveitando ainda para recordar que estes animais selvagens serão sempre libertados em áreas extremamente condicionadas (afectando a qualidade do seu habitat), muitas vezes vendo o seu natural trajecto de vida ser violentamente interrompido pela intrusiva e mortal actividade humana (a eterna luta entre os nómadas e os sedentários).

 

Numa iniciativa conjunta envolvendo os dois países da Península Ibérica (Portugal e Espanha), dois linces nascidos e criados no centro de reprodução de Silves foram oportunamente libertados no centro de Espanha no seu território natural (numa região onde outrora habitaria o lince ibérico). Tendo sido devolvidos à Natureza nos finais do ano passado, durante os meses em que estiveram em liberdade cada um deles poderá ter percorrido uma distância muito perto das várias centenas de quilómetros. Enquanto o segundo lince (Kentaro) se manteve durante mais algum tempo no local onde fora inicialmente libertado (deslocando-se posteriormente para norte na direcção dos Pirenéus), o primeiro lince (Kahn) abandonou mais cedo o mesmo local dirigindo-se de seguida para sul e de regresso a Portugal (à zona do Alqueva).

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:57

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