Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

24
Jul 15

Dez dias depois do encontro NEW HORIZONS/PLUTÃO, a NASA oferece-nos agora mais uma imagem desse dia histórico, mas agora com a presença de artistas secundários. E com um deles em cor e forma parecido com um feijão (NIX).

 

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NIX e HYDRA
Imagem de duas das cinco luas de Plutão
(e da sua péssima resolução)

 

Esta é mais uma das imagens obtidas a partir da sonda norte-americana NEW HORIZONS aquando da sua passagem nas proximidades do planeta anão Plutão (e do seu sistema de cinco luas): CHARON, HYDRA, KERBERUS, NIX e STYX.

 

A imagem foi registada na manhã do dia 14 de Julho de 2015 na data indicada para a sonda atingir o seu ponto de maior aproximação ao planeta: neste caso quando a sonda DAWN se encontrava a mais de 160.000km de NIX e 230.000km de HYDRA. Duas das cinco luas de Plutão sensivelmente com o mesmo tamanho.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:35
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Maiores eventos sísmicos registados em Portugal Continental desde o início deste ano de 2015 e afectando sobretudo a zona sul do nosso país (à excepção do caso de Sintra aqui inserido por ser o último registado na rede antes do de Monchique e servindo como termo de comparação):

 

Data Magnitude (Ritcher) Epicentro Profundidade
22.07 3.4 5km NE Monchique 4km
19.07 3.2 4km oeste Sintra 18km
31.03 3.3 40km O/NO Cabo S. Vicente 26km
11.03 2.8 16km SO Albufeira 22km
03.03 2.5 6km SO Loulé 8km
13.02 3.9 (Aumento da actividade sísmica na zona do Banco D. João de Castro) (Localizado em pleno oceano entre a ilha Terceira e de S. Miguel)

(Estações da Rede Sísmica do Continente)

 

No mapa seguinte fornecido pela organização EMSC/Earthquakes a serem também salientados os sismos ocorridos nos últimos quinze dias em Portugal Continental, destacando-se entre eles os quatro pontos assinalados a amarelo (3, 4, 5 e 6) e uns outros quatro pontos (1, 2, 7 e 8) assinalados a branco (observando da esquerda para a direita) – com a indicação adicional de local/região/data/profundidade/magnitude:

 

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Sismos registados na zona Euro Mediterrânica
(Portugal – últimos quinze dias)

 

1: Açores – Cabo de S. Vicente – 14.07 – 7km – 2.3
2: Açores – Cabo de S. Vicente – 10.07 – 31km – 2.0
3: Continente – Lisboa – 18.07 – 15km – 3.2
4: Continente – Monchique – 22.07 – 18km – 3.4
5: Continente – Castro Verde – 22.07 – 6km – 2.4
6: Continente – Fronteira sul Portugal/Espanha – 20.07 – 19km – 2.4
7: Estreito de Gibraltar – Mediterrâneo – 10.07 – 77km – 2.6
8: Estreito de Gibraltar – Mediterrâneo – 16.07 – 10km – 2.5

 

(sequência cronológica: 7, 2, 1, 8, 3, 6, 4, 5)

 

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O Comandante dos Bombeiros de Monchique

 

Tudo isto a propósito de dois dos últimos sismos registados em Portugal (a 18 na região de Lisboa e a 22 na região de Monchique) ambos com magnitudes acima de 3. Nos dois casos não se tendo verificado danos pessoais ou materiais. Mas o que me mais interessa é o de Monchique, até porque é o que fica mais perto (de Albufeira) e por possuir uma conhecida fonte de águas termais (nas termas das Caldas de Monchique). Apenas porque quando aqui cheguei ainda ouvi falar do (actualmente inexistente) vulcão de Monchique, que sempre entendi como uma mensagem de que naquela zona de barreira do Barlavento Algarvio há muitos milhões de anos teriam existido manifestações eruptivas e escorrências de correntes de lava (como alguns vestígios de cones vulcânicos localizados em Lagos ainda comprovam), no presente resumidas a manifestações mínimas de movimentos (e manifestações) geológicos externas da Terra, através do aparecimento à superfície deste tipo de águas vindas do seu interior e com características termais (e curativas).

 

(dados: ipma.pt – imagens: emsc-csem.org e cmjornal.xl.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:13

“The first exoplanet orbiting another star like our sun was discovered in 1995. Exoplanets, especially small Earth-size worlds, belonged within the realm of science fiction just 21 years ago. Today, and thousands of discoveries later, astronomers are on the cusp of finding something people have dreamed about for thousands of years -- another Earth.” (NASA)

 

KEPLER-452B

 

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Planeta Kepler-452b
(ilustração)

 

A NASA acaba de nos confirmar numa conferência de imprensa realizada hoje (dia 23), de que podemos estar prestes a descobrir um irmão mais velho e maior do que o nosso planeta Terra: um planeta com cerca de 6 biliões de anos (mais velho que a Terra em 1,5 biliões de anos), com um diâmetro aproximadamente 5/3 do da Terra e localizado a cerca de 1400 anos-luz do Sistema Solar (onde a Terra está integrada). Com a particularidade especial de que este planeta se encontra na zona de habitabilidade da sua estrela de referência (tal como acontece com o planeta Terra e com a sua estrela de referência o Sol), estrela essa ligeiramente maior que a nossa (na ordem dos 10%) e situada a pouco maior distância (Sol/Terra = 150 milhões quilómetros) do planeta em causa (uns 5%): falamos do planeta Kepler-452b.

 

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À procura de mundos habitáveis

 

Só falta mesmo lá chegar: numa viagem que levaria a bordo de uma das agora tão faladas sondas norte-americanas, mais de 25 milhões de anos a percorrer a distância entre estes dois sistemas planetários. Sempre o problema do Espaço e da sua sistemática incompatibilidade com o Tempo.

 

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Comparação de vários sistemas planetários

 

Um sistema planetário que integra na sua constituição uma estrela semelhante ao Sol, um planeta proporcionalmente também muito parecido com a Terra e sensivelmente apresentando a mesma distância entre eles (estrela/planeta): o que até poderá significar que este planeta poderá apresentar muitas características muito semelhantes ou até idênticas às da Terra (como temperaturas e pressão atmosférica) e poder ter água líquida à sua superfície. E onde há Água poderá existir sempre Vida. E se Kepler-452b até apresenta um movimento de translação em redor da sua estrela muito semelhante ao da nossa Terra (385 dias), não nos custará assim tanto manter por mais uns (provavelmente muito longos) tempinhos, a nossa ilusão de que este planeta (tal como outros entretanto já inscritos na lista e com divulgação próxima) ainda poderá ser nosso.

 

(imagens – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:03

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