Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

18
Ago 15

Novas Revelações sobre o voo MH370?
(ou arquivamento definitivo)

 

Quem Manda ainda tem a Ilusão que compra tudo com Dinheiro: até os Mortos!
Ou não fosse o destroço encontrado (das Vítimas) um alívio moral pela culpa (dos Responsáveis).

 

mh370familia.jpg

As vítimas colaterais de mais uma grande tragédia (ou vil ato criminoso) que nenhuma indeminização alguma vez pagará (nem apagará), mesmo tratando-se de uma operação cirúrgica (e de quem opera à força de bala)

 

Era uma vez um avião de passageiros que numa viagem habitual entre dois aeroportos internacionais, levantou voo, comunicou e simplesmente desapareceu. A sua origem era Kuala Lumpur (capital da Malásia) e o seu destino Pequim (capital da China).

 

O voo deste avião de passageiros (realizado a 8 de Março de 2014 com 239 pessoas a bordo) e de acordo com a sua trajetória oficial deslocar-se-ia em direção a nordeste: no entanto a rota foi completamente invertida, optando este e no momento por se dirigir para sudoeste.

 

Na altura e de acordo com muitas das notícias que entretanto foram fluindo para a opinião pública através dos mais diferenciados órgãos de comunicação social mundial, muitas foram as hipóteses lançadas para o ar: umas naturais, outras artificiais.

 

aviao-franca.jpg

Como imagens comprovando um facto (que o avião efetivamente se despenhou) podem (se as autoridades assim o desejarem) indicar o local do incidente fatal (que levou ao desenvolvimento final e ao aparecimento destes destroços)

 

O avião de passageiros ter-se-ia despenhado no mar ou mesmo já em terra, devido a problemas técnicos (insolúveis) mas mantendo a sua rota (programada); o avião de passageiros teria sido capturado num ato de pirataria aérea (certamente por razões políticas), sendo desviado para parte incerta e em condições desconhecidas; o avião de passageiros teria sido abatido (por engano ou deliberadamente) por um avião militar presente por essa altura nas proximidades da sua rota (na altura desenrolavam-se nessa zona do oceano exercícios militares conjuntos envolvendo forças norte-americanas), despenhando-se seguidamente no mar (curiosamente no voo MH370 viajava um grupo de especialistas informáticos prontos a promoverem/venderem importantes informações sobre uma sua recente e valiosa patente, há dias registada nessa área).

 

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A base norte-americana de Diego Garcia fica curiosamente a meio da viagem entre a Malásia (1) e a Ilha de Reunião (4) em pleno Oceano Índico

 

Mas como com o decorrer do tempo nenhum destes cenários colou, decidiram então apontar o avião para um outro lado do quadro e de uma forma descarada e prepotente, mudaram todo o guião (do filme): incluindo agora no elenco um piloto provavelmente instável e paranoico, que para ficar famoso e para a posteridade, resolveu desaparecer (sem avisar) e abandonar-nos (sem deixar vestígios). Logicamente o mais óbvio para quem pretendia protagonismo. E então terão surgido (ou ressurgido) novas (e já na altura intrigantes) interpretações deste misterioso incidente (como estas duas, uma das primeiras e uma das últimas): o avião de passageiros terá invertido o sentido da sua rota original, dirigindo-se inopinadamente para sul em direção ao oceano Índico, tendo numa versão mais soft esta opção sido a escolhida entre outras, mais uma vez devido ao aparecimento de anomalias técnicas que teriam obrigado o avião a retroceder, procurando uma pista alternativa para a realização de uma aterragem de emergência (nunca confirmado); o avião de passageiros terá optado por uma versão mais hardcore (nunca esqueçamos os 239 indivíduos mortos e todas as comunidades afetadas a eles associados), com a sequência mais provável de acontecimentos a ter apresentado a seguinte evolução e narrativa.

 

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Boeing 777 das Linhas Aéreas da Malásia utilizado no voo MH370 entre Kuala Lumpur e Pequim, desaparecido dos radares no dia 8 de Março de 2014 após uma hora de voo e transportando 239 pessoas (esmagadoramente chineses/64% e malaios/21%)

 

A bordo do voo das Linhas Aéreas da Malásia algo de extraordinário se passou (no seu interior e até mesmo podendo ter contado com colaboração exterior) ao fim de aproximadamente uma hora de voo: já sobre o oceano o avião inverteu o seu sentido de deslocação, desligou os seus indicadores de posição e perdeu-se definitivamente na escuridão da noite. A partir daí terá direcionado o seu voo para sudoeste (inexplicavelmente, já que o mar seria o seu único cenário, sem objetivos nem pistas de aterragem próximas, pelo menos civis), atravessado o território da Malásia (origem do voo) e finalmente entrado em pleno Oceano Índico e desaparecido aí de vez (a partir do momento em que os poucos sinais ainda emitidos pelo avião, desaparecerem definitivamente e sem retorno). Nesse momento foi estabelecido pela primeira vez que o avião se teria despenhado no meio do oceano, morrendo todos os seus 239 tripulantes e passageiros. E as buscas iniciaram-se mas nada foi encontrado. Mas convém recordar que desde o início do desaparecimento do avião do voo MH370 uma outra teoria surgiu, apontando para uma possível trajetória para sudoeste no oceano Índico: partindo do princípio que o avião tenha sido vítima de um ato de pirataria aérea previsivelmente levado a cabo desde que o mesmo desligou os seus indicadores básicos de posição, a teoria estabelecia que poderíamos estar perante a forte possibilidade da prática de um novo atentado, mais uma vez levado a cabo por um avião civil cheio de passageiros e contra um alvo predeterminado. O alvo seria a mais importante base militar norte-americana instalada no oceano Índico, vital para a estratégia de manutenção da supremacia dos EUA no continente asiático: Diego Garcia. Nunca nenhuma entidade oficial lhe deu alguma espécie de credibilidade, passando quase que despercebida e sendo finalmente esquecida. Mas o facto é que agora os destroços do voo MH370 começam a aparecer como cogumelos mais a sul de Diego Garcia (na Ilha de Reunião) já tão perto de Moçambique e do extremo sul do continente africano: até parece que o avião partiu da Malásia e ao chegar às proximidades de Diego Garcia foi abatido (para evitar qualquer tipo de grave incidente) caindo no mar, acabando os seus destroços por começar a aparecer mais de um ano depois (provavelmente levados pelas correntes) a milhares de quilómetros de distância. E para finalizar só mais isto: as buscas nunca incidiram sobre a área envolvendo Diego Garcia (optando-se pela área oceânica adjacente à Austrália) e ninguém acredita que as autoridades com competência sobre este assunto (não as outras), não tenham conhecimento desde há muito de tudo o que se passou. Por mim acho que estes novos factos só aumentam ainda mais as suspeitas sobre o que realmente aconteceu. Levando-nos de novo a pensar!

 

Mas o que realmente interessa é que o vestígio encontrado é mesmo do voo MH370, que todos estão mortos, que as indeminizações já podem ser pagas e que o caso pode ser finalmente arquivado. Paz as suas almas que a vida continua. Ámen.

 

(imagens: globo.com – indiatimes.com – wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:50

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