Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

10
Jan 16

SCP – 3 SCB – 2
(ao intervalo 0-2)

 

Mesmo não sendo um fanático do Futebol (longe disso) mas estando sempre atento a todo o tipo de movimentos e de manifestações sociais (especialmente as de massas) que por cá vão ocorrendo – tão importantes de compreender no futebol como na Política – tenho que reconhecer pelos factos e pelas evidências (de que o S.C.P. - 3 S.C.B. - 2 é o último exemplo) que algo de diferente está a surgir agora para os lados do Sporting C.P.

 

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Em 2015/2016 com o Leão à espreita

 

Vinte e um dias depois do Sporting C.P. ter perdido com o U. Madeira (fora por 1-0) e depois de duas vitórias consecutivas e convincentes (casa com o F.C. Porto por 2-0 e fora com o V. Setúbal por 0-6), num dia de grande temporal, na presença duma multidão de 42.000 adeptos e perdendo ao intervalo por 0-2, a sua equipe conseguiu virar por completo o resultado colocando todo o estádio em delírio.

 

Se não for passageiro então é porque é obra de Deus (na verdade da sua personificação na Terra na figura de Jesus).

 

(imagem: abola.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:18

Eles estão entre Nós!

 

No passado dia 27 de Novembro de 2015 (uma sexta-feira início de mais um fim-de-semana) a camada atmosférica envolvendo o planeta Terra foi sujeita a uma intrusão de um objeto voador desconhecido vindo do espaço exterior (neste caso uma Bola de Fogo) – e que acabou por impactar a superfície do nosso planeta: o incidente foi registado por uma rede de câmaras instaladas em pleno deserto australiano (numa iniciativa de um conjunto de investigadores da Universidade de Curtin) com os responsáveis pelo projeto a partirem de imediato para o terreno na procura de algum tipo de vestígios do impacto do objeto.

 

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Entrada na atmosfera do meteorito de Curtin

 

Uma procura que só terminou quando um dos fragmentos pertencentes à bola de fogo esverdeada (o dito meteorito), foi finalmente descoberto (bem enterrado) num leito lamacento de um lago de um deserto localizado nas proximidades. Um meteorito (bola de fogo ou estrela cadente) que ao atravessar a atmosfera terrestre se desintegrou (e vaporizou); no entanto com alguns dos seus fragmentos a atingirem o solo. Uma rocha com 1,6kg provavelmente formada aquando do nascimento do Sistema Solar – há mais de 4,5 biliões de anos.

 

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Fragmento do meteorito de Curtin após o impacto

 

Originalmente e antes de entrar na nossa atmosfera, fazendo parte de um corpo celeste de maior dimensão e que os cientistas estimaram andar pelos 80kg (o fragmento representaria assim 1/50 do meteorito inicial). Um corpo exterior ao nosso planeta e como tal alienígena, cheirando a uma mistura de sal e de lama (características do terreno onde caiu) e provavelmente contaminado (ou não viesse ele de sítios desconhecidos): no entanto tocado por todos (sem proteção) e sem qualquer problema. Ou não fosse neste caso mútuo o contacto – entre ele e a Terra e entre a mesma e nós próprios.

 

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Hoba o maior meteorito descoberto na Terra

 

Um fragmento de meteorito de pequenas dimensões (1,6kg dos 80kg iniciais), se o compararmos com o maior meteorito/fragmento descoberto sobre a superfície terrestre com cerca de 66 toneladas – há quase 100 anos por um agricultor namibiano: um grande objeto metálico chamado Hoba (constituído sobretudo por ferro/84% e níquel/16%) com quase 3m de comprimento (volume de 2,5m³) e tendo caído na Terra há cerca de 80 milhões de anos. Considerado um monumento nacional da Namíbia.

 

Ainda se lembram do incidente ocorrido com um meteoroide em Cheliabinsk (10.000 t e 17m)?
Foi só há três anos e causou mais de mil feridos.
É considerado o maior corpo celeste a atingir o nosso planeta desde o último acontecimento semelhante.
Ocorrido em 1908 em Tunguska.

 

(imagens: Desert Fireball Network, Curtin University e Wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:57

Num terreno árido e desértico. Sem vestígios de vida, movimento ou mesmo algo de estranho. Com pedras (secas, calcinadas, fragmentadas), areia (resultante da múltipla e violenta erosão) e uma substância esbranquiçada (surgindo entre fendas).

 

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1217º dia em Marte

 

Mais uma imagem enviada a partir de Marte durante o 1217º dia de estadia do rover da sonda Curiosity na sua superfície (ontem a partir da câmara MAST_LEFT). O veículo motorizado da NASA vai a caminho dos três anos de permanência no último planeta interior do Sistema Solar, evoluindo neste preciso momento sobre solo marciano numa região de dunas de areia. Numa altura em que o planeta entra na sua estação de Inverno e num período a que a Curiosity (tal como a Opportunity) se têm que preparar para as condições climáticas em certos aspetos mais adversas que aí veem (o lander e o rover): como é o caso da menor absorção pelos painéis da energia solar e o da limitação que isso trará para todas as tarefas a realizar. Movimentando-se agora a noroeste do Monte Sharp (localizado no interior da cratera Gale onde a sonda aterrou) na região das dunas de areia (ativas e escuras) de Bagnold.

 

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1197º dia em Marte

 

Com a presença das dunas de areia a ser bem visível na imagem obtida no 1197º dia da presença da sonda Curiosity em Marte, interpondo-se entre o veículo terrestre da NASA (o rover) e a elevação do Monte Sharp (a mancha clara destacando-se ao fundo no horizonte): dunas que tal como na Terra parecem ir avançando lenta mas progressivamente com o decorrer do tempo (no entanto com processos evolutivos diferentes), acabando por cobrir grandes extensões da superfície marciana (deslocando-se a uma v = 1m/ano). No cenário apresentado a câmara do rover Cutiosity encontrava-se a cerca de 23m da base das dunas podendo estas atingir um máximo de 5m de altura. Num acontecimento considerado de certo modo inédito em todo o Sistema Solar (a presença de dunas ativas) já que para além do nosso planeta nunca tal fenómeno tinha sido observado (fosse onde fosse).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:49

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