Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

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Fev 16

“Musk Says Hyperloop Could Work On Mars…Maybe Even Better!”
(Matt Williams/universetoday.com)

 

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Hyperloop

 

Enquanto por cá nos vamos entretendo e passando o nosso tempo bem sentados no sofá a assistir tranquilamente à destruição do nosso único planeta a Terra – numa TV último modelo a 3D e Hi-Fi – existem outros que tendo muitas mais condições e muitos mais aparelhos ainda conseguem pensar e ver para além do ecrã.

 

Nesses casos o dinheiro (atualmente o único valor seguro), a saúde (que nos permite pensar sem condicionantes físicos), assim como o desespero (a morte está logo ali à nossa espera, sem exceções e ao dobrar da esquina), fazem com que o Homem responda e assuma o que é: um corpo dinâmico, sujeito a forças e reagindo ao mundo (ação/reação).

 

Caso do milionário sul-africano Elon Musk (atingindo esse estatuto aos 28 anos quando já na Califórnia) que pretende investir parte do dinheiro ganho com as suas empresas durante estes últimos anos (Hyperloop, PayPall, Space X, Tesla Motors) na Conquista do Espaço, mais precisamente na chegada do Homem a Marte e na colonização do respetivo planeta.

 

Um projeto segundo Elon Musk com duas componentes extremamente importantes (senão mesmo decisivas) para a sobrevivência futura da própria Humanidade – sabendo-se de antemão que os recursos da Terra não são ilimitados e que o nosso planeta não durará para sempre (nas mesmas condições ambientais que lhe permitem a existência de vida).

 

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Space-X

 

Sendo esses dois componentes fulcrais à nossa sobrevivência, a criação de um outro lugar que possa ser alternativo ao da Terra (colonizando-o e transformando-o) e posteriormente convertendo-o numa nova plataforma de partida para outras Terras em paralelo (numa nova aventura do Homem em direção ao desconhecido).

 

Numa sequência há muito projetada e já iniciada pelas empresas de Elon Musk, como o provam os ensaios levados a cabo com êxito pela sua nave Space-X e a sua conceção futurística na área dos transportes tendo como modelo o seu comboio de alta-velocidade o Hyperloop (muito mais eficiente na quase inexistente atmosfera marciana por diminuição de atrito).

 

Num sonho muito provável de se tornar realidade a muito curto-prazo e envolvendo uma colónia composta por vários milhares de pessoas (uns 80) e até com toda a colónia ligada à internet. Nem que para tal tivesse que terraplanar Marte à custa de bombas termonucleares (lançando-as sobre as superfícies geladas e nos polos de Marte).

 

E tudo de forma a tentar criar com a libertação de gases, um efeito de estufa, aquecendo o planeta e alterando de uma forma localizada, progressiva e fechada, o ambiente marciano. E então com o crescimento de CO₂ abrindo à porta à introdução de H₂O e (sabe-se lá) ao aparecimento de uma atmosfera Fazendo-nos lembrar a da Terra).

 

(dados: universetoday.com – imagens: youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:30

“In Historic First, Einstein's Gravitational Waves Detected Directly”
(Calla Cofield – livescience.com)

 

A melhor forma de compreendermos o Espaço onde estamos integrados, é olharmos atentamente à nossa volta e começarmos por compreender as coisas mais simples. A partir daí é interiorizar e ir adicionando mais coisas, sejam grandes ou pequenas, sejam cheias ou vazias, tal como acontece no Espaço. E isso é o Universo e Um dos parâmetros a Gravidade.

 

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Blue water drop background
(psdgraphics.com)

 

Depois de muito conhecerem, observarem, experimentarem e praticarem (mas tudo teoricamente como é evidente), as cabeças extraordinárias que nas últimas décadas têm definido os limites do nosso mundo (certificando-os segundo critérios iluminados), chegaram por observação direta a uma notável confirmação.

 

“In a highly anticipated announcement today (Feb. 11), researchers affiliated with the Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory (LIGO) reported the detection of gravitational waves. The signal picked up by LIGO came from the collision of two black holes and was detected on Sept. 14, 2015 by LIGO's twin detectors in Livingston, Louisiana and Hanford, Washington, scientists said.” (Calla Cofield – livescience.com)

 

Quando era jovem e me iniciei no Universo da Leitura, dos primeiros livros que me chegaram às mãos e que li com imensa curiosidade (e talvez espanto dadas as leituras convencionais), um deles recordo-me bem (como se fosse hoje e pela capa apresentada) foi o livro Universo Vivo da autoria de Jimmy Guieu (Nº5/Coleção Argonauta/Livros do Brasil/1950).

 

“Não são poucos os que pensam ser a Terra, como todos os planetas, uma molécula que faz parte de um grande corpo – o Universo. Essa teoria (que como todas as teorias, só é aceitável até prova em contrário) desenvolve-se neste romance de uma forma que ultrapassa os limites do conhecimento humano, entrando no campo aberto da Ficção Científica.” (skoob.com.br)

 

Já nessa altura achava a teoria apresentada como verdadeiramente fascinante (confirmando o que anteriormente estudara na área das ciências da matemática), com a introdução do símbolo e da noção de infinito e com a sua extensão sem origem nem fim ao espaço infinitamente pequeno e ao espaço infinitamente grande – enquanto já se falava de outros mundos paralelos (alargando com isso o nosso espectro de compreensão e de identificação).

 

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Computer simulation of the gravitational waves generated by 2 closely-orbiting black holes
(NASA/livescience.com)

 

“This cosmic crash sent gravitational waves streaming outward at the speed of light, causing ripples in the fabric of space-time, similar to how a dropped pebble disturbs a still pond. Researchers said the collision occurred 1.3 billion years ago between black holes that were about 29 and 36 times more massive than the sun, respectively.” (Calla Cofield – livescience.com)

 

No fundo o Espaço era um e existira desde sempre, replicando-se em todas as direções e provido de movimento, alterando a energia e a sua forma visível – a matéria. E a Alma dessa matéria era o seu eletromagnetismo: de uma forma visível ou invisível lá estava ele sempre presente. Dessa forma comunicando, interagindo e dando evolução à Grande Coisa (uma espécie de Big Bang ou algo também de estrondoso) – única, infinita e auto consciente.

 

“Unlike light waves, gravitational waves don't get distorted or altered by interactions with matter as they race through space; they therefore carry "pure" information about the objects and events that created them, according to LIGO researchers.” (Calla Cofield – livescience.com)

 

Não sendo pois de admirar que tudo se mexa por interação infinita de pontos criando um grande corpo, manifestando-se de seguida como construção e expressão desse conjunto e sucessivamente renovando-se como por ondas e propagando-se sem fim numa projeção – de um centro de outros corpos para um centro corporal, estendendo-se por transferência em todas as direções (como se fosse um buraco negro).

 

“Como quando atirava uma pequena pedra para o meio de um lago e inesperadamente, face à pequenez desta e ao seu desaparecimento imediato, me via perante um cenário maravilhoso por misterioso onde toda a superfície do corpo líquido se contorcia tal e qual como se tivesse prazer, atingindo no fim o orgasmo e assinalando a sua presença (da energia que a pedra tinha e de como a transmitia).”

 

Com as ondas de gravidade a serem agora finalmente detetadas e como tal, tendo nalgum tipo de origem, um ponto-focal por nós definido (de forma a ser possível a nossa compreensão) e claramente dinâmico. E interagindo com outros como variável, logo dependente.

 

“Na fluida dinâmica, ondas de gravidade são ondas geradas em um meio fluido, ou na interface entre dois meios (por exemplo, entre a atmosfera e o oceano), que ocorrem devido entre à interação de duas forças: o princípio de Arquimedes (que tende a fazer com que matéria no meio flutue) e a gravidade (que puxa a matéria em direção à superfície).” (wikipedia.org)

 

FRATERLUZ - Lei de Causa e Efeito vs Lei de Ação

Carma – Ação e Reação – Causa e Efeito
(fraterluz.blogspot.pt)

 

Sejam gravíticas ou gravitacionais, todas estas forças cósmicas (movimentando-se por ondas e assim atravessando espaços) estão interligadas entre si respondendo a uma só relação e à construção de um conjunto bem definido (o que não significa limitado – para tal contando ainda com os buracos negros, de modo a estabelecer canais alternativos e instantâneos de comunicação): e face a todas as forças da Natureza em presença, na realidade apenas um simples fenómeno facilmente compreensível e até por nós diariamente praticado (por isso estarmos vivos) de ação-reação. Numa estrutura aleatória mas conforme o caos e a ordem (talvez por acaso e/ou necessidade).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:45

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