Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Abr 16

No Estádio da Luz e perante mais de 60.000 pessoas

(1º Abril 2016)

 

S. L. Benfica – 1 S. C. Braga – 5

 

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Com o último golo do S. C. Braga a ser marcado ao minuto 93 por Pedro Santos na conversão de uma grande penalidade.

 

(imagem: youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:52

De como o Sol pode ser a Mãe e a Lua a sua Ama (da Terra) – num cenário dirigido.

Não dizem que existe um Deus?

Se não for isso será um acaso ou talvez uma necessidade.

E porque não os dois num Universo-Organismo-Vivo?

 

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Imagem à escala da distância entre a Terra e a Lua

(o maior satélite natural de todo o Sistema Solar comparativamente com o tamanho do planeta que orbita)

 

Num momento da História da Humanidade em que a dicotomia entre o progresso Científico introduzido na nossa Sociedade pelo extraordinário avanço Tecnológico e o pensamento ideológico e ultrapassado das nossas Elites se torna cada vez mais avassalador – bastando para tal analisar o perfil desapontante dos dois principais candidatos às eleições presidenciais dos EUA, Hillary Clinton e Donald Trump – torna-se cada vez mais interessante voltarmos a ouvir a voz daqueles que pelas suas ideias geniais, conseguiram através de uma simplicidade de pensamentos e interligação de raciocínios coletivos, chegar com toda a facilidade à constatação e possível confirmação de mais uma clara evidência, por sempre presente e desde sempre usufruída: de que tudo o que se passa é muito mais simples do que se pensa (o seu mecanismo) bastando libertar-nos de certas amarras (impostas por alguns para o seu funcionamento) para podermos sentir (e percecionar tudo como um todo) Algo de novo – a Máquina, um artefacto desdobrado nos parâmetros do Espaço-Tempo do nosso Universo pessoal e exposto diante dos nossos olhos em múltiplas dimensões (em todas as suas particularidades para nós aparentemente mais longínquas e profundas), facilmente detetável em toda a sua estrutura e forma por simples exposição diante de nós de todos os seus componentes disponíveis (mesmo num conjunto limitado mas inevitavelmente inserido noutro) do infinitamente pequeno ao infinitamente grande.

 

"The deep Earth may not be cooling down"

Denis Andrault, Julien Monteux, Michael Le Bars and Henri Samuel

Earth and Planetary Science Letters

March 30, 2016

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Motions in the outer core are generated by the conversion of gravitational and rotational energies of the Earth–Moon–Sun system

 

We review the early and the present thermal states of the deep Earth.

We highlight the paradoxes implied by the classical scenario based on secular cooling.

We propose a 4.3 Gy steady thermal state scenario for the lowermost mantle.

We suggest the Moon as a necessary ingredient to sustain the Earth's magnetic field.

 

The Earth is a thermal engine generating the fundamental processes of geomagnetic field, plate tectonics and volcanism. Large amounts of heat are permanently lost at the surface yielding the classic view of the deep Earth continuously cooling down. Contrary to this conventional depiction, we propose that the temperature profile in the deep Earth has remained almost constant for the last 4.3 billion years. The core–mantle boundary (CMB) has reached a temperature of ∼4400 K in probably less than 1 million years after the Moon-forming impact, regardless the initial core temperature. This temperature corresponds to an abrupt increase in mantle viscosity atop the CMB, when ∼60% of partial crystallization was achieved, accompanied with a major decrease in heat flow at the CMB. Then, the deep Earth underwent a very slow cooling until it reached ∼4100 K today. This temperature at, or just below, the mantle solidus is suggested by seismological evidence of ultra-low velocity zones in the D”-layer. Such a steady thermal state of the CMB temperature excludes thermal buoyancy from being the predominant mechanism to power the geodynamo over geological time.

 

An alternative mechanism to sustain the geodynamo is mechanical forcing by tidal distortion and planetary precession. Motions in the outer core are generated by the conversion of gravitational and rotational energies of the Earth–Moon–Sun system. Mechanical forcing remains efficient to drive the geodynamo even for a sub-adiabatic temperature gradient in the outer core. Our thermal model of the deep Earth is compatible with an average CMB heat flow of 3.0 to 4.7 TW. Furthermore, the regime of core instabilities and/or secular changes in the astronomical forces could have supplied the lowermost mantle with a heat source of variable intensity through geological time. Episodic release of large amounts of heat could have remelted the lowermost mantle, thereby inducing the dramatic volcanic events that occurred during the Earth's history. In this scenario, because the Moon is a necessary ingredient to sustain the magnetic field,

 

“The habitability on Earth appears to require the existence of a large satellite.”

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:04

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