Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

02
Jun 16

Michelle Kunimoto:

Her research interests lie heavily in the field of exoplanets and planetary habitability

For her undergraduate thesis, she has been searching for and characterizing new exoplanet candidates in data from NASA’s Kepler Mission.”

(exoplanetes.umontreal.ca)

 

Só ela descobriu ao olhar (dados da missão Keppler) 4 longínquos planetas

(aguardando confirmação e esperando que não seja a da NASA)

 

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A jovem canadiana de 22 anos Michelle Kunimoto

 

A única questão que desde logo me ocorre colocar, mas da qual não deveria ter sequer qualquer tipo de dúvidas ou outras considerações (quanto mais ousar perguntar) – pois o silêncio que me rodeia é estrondoso e sufocante – é como é possível que uma jovem universitária acabada de se formar mas áreas da física e da astronomia, já possa ter descoberto durante o seu trabalho final de formação e graduação, aquilo que muitos outros não o conseguiram por mais ferramentas e tempo utilizados no processo.

 

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Dimensão comparada do exoplaneta KOI 408.05

 

Analisando apenas dados já anteriormente estudados: de uma forma tão profunda que nem viram 4 planetas. E com um deles KOI 408.05 (um planeta em trânsito tendo como referência uma estrela) localizado a cerca de 3.200 anos-luz de distância da Terra, a encontrar-se na zona habitável da sua estrela, provavelmente rochoso e com oceanos e acompanhado por outras luas: numa caixa que ao abrir-se até poderá conter vida. E já agora por onde andam os cientistas da NASA?

 

(imagens: cbc.ca)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:14

Recep Tayyip Erdogan já deve ir em mais de 2.000 processos contra os cidadãos que diz representar, levantados pelo próprio como se fossem seus inimigos – esmagadoramente condenados e marginalizados socialmente, apenas por se exprimirem (livremente) quando postos a pensar (sem limites coercivos).

 

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Agora tentando colocar a turca Merve Buyuksarac na posição horizontal

 

Num dos gestos espontâneos com que por tantas vezes nos exprimimos, a utilização da tecnologia para imediata comunicação, torna-se muitas vezes num periférico transmissor de emoções – sendo reais ou virtuais, mas necessariamente expressivas (caso contrário nunca tendo impacto e condenadas ao esquecimento).

 

E na base foi o que fez Merve Buyuksarac conhecida no seu país por ter sido a Miss Turquia de 2006. Que pelos vistos num momento de aberração e de loucura – e excedendo tudo o que de normal se pudesse esperar dela – extravasou competências (físicas e certificadas) utilizando mais qualidades (sem habilitação para as praticar e ainda por cima mentais).

 

Pretensamente partilhando numa página do seu Instagram um poema intitulado The Master´s Poem, considerado insultuoso por associação paralela de ideias (que como todos nós sabemos nem sempre são coincidentes) para o atual Presidente turco: no seu passado como 1ºMinistro (o seu momento de entrada na hierarquia política dominante) tendo sido acusado de ser passivo no combate à corrupção, de que terá beneficiado assim como familiares e amigos.

 

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O verticalíssimo presidente turco Recep Tayyip Erdogan

 

Mas à tentativa desta simples Mulher respondeu logo o Super-Homem ERDOGAN: colocando esta Mulher no seu devido lugar – já que a função dela é apenas para se ver (tal e qual como uma escrava-sexual) – e indicando-o a Ele como o Homem a servir. Esclarecendo logo de vez o nome do predador e da presa e se necessário estendendo-o a outros grupos pensantes.

 

[contando com a conivência de Merkel → e logicamente da Alemanha e do seu Governo,

enquanto chantageia a Europa → com novos refugiados e atentados terroristas]

 

Simultaneamente indicando à Europa a sua Soberania futura (vaporizada em poucos segundos com a sua crise financeira), entalada entre o Atlântico (resguardando os norte-americanos) e a Turquia de Erdogan (impulsionado pelos sauditas): um território a curto-prazo abandonado à sua sorte e destino, com a Rússia mais a leste pensando no que (com ela) fazer e com todo o eixo estratégico (mundial) a fixar-se agora na Ásia (ou não fosse no presente o continente em ascensão, logo agora e por coincidência o vizinho-rico dos EUA).

 

(imagens: independent.ie)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:55

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