Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

31
Ago 16

Se no Reino Unido e como muitos dizem as ruas estão cobertas de Ouro, no Iraque estarão cobertas de Petróleo.

 

“Depois da luta do PETRÓLEO e do OURO (pela posse da Coisa)

Lutaremos pela ÁGUA (pela nossa Sobrevivência)!”

 

oil-fires.jpg

Rio de Petróleo

Cidade de Qayyara no norte do Iraque após os terroristas do ISIS terem feito explodir nestes últimos dias vários poços de petróleo escurecendo o céu e cobrindo de negro as ruas da cidade

 

O que poderemos nós pensar ao observarmos iraquianos cujas ruas das suas cidades até aparecem agora cobertas de PETRÓLEO (45 euros/barril), ao vê-los a fugirem em debandada geral para um outro país onde as suas ruas estarão aparentemente cobertas de OURO (40 euros/g)?

 

É que se no caso da Guerra do Iraque e tendo sido a única justificação confirmada para a sua existência o valor de uma matéria-prima como o era o PETRÓLEO, será de arrepiar só de pensar que alguma vez as ruas das cidades do Reino Unido, na realidade possam estar cobertas de OURO.

 

Num futuro demasiado próximo podendo-se estar perante um cenário de Nova Guerra Mundial (e não regional como a guerra iraquiana envolvendo uma matéria-prima energética temporariamente prioritária não renovável, mas não fundamental como uma moeda de troca de referência e ainda-por-cima durável como é o ouro) e tendo Londres como alvo.

 

Com as Forças Armadas da Rússia (lideradas pelo Urso PUTIN) a invadirem a Europa (pela confirmação de cenários para gáudio dos estrategas da NATO) e a dirigirem-se imediatamente para o mais fiel centro de apoio dos EUA localizado no Reino Unido (e com os russos a terem o apoio na retaguarda (como fortíssimos aliados) da China e do Irão) bombardeando as cidades e liquefazendo as suas ruas cobertas de ouro.

 

E com um Mundo Negro de um lado e um Mundo Dourado do outro, o aparecimento de um outro mundo mais leve e transparente mas certamente não o sendo para toda a gente presente: asfixiados pelo negro encadeados pelo dourado nem vendo diante de nós o que para todos foi criado (e prepotentemente retirado e expropriado).

 

Pelo que a informação recentemente divulgada em Portugal aconselhando-nos a voltar de novo ao antigo e maioritário consumo de água da torneira, em função da crise global que hoje atravessamos e à escassez cada vez mais notória de certos bens essenciais, só poderá ter uma única interpretação: desviar a nossa atenção pois a Guerra há muito que já começou.

 

(imagem: theamericanenergynews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:00

Sempre e Sempre os Fora da Terra Presentes

(num rumo inevitável de credibilização)

 

Drakensberg1956a.jpg

Registo de um UFO

África do Sul, 17.07.56

(Elizabeth Klarer/Michael HessemanN

 

O que se torna bastante estranho em certas notícias que vão chegando em determinados momentos ao público em geral (no presente), é que noutro espaço e noutro tempo igualmente reais essas mesmas notícias já terão sido anteriormente relatadas (no passado), mas devido ao contexto e ao interesse particular de alguns (como agentes internos ou externos) sem que ninguém as credibilizasse (e pelo ridículo muito menos reivindicasse).

 

Pelo que a descrição de acontecimentos inacreditáveis e nunca vistos ainda-por-cima envolvendo uma aparente intervenção de uma civilização extraterrestre muito mais avançada do que a nossa, além de ser um valente soco no estômago na nossa crença ideológico-religiosa da exclusividade Humana (com o Homem no centro do Universo – uma refeita teoria geocentrista substituindo a Terra pela sua espécie dominante – replicando-se futuramente até ao Infinito), poderia pôr em causa a Estrutura confrontando-a com outros desejos de futuro.

 

E provocando um apagão de graves consequências: sabendo-se como o Fantástico e o Imaginário (e o seu Maravilhoso Movimento) têm sido esmagados pela mais brutal Ilusão (não evolutiva, estática e mortal por temporal).

 

Simplificando: entre a continuidade da linha de controlo e usufruto ideológico (de alguns) baseado na simples replicação de modelos mentais redutores (de biliões) e a alternativa por uma outra linha mesmo que consentida (no fundo todos os regimes aceitam de um modo ou do outro a existência da oposição, por óbvia necessidade de sobrevivência) e por mínimo de diversidade que apresentasse (a caraterística superficial de muitos mas de que outros subterraneamente se aproveitam) é fácil de se aceitar a solução pela continuidade.

 

Como é o caso.

 

proxima-centauri-b-landscape-ANNOTATED.jpg

Ilustração de Terra B

Numa viagem interminável de milhares de anos

(ESO/M. Kornmesser/space.com)

 

Agora (ano de 2016) em que numa estrela anã-vermelha distando mais de 4 anos-luz da nossa Terra, os cientistas afirmam ter descoberto orbitando essa estrela pertencendo a um sistema estelar triplo (incluindo as estrelas Alpha Centauri A e B), um planeta muito semelhante ao nosso e provavelmente proporcionando condições de habitabilidade (pela sua posição/dimensão/massa/exposição relativamente à estrela).

 

Sugerindo-nos que um dia no futuro ocorreria um contacto de colonização (atingindo a Terra B) ou até mesmo de intercâmbio (quem sabe, tudo é possível): para já impraticável pela distância em causa.

 

Ou será mesmo assim?

 

Isto porque já nos meados do século passado (há 60 anos e como se estivéssemos inseridos num cenário de ficção-científica incluindo UFO’s e Alienígenas), a sul-africana Elisabeth Klarer se referia à existência deste sistema estelar integrando o conjunto triplo da brilhante estrela Alpha Centauri, adicionando ao seu conhecimento para o seu tempo bastante estranho e por essa razão muito pouco credível (por falta de apresentação de fontes e de factos) a presença de (pelo menos) um planeta orbitando essa estrela e habitado por uma civilização mais avançada do que a nossa e no entanto humanoide: o nosso planeta irmão AKON.

 

Afirmando-se conhecedora por presença direta (em Akon) e utilizando como transporte tecnologia de salto (utilizando a luz e as suas características eletromagnéticas para decompor o tempo anulando-o e tornando o deslocamento da matéria instantânea).

 

Naturalmente aplaudida (de início e apenas como artista) e de seguida desacreditada (estrategicamente arquivada).

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:42

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