Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

09
Dez 16

Poderá já estar de novo a caminho!

(do seu periélio)

 

“De acordo com as pesquisas de Sitchin, Nibiru e suas luas descreveriam uma órbita lenta e elíptica em torno de uma estrela não muito distante e passariam pelo interior do Sistema Solar a cada 3,6 mil anos, sendo uma espécie de intermediário entre essas duas regiões do universo. O cinturão de asteroides, os cometas, as crateras na superfície da Lua e até mesmo a própria Terra seriam resultado da colisão de Nibiru e Tiamat, outro planeta mítico citado por Sitchin, que ficaria entre Marte e Júpiter. Além de causar desequilíbrios cósmicos, a passagem de Nibiru pelo Sistema Solar ainda se faria sentir por meio de catástrofes naturais, a exemplo do dilúvio de Noé e do desaparecimento de Atlântida, e pela inversão dos polos magnéticos do planeta, causando imensa destruição.” (Planeta X: Teorias ganham novo fôlego – Cartola/Agência de conteúdo/terra.com.br)

 

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Nono Planeta do Sistema com a sua estrela o Sol ao fundo

 

Continuando à procura de outros lugares (de preferência distantes por proporcionarem o Desconhecido e a Aventura) que ainda possam completar o leque de objetivos determinados ou aleatórios que a Vida tal como conscientemente verificamos ainda não nos proporcionou, torna-se óbvio que um dos destinos preferenciais da nossa atenção até pelos problemas que o Homem constantemente nos coloca (pondo mesmo em causa a sobrevivência do nosso planeta) condicionando o nosso movimento e a nossa livre escolha (ou seja transformando-nos nus zombies), seja tudo o que nos envolve (e à Terra) e especialmente o Espaço profundo.

 

E se entretanto soubermos de alguma discrepância que nos coloque a dúvida (em vez de negativa e comodamente a eliminar de modo a não provocar outras ondas mais alterosas), ainda mais nos enfiamos todos entusiasmados no nosso buraco (belo por profundo), pois nele sabemos estar uma outra abertura e uma outra resposta, para mais uma questão de sobrevivência e de evolução (no movimento experimental se construindo o edifício do Conhecimento) não apenas de fé ou puramente existencial: como poderá ser o caso do nosso Sistema Solar com a ligeira inclinação axial do Sol (estrela de referência) a poder ser justificada com a existência de um outro planeta integrando esse sistema (que não o tão falado Planeta X).

 

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Os seis mais distantes objetos do Sistema Solar – e o possível Nono Planeta

 

O qual seria o substituto do despromovido planeta Plutão (agora transformado em planeta-anão) e pela sua ordem (de distância relativamente ao Sol) agora denominado como Nono Planeta. E até com cientistas a induzirem-nos nessa ideia (matematicamente credível) até por ser uma forma de tentar explicar a ligeira inclinação do eixo solar:

 

Solar Obliquity Induced by Planet Nine

 

“The six-degree obliquity of the Sun suggests that either an asymmetry was present in the solar system's formation environment, or an external torque has misaligned the angular momentum vectors of the Sun and the planets. However, the exact origin of this obliquity remains an open question. Batygin & Brown have recently shown that the physical alignment of distant Kuiper Belt orbits can be explained by a 5-20 m_ planet on a distant, eccentric, and inclined orbit, with an approximate perihelion distance of ~250 au. Using an analytic model for secular interactions between Planet Nine and the remaining giant planets, here, we show that a planet with similar parameters can naturally generate the observed obliquity as well as the specific pole position of the Sun's spin axis, from a nearly aligned initial state. Thus, Planet Nine offers a testable explanation for the otherwise mysterious spin–orbit misalignment of the solar system.” (authors.library.caltech.edu/71331)

 

E com os mesmos cientistas na prossecução das suas escavações arqueológicas levadas a cabo por todos os cantos do Sistema (Solar), extravasando os limites do mesmo (com as suas sondas e telescópios), ultrapassando as suas fronteira (eventualmente nas Nuvens de Oort), estendendo-se pela sua galáxia (Via Láctea) e sem grandes surpresas e apenas como confirmação, descobrindo um outro parente na figura de um planeta perdido: circulando próximo no Espaço, com o mesmo foco que a Terra, mas há muito emigrado e com visitas muito distantes (distanciadas no tempo). Um planeta localizado nos limites do nosso Sistema e que conforme previsto pelos seus descobridores (teóricos e experimentais) poderá ser o responsável (desde a formação do sistema Solar) não só pela estranha inclinação do eixo axial solar, como pelas ligeiras variações orbitais de alguns dos seus corpos celestes (como os localizados no Cinturão de Kuiper – os vizinhos mais próximos do pequenino Plutão).

 

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Mike Brown (o professor) e Konstanin Batygin (o assistente)

 

Um planeta de tal modo maciço e de eixo inclinado, que forçosamente provocará um acomodamento dos outros corpos celestes à passagem do gigante, até nas órbitas e na sua velocidade;

 

Movimentando-se em torno do Sol numa órbita cerca de 20 X mais distante que a órbita (média) de Neptuno (ou seja cerca de 4500 milhões de Km ou 30 UA) e apresentando uma dimensão cerca de 10 X Terra; e despertando a curiosidade não só destes cientistas (como de muitos outros eruditos e leigos) como de agências como a NASA, instituições como o Vaticano e até de bases de vários países situadas na Antártida (Polo Sul);

 

Agora mesmo à nossa porta (do Sistema Solar), espreitando entre os planetas e talvez caminhando para o seu periélio: o que leva os astrónomos Mike Brown e Konstanin Batygin a afirmar que de acordo com o seu modelo e se o mesmo estiver correto no prazo máximo de 16 meses o mesmo poderá ser visível confirmando-se a descoberta (a sua presença no Sistema Solar como o seu Nono Planeta) – em função da publicação do trabalho de ambos lá para os finais de Setembro (de 2017);

 

Provavelmente e dada a sua órbita não usual e não condizente com a dos seus restantes companheiros (os outros 8 planetas principais integrando o Sistema Solar) – numa órbita muitíssimo mais alongada – com os cientistas sugerindo que o mesmo poderá ter sido ejetado e expulso da região rodeando outro planeta gigante do Sistema (como o poderia ter sido o gigante gasoso Júpiter) ou então tendo aqui chegado já há muito e muito no tempo no passado atraído por outro possível objeto então ainda integrando o Sistema Solar. Talvez a zona do Espaço onde hoje vemos a Cintura de Asteroides e que no passado estaria ocupado por outro objeto qualquer (o Quinto Planeta entre Marte e Júpiter).

 

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Planeta X, Cinturão de Kuiper e gigantes gasosos

 

Talvez um Quinto (Planeta) expulso por outro (semelhante, próximo, incompatível), ejetado da sua órbita e lançado no espaço (num passado inicial do Sistema), mas sem nunca abandonar o conjunto (sistema planetário em torno do Sol) e regressando sempre como o filho pródigo (de histórias) – agora e por determinada ordem sendo o Nono Planeta. Mas onde e quando?

 

Tendo como referência o corpo celeste candidato a planeta-anão (diâmetro em torno dos 250Km) e denominado 2007 TG422, com o mesmo a localizar-se entre 35 UA (periélio) e 972 UA (afélio) de distância do Sol e com um período orbital entre os 10 e os 14 mil anos;

 

E com Sedna (outro potencial planeta-anão com diâmetro ultrapassando os 1000Km) a ter um período orbital de quase 11,5 mil anos;

 

Concluindo-se por alguma semelhança e simples associação (de um comum leigo) que o período orbital do antes falado (por imaginário) Planeta X e do agora sinalizado (por real) Nono Planeta, não deverão andar muito longe um do outro (10 a 20 mil anos);

 

Bastando para o situar tanto no tempo como no espaço e dando credibilidade a escritos antigos como o da civilização Suméria – com cataclismos terrestres constantemente associadas à sua passagem no ponto do seu periélio – consultar os arquivos da nossa História e aí descobrir um fator que seja comum à passagem do corpo celeste e a algum episódio trágico passado na Terra: logo à primeira o Dilúvio (segundo uma entre muitas versões motivado pela queda de um meteoro em pleno oceano Índico provocando um enorme tsunami).

 

(imagens: caltech.edu e carnegiescience.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:31

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