Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

12
Jan 17

 

Vento Solar

Velocidade

384.5Km/s

 

Densidade

6.2protões/cm³

Chamas Solares

Raios X

C3

Manchas Solares

Número

0

Emissão Radio

Valor

10.7cm fluxo

(alguns dados sobre o Sol a 12 de Janeiro)

 

hmi1898.gif

O Sol a 11 de Janeiro de 2017

(Limpinho)

 

Para quem observasse o Sol a partir do nosso planeta, a imagem que registaríamos neste dia 11 de Janeiro (ontem), seria a de uma superfície completamente uniforme sem uma única mancha visível. Algo de raro de acontecer, sendo mais uma indicação de que o Sol se encontra muito próximo do seu ponto de menor atividade deste seu ciclo solar. Que como nós todos sabemos não quer dizer (como consequência) que toda a camada atmosférica que nos rodeia e à Terra se encontre calma e tranquila, já que muitos outros fatores também importantes poderão alterar significativamente o seu comportamento – continuando mesmo assim a provocar o aparecimento de auroras algumas delas bem intensas: como o que se passa agora na Terra já que mesmo sem manchas solares as auroras e o seu espetáculo celestial não param, justificando com a sua presença a ocorrência dessas tempestades geomagnéticas. Cujo aparecimento neste caso é da dupla responsabilidade do campo magnético interplanetário que a Terra estará a atravessar num dos seus pontos mais críticos (mudança da polaridade do Sol) e de vento solar que a atingirá diretamente a partir do dia 12 (hoje). Uma estrela que este ano de 2017 curiosamente (ou nem tanto) quase sempre se apresentou limpa (sem manchas) algo só visto pela última vez já lá vão mais de seis anos; pelo que o mínimo solar estará mesmo próximo talvez lá para 2019/2020.

 

O que nos levanta a questão e talvez mesmo a grande preocupação (por prevenção e segurança tentando-nos antecipar ao futuro) – ao pensarmos que se este período de pouca atividade do Sol se prolongar por mais 2/3 anos – se essa condição (caso extrema) poderá afetar de algum modo as condições do nosso ecossistema terrestre: no ar, no mar e na terra (particularmente no seu interior).

 

Acrescentando aqui algumas informações (adicionais) que nos levaram ao afirmado inicialmente:

 

The auroras were sparked by a stream of solar wind flowing from a large hole in the sun's atmosphere. Such "coronal holes" are common during Solar Minimum.

 

A lot of interesting things happen when sunspots vanish. For instance, the extreme ultraviolet output of the sun plummets. This causes the upper atmosphere of Earth to cool and collapse. With less air "up there" to cause orbital decay, space junk accumulates around our planet.

 

Also during Solar Minimum, the heliosphere shrinks, bringing interstellar space closer to Earth. Galactic cosmic rays penetrate the inner solar system with relative ease. Indeed, a cosmic ray surge is already underway, with implications for astronauts and even ordinary air travelers.

 

(texto/itálico e dados: spaceweather.com – imagem: SDO/HMI)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:20
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“Como primeira e última ideia aparecendo e desaparecendo da minha cabeça (infelizmente tudo é passageiro) a hipótese de, tendo em conta os resultados finais e a persistência dos seus principais intervenientes (os protagonistas), quem pretende efetivamente atirar Donald Trump (e os EUA) para as mãos de Vladimir Putin (e da Rússia) são mesmo os Democratas e os apoiantes de Hillary Clinton. Faltando apenas e só saber bem e porquê. Bastando para tal e apenas observar, integrar e pensar – no antes e no durante e assim antecipando o futuro.”

 

“I think it was Russia”

(Donald Trump)

 

Trump.jpg

Conferência de Imprensa de 11.01.2017

Donald Trump acusando a cadeia televisiva CNN

(de transmitir deliberadamente falsas notícias sobre ele e a sua equipa)

 

Quando se esperava por um pedido de desculpa público (a todos os norte-americanos que apoiando Donald Trump ou Hillary Clinton participaram na Campanha Presidencial) da cadeia televisiva por cabo norte-americana CNN (apoiando o partido Democrata e Hillary Clinton),

 

Pela sua vergonhosa representação na 1ª Conferência de Imprensa de Donald Trump após ganhar as Eleições Presidenciais dos EUA de Novembro de 2016 (replicando após a eleição de Donald Trump o tipo de comportamento tido antes quando este se começou a configurar como o candidato Republicano escolhido para defrontar Hillary Clinton),

 

Eis que alguns dos responsáveis da CNN talvez ali colocados pelo seu desprestígio atual como jornalistas, pela sua derradeira apresentação de justificações fraudulentas e pela possibilidade de mais um ataque suplementar e à traição (por não comprovado) ao seu alvo e inimigo a abater (e por ventura eliminar) o agora Presidente dos EUA Donald Trump,

 

Decidiram mais uma vez tentar o velho truque mágico de tirar um coelho de uma cartola perante um grande número de espetadores focados num lado da Conferência (a apresentação do programa político da equipa de Donald Trump),

 

Tendo infelizmente como único objetivo da sua intervenção (pelos vistos inocente e inimputável) revirar-lhes a atenção do verdadeiro tema aí presente, tentando desse modo e por efeito colateral e intencional forçar o virar do olhar de toda esta grande assistência ai presente na sua direção e para sua própria atenção.

 

E que mais fácil, infantil, confrangedora e desesperada operação sobreliminar (para eles achando os norte-americanos mais que estúpidos claramente ainda subliminar) estariam agora eles a congeminar?

 

Evidentemente algo que até um principiante (e participante no mundo do Espetáculo e dos Media) ainda sem grandes princípios e valores de imediato tiraria da atrás referida cartola, de uma forma simplificada e utilizando apenas uma tesoura fictícia e utilizada para cortar (o excedente),

 

Apenas retirando uma frase do seu contexto e passando um rolo compressor sobre o restante, deixando ficar apernas uma das partes que os possa (auto) convencer e que lhes possa dar razão (dada a confusão mental em que estão).

 

T1.jpg

Conferência de Imprensa de 11.01.2017

Donald Trump ignorando as tentativas do repórter da CNN

(após duríssima resposta introdutória à Conferência, como reação a mais uma notícia falsa transmitida pela estação)

 

E assim enquanto Donald Trump sugeria que a espionagem tanto poderia vir da China, da Rússia, como de muitos outros estados do Mundo, eis que logo a CNN aproveitando esta afirmação e como que reclamando razão (vitória) colocava em título e em evidência:

 

“Trump lashes media, accepts Russia behind hacks”

(CNN)

 

Em tipo de conclusão deixando qualquer um de nós na verdadeira dúvida política e existencial de saber qual das duas (ou muitas) partes em luta e em presença (Democratas, Republicanos, Pró-Sistema, Antissistema e muitos outros concessionados) tem razão,

Ou se por outro lado não serão todos loucos ou até mesmo psicopatas: é que somos nós os doentes e eles são os doutores.

 

[Sendo conveniente recordar que apesar do último ataque a Donald Trump (tentando mais uma vez liga-lo à Rússia, como sendo um instrumento de Vladimir Putin) ser baseado em informações não comprovadas nem credíveis (o que levou a generalidade dos Média a não a publicar), também o sabendo e conhecendo também que aí vinha a Conferência (e desse modo tentando impor a mudança de Tema) a CNN foi o único órgão de Comunicação relevante que continuou a insistir na notícia mesmo utilizando painéis e como se os factos fossem verdadeiros. Grande jornalismo sem dúvida e logo vindo da CNN – que por ventura e ideologicamente deveria estar à esquerda da Republicana FOX (que até se adaptou às circunstâncias passando de opositor a fiel apoiante de Donald Trump).]

 

(imagens: good.is e cnn.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:29

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