Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

02
Fev 17

Com a primeira prova do ano de 2017 contando para o Ranking Mundial de Snooker, iniciou-se ontem o MASTERS da ALEMANHA.

 

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Martin Gould (ENG)

Vencedor do Masters da Alemanha de 2016

 

Contando com os 32 sobreviventes da fase de qualificação, realizada entre 6 e 9 de Dezembro do ano passado (onde participaram 128 jogadores).

 

Com a lista a ser encabeçada por MARTIN GOULD/19º RM vencedor do Masters em 2016 (batendo na final LUCA BRECEL/26º RM por 9-5);

Logo seguido por MARK SELBY/1º RM atual Campeão do Mundo e vencedor do Masters em 2015;

E por STUART BINGHAM/3º RM Campeão do Mundo em 2015 (e a partir daí parecendo estar a percorrer um caminho descendente).

 

Nas 10 provas anteriormente realizadas (OPEN ou MASTERS contando para o RM ou não) apenas com dois jogadores a repetirem o feito:

JOHN HIGGINS (2 OPEN contando para o RM);

E RONNIE O´SULLIVAN (1 OPEN e 1 MASTERS contando para o RM).

 

Com os outros vencedores a serem JOHN PARROT, MARK WILLIAMS, ALI CARTER e DING JUNHUI (além dos vencedores de 2015 e 2016 já referenciados anteriormente).

 

Com o Masters da Alemanha a decorrer desde ontem (dia 1 quarta-feira) e com algumas das 16 partidas do 1º ROUND entretanto já concluídas (11 faltando 5):

Destacando-se entre essas 11 partidas iniciais a surpreendente eliminação de RONNIE O´SULLIVAN/13º RM às mãos de MARK KING/21º RM, com o recente vencedor do DAFABET MASTERS a perder logo à primeira (eliminatória) por 5-4 (na negra à melhor de 9).

 

Um acontecimento negativo para quem pretendia retornar ao TOP TEN do RM de Snooker (saindo derrotado logo na 1ª prova do ano contando para o Ranking).

 

E com os oitavos-de-final a iniciarem-se sexta-feira (para de 16 se apurarem 8) com sessões pelas 14:00 e pelas 20:00 (na EUROSPORT).

 

[Com o vencedor do Masters da Alemanha de 2016 (Martin Gould) já apurado para os oitavos-de-final – os melhores 16 – e com o finalista vencido (Luca Brecel) ausente da prova em Berlin dado ter sido eliminado logo na 1ª Ronda do torneio de Qualificação (disputado em Dezembro na Inglaterra).]

 

(imagem: Wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:50

Já dizia a professora primária – e com razão!

 

“Extinto há mais de 70 milhões de anos nada nos garante que dentro de outros milhões, o vulcão de Monchique ressurja ativando de novo o complexo vulcânico do Algarve.”

 

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Pontos de subdução existentes entre as placas tectónicas

 

Quando passamos pela vila algarvia de Monchique e olhamos para os picos da Fóia (902m) e da Picota (774m) – com outras pequenas elevações espalhadas pelo terreno e ondulando como vagas até ao mar – a primeira coisa que nos vem logo à cabeça (não só pela constituição do terreno, pela sua evolução ao longo de milhões de anos, como até pela presença de águas termais a cerca de 32⁰C de temperatura nas Caldas de Monchique) é que esta região poderá ter tido num passado já muito distante o seu próprio Vulcão (ou vulcões): há muitos anos atrás quando cheguei a esta região ainda ouvindo falar pelos mais antigos e residentes na zona (e áreas adjacentes) do antigo e agora extinto Vulcão de Monchique (um vulcão declara-se extinto se não se verifica atividade visível ao fim de 10.000 anos – e se não tiver magma debaixo dele; adormecido se tiver tido uma erupção recente ou algum tipo de atividade menor e visível).

 

Na realidade com os dois picos a serem mesmo de origem vulcânica com o terreno (geologicamente falando) composto por SIENITO (uma tipo raro de rocha plutônica semelhante ao granito) e XISTOS (um tipo de rocha metamórfica predominante nas zonas menos elevadas): sendo esse território argiloso muito característico de alguns terrenos algarvios (xistosos), dado ter sido a partir da argila ao ser sujeita a grandes pressões e temperaturas que se obteve o produto final – o tal Xisto (uma rocha metamórfica – uma rocha obtida a partir de reações químicas e físicas aplicadas a uma outra rocha original). Sabendo-se que em Portugal Continental de momento todos os vulcões existentes e tendo estado em atividade no passado (já muito remoto) se encontram completamente extintos (pelo menos sem atividade visível do exterior) – em todos os complexos vulcânicos conhecidos: como o Complexo Vulcânico de Lisboa (tendo estada em atividade há cerca de 70 milhões de anos) e o complexo associado à serra de Monchique (tendo estado em atividade há mais de 72 milhões de anos).

 

Num processo de transformação contínua de toda a superfície da Terra (á vista ou submersa), no qual uma zona ativa tornada inativa poderá posteriormente ressurgir entrando num novo ciclo evolutivo (e geológico): o que poderá significar recolhidos alguns dados entretanto analisados e esclarecedores (indícios, vestígios, sinais) que poderemos no futuro entrar numa nova era de vulcanismo no Mundo como em Portugal – mas como tudo demorando o seu tempo e talvez ocorrendo daqui a mais uns milhões de anos.

 

“Existindo há mais de 4,5 biliões de anos o planeta Terra já testemunhou na sua História Geológica a existência de vários Supercontinentes: provavelmente num deles com a África e a Europa ligadas entre si e com o mar Mediterrâneo (então um território emerso, vulcânico e bastante fértil) isolado do oceano Atlântico pela então existente junção (terrestre) localizada no estreito de Gibraltar.”

 

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 Falha do Marquês de Pombal nas proximidades do Cabo de S. Vicente

 

Com todo este percurso sequencial e vulcânico ativo-inativo-ativo a poder ser explicado pela presença a sul de Portugal e submersa sob as águas do oceano Atlântico de uma importante falha tectónica separando a placa euroasiática da placa Africana: na sua deslocação provocando sismos (propagando-se em terra), abaixamento e elevação de terrenos (do fundo do mar) e em certos casos originando ondas gigantes (tsunamis). Como terá acontecido no sismo de 1755 em Lisboa (a zona de maior densidade populacional, mais exposta, mais afetada e vítima de um tsunami) – com uma nova zona de subdução a surgir a sudoeste da Península Ibérica (a falha do Marquês) a pouco mais de 100Km do cabo de São Vicente e talvez a iniciar aí as suas próprias ações para a formação futura de um Novo Continente (a que até já dão o nome de AURICA). No caso português com a placa oceânica a mergulhar sob a placa continental bem à frente de Portugal. Com ÚR a poder ter sido o 1º Supercontinente da Terra (teoricamente) há cerca de 3-4 mil milhões de anos.

 

Regressando a Portugal Continental e como comprovativo da passada atividade vulcânica nessas zonas do território português, podendo-se mencionar (entre outras) a chaminé vulcânica de Monsanto (Lisboa), a mina de Neves Corvo (Baixo-Alentejo), as chaminés de Sines (Setúbal) e o complexo vulcânico do Algarve – com a chaminé vulcânica da Praia da Luz (Lagos). Em conclusão bastando olhar, já que o solo é testemunha.

 

Em todo o caso – e para todos nós que passamos a maioria da nossa vida com os pés bem assentes (ou não) em terra – devendo apenas preocuparmo-nos com os possíveis sinais de alarme vindos do exterior (podendo ser progressivos e só se manifestando de forma mais violenta a muito longo prazo) e no caso de aí chegarmos (certamente muitas gerações passadas) e habitando em terra firme verificarmos (pelo perigo que o seu aumento pode constituir): a temperatura do solo, a sismicidade e a variação magnética.

 

(dados: LUSA/meteopt.com – imagens: rtp.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:32

Na sequência da derrocada registada no último dia do ano de 2016 na encosta de uma das ilhas constituindo o arquipélago de origem vulcânica do HAVAI

 

– Localizado no oceano Pacífico e aí focando-nos no vulcão KILAUEA –

 

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Queda de Lava quente sobre Água fria (e salgada)

(Fig. 1)

 

É visível um fenómeno não muito comum de se ver (pela exposição imediata, proximidade, perigo envolvido e sobretudo frescura), com a lava originária do referido vulcão (a altíssimas temperaturas) a escorrer pelos diversos declives e tubos emanando dele (mesmo que subterrâneos) até atingir as águas do oceano, também elas líquidas (como a lava) mas muito menos densas e muito mais frias.

 

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Evaporação (de água) e Solidificação (da lava)

(Fig. 2)

 

Neste caso com o acontecimento a ocorrer devido a uma derrocada parcial de uma das encostas desta ilha de origem vulcânica (tal como todo o Havai que tal como um dia apareceu, outro dia virá em que fará o seu trajeto inverso desaparecendo);

 

Pondo a nu um tubo de lava expelindo-a diretamente para o mar e provocando o aparecimento de um cenário com contraste e devido aos efeitos especiais introduzidos certamente espetacular (de se ver no local). Como se constata de uma forma não presencial nas figuras 1, 2 e 3.

 

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Contraste entre um vermelho (sangue) e um branco em amplitude (explosiva)

(Fig. 3)

 

No momento em que a Terra (integrada no seu Sistema planetário) percorre novas regiões do Espaço (numa espécie de carrossel universal) centralizado num ponto também móvel ocupado pelo Sol (sofrendo não só das radiações solares como do ataque dos raios cósmicos);

 

E simultaneamente (coincidência) em que dada a sequência do Ciclo Solar (na fase baixa de atividade) a mesma se encontra aparentemente menos ameaçada (e todo o ecossistema terrestre).

 

Mas nunca esquecendo que a diminuição da ação protetora do campo magnético terrestre poderá originar um “pau de dois bicos”, já que estando o Sol pouco ativo os raios cósmicos nunca param (e logo com o nosso planeta a poder já estar a caminho de uma nova inversão do seu campo magnético).

 

Deixando-nos pregados às imagens de uma Terra em ferida aberta, com fortes hemorragias internas expulsando o sangue da vida: e com um jacto vermelho bem vincado e sem parar (fazendo lembrar uma língua) saindo do seu ventre e desaparecendo (transformando-se) no mar.

 

(imagens: USGS)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:26

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