Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Fev 17

“Uma cidade de um país que ainda recebe emigrantes (Austrália) parte dos quais os EUA iriam receber no seu território (num comprometimento anterior de Barack Obama): mas que agora Donald Trump não quer.”

 

Imagem (antecedida de localização) obtida a partir da Estação Espacial Internacional da cidade de Melbourne – registada por um dos elementos da ISS-Expedição 49 (sob o comando do russo Anatoly Ivanishin).

 

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Melbourne

Altitude da ISS – 411Km

 

Observação feita a partir da ISS

Sudeste da Austrália

Centro da cidade de Melbourne

(2ª maior cidade australiana)

Fundada em 1853

Atravessada pelo rio Yarra

Com 4.5 milhões de habitantes

 

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Centro da cidade australiana de Melbourne

(ISS – 23.09.2016 – por volta das 09:30 locais)

 

Uma cidade que espelha bem a forma como no passado esta grande ilha/continente do oceano Pacífico (a Austrália) foi povoada – dada a sua grande extensão, a sua baixa densidade populacional, a falta de mão-de-obra generalizada e especializada e sobretudo a sua riqueza) – sendo preenchida (em diferentes pontos do seu imenso território) por povos oriundos de todos os cantos do Mundo procurando um novo futuro num novo território (por explorar). Por tão desejados quase que importados, ao contrário do que hoje infelizmente acontece um pouco por todo o lado – recebendo os refugiados (sem qualquer tipo de condições previamente planeadas e preparadas para os receber com um mínimo de dignidade) e logo de seguida:

 

Largando-os de qualquer forma (dado o peso económico e financeiro que representam e esquecendo a parte moral e da crise de valores) e esquecendo-os de seguida (tornando-os invisíveis por má publicidade) – caso do dito Mundo Ocidental agora liderado pela oposição a Donald Trump nos EUA e logo seguido pela Europa;

 

Ou então tal como Donald Trump pretende e tal como todos os outros o imitam (mesmo que hipocritamente o neguem, apenas por terem sido afastados do poder – no fundo e basicamente o mesmo), impedindo-os de fugirem para outros países (para salvarem as suas vidas), deixando-os fechados (e contidos) no interior das suas fronteiras (como se fossem os muros de um campo de concentração), a sofrerem e morrerem nesses países em guerra. Ainda-por-cima com todos fornecendo armas para a matança.

 

Com esta grande cidade australiana a incorporar hoje entre a sua população as mais variadas etnias: como as originárias da Grã-Bretanha (33.7%), da Austrália (21.1%) e da Itália (5.5%) – a serem as maioritárias. Além de um número substancial de asiáticos (e certamente portugueses).

 

Melbourne

População: Mais de 4.5 milhões

Densidade populacional: 453/Km²

Área: Quase 10.000Km²

 

(imagens: earthobservatory.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:17
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“Mars is renowned for having the largest volcano in our Solar System Olympus Mons. New research shows that Mars also has the most long-lived volcanoes. The study of a Martian meteorite confirms that volcanoes on Mars were active for 2 billion years or longer.”

 

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Amostra do meteorito NWA 7635

Originário e ejetado do planeta Marte há 1 milhão de anos atrás

(atravessando a atmosfera terrestre e caindo na Argélia)

 

Suspeitando-se que tal como tudo o que acontece na Terra o mesmo se poderá passar noutros corpos celestes com características muito semelhantes (como Marte) – mais de 4.5 biliões de anos após a formação do Sistema planetário onde se integra (Sistema Solar), passados mais de 2 biliões de anos de intensa atividade vulcânica (eventualmente metade da sua vida) e após um meteorito ter sido ejetado da sua superfície há cerca de 1 milhão de anos atingindo a superfície da Terra (entrando na atmosfera terrestre em 2011 e sendo descoberto na Argélia na zona de impacto em 2012) – um geólogo norte-americano (Tom Lapen) da Universidade de Houston (Texas/EUA) servindo-se dum testemunho direto oriundo do planeta Marte e tendo vivido a experiência de uma das várias etapas da história do vulcanismo marciano (utilizando para o efeito o meteorito NWA 7635), chegou aquela que seria a mais lógica conclusão para um corpo celeste como Marte evidenciando na sua superfície tantos indícios e vestígios de antiga atividade vulcânica (ou não fosse o planeta conhecido por possuir aquele que poderá ter sido o maior vulcão do Sistema Solar – o Monte Olimpo): que o planeta terá estado bastante ativo no passado talvez há uns biliões de anos (por volta de 2).

 

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Olympus Mons.

Localizado mesmo ao lado da elevação Társis de dimensão idêntica à da América do Norte

(conhecido desde o séc. XIX antes da chegada das sondas automáticas)

 

Com o geólogo Tom Lapen a ter a virtude (como cientista e investigador que é) de ter a capacidade e a qualidade de servindo-se de um testemunho oriundo do planeta Marte (como o meteorito NWA 7635) – e comparando-o com outros 11 meteoritos também daí oriundos, conhecidos como shergotitos (contendo minerais habituais em rochas ígneas e metamórficas) – ter assumido mais uma vez perante toda a comunidade científica aquilo que por ser tão simples e óbvio (por tantas vezes replicado em tantas situações e espaços um pouco por todo o nosso Sistema) tantas vezes é tão difícil de aceitar: mesmo depois de enviarmos tantas sondas a Marte (infelizmente sendo todas automáticas) e de o observarmos de diversas posições e locais (do ar e em terra), mas sobretudo depois de sentirmos no nosso corpo interior como algo mais amplo de que fizéssemos parte (unindo os dois planetas num destino muito semelhante mas separados na evolução do tempo), a existência de algum tipo de ligação entre os dois planetas – a Terra e Marte. Com um deles sendo o espelho do outro mas em diferentes etapas do seu desenvolvimento, transformação e evolução, podendo numa dessas hipóteses e estudando o passado de Marte prevermos o futuro da Terra – e até nos prevenirmos contra eventuais acontecimentos (que caso tenha existido Vida em Marte pelos vistos não sucedeu).

 

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Monte Olimpo

Com o mesmo diâmetro do estado norte-americano do Arizona

(o maior e durante mais tempo ativo vulcão do Sistema Solar)

 

Agora com o maior vulcão do Sistema Solar – o Monte Olimpo (3X mais alto que o monte Evereste) – a poder ser também aquele que durante mais tempo esteve em atividade, no interior do nosso Sistema Solar. O que até se torna também lógico, pensando um pouco e por simples eliminação – com os grandes candidatos a serem a Terra e Marte e o que pudesse ter existido antes na região da Cintura de Asteroides: já agora podendo ter sido num passado bastante remoto uma região do espaço ocupada por um outro planeta, sofrendo num determinado momento da sua história um Evento catastrófico ao nível da extinção (talvez tendo partido do exterior do nosso Sistema) e acabando pulverizado e espalhado pela região atualmente ocupada pela referida Cintura – e provocando simultaneamente um grande desequilíbrio nesse Sistema Planetário, com a vítima colateral (principal) a ser Marte, o seu companheiro mais próximo girando logo ali ao lado. Podendo até ter acontecido sermos todos filhos de Marte (podendo-se desde já obter amostras de meteoritos de Marte – talvez para um primeiro contacto com o Mundo Mineral nosso antepassado – apenas encomendando na web).

 

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O monte vulcânico Olimpo integrado na região de Tharsis

Integrando um total de 12 vulcões inativos

(100X maiores que os da Terra)

 

Retornando ao geólogo Tom Lapen (do Texas) e ao meteorito descoberto em 2012 (na Argélia) – e desse modo referenciando-nos inevitavelmente e no fim-da-linha ao seu destinatário final (no fundo quem inicial e inadvertidamente nos remeteu o meteorito) – recordando de novo o vulcanismo de Marte e tentando desvendar o papel do mais jovem e um dos maiores vulcões do Planeta Vermelho: o monte Olimpo (Olympus Mons) formado no período Amazónico (iniciado à cerca de 3000 milhões de anos). E deixando aqui alguns tópicos (interessantes) também mencionados pelo geólogo:

 

Que a análise da composição química dos doze meteoritos (incluindo o NWA 7635) foi capaz de fornecer informações sobre o tempo passado no Espaço, há quanto tempo estão na Terra, a sua idade e a sua origem (vulcânica evidentemente) – confirmando virem todos do mesmo local até por terem sido ejetados na mesma altura (caso contrário só se fosse mesmo por coincidência); ressalvando a idade dos 11 e do outro meteorito – com os primeiros com 300/600 milhões de anos e o outro com 2,4 biliões (indicando que a fonte é a mesma e das mais antigas de Marte e de todo o Sistema Solar);

 

E que os indícios de que no passado Marte teria tido atividade vulcânica são cada vez mais evidentes, à medida que o orbitador da sonda Mars Express nos vai enviando mais imagens mostrando-nos possíveis canais por onde terá passado lava há 2 biliões de anos atrás: talvez proveniente de um supervulcão levando à destruição do planeta – tal como o ocorrido na Terra levando espécies à extinção.

 

(dados e introdução: universetoday.com – imagens: universetoday.com e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:43

No que poderia ser apenas mais uma imagem de um determinado número de tecidos (indústria têxtil) expostos à luz do dia numa tentativa de os secar sob os raios do Sol (pela cenário aqui exposto, sugerindo não serem assim tantos) – e talvez depois de passarem por uma tinturaria,

 

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O que na realidade aqui se apresenta são os 50 sacos de plástico, descobertos no interior da barriga de uma baleia. O que só confirma de uma vez por todas como os problemas associados à poluição se podem estender por terra, pelo ar e pelo mar e em todas as direções: com os veículos a poderem ser as baleias e até o Homem.

 

“It wasn’t like it was in just part of the stomach. It filled up the whole space.”

(huffingtonpost.com)

 

Uma espécie rara de baleia que deu à terra na costa na Noruega, tendo que se proceder à sua eutanásia – dado o sofrimento do animal, que com os intestinos cheios de plástico (e de miotos outros detritos) não se alimentava, mesmo estando esfomeado. Estimando-se atualmente em 150 milhões de toneladas de lixo espalhado pelos oceanos.

 

(imagem: University of Bergen)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:07

Que nos queimam o corpo e o cérebro, acabando por nos fundir a cabeça.

 

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Relação radiação/altitude

(Dez2014/Ago2016)

 

“Segundo o Site spaceweather.com (ao analisar os dados recolhidos sobre a presença de raios cósmicos na estratosfera, mas também por altitudes frequentadas por aviões), com os gráficos relacionando as radiações com a altitude (ao longo de vários meses) a apresentarem taxas com valores a variarem entre 10X e 50X às registadas ao nível do mar (respetivamente a 7,5Km e a 12Km de altitude), observando-se um aumento na radiação estratosférica de cerca de 12,4% (nesse mesmo período).”

 

Numa experiência interessante levada a cabo pela NASA sobre as radiações que atingem a atmosfera terrestre oriundas do Espaço exterior (radiações solares e cósmicas), a equipa liderada pelo investigador Dr. Chris Mertens do Centro de Pesquisas de Langley (Hampton/Virgínia), tomou a iniciativa de a partir do lançamento de um balão (cheio de hélio) na atmosfera terrestre (no cumprimento da missão RaD-X), estudar os efeitos dessa mesma radiação ao ser aplicada sobre os seres humanos – e da sua evolução em altitude.

 

“They found a steady increase in the rate of radiation higher in the atmosphere.”

 

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Aumento dos valores de radiação para altitudes mais elevadas

(assim como por diminuição da proteção do campo magnético nos polos)

 

Um estudo não só interessante como também extremamente importante, visto como uma grande contribuição para a investigação desses parâmetros (radioativos), influência dos mesmos no nosso comportamento/saúde e forma de nos protegermos eficazmente deles (em casos necessários ou extremos) – e dos seus efeitos nocivos (senão mesmo por tóxicos e mortais). E podendo ser utilizado em terra (já usamos óculos-de-sol e creme protetor-solar), no ar (em aviões), em órbita (na Estação Espacial) ou mesmo no Espaço (nas viagens espaciais).

 

“Earth's magnetopshere acts as a magnetic shield and blocks most of the radiation from reaching the planet.”

 

Chegando-se à conclusão de se estar a verificar um aumento continuado da radiação atmosférica a maiores altitudes, podendo mesmo esta chegar a valores na proporção do dobro das registadas sobre o solo. E se pensarmos no caso dos astronautas viajando pelo exterior e podendo passar longos períodos de tempo no Espaço (completamente desprotegidos por não usufruírem do manto protetor da nossa atmosfera), então se perceberá o perigo que essas partículas (em decadência e extremamente radioativas) poderão representar para a saúde.

 

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Evolução da radiação estratosférica

(Fev2015/Out2016)

 

“But particles with enough energy can penetrate the magnetosphere and the atmosphere.”

 

Com este estudo a abranger altitudes entre os 8Km e os 37Km (valores aproximados). E com a Organização Mundial de Saúde a informar do perigo dessa radiação ionizante ao atingir o ser humano (aumentando esse perigo com a intensidade e com o período de exposição), podendo provocar cancro (de diversos tipos) e problemas reprodutivos (como abortos espontâneos e malformações congénitas). Deixando-nos desde logo agradecidos ao Campo Magnético Terrestre – o nosso Escudo Protetor: e que ao contrário de Marte mantem a Terra ainda Viva.

 

They collide with molecules of nitrogen and oxygen, which cause the radiation particles to into different particles through processes called nucleonic and electromagnetic cascades.”

 

No Futuro da História da Terra (e da Humanidade) e caso se concretizem as já há tanto tempo imaginadas viagens espaciais (a única eventualmente a ser real foi à Lua) – como o será a já pré-programada missão liderada por Elen Musk, tendo como destino Marte e como objetivo a sua colonização – desde logo uma grande preocupação para todos (já que os raios cósmicos estão em todo o lado), que certamente acompanhará constantemente os seus tripulantes e passageiros nas suas viagens pelo Cosmos (à aventura e à descoberta).

 

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Comparando valores de radiações entre dois voos

(um América/China outro América/Europa)

 

“Cosmic rays are also a concern for crew aboard the International Space Station and future astronauts journeying to Mars, which has a radiation environment similar to Earth’s upper atmosphere. Learning how to protect humans from radiation exposure is a key step in future space exploration.

 

Podendo-se já afirmar com grande percentagem de certeza (para mim 99.9%) que a permanência prolongada no Espaço na concretização das suas missões poderá provocar demência e perda de memória permanente. Com os sintomas (ou as manifestações mais evidentes) a serem ansiedade, depressão, paranoia e no final descontrolo total: tudo provocado pelo bombardeamento intenso e ininterrupto do nosso cérebro ao ser atravessado pelos raios cósmicos – danificando-o e queimando-o irreversivelmente.

 

(texto/itálico: Cecile Borkhataria/dailymail.com/28.01.2017 – imagens: spaceweather.com e dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:59

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