Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

02
Mar 17

“Uma prova de que um dia Saturno evoluiu e se tornou naquilo que é: sendo o Hexágono, um simples símbolo integrando o caminho da Perfeição, tendo no topo o espaço Único, proporcionado pela Esfera.”

 

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O Hexágono de Saturno

 

Com a clara do ovo a ser a região mais importante deste modelo (de organismo) centralizado na denominada e colorida gema, é natural que a expressão visual que mais se aproxima desta imagem do polo norte de Saturno poderá ser corretamente concretizada muito simplesmente, através de uma impressão a 2D de um qualquer ovo estrelado: com todo o conteúdo da célula focalizado no centro, rodeado por elementos formando um entreposto de certificação de segurança e de autossuficiência e protegido do exterior por uma fina casca ou membrana (em qualquer momento do seu desenvolvimento podendo ser reformulada e substituída) e do centro da qual sairá um novo organismo replicado do anterior. Pelo que a obsessão originada por mais uma das nossas crises existenciais envolvendo a problemática origem do Mundo – contando aqui com a especial colaboração de um dos seus mais conhecidos organismos (até porque o comemos) saído do Ovo ou do ânus da Galinha – não faz sentido nenhum: o que interessa é desvendar a ideia de quem pôs em prática este eficaz mecanismo reprodutor, capaz de replicar um modelo de limite circular mas mantendo uma forma hexagonal de base, numa imagem que se repercute naturalmente em diversas situações envolvendo matéria energia e movimento. E que no caso do Gigante Gasoso Saturno até poderá esconder a formação (ou existência) de algo mais – um corpo celeste já num estado avançado da sua evolução mas por impossível de visualizar (para além da sua capa superficial) passando despercebido na sua pujança transformadora e mantendo-nos (para já) na nossa ilusão e desconhecimento. Num caso um tanto semelhante com o ocorrido com Júpiter: uma enorme massa certamente com muito (matéria, energia, movimento) e pouco (vida como a nossa) conteúdo mas sem dúvida de uma beleza talvez mortal mas extraordinária.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:25

Há 28 anos atrás uma nave alienígena abateu uma nave terrestre

Nas proximidades do planeta Marte

(com a particularidade de se tratar de uma nave soviética não tripulada, da era de Boris Yeltsin/na URSS e de Ronald Reagan/nos EUA)

 

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A lua Fobos

(o maior dos dois satélites naturais de Marte)

 

Em meados do ano de 1988 a URSS decidiu enviar em direção ao planeta Marte duas sondas automáticas: tendo como objetivo anunciado para essa missão (interplanetária) além do estudo do Espaço estendendo-se até este planeta (tendo como centro do Sistema o Sol), a observação do próprio planeta e das suas duas luas Deimos e Fobos.

 

As duas sondas foram a Phobos 1 e a Phobos 2 lançadas no mês de Julho com uma diferença de cinco dias. Com a primeira delas a interromper as suas comunicações com a Terra e a perder-se no Espaço (menos de dois meses depois do seu lançamento), mas com a sonda Phobos 2 a prosseguir a sua viagem, a atingir o planeta Marte e a inserir-se na sua órbita.

 

Em Janeiro de 1989 com a sonda Phobos 2 a iniciar o que seria o seu curto período de trabalho em torno deste planeta nosso vizinho (cerca de 2/3 meses), perscrutando a sua superfície e analisando a sua atmosfera, mas apontando desde logo a sua atenção e mira para um das suas luas Fobos: das 2 a maior com cerca de 22Km (de diâmetro – Deimos tendo mais que 12Km).

 

Hoje quase 29 anos passados sobre o seu lançamento e desaparecimento (ainda a Rússia era URSS), vindo recordar o sucedido com a sonda Phobos 2 aquando da sua estadia em Marte (observando o planeta), redireccionamento para Fobos (2ªparte da missão) e posterior partida para este satélite (em princípio natural).

 

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O objeto cilíndrico de origem desconhecida

(com cerca de 20Km de extensão e 2.5Km de largura)

 

E com a ajuda do site (ufosighthingshotspot.blogspot.pt) mergulhando de novo num mistério já oriundo do século passado e ainda hoje não resolvido por não explicado, envolvendo uma sonda terrestre circulando nas imediações de um mundo alienígena subitamente e quando nada o fazia prever deixando de comunicar já nas proximidades do seu novo alvo – Fobos.

 

Um de 2 satélites descobertos há 140 anos, visitados pela 1ªvez há 29, com um deles orbitando a uma distância máxima de 9400Km (Fobos, cumprindo a sua órbita em 7.7 horas) e com o outro a 23500Km (Deimos, cumprindo a sua órbita em 30.4 horas): devido à sua velocidade e progressiva aproximação com Fobos a ter já encontro marcado com Marte.

 

Com a sonda Phobos 2 após dois meses orbitando e observando o espaço exterior, a atmosfera e a superfície do planeta Marte (onde já se deparara com estruturas agrupadas e outros fenómenos inexplicáveis, conforme registos de imagem), a pontar para o seu maior e mais próximo satélite a misteriosa e bizarra (pela sua forma) lua Fobos.

 

E assim, alinhada finalmente a sonda automática Phobos 2 em direção àquele objetivo que já muitos por essa altura indicavam como o verdadeiro destino dessa missão, esta iniciou a sua nova viagem dando-se então o incidente: com um objeto de forma cilíndrica e de origem desconhecida a deslocar-se em direção à sonda, momentos antes da mesma desaparecer.

 

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Sombra em movimento do objeto cilíndrico/elíptico

(projetada sobre a superfície de Marte)

 

Segundo os cientistas, técnicos e restantes responsáveis pela execução do Programa Phobos, com a sonda Phobos 1 e quando a mesma se preparava para lançar dois módulos em direção à superfície dessa lua de Marte, a (na verdade) desaparecer do ecrã e não apenas a deixar de comunicar.

 

Com todos os interessados no caso (oficiais e oficiosos) a levantarem a hipótese sustentada por dados (imagens recolhidas pela dita sonda) de que a mesma teria sido atacada por um objeto não identificado e de grandes dimensões (aparentemente com cerca de 20Km de extensão) antes de deixar de transmitir e desaparecer.

 

E com a Agência Noticiosa TASS a referir (e a acrescentar um dia depois):

"Phobos 2 failed to communicate with Earth as scheduled after completing an operation yesterday around the Martian moon Phobos. Scientists at mission control have been unable to establish stable radio contact"; "Phobos 2 is 99% lost for good".

 

Com o Programa Phobos a terminar ingloriamente com o aparecimento de falhas técnicas graves (num curto intervalo de tempo e afetando logo as 2 sondas) ou como explicação alternativa e também bastante credível (tanto ontem como hoje) estando os terrestres em 1988 e ao largo do planeta Marte perante o seu primeiro contacto com seres alienígenas.

 

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Região de Hydroate Chaos em Marte

(onde se acredita existirem estruturas de origem artificial)

 

Num conjunto de registos obtidos pela sonda Phobos 2 em que a mesma nos presenteia com umas quantas imagens um tanto estranhas de Marte: nuns casos com pouca resolução e contraste, mas na nossa imaginação muitas das vezes real (e complementar) percecionando formas e até sombras – de edifícios, estradas e até pirâmides (por associação).

 

Em conclusão com a sonda soviética lançada no século passado tendo como objetivo a maior das luas de Marte Fobos, a ter sido abatida em pleno voo espacial já no trajeto Marte/Fobos (quando a mesma se preparava para o lançamento de dois módulos sobre o satélite); por uma enorme nave alienígena c/ a sua sombra a ser projetada e visível sobre a superfície marciana.

 

(imagens: retiradas da WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:08

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