Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

14
Jul 17

Feito por Júpiter e Endereçado por Juno

(sem se perceber a espera)

 

[A meio da sua existência e no seu caminho descendente, o Sol irá aumentar, acabando por engolir a Terra e obrigando-nos a fugir ‒ se tivermos meios para tal.]

 

PIA21772.jpg

A Grande Mancha Vermelha

O Convite

(PIA 21772)

 

O buraco que no decorrer da Evolução do nosso Sistema (Solar) irá revelar o futuro da espécie dominante que no presente prevalece no planeta Terra (Homem) e que (dependendo do nosso trabalho desenvolvido anteriormente) nos abrirá todas as portas do conhecimento (mesmo o considerado imprevisível, ainda invisível numa superfície sem contraste) e os respetivos trilhos a percorrer (libertando-nos da nossa estrela num céu cheio de estrelas).

 

Localizado no maior planeta do Sistema Solar, visto como um Gigante Gasoso rodeando um núcleo rochoso pouco expressivo (face ao diâmetro de Júpiter), coberto por uma espessa e turbulenta camada de nuvens (envolvendo todo a sua superfície) e desse modo, ocultando tudo sob as mesmas e nada revelando para o exterior (nada se vislumbrando para além delas) ‒ além de estar permanentemente sujeito a tempestades atmosféricas extremas (ciclónicas) muito piores que as suas congéneres (terrestres), suspendendo-nos no Tempo por paralisia no Espaço.

 

No Tempo e com todos à espera (o Homem e Júpiter), por ainda por aqui estarmos (neste Espaço). Desde 14 de Dezembro de 1972 (já lá vão quase 45 anos) com o Homem surpreendentemente a abandonar os voos tripulados (com o fim do Programa Apollo) mantendo-nos presos no nosso condomínio fechado (como se este fosse o único e derradeiro ecossistema viável) e recusando-se ao inevitável ato de partir: numa execução observável (e replicada ao infinito) em toda a extensão do Espaço (envolvendo matéria, energia e movimento). Como antes o fizeram os Navegadores, agora na hora dos Astronautas.

 

(imagem: nasa-gov/JUNO/Jason Major)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:00

12
Jul 17

Na nossa Imaginação não existe qualquer tipo de limite para a utilização dos Números ‒ sejam eles quais forem (mesmo sendo reais): desde o infinitamente grande (suponhamos 10↑1000) ao infinitamente pequeno (por exemplo 10↑-1000). Numa estrutura formidável, capaz de operar números extremos e (ainda assim) alcançar a Unidade (10↑1000 X 10↑-10000 = 1).

 

Para nos apercebermos da posição relativa da Terra face ao conjunto imaginário que a mesma integra ‒ o Sistema centrado no Sol (ponto zero) e estendendo-se até aos limites da Nuvem de Oort (100.000UA) ‒ nada melhor do que a comparar com um outro elemento significativo do mesmo conjunto (como por exemplo Júpiter o maior planeta do Sistema Solar) e daí tentar tirar algumas conclusões (utilizando os parâmetros Tempo e Espaço) que nos possam iluminar: desde logo comparando (em extensão) um planeta com cerca de 12.756Km de diâmetro com outro com cerca de 143.000Km (d Júpiter = 11 x D Terra).

 

PIA21774 B.jpg

A Terra e a Grande Mancha Vermelha de Júpiter

 

Compreendendo-se tratar-se de dois corpos celestes semelhantes (planetas), um localizado a 150 milhões de Km do Sol o outro em torno dos 800 milhões de Km e inseridos em coordenadas extremamente próximas quase que como sobrepostas (apenas em 5 UA desde o Sol) pensando-se por exemplo em Saturno (10UA) para já não falarmos na fronteira (definindo-a como a Nuvem de Oort 10.000 X mais distante que o planeta). E assim, aproveitando a técnica da sobreposição e toda a nossa capacidade imaginativa emanando por pura reflexão desse novo cenário, dando um primeiro passo para uma nova perceção da nossa situação e posição: não nos chocando o contraste entre a Mancha (Grande Mancha Vermelha de Júpiter) e a Terra.

 

PIA21774.jpg

Júpiter

(PIA 21774)

 

Uma montagem publicada no site da responsabilidade da NASA photojournal.jpl.nasa.gov resultado da sobreposição de uma imagem da Terra (da autoria do SwRI) sobre uma outra do planeta Júpiter obtida a 2 de Abril de 2017 por um astrónomo amador (Christopher Go) e na qual o nosso planeta aparece enquadrado no interior da conhecida Grande Mancha Vermelha do planeta Gigante Júpiter, uma área com cerca de 16.350 Km de extensão ou seja com um diâmetro superior ao do nosso planeta (1,3 d Terra). Que nos confirma por um lado o nosso estatuto (do Homem) da mais pura invisibilidade (tão pequenos e consumindo-nos tão rapidamente), por outro lado o impercetível posto e relevância da Terra na hierarquia Solar (se não fossemos nós sendo indiferente) e mesmo no caso do Gigante (Júpiter) e do seu centro extraordinário (o Sol) e face ao Infinito rodeando tudo, a insignificância fabulosa de um ponto face à sua absoluta e necessária presença na edificação e içar do Todo ‒ sem o qual o mesmo desabaria por falta de um alicerce fulcral: a Vida.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:34

11
Jul 17

Se o Homem pretende sobreviver às dimensões do Espaço e do Tempo (no nosso caso ao Sol ‒ vivemos num ponto impercetível do Espaço, num Tempo equivalente ao de uma mosca) o nosso destino será sempre o de partir: mesmo que seja no interior do Sistema (Solar) e preparando a primeira Viagem Exterior (junto de outras estrelas).

 

Ficando, nunca teremos existido.

(provavelmente como muitas espécies, vivendo num tempo relâmpago e nunca tendo comunicado ‒ e com todas estas pensando, terem sido elas as únicas).

 

Agora que se aproxima o fim definitivo da missão Cassini-Huygens com o suicídio da sonda CASSINI sobre o corpo do gigante e gasoso planeta SATURNO (programado para meados de Setembro e deixando-nos isolados desta região do nosso sistema), viramo-nos agora para um seu semelhante (também gigante) considerado o maior dos oito planetas integrando o nosso sistema planetário (Sistema Solar) e recentemente começando a ser orbitado pela sonda JUNO ‒ o planeta JÚPITER.

 

PIA21713.jpg

Jupiter With Great Red Spot, Near Infrared, May 2017

(PIA21713)

 

Nesta primeira imagem de 18 de Maio de 2017 com as diferentes partículas constituindo a espessa camada exterior de nuvens rodeando o planeta Júpiter, a apresentarem-se com cores diferenciadas conforme as respetivas altitudes pelas mesmas atingidas.

 

Com a Grande Mancha Vermelha (GMV aqui aparecendo num branco brilhante) a ser uma das mais altas regiões (acima da região de convecção) do planeta Júpiter o maior do Sistema Solar.

 

E devido aos ventos extremamente intensos circulando a altíssimas velocidades no interior da GMV, observando-se outros fenómenos a ela associados e estendendo a tempestade para oeste (braço da espiral) e para este (em forma de ondas).

 

E com outras regiões rodeando a GMV a registarem uma menor densidade de nuvens/partículas na atmosfera de Júpiter, como as zonas mais escuras situadas a norte (as ovais) e situadas a sul (os blocos) ‒ mas sempre com a presença de grandes tempestades ciclónicas e com a particularidade de rodarem no sentido dos ponteiros do relógio (ao contrário da GMV).

 

Mais a norte e acima da linha do equador com mais uma extensa camada em forma de onda atravessando como uma faixa todo o norte do planeta, nela incluindo mais duas ovais (brancas) referenciadas como anticiclones e registadas em Janeiro deste ano (2017).

 

Num recrudescimento das tempestades atmosféricas detetadas em Júpiter desde essa altura, como o demonstra a nova tempestade referenciada ainda mais a norte do equador (outra oval branca).

 

PIA21714.jpg

Jupiter With Great Red Spot, Mid-Infrared, May 2017

(PIA21714)

 

Nesta segunda imagem igualmente de 18 de Maio de 2017 utilizando um filtro infravermelho, sendo possível observar algumas características da troposfera de Júpiter, como a temperatura e a maior ou menor espessura das camadas de nuvens que o rodeiam (nuvens localizadas nas proximidades do nível de condensação do gás de amónia).

 

Segundo os especialistas da NASA pela cor induzida nessa região do planeta com a GMV a representar uma zona mais fria da troposfera jupiteriana, caraterizada por apresentar uma fina camada de nuvens ‒ por sua vez sendo rodeada por uma zona mais quente localizada mais a nordeste (turbulenta e com partes quentes e secas alternando com outras mais frias e húmidas) no seu conjunto e perante os contrastes de cores emitidas oferecendo-nos uma imagem mais rigorosa deste Gigante.

 

De modo a compreender-se melhor toda a estrutura e mecanismo de funcionamento e desenvolvimento da GMV (assim como de todas as outras manchas ovais), como simultaneamente das áreas a ela adjacentes e estruturas aí existentes.

 

Contando agora com a presença da sonda Juno no dia de hoje (entre 10/11 de Julho) fazendo a sua 6ª aproximação ao planeta: agora que estamos tão perto de perder a sonda Cassini, a pouco mais de 2 meses da sua viagem final em direção ao outro gigante o planeta Saturno.

 

O que nos deixará ausente de uma das zonas mais importantes do nosso Sistema Solar, região onde a probabilidade de existência de água será uma das mais altas em todo este sistema planetário, sabendo-se que perto de nós e à exceção da Terra a mesma não é visível (nos Planetas Interiores pelos menos à vista desarmada e em depósitos relevantes).

 

E que por outro lado as certezas da existência da mesma mais longe de nós, na e para além da Cintura (de Asteroides) ‒ onde se situam os planetas Exteriores e as suas inúmeras luas ‒ são cada vez maiores e cada vez mais evidentes (e com muitos candidatos entre tantos luas e outros corpos).

 

(dados, imagens e legendas: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:33

09
Jul 17

Wuxi ‒ China

09.07.2017 ‒ Final

World Cup 2017

CHINA (A) ‒ 4 INGLATERRA ‒ 3

(Ding Junhui/Liang Wenbo - Judd Trump/Barry Hawkins)

[0-1; 1-1; 1-2; 1-3; 2-3; 3-3; 4-3]

 

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CHINA (A)

Ding Junhui e Liang Wenbo

 

Conclui-se hoje a 2ª prova do Circuito Mundial de Snooker da época 2017/18 (por convite e não contando para o RM) com a realização da final da WORLD CUP (Campeonato do Mundo de Nações): com a equipa da CHINA a sagrar-se Tricampeã do Mundo ao derrotar na final a equipa de Inglaterra por 4-3.

 

F

CHI (A)

ING

P

R

1

 

Liang Wenbo

Judd Trump

47-70

0-1

2

 

Ding Junhui

Barry Hawkins

76-71

1-1

3

 

Liang Wenbo

Ding Junhui

Judd Trump

Barry Hawkins

22-67

1-2

4

 

Liang Wenbo

Barry Hawkins

0-72

1-3

5

 

Ding Junhui

Judd Trump

70-18

2-3

6

Liang Wenbo

Ding Junhui

Judd Trump

Barry Hawkins

60-37

3-3

7

 

Ding Junhui

Judd Trump

88-4

4-3

 

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INGLATERRA

Judd Trump e Barry Hawkins

 

Numa dupla formada por DING JUNHUI e LIANG WENBO (os mesmos que conquistaram o Mundial de 2011) que deram à China o seu 3º Título Mundial (consecutivo), apenas suplantada pela Inglaterra (com 4 títulos) e igualada pela Irlanda (3 títulos) ‒ e com os Campeões anteriores a serem Gales (2), Canadá (2) e Escócia (1).

 

Equipa

FG 1ªJ

FG 2ªJ

FG 3ªJ

FG 4ªJ

FG 5ªJ

QF

MF

F

F

China (A)

IRL

5-0

ALE

3-2

EGI

4-1

BEL

2-3

HK

3-2

GAL

4-1

TAI

4-2

ING

4-3

29-14

Inglaterra

SUI

5-0

MAL

4-1

IRA

4-1

PAQ

5-0

AUS

4-1

IRLN

4-3

CHI (B)

4-3

CHI

3-4

33-13

 

Até ao final do mês de Julho disputando-se ainda mais duas provas individuais por convite não contando para o RM, o HONG KONG MASTERS de 20 a 23 (8 jogadores) e o WORLD GAMES de 26 a 30 (16 jogadores). E fora as Qualificações (no início de Agosto) com a 2ª prova a contar para o RM a ser o EVERGRANDE CHINA CHAMPIONSHIP entre 16 2 22 Agosto (128 jogadores).

 

(imagens: worldsnooker.com/dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:41

07
Jul 17

Apesar de não entender muito bem qual o particular interesse da NASA (aqui através do seu site photojpurnal.jpl.nasa.gov) na publicação de imagens como esta, confesso que nestes dias sem grande coisa para fazer e com uma dor a chatear, alguém olhou para mim e com uma cara divertida ajudou-me a passar o tempo ‒ num cenário mineral integrando o planeta Marte. Num registo da missão 2001 Mars Odyssey captada pelo instrumento ótico Themis e editado no passado dia 3 de Julho (PIA21697).

 

PIA21697.jpg

Do you see what I see? Is that a face staring out at me?

 

Com os responsáveis do site da NASA a projetarem em Marte a possível face de um terrestre (com os seus olhos, nariz e boca bem definidos e colocados), olhando-nos com a certeza de mesmo que imaginada (mineral não orgânica) sendo real por registada (visível e fotografada) e além do mais associada ‒ a algo que na Terra mesmo tendo uma base mineral, integra algo que nós definimos (para além de tudo o mais) como um dos expoentes desta extraordinária superestrutura (única?): a Vida. E o Homem.

 

(imagem e legenda: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:37
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03
Jul 17

3 Junho 2017

ALERTA de COLISÃO EMINENTE!

(de um asteroide com a Terra)

 

Os telescópios do CSS (Catalina Sky Survey) instalados nas proximidades da cidade de Tucson (localizada no estado norte-americano do Arizona) acabam de descobrir na sua procura de corpos celestes circulando nas proximidades da Terra um pequeno asteroide em trajetória de aproximação ao nosso planeta que segundo os especialistas da NASA (da Universidade do Arizona) irá impactar com a Terra: descoberto num dia e com o impacto a estar previsto para dentro de menos de 24 horas.

 

PIA21712.jpg

À esquerda o asteroide 2014 AA

(a caminho da Terra)

 

Com este asteroide de código 9 (valor máximo = órbita extremamente incerta) a ter um diâmetro estimado de 2 a 3 metros, segundo os cientistas dirigindo-se na nossa direção e indo inevitavelmente impactar o nosso planeta (dentro de 20 horas) entrando por essa altura na nossa atmosfera e acabando por se desintegrar e posteriormente colidir (os seus fragmentos) com a Terra muito provavelmente sobre o oceano Atlântico (mas nunca se sabendo com precisão o local de impacto dada a sua órbita incerta).

 

[Um asteroide descoberto na realidade a 1 de Janeiro de 2014, entrando na atmosfera terrestre sobre o oceano Atlântico (sem consequências relevantes conhecidas) 20 horas depois ‒ de qualquer forma sem capacidade de reação/defesa (tratando-se de um caso mais grave) por parte da Terra/de nós.]

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:01

02
Jul 17

A cerca de 1.200Km de Albufeira em plena região rodeando o Mediterrânico e quando nada o fazia prever, o Céu abateu-se sobre Girona: sem vítimas a registar mas provocando muitos estragos.

 

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Imagem: Jordi Camps Linnell

 

Localizada no interior da província da Catalunha (100Km a nordeste de Barcelona) a cerca de 40Km de distância da costa sul de Espanha (banhada pelo mar Mediterrânico), a cidade de Girona situada a cerca de 76 metros de altitude (acima do nível da água do mar) e comportando perto de 100.000 habitantes (no seu município), foi no passado dia 30 de Junho e apesar de estar a atravessar a estação do Verão (como em todo o Hemisfério Norte) sujeita a precipitação extremamente intensa, muita dela sob a forma de granizo (em meia-hora atingindo os 53mm só no centro da cidade de Girona).

 

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Imagens: Maite, En Narcis Feliu e Jorge Favorolo

 

Com os serviços de emergência a receberem cerca de 300 pedidos urgentes de auxílio sobretudo entre as 19:00 e as 22:00 horas locais, mas felizmente não se registando a ocorrência de vítimas ao contrário do número de bens materiais danificados ou destruídos (como casas, lojas e viaturas). Numa consequência lógica da precipitação extrema num tão curto espaço de tempo (acompanhada de grandes quantidade de granizo) como o demonstra alguns exemplos registados: com o centro da cidade a atingir uns excecionais 143mm apenas em duas horas (193mm em Sarria de Ter a menos de 4Km a norte de Girona).

 

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Imagem: Fred Decker

 

Com a presidente do município de Girona (Marta Madrenas) a justificar o ocorrido nesta região devido à incapacidade do sistema de drenagem da cidade de evacuar eficientemente a água resultante da violenta precipitação registada (tão intensa num tão curto espaço de tempo), muita dela sob a forma de bolas de granizo e num episódio (semelhante) nunca antes registado: fazendo-nos lembrar que apesar de nos situarmos numa região do Mediterrânico (ou zonas adjacentes) proporcionando condições climatéricas mais favoráveis e agradáveis, fenómenos atmosféricos como este podem sempre ocorrer (como já sucedeu em Albufeira).

 

(dados: watchers.news ‒ imagens: twitter.com/watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:19

01
Jul 17

Albufeira foi invadida entre 20 e 27 de Junho por um bando de pessoas indisciplinadas e causadoras de tumultos, fazendo-nos lembrar a chegada dos bandidos a uma localidade qualquer do faroeste americano: com os proprietários dos saloons a verem os seus negócios tomados à força e com o xerife da região (da RTA) a falar, mas como sempre a não sacar das pistolas.

 

Saloon-Shoutout.jpg

Tiroteio num saloon do faroeste

(Andy Thomas)

 

Quando todos nós pensávamos em função das traduções oficiais dos nossos comentadores políticos (especializados e certificados sobre tudo o que se passa à nossa volta) que o único perigo de sermos invadidos (Portugal Continental) viria ou da fronteira leste (de Espanha) ou então da fronteira sul (do Mediterrâneo), estúpidos como somos, certificados como tal e convenientemente seriados para evitar a intrusão de auto didatas (e de outros elementos marginais e como tal perigosos), acabamos por ser surpreendidos (como se tal fosse possível estando preparados e rodeados por sexo, drogas & Rock & Roll) por uma horda de invasores mas vindos do norte: a Portugal Invasion oriunda do UK!

 

PI.jpg

Invasão originada nas Ilhas Britânicas

(1 Semana/tudo incluído: Pacote Normal: 684 Euros ‒ Pacote Extra: 912 Euros)

 

E assim em vez de nos depararmos com contingentes de migrantes fugindo da Guerra, escapando da morte, atravessando a Europa, transpondo a fronteira Espanha/Portugal e finalmente Invadindo o nosso território (procurando um refúgio ou a fuga para outro continente); ou então com grupos semelhantes atravessando o extenso continente Africano vindos de todas os locais e direções e tentando tal como os outros escapar à morte e à miséria (mesmo correndo o sério risco de morrerem em viagem em último caso afogados e completamente abandonados) tentando apenas por uma simples questão de sobrevivência atingir o Outro Lado do Mar (o Velho Continente Europeu) ‒ eis que de uma forma incompreensível (já que seriam jovens europeus) e com a colaboração passiva das autoridades locais (pensando apenas na lotação das suas unidades hoteleiras) a Invasão veio do norte e logo das Ilhas Britânicas.

 

(imagens: Petticoats & Pistols e portugalinvasion.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:13

Iraq Recaptures Al Nuri Mosque in Mosul, but Only Rubble Remains

 

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Recuperando o último reduto do Estado Islâmico

(centrado na Grande Mesquita de Al Nuri com a mesma e tudo o mais em seu redor ‒ parte antiga da cidade de Mosul ‒ reduzida a um extenso monte de escombros)

 

Numa VITÓRIA considerada histórica pelo 1º Ministro do Iraque HAIDER AL-ABADI, as autoridades militares do seu país declararam na passada terça-feira dia 27 a captura do último reduto ainda na posse dos militantes do ESTADO ISLÂMICO (incluindo a grande mesquita de AL NURI e toda a zona envolvente) e a conquista total e definitiva da cidade iraquiana de MOSUL ‒ numa derradeira operação militar iniciada há cerca de 8 meses pelas Forças Armadas Iraquianas, contando com o apoio aéreo e com a colaboração no terreno de militares norte-americanos.

 

The mosque complex is nearly gone, reduced to a pile of rubble on June 21, after Islamic State militants packed the building with explosives as their grasp on the city continued to slip.

 

Com HAIDER AL-ABADI a afirmar estarmos perante os últimos momentos de vida do (falso) ESTADO ISLÂMICO na região, num combate que só terminará quando o último terrorista for expulso do IRAQUE. De momento e apesar destas declarações com os militantes do ESTADO ISLÂMICO a não se darem ainda como vencidos, estando ainda presentes e ativos nalgumas bolsas de resistência e podendo tal facto ser um sinal de uma futura retirada estratégica muito provavelmente em direção à SÍRIA: onde provavelmente se sentirão mais seguros (talvez contando com a colaboração norte-americana) mas onde já começam a ser atacados (bombardeados pela força aérea russa no ataque a comboios de terroristas em fuga).

 

“Al Hadba minaret and Al Nuri Mosque in Mosul were among the most iconic sites in the city, and stood as a symbol of identity, resilience and belonging. This new destruction deepens the wounds of a society already affected by an unprecedented humanitarian tragedy.”

 

Por um lado não deixando de ser curioso esta correria desenfreada entre dois países vizinhos e em GUERRA CIVIL, os dois antes da Guerra sendo dos países mais abertos ao denominado MUNDO OCIDENTAL e no entanto e talvez por isso mesmo (veja-se a política inflexível da ARÁBIA SAUDITA) sendo sacrificados por estes últimos em nome de maiores valores (o PETRÓLEO) mesmo tendo que terraplanar um país cometendo inevitavelmente GENOCÍDIO: sempre com o mesmo protagonista, sempre com as mesmas consequências e no entanto com os únicos responsáveis (os que arrancaram com as armas esmagadoras) a sempre vistos invariavelmente e caso após caso, como os salvadores e como os guardiões da Lei e da Verdade (autodenominando-se EXCECIONAIS).

 

“The retaking of Mosul does not mean an automatic end to the suffering of the 1.5 million people that spent more than two years living under harsh ISIS rule. Despite the declaration, ISIS still controls some areas in the Old City of Mosul and ongoing fighting will continue to threaten the lives of civilians.”

 

AFEGANISTÃO, IRAQUE, LÍBIA, SÍRIA e agora o IÉMEN. E com o IRÃO sempre na lista e outros como o QATAR a ainda a poder integrar (por sugestão da Arábia Saudita solicitando aos norte-americanos o bombardeamento da Al-JAZEERA). O que poderia levar o conflito no Médio Oriente a alastrar-se a toda a região do Golfo (e não só), deixando em alerta a CHINA, levando ao reforço militar na RÚSSIA (pela proximidade do conflito a territórios destas duas grandes potências), pondo a TURQUIA em polvorosa (fazendo fronteira com a Síria), colocando todo o norte de ÁFRICA (do Egito a Marrocos) de novo em erupção e pela proximidade (já iniciada com migrações maciças após o recrudescimento destes conflitos) atirando de vez a EUROPA para um beco sem saída, sem nada poder fazer e sem lugar para fugir (talvez Portugal como na II Guerra Mundial). E nestas contas não entrando, até pelo oceano que os separa, os ESTADOS UNIDOS da AMÉRICA (que podendo ser sacanas não têm culpa de os outros serem burros).

 

(texto/negrito: nytimes.com/29 Junho 2017 ‒ imagem: Felipe Dana/Associated Press/nytimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:01

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