Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Set 17

Violento Ataque Meteorológico aos Estados Unidos da América

 

Com o furacão Irma a ser desde já considerado como uma das maiores tempestades alguma vez registadas no oceano Atlântico, o impacto do mesmo já se fez sentir no dia de hoje na região das Caraíbas com rajadas de vento na ordem dos 300Km/h. No seu caminho tendo já provocado vítimas mortais e podendo estar em rota de colisão com as Ilhas Virgens, com Porto Rico e com o estado da Flórida (território dos EUA).

 

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 Olho do Furacão Irma

 

Nas Caraíbas francesas com a tempestade à sua passagem a ter provocado três mortes num cenário de violência meteorológica como nunca antes vista, nas Antilhas francesas com outras duas mortes entretanto já confirmadas e finalmente nas Ilhas Virgens (território norte-americano) com a chegada da tempestade a fazer-se sentir como se fosse um tremor de terra. No caso do furacão Irma (ao chegar às ditas ilhas):

 

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 Furacão Irma ‒ Categoria 5

 

“We’ve all been in hurricanes before, but have never felt anything like this before. It feels seismic, it feels catastrophic.”

(Kelsey Nowakowski/United States Virgin Islands)

 

Colocando Porto Rico em nível de alerta máximo (com as violentas rajadas de vento e com a forte precipitação prevista ‒ possibilitando grandes inundações), assim como o estado da Flórida para já no seu trajeto (em muitos dos casos com a tempestade a perder força e a desviar-se do rumo inicialmente previsto).

 

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 Mais um furacão a caminho dos Estados Unidos da América

 

Mais uma vez com os EUA na rota de uma grande tempestade agora que naquela zona (de momento afetada e onde se situa um destino turístico português a Republica Dominicana) se atravessa o período dos furacões. Certamente com os porto-riquenhos a recordarem-se da passagem do furacão Hugo há cerca de trinta anos e dos 28000 sem casa daí resultantes ‒ agora e segundo testemunhos com o Irma a ser muito mais violento.

 

(texto/itálico e dados: nytimes.com ‒ imagens: Everything News/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:55

A Terra Acaba de Ser Bombardeada pelo Sol!

 

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 O flash de raios ultravioleta referente à chama solar X9

(ocorrida hoje dia 6 de Setembro)

 

“On Sept. 6th at 12:02 UT, sunspot AR2673 unleashed a major X9.3-class solar flare ‒ the strongest solar flare in more than a decade. X-rays and UV radiation from the blast ionized the top of Earth's atmosphere, causing a strong shortwave radio blackout over Europe, Africa and the Atlantic Ocean. The explosion also likely produced a CME, although coronagraph images are not yet available to confirm this possibility.”

(spaceweather.com)

 

Antes mesmo da Coreia do Norte e dos Estados Unidos da América iniciarem o seu tantas vezes anunciado confronto nuclear (tentando provavelmente explodir com o planeta), é uma região da superfície do Sol que antecipando-se inesperadamente ao Homem explode (com violência), enviando na direção da Terra material ejetado da sua coroa (solar) com grande intensidade energética, raios beta, delta e gama (radioativos e mortais): no mesmo dia com duas intensas ejeções e no espaço de poucas horas (passando de X2.2 para X9.3).

 

Classe

Chama

Solar

Variação

Intensidade

(máximos e mínimos)

W/m²

Dimensão

Efeitos

B

I < 0,00001

Não Relevantes

C

0,00001 < I < 0,0001

Fraca

M

0,0001 < I < 0,001

Moderada

X

I > 0,001

Intensa

Chamas resultantes de explosões na superfície do Sol emitindo radiações no espectro eletromagnético desde ondas de rádio a raios x e raios gama ‒ e variando entre 0/9

(fonte: spaceweather.com)

 

Após a passagem do monstruoso asteroide Florence (mais de 5000 metros de diâmetro) nas proximidades do planeta Terra (a uns míseros 7 milhões de Km de distância) ‒ no passado dia 1 de Setembro ‒ parecendo o mesmo ao passar (tão perto) ter despertado o Sol (logo no período de atividade mínima do seu 24º ciclo) ativando a formação de manchas e o seu aumento em dimensão como na mancha ainda visível (e dirigida) AR 2673: hoje com uma chama solar da classe X9.3 (logo a mais forte do ciclo).

 

Com a última mancha solar desta dimensão a ser referida a Maio de 2015 com chamas da classe X-2.2 (e produzindo CME), num ciclo já com 47 (chamas) da classe X (incluindo as de hoje) e em que a maior terá sido esta de 6 de Setembro e da classe X9.3 (com o anterior recorde do 24º ciclo reportado a Agosto de 2011 com X6.9). E com esta forte explosão (ou não fosse da classe X, logo 9.3 e ainda-por-cima dirigida) ainda em desenvolvimento (a caminho) ao chegar provocando auroras, interferências de rádio e outras ditas (pelo menos a curto-prazo) irrelevantes.

 

(imagem: spaceweather.com/SDO/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:14

[Evolutiva e Demográfica, talvez em África e dos 7 biliões aos 7 milhões]

 

Nos EUA e já depois da passagem do furacão Harvey ‒ transportando consigo intensa precipitação (e causando grandes inundações), originando na sua deslocação ventos máximos e rajadas intensas (perto dos 210Km/h e dos 260Km/h), provocando no mínimo 66 vítimas mortais e milhares de desalojados e colocando muitas zonas do estado (do Texas) num caos total senão mesmo irrecuperável ‒ já com outro a caminho (dos EUA e vindo do Atlântico) muito mais perigoso e de categoria 5 (o anterior 4): o furacão Irma podendo atingir os 280Km/h (vento máximo), considerado extremamente perigoso e alcançando os EUA a 5 e 6 de Setembro.

 

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 EUA

Antes o furacão Harvey

Agora e ainda mais intenso o furacão Irma

 

A poucos dias do início da Estação do Outono (21 Setembro) e ainda a menos do início de mais um ano escolar (8/13 Setembro), em Portugal como na generalidade do Hemisfério Norte as populações dos mais diversos continentes localizados a norte da linha do Equador (exceção feita à Oceânia e ao continente da Antártida), aproveitam se ainda possível os momentos de lazer proporcionados pelos últimos dias da Estação do Verão (cerca de 15 dias).

 

Num período ainda indefinido dado o novo inquilino da Casa Branca (seja qual for o Presidente sempre nas mãos do Senado, da Câmara dos Representantes ou das Corporações) e com a Europa alegremente a deixar-se levar mais uma vez pelo oportunismo tão típico da sua decadência (com a Alemanha de Merkel a fazer render para si e para os seus ‒ como o novo bailarino Macron ‒ o dinheiro vindo dos EUA, da Rússia e obviamente da China; e simultaneamente esquecendo-se que o Eixo do Poder mudou situando-se agora na Ásia), de novo com o poder militar (norte-americano) a querer invocar o momento (para si) tornando-se protagonista (e distribuidor do guião) e apontando para a Coreia do Norte (ou seja apontando o dedo à China em tom de provocação) como próximo e possível alvo. Fazendo fronteira com a China, próxima da Confederação Russa e podendo dar origem a uma Terceira Guerra Mundial.

 

northkoreasept052017.jpgAntonio_Guterres-sep-6_80334_730x419-m.jpg

 Estados Unidos e Coreia do Norte (com Guterres posto de lado)

Propondo um forte cenário de guerra nuclear

Em mais uma situação dramática de ausência ativa da ONU

 

Em Portugal como em todos os cantos da Terra (no buraco mais recôndito de um qualquer território, mas com o dólar como referência de sobrevivência e sempre presente) onde o poder do dinheiro (e da generalização do acesso dos gestores e contabilistas ao poder de decidir) se sobrepôs a todos (os sujeitos) e a tudo o resto (os objetos), ainda nos últimos dias de Verão e com as massas ainda dormentes, com as mesmas e como todos os anos aproximando-se o início do Outono sendo invariavelmente reconduzidas para as linhas de montagem (sorte) ou então de excedentários (azar) ‒ conforme o progresso das máquinas em cada uma das áreas.

 

E como se já não bastasse o Efeito Interior (com a massificação crescente das massas em contingentes de mortos-vivos) com o Rei-Sol (e seus operadores) e externamente (Efeito Exterior) talvez revoltado pelo espetáculo degradante por nós proporcionado (pela Vida e pela raça dominante) a presentearmos igualmente com uma forte tempestade (solar) e dirigida para a Terra: no dia 5 de Setembro com o Sol a originar uma CME de intensidade M5.5 dirigida para a Terra e atingindo-a a 5/6 de Setembro (oriunda da mancha solar AR 2673) e já hoje dia 6 com a mesma mancha ainda ativa, tendo já rodado um pouco mais, mas podendo ainda atingir a Terra, emitindo uma nova CME ainda mais intensa e direcionada (pelo menos parcialmente) e de classe X2.2 (M: Moderada X: Intensa).

 

sunspots-on-september-4-2017-b.jpgM5-5-solar-flare-september-4-2017-CME.jpg

 Mancha Solar AR 2673 e CME

(mancha mais inferior à esquerda e ejeção material à direita)

4 Setembro 2017

 

Transpondo dia a dia cada dia do calendário, com o Homem a perder exponencialmente e duma forma irrecuperável a sua luta final contra as Máquinas (apoiadas numa minoria afirmando-se iluminada, brilhante e excecional e suportada em auto certificações sagradas por oficiais e de produção própria), deixando pelo caminho e aos poucos milhões e milhões de vítimas (desemprego, desagregação, guerras, doenças, etc.) deformando irreversivelmente a (há muito) decadente pirâmide (corroendo a base da mesma e tentando engordar artificialmente uma plataforma em apêndice aparecendo perto do topo) e ficando a aguardar o Evento: impulsionada por corporações (seus donos e milionários), apoiada por carrascos (elite política e seus derivados), catastrófico para biliões e seletivo para a criação de um Novo Mundo Livre por Extenso e Estritamente Necessário por Compreensivo (uma Terra para milhões e não para biliões). Á volta de nós num único trilho e sem opção.

 

E se antes fora um castigo de Deus (as consequências trágicas e fatais da passagem do furacão Katrina em Agosto de 2005 com mais de 1800 mortos especialmente para a população negra da região de Nova Orleães) ‒ uma afirmação vinda do Presidente Republicano de então George W. Bush ‒ agora sendo um castigo de Trump (as mesmas consequências mas do furacão Harvey com mais de 60 mortos especialmente sobre os texanos e apoiantes de Trump) ‒ uma afirmação vindo do campo Democrata derrotado nas presidenciais. Numa política sem retorno assumida pelos EUA (baseada na força do dólar/aparente e no seu poder militar/real) e que face à ausência da China (assumindo a sua caminhada prioritária e garantida em direção à supremacia económico-financeira global) e à presença contida da Rússia (felizmente atirada para o florescente mercado Asiático face às sanções impostas por uma Europa, sem voz própria e decadente e comportando-se como um ventríloquo ‒ dos EUA), parece irreversível e sem luz ao fim do túnel.

 

Parecendo estar tudo à espera que um Evento ainda nos salve (dado o fim da esperança na retoma do Homem) e tendo à disposição uma guerra (ameaça interna) ou um asteroide (ameaça interna). Agora com o 45º (presidente) no comando há nove meses (desde Janeiro de 2017) e com o seu legado a ser, desde já um nado morto (isolado pelos Democratas e ignorado pelos Republicanos). Mandando as Corporações e os seus agentes (legais) infiltrados (os políticos na Administração, no Congresso e no Senado) e para já com o Mundo a olhar se a Terra vai mesmo “Flipar” (como num deslocamento polar/Pole Shift).

 

(imagens: nasa.gov/catchnews.com/propkecynewswatch.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:05

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