Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

08
Set 17

Com a terra ainda a tremer do lado do Pacífico (sismo de M4.2 pelas 21:13 UTC)

E com três furacões ainda ativos do lado do Atlântico (Irma, Katia e José)

 

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 Evolução da tempestade tropical

(previsão)

8/13 Setembro

 

Com o furacão IRMA a atravessar a região de Cuba e das Bahamas no seu trajeto em direção à costa da Flórida, outros dois furacões também criados nesta zona do Atlântico sensivelmente pela mesma altura (surgindo já com o furacão Irma em ação), parecem querer deteriorar ainda mais a situação meteorológica e juntar-se ao caos já instalado nesta região da América Central: falamos do furacão KATIA (neste momento de categoria 2) a caminho do México e do furacão JOSÉ (neste momento de categoria 4) na peugada do IRMA.

 

Nas próximas horas com as Bahamas e Cuba a sofrerem os efeitos do furacão IRMA (desejando-se que a tempestade passe ao lado) para no dia seguinte (e tal como previsto) a Flórida ser finalmente atingida pela frente de furacão (na melhor das hipóteses talvez de categoria 2/3) ‒ de qualquer forma com rajadas de vento na ordem dos 150Km/h a 200Km/h, acompanhadas de elevada precipitação e em função do estado dos terrenos podendo dar origem a grandes inundações (e podendo afetar todo o estado da Flórida).

 

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 Furacão Katia, Irma e José

(da esquerda para a direita)

8 Setembro 2017

 

No caso do furacão KATIA movendo-se para já lentamente no Golfo do México, com o seu pico máximo a estar previsto (de atingir) antes do mesmo tocar terra no decorrer do dia de sábado (dia 9). No caso do México com o país a poder ser atingido na sua costa Atlântica (Vera Cruz no alvo) por um furacão de categoria 2 (KATIA), enquanto na sua costa do Pacífico se acaba de deparar com um sismo de M8.1 (seguido de tsunami) afetando especialmente os estados de Oaxaca e de Chiapas e fazendo-se sentir mesmo na Cidade do México (a capital).

 

 (imagens: noaa.gov/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:42

Após o Grande Furacão de 1896

(Great Miami Hurricane of 1896)

 

Descrição:

 

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 Fig. 1

 

Esta imagem (1) mostra a devastação causada pelo Grande Furacão de 1896 que atingiu as costas do Golfo e Atlântica da Flórida.

 

Com seu litoral de 2.200 quilômetros, a Flórida é o estado americano mais vulnerável a estas tempestades.

 

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 Fig. 2/3

 

Mais de 450 furacões e tempestades tropicais registradas atingiram suas costas, desde o começo da exploração europeia.

 

O furacão de setembro de 1896 destruiu a maior parte da área residencial da cidade de Cedar Key, na costa oeste superior da península da Flórida, matando dezenas de moradores e destruindo a maior parte das indústrias de Cedar Key.

 

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 Fig. 4/5

 

Antes de tocar terra firme, a tempestade e a ressaca do mar naufragaram mais de 100 barcos de pesca de esponja, matando um número incontável de tripulantes.

 

O furacão atravessou, então, a península, deixando uma larga faixa de destruição até atingir a costa atlântica, em Fernandina, antes de se dirigir ao norte, para a Virgínia.

 

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 Fig. 6/7

 

Esta imagem (1) mostra sobreviventes, tanto brancos como negros, em Fernandina, de pé, em montes de entulho, ainda visivelmente chocados com a destruição.

 

Outras tempestades famosas na história da Flórida incluem o furacão Okeechoebee, de 1928, e o Furacão do Dia do Trabalho, de 1935.

 

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 Fig. 8/9

 

Em Seus Olhos Viam Deus, Zora Neale Hurston descreveu a devastadora enchente causada pelo furacão de 1928, que matou mais de duas mil pessoas, a maioria delas trabalhadoras agrícolas migrantes.

 

O furacão de 1935 tirou a vida de mais de 350 veteranos da Primeira Guerra Mundial, que trabalhavam em projetos de construção nas Keys da Florida.

 

(texto: Biblioteca Digital Mundial/Library of Congress/wdl.org ‒ imagens: wdl.org/floridamemory.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:57

Sismo de Magnitude: 8.1

Região: Offshore de Chiapas/México

Data: 8 Setembro 2017 04:49:21 UTC

Profundidade: 72Km

Distância: 98Km SW Pijijiapan/México (15200 habitantes/23:49 locais)

 

Num menu Centro-Americano

 

E se de um lado do continente face à obscuridade asfixiante provocada pelo furação pouco se via ou nada se queria ver (tanta era a destruição), do outro lado e provavelmente provocado pela fricção existente entre placas (tectónicas) o céu iluminou-se com as Luzes do Terramoto.

 

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 As “Luzes do Terramoto” na Cidade do México

(aquando do sismo registado esta noite dia 8 Setembro)

 

Enquanto do outro lado da América Central (e da ponta sul da América do Norte) uma tempestade de categoria 5 (furacão IRMA) tem assolado diversas ilhas das Caraíbas no seu eventual caminho em direção à costa leste dos EUA (tendo logo à frente o estado da Flórida) ‒ deixando atrás de si um rasto catastrófico de destruição material e com o número de vítimas e desalojados sempre a aumentar eis que agora e do lado ocidental (da América Central/Norte) um forte tremor de terra assolou o México (assim como a Guatemala) sentindo-se mais intensamente os seus efeitos nos estados sulistas (mexicanos) de Chiapas e de Oaxaca: com o sismo de maior intensidade e de epicentro a 98Km a SW da localidade mexicana de Pijijiapan/Chiapas (um ponto localizado no mar a cerca de 70Km de profundidade) a atingir a magnitude 8.1 (pelas 04:49 UTC) sendo seguido de diversas réplicas (com a seguinte a atingir M5.7/12 minutos depois e com a última registada na zona a atingir M5.2/mais de 7 horas depois) e de avisos para a possível ocorrência de tsunamis (dada a possibilidade de terem ocorrido desabamentos submarinos como consequência do fortes sismo).

 

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 Os estados mexicanos de Oaxaca e de Chiapas (os mais atingidos pelo sismo M8.1)

E o aparente tsunami associado (com as águas inicialmente a recuarem)

 

Para já sem dados adicionais sobre o acontecimento mas com as regiões certamente mais afetadas a serem a de Chiapas e a de Oaxaca (por um lado e dada a profundidade do epicentro do sismo prevendo-se um impacto menor nas estruturas edificadas, mas por outro lado sendo expetável a ocorrência de um tsunami talvez com ondas até um metro) ‒ isto se não surgir ainda uma réplica idêntica (ou superior) nas próximas horas.

 

E se no caso da costa leste do continente americano (norte/centro) o furacão IRMA continua a sua caminhada em direção ao estado norte-americano da Florida (mas já tendo descido de categoria 5 para 4) ‒ no próximo fim-de-semana atingindo os EUA e mesmo perdendo força não deixando de ser uma grande tempestade tropical transportando consigo ventos fortes, elevada precipitação e cenários propícios para grandes inundações (não deixando de recordar que outros dois furacões já evoluem na mesma zona o José e o Katia) ‒ não se podendo ainda prever muito bem como tudo isto irá acabar (sendo a primeira vez que três furacões se apresentam simultaneamente nessa região do Atlântico): com toda a zona das Caraíbas em completa polvorosa (sobretudo falando-se de grandes destruições materiais) e hoje com as Bahamas e com Cuba a sujeitarem-se a um tratamento a que não estarão tão habituados (no fundo naquela zona atravessando-se agora o período crítico dos furacões e de outras grandes tempestades tropicais); já do outro lado e acompanhando um dos braços do Círculo de Fogo do Pacífico (a zona da terra mais viva e mais ativa tanto a nível sismológico como vulcanológico) com um forte sismo de M8.1 a abalar a costa do Pacífico como já é habitual ocorrer em todos os territórios adjacentes e rodeando o Anel (de Fogo).

 

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 O Olho do furacão Irma a 5 Setembro

(na altura de categoria 5 e entretanto passando a 4)

 

Deixando uma pequeníssima região do Globo completamente cercada por fenómenos naturais (possíveis de originarem cenários violentos e catastróficos), tendo de um lado “o céu a cair sobre as suas cabeças” (Caraíbas) e do outro “a terra fugindo sob os seus pés” (México). Sob os pés:

 

At least 15 killed in Mexico's 8.1M quake, one of biggest quakes ever.

(ktvu.com)

 

The most powerful earthquake to hit Mexico in 100 years struck off the nation’s Pacific Coast late Thursday. About 50 million people across the country felt the earthquake, which had a magnitude of 8.2, according to the Mexican government.”

(nytimes.com)

 

(imagens: metro.co.uk/express.co.uk/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:33

[Terrestre]

 

Na nossa próxima reencarnação como espécie (na Terra) apenas se mudará o cenário (a apresentação), mantendo-se de pé o Homem (sujeito/componente Orgânica) e a sua Plataforma (objeto/Componente Mineral) ‒ talvez situada em África. Sendo um a imagem do outro e definindo (em conjunto) o mesmo objeto.

 

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Se por um lado as sociedades mais organizadas e desenvolvidas se estendem predominante e preferencialmente pelo continente Europeu e Asiático assim como pela América do Norte (curiosamente com todos estes territórios situados no Hemisfério Norte) ‒ tomando como referência a espécie dominante (o Homem) como representante do Mundo Orgânico ‒ já no que diz respeito ao planeta (Terra) e aos seus fenómenos geológicos teremos que categoricamente afirmar que a região mais ativa do planeta e mais viva (e representativa) do Mundo Mineral, se localiza nos antípodas de Portugal (do outro lado da Terra onde as pessoas como nós estão todas de pernas para o ar): mais rigorosamente entre três continentes (África, Ásia e América), adicionando-lhe no limite um quarto (Oceânia) e apenas separado do quinto (Europa) ‒ o Anel de Fogo do Pacífico. No caso do Mundo Orgânico eventual e superiormente conduzido pelo Homem com todas as outras espécies lutando pela sua própria sobrevivência (fauna e flora) sendo postas perante o forte consumo e a falta de espaço ‒ e no contexto criado tornando-se irrelevantes (sem visibilidade inexistentes) ‒ arriscando-se a desaparecer e a ser substituídas (desde a base ao topo da pirâmide); talvez com certas exceções nas selvas ainda perdidas da Ásia, de África e da Amazónia (nunca custa sonhar). E do Mundo Mineral tirando todo o restante (imenso por infinito) ‒ e que ainda hoje forma o Mundo (a Estrutura de base) servindo de base à Vida. Com a Terra funcionando internamente como um gerador de vida dinâmico e em constante movimento (com as diversas rotações de material envolvendo e definindo o seu núcleo), despoletando através dos seus processos e mecanismos de transformação (interior) toda a energia emitida e expressa à sua superfície (através da movimentação das diversas placas tectónicas) e manifestando-se exteriormente e de uma forma mais percetível para os nossos órgãos dos sentidos, através de fenómenos ocorrendo diária e repetidamente como sismos, erupções vulcânicas e tsunamis (e deslocamentos maciços de terras): com a panela (de pressão) contendo o Pacífico (e nele englobando por fusão o Índico) podendo ser o centro do Mundo (Mineral), nele se localizando os alicerces para um novo (e futuro) Ciclo da Terra.

 

(imagem: wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:18

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