Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

04
Nov 17

[Vulcões, Estreito e Mediterrânico]

 

stromboli_g13010m.jpg

Vulcão Stromboli

 

Consultando hoje (sexta-feira dia 3) o Site VOLCANO DISCOVERY (volcanodiscovery.com) verificamos que dos 36 vulcões ativos (em erupção) neste dia 3 de Novembro de 2017, 2 deles estão localizados na Europa mais rigorosamente em Itália: o ETNA (Sicília) e o STROMBOLI (Ilhas Eólias). Para lá destes 2 vulcões (incluídos nos 36) encontrando-se ainda outros 2 (menor atividade/avisos de erupção), um localizado de novo em Itália ‒ CAMPI FLEGREI ‒ e outro em Espanha nas Ilhas Canárias ‒ LA PALMA. E à frente do pelotão sobrecarregada de vulcões (entre continentes e oceanos) toda a região em redor do Anel de Fogo do Pacífico.

 

etna_28724.jpg

Vulcão Etna

 

Naturalmente com os 2 primeiros a preocuparem mais as populações, tanto pela sua atividade (ainda na segunda-feira dia 1 de Novembro registando-se mais uma explosão no Stromboli) como pela sua proximidade a regiões habitadas ‒ até no caso de Portugal situado a pouco mais de 2000Km dos vulcões italianos (e a mais de 1200Km do vulcão espanhol): vulcões situados mesmo em frente da extremidade da Bota (como imaginamos a Itália no mapa) o 2º numa ilha pequena (cerca de 12000 habitantes) mas o 1º numa maior (cerca de 5 milhões) ‒ e mesmo diante da biqueira (da bota).

 

Gibraltar_SRTM_lrg.jpg

Estreito de Gibraltar

 

Num cenário de um cataclismo de enormes proporções, tal o poder de alterar radicalmente toda a paisagem em seu redor ‒ e em que certamente nesta região (Portugal) estariam observadores (fossem eles quem fossem) privilegiados (pela proximidade ao Evento).

 

Sabendo-se nos dias de hoje que há cerca de 6 milhões de anos (bem no passado da região do mar Mediterrânico) toda esta zona (hoje em dia abrangendo toda a faixa entre o sul da Europa e o norte de África) se encontrava isolada do oceano Atlânticocom a Europa unida ao continente Africano através de uma planície (cerca de metro e meio abaixo do nível da água do mar) isolada e protegida do Atlântico por uma cadeia montanhosa formando o Arco de Gibraltar (fechando a porta às águas desse mesmo oceano) ‒ por essa altura e com todo o processo de evolução geológica então em curso, possibilitando múltiplas deslocações e os mais diversos intercâmbios (de todo o tipo de seres vivos) entre dois Continentes no presente sem ligação (Europa e África);

 

E que posteriormente talvez há uns 5,3 milhões de anos (depois de um intervalo de 700.000 anos) ‒ com alguns escritos da História Antiga a falarem durante uma parte desse período de tempo de planícies férteis e verdejantes (talvez por integrarem zonas potencialmente ativas vulcanicamente) ‒ com toda esta faixa envolvendo toda a região do Mediterrânico a ser submetida a um Grande Evento, por muitos historiadores associando-o ao nosso conhecido Dilúvio (pelo menos se não ao nosso a um deles): com as águas do Oceano Atlântico a lançarem-se com extrema violência contra as montanhas separando-o da planície Mediterrânica (nesse período com toda essa região a estar submetida a intensas manifestações vulcânicas e sismológicas, como consequência do choque entre as placas tectónicas euroasiática e africana) e com a contribuição de fortes Tsunamis e da consecutiva erosão infligida sobre terra, acabando por perfurar a barreira e derrubar o Arco de Gibraltar.

 

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A crise de salinidade do período Messiniano

 

Sendo portanto compreensível como na cidade de Loulé (região do Algarve) na atualidade e a cerca de 15Km (ou menos) do mar, se encontrem as suas famosas (mas infelizmente tão pouco visitadas e exploradas turisticamente) Minas de Sal-Gema: num passado já bastante remoto e com a pressão exercida pelas águas do oceano (e a sua elevação), com as mesmas a invadirem terra e a cobrirem zonas próximas e menos elevadas, posteriormente recuando e deixando para trás vestígios da sua passagem e estadia (prolongada) ‒ como se terá passado em torno de Gibraltar com o poder das águas a furar a pedra e como se fosse um Dilúvio submergindo progressivamente toda a zona e daí surgindo (em sua substituição) o Mar Mediterrânico. Fazendo de imediato as águas do Atlântico baixar (uns dizem uns 9/10 metros) pondo a nu novas terras (como na região sul de Portugal) e fazendo desaparecer outras: desde o Arco de Gibraltar passando a um mero estreito até uma área marítima antes tendo sido terrestre.

 

(imagens: volcanodiscovery.com ‒ nasa.gov ‒ wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07

Oppo Internacional Championship

29 Outubro/5 Novembro

Daqing ‒ China

Meias-Finais e Final

 

mark-selby-and-mark-allen.jpg

Mark Selby e Mark Allen

(Finalistas do Oppo Internacional Championship)

 

Resultados das Meias-Finais:

 

Fase

J

N

F

J

N

MF 1

MARK

SELBY

ING

9-3

MARTIN

GOULD

ING

MF 2

MARK

ALLEN

NIRL

9-2

YAN

BINGTAO

CHI

(J: Jogador N: Nacionalidade F: Frame MF: Meia-Final)

 

Apesar das boas prestações de Martin Gould e de Yan Bingtao nas 5 rondas anteriores (especialmente a do jovem chinês despachando dois ex-Campeões do Mundo Ronnie O’Sullivan e John Higgins), chegados às Meias-Finais com os mais experientes MARK SELBY e MARK ALLEN a deixarem bem expresso nos resultados a sua superioridade.

 

Final (a disputar Domingo dia 5, à melhor de 19 partidas):

 

Final

J

N

RM

-

J

N

RM

Final

-

MARK

SELBY

ING

1

VS

MARK

ALLEN

NIRL

6

-

Fase

J

N

RM

F

J

N

RM

F

Q

Ashley

Hugill

ING

116

6-1

Peter

Lines

ING

104

6-3

1ªR

Cao

Yupeng

CHI

69

6-4

Zhao

Xintong

CHI

73

6-4

2ªR

Tom

Ford

ING

32

6-4

Mark

King

ING

21

6-5

3ªR

Mark

Williams

GAL

17

6-4

Martin

O’Donnell

ING

83

6-5

QF

Robbie

Williams

ING

48

6-2

Judd

Trump

ING

3

6-5

MF

Martin

Gould

ING

19

9-3

Yan

Bingtao

CHI

37

9-2

(RM: Ranking Mundial R: Ronda QF: Quartos-de-Final)

 

Com esta a ser a 11ª Final individual desta época 2017/18 (do Circuito Mundial), com 3 provas não contando para o RM e outras 8 contando (para mesmo RM): em todas as 10 provas já disputadas tendo todas um vencedor diferente, tal como acontecerá de novo nesta 11ª prova estreando-se agora MARK SELBY ou MARK ALLEN. E no caso de ser o primeiro (Selby), atual Campeão do Mundo e Líder do RM, sendo apenas um caso de reerguer o Troféu (já conquistado o ano passado).

 

[Transmissão: EUROSPORT ‒ Domingo, 5 de Novembro de 2017 ‒ 1ª Sessão/07:00 e 2ª Sessão/12:30]

 

(imagem: snookerhq.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:09

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