Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

25
Nov 17

Num adeus ao planeta SATURNO (o Gigante Gasoso e 2º maior planeta do Sistema Solar) a NASA vem oferecer-nos (à falta de melhor, dado já não estar por lá) mais uma imagem recolhida pela defunta sonda Cassini.

 

PIA17218_fig1.jpg

Imagem de Saturno tendo como origem as câmaras da sonda Cassini quando a mesma se encontrava a pouco mais de 1 milhão de Km do planeta

(PIA 17218)

 

Agora (mês de Novembro) que o planeta SATURNO se encontra a cerca de 1,61 biliões de Km (10,7 UA) do (nosso) planeta TERRA, ainda mais se sente a ausência da sonda que durante mais de 13 anos (2004/2017) circulou naquela região do SISTEMA SOLAR orbitando o seu 2º maior planeta: desde o dia 15 de Setembro (deste ano de 2017) e com o fim da missão CASSINI-HUYGENS (com a sonda CASSINI na execução do seu ultimo trajeto ‒ THE GRAND FINALE ‒ a entrar na atmosfera rodeando Saturno acabando por se desintegrar) a ficarmos isolados daquela região (presencialmente e através de um periférico comandado da Terra) limitando-nos agora a observá-la de longe (através de telescópios terrestres ou situados nas suas proximidades) ou então a recordar dias (e registos) de tempos passados.

 

Ainda-por-cima no Momento que entre interesses PÚBLICOS (Governamentais) e PRIVADOS (e Internacionais) se discute o Futuro da Exploração do Espaço, com os objetivos (da MISSÃO) ainda bastante indefinidos assim como o seu destino e Evolução: com uns a privilegiarem a continuação do envio de Sondas Automáticas (sobretudo as Agências Governamentais) opondo-se ao regresso dos voos tripulados, às suas consequências (por vezes mortais) e ao enorme gasto Financeiro (associado) ‒ motivos invocados há quase meio-século para justificar o fim do Projeto Apollo (último voo em 1972); e com outros (os PRIVADOS) a dirigirem todos os seus recursos (deles e do Estado) para a Exploração de regiões de Espaço mais distantes (para já no interior do nosso SISTEMA) apontando (quase todos) os seus HOLOFOTES para MARTE ‒ com o envio de seres Humanos em voos tripulados (já programados no Tempo/próxima década e não faltando candidatos) para aí instalarem uma base e seguidamente Colonizarem o Planeta.

 

Mas sabendo-se antecipadamente de como todos estes processos e projetos são de difícil preparação, planeamento e execução (para além dos múltiplos interesses associados ‒ ideológicos, políticos, económicos, tecnológicos, etc. ‒ impondo um grande investimento Financeiro de grande risco inicial) e de como teremos (como sempre) de esperar e de Acreditar (provavelmente ainda por muitos anos) ‒ com muitos de nós a não irem assistir certamente (em vida) à proeza da Exploração e da Conquista pelo Homem do primeiro território Exterior ao nosso Território, Lar e Planeta ‒ sendo ainda maior o nosso sentimento de isolamento, a nossa tristeza pela perceção de perda e sobretudo o Convencimento de que tal como as Coisas Hoje se Apresentam (no nosso Planeta e observando como as nossas Sociedades/Civilizações têm evoluído e transformado), ao contrário dos Primeiros Aventureiros, Exploradores e Conquistadores da Terra (os Navegadores desafiando os Oceanos), os do Presente e do Futuro demorarão a partir e a convencer-se de que se o não fizerem (rapidamente) arriscam-se a desaparecer e a Extinguir-se como Espécie (já que a Terra tal como o Homem não durará para sempre).

 

E nos espaços (restringindo-nos para já aos EUA e à Europa) de intervenção envolvendo a Futura Conquista do Espaço (inevitável), de um dos lados a termos os Privados a oparem pelos voos espaciais comerciais locais (em torno da Terra como será a opção da Virgin Galatic) ou interplanetários (tendo como destino final Marte a opção da Space X ‒ e ainda contando com a Blue Origin) e do outro lado com muitas maiores restrições financeiras dado um grande controlo orçamental por parte do Governo (de modo a limitar ao máximo as despesas), com o setor Público (veja-se o caso da NASA e da ESA) a evitar invariavelmente o retorno aos voos tripulados, ficando-se pelas sondas automáticas e por uma hipotética concorrência às ambições de Elon Musk (e da sua Space X): com planos por parte da NASA (mais longos e comedidos) de se lançar também para Marte.

 

Para já e apesar de todas as limitações financeiras (já que o próprio Privado irá sempre aproveitar fontes de investimento inicial e exclusivamente atribuídas ao Público) destacando-se o setor Público em detrimento do Privado: com os cientistas das diversas organizações/missões tendo ainda como base as Agências Governamentais (dos EUA, Europa, Rússia, China, Japão e Índia, entre outras) a optarem pela exploração e pela descoberta de bens preciosos para o Homem (até para facilitar a exploração do Espaço ao descobrir depósitos de bens fundamentais), como será o caso da Água constituindo 00% do nosso corpo ‒ um produto fundamental para a continuação da Vida na Terra e imprescindível para acompanhar o Homem na sua (já marcada nas Estrelas) Aventura pelo Cosmos. Falando-se de novo em Titã e também em Encélado (duas das luas de Saturno). Depósitos de Água (relevantes) talvez existentes noutras luas (mais próximas como as de Júpiter) e que existindo em Marte (como poderiam ser na Lua) só mesmo sendo limitadas (em localização e volume) assim como subterrâneas: e faltando unicamente (para lá dos vestígios e dos indícios) a sua confirmação.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:27

24
Nov 17

Depois de ROCKET ter vencido o ENGLISH OPEN, sendo eliminado no NORTHERN IRELAND OPEN e a partir daí não tendo condições para ganhar o prémio de 1 MILHÃO de Libras (Open da Inglaterra, da Irlanda do Norte, da Escócia e do País de Gales, tudo na mesma época). Fica para a próxima.

 

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Elliot Slessor/23 anos

Eliminando Ronnie O’Sullivan/41 anos na 3ª ronda por 4-1

(de momento nos Quartos-de-Final)

 

Decorrendo de 20/26 de Novembro em Belfast/Irlanda do Norte o NORTHERN IRELAND OPEN (10ª prova da temporada contando para o Ranking Mundial), realizam-se esta sexta-feira os jogos dos QUARTOS-DE-FINAL já sem a presença de jogadores integrando o TOP 10 Mundial: com o galês MARK WILLIAMS a ser o único sobrevivente do TOP 20 Mundial (16ºRM). E para lá da ausência do inglês Mark Selby (por opção) e do chinês Ding Junhui (por doença) da prova, saltando logo à vista a eliminação do inglês Ronnie O’Sullivan (na 3ª ronda face a ELLIOT SLESSOR) e o seu adeus definitivo ao prémio de 1 MILHÃO (ganhando as 4 provas disputadas no Reino Unido, depois da 1ª ganha por ROCKET sendo esta a 2ª).

 

Quartos-de-Final

(24 Novembro)

 

Jogo

 

J

N

RM

J

N

RM

QF

YAN

BINGTAO

CHI

34

ROBERT

MILKINS

ING

32

QF

TIAN

PENGFEI

CHI

59

LU

HAOTIAN

CHI

89

QF

LI

YUAN

CHI

87

ELLIOT

SLESSOR

ING

73

QF

MIKE

DUNN

ING

46

MARK

WILLIAMS

GAL

16

(J: Jogador N: Nacionalidade RM: Ranking Mundial QF: Quartos-Final)

 

E face ao quadro de 8 jogadores apurados para os QF com o gales MARK WILLIAMS a ser o único esta época (2017/18) a poder imitar o inglês Ronnie O’Sullivan: tendo vencido uma prova (não contando para o RM) e agora podendo repetir a proeza (e assim igualando o Rocket) em número de provas ganhas (2). Com o jogador favorito olhando-se apenas para o RM a ser sem dúvida o galês por sinal 2 X Campeão do Mundo (2000 e 2003) e 1 X Vice-Campeão (1999). Mas com o Quarteto da China ‒ BINGTAO, PENGFEI, YUAN e HAOTIAN ‒ a poder ser um entrave à vitória do Reino Unido (ING/ESC); e no caso das surpresas (positivas) aguardando-se a prestação do inglês ELLIOT SLESSOR (nos QF).

 

(imagem: EUROSPORT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:52

23
Nov 17

“Entre o Douro e Trás-os-Montes, a seca reflete-se nos abastecimentos de água à população, nas explorações de gado que já estão a gastar as reservas do inverno e nas quebras de produção na agricultura.”

(noticiasaominuto.com)

 

IPMA 1.jpgIPMA 2.jpg

 

Com previsão de chuva um pouco por todo o país prevista para esta quinta-feira (com períodos de chuva ou céu pouco nublado e vento moderado) ‒ na cidade de Albufeira com 50% de hipóteses de chuva (sobretudo a partir do início da noite):

 

O IPMA prevê para amanhã (sexta-feira) a continuação do estado do tempo, seguida de uma ligeira melhoria (durante o fim-de-semana) e a partir de segunda-feira o regresso de novo da chuva:

 

Em Albufeira com as previsões a apontarem o período máximo de pluviosidade para o início da próxima semana (segunda, terça e quarta-feira) ‒ com 62% a 67% de probabilidade de chuva ‒ para a partir de quinta-feira (1 de Dezembro) voltarem os aguaceiros fracos e o céu pouco nublado.

 

“Zonas lagunares, como as de Aveiro a da Ria Formosa, ou ainda de Óbidos e Albufeira, e zonas estuarinas, como as do Tejo e Sado, tenderão a desaparecer ou a estreitar-se muito, com perdas de terrenos agrícolas bem como inundações de zonas baixas vizinhas.”

(esquerda.net)

 

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Ou seja e a confirmarem-se as previsões com a chuva (necessária e fundamental) a continuar ausente de Portugal Continental, prolongado o período de seca (nalgumas partes do território já Severa):

 

Contribuindo para a diminuição de humidade dos terrenos (já bastante baixa) e mantendo-se este cenário (meteorológico) correndo-se sempre o risco de novos incêndios (em Dezembro);

 

Da subida do preço da água e da eletricidade (e de muitos outros produtos direta ou indiretamente associados);

 

E ainda da perda de culturas e de muitos animais de criação (sem água para beberem, sem pasto para se alimentarem e sem condições para se reproduzirem e sobreviverem).

 

800.jpg

 

"Haverá com certeza subida de preços imediatos em alguns produtos e vai haver falta de rendimento para quem os produz."

(Eduardo Sousa/Presidente da CAP/iol.pt)

 

E nas previsões a longo prazo para Portugal Continental (20 Novembro/17 Dezembro) mantendo-se os valores baixos de precipitação (abaixo do normal) e a continuação das temperaturas acima das normalmente registadas para esta época:

 

Com os efeitos (meteorológicos) a fazerem-se sentir especialmente no centro e a sul do país, parecendo querer prolongar este Verão de S. Martinho (comemorado a 11 de Novembro) ao mês de Dezembro e talvez à Passagem de Ano.

 

O que seria um desastre (Económico e Social) para Portugal (Continental):

 

Aí atingindo um período de Seca Severa (em quase todo o território português);

 

E por efeito de ação/reação (deste extremo climatológico) fazendo disparar todos os preços ao consumo não só da água e da eletricidade como o de muitos dos bens imprescindíveis além de muitos dos nossos alimentos básicos (por serem para muitos de subsistência e de sobrevivência).

 

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“Uma das preocupações são os peixes autóctones da bacia do Guadiana, onde há espécies únicas, que só existem ali, como é o caso de um pequeno peixe chamado saramugo, classificado como "Criticamente em perigo" a nível nacional. Outra situação que está a ser agravada pela seca é a morte de sobreiros e azinheiras no montado alentejano."

(dn.pt)

 

Até na região do Algarve e devido às condições climatéricas que se tem vindo a sentir este ano (temperaturas acima da média e sem chuva) com a Laranja a estar atrasada e com a sua apanha a ser adiada para Dezembro ‒ logo, ainda sem a Laranja do Ano (Nova) nesta região de excelência para a produção de citrinos (dos melhores de Portugal tal como as Sardinhas do Algarve).

 

De momento com a chuva a (parecer) querer chegar (como prometido) a Portugal ‒ tendo chovido um pouquinho pelo meio-dia (em Albufeira):

 

Com regiões do país a serem já abastecidas com autotanques (distrito de Viseu);

 

E com os espanhóis (em Espanha e unilateralmente) a reterem as águas dos seus principais rios em albufeiras (especialmente Douro e Tejo, nascendo em Espanha e desaguando em Portugal);

 

Acentuando ainda mais a falta de água e os efeitos da seca (prolongada e extrema/severa ‒ onde estão os Convénios da Água?) e suscitando desde logo a possibilidade de subidas (no seu preço) da Água e da Eletricidade. Mas pelos vistos (nem tudo sendo mau) ainda resistindo alguns oásis (neste caso a norte):

 

“Luso. Um oásis onde não falta água, apesar da preocupação.”

(dn.pt)

 

(imagens: ipma.pt/shifter.pt/iol.pt/expresso.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:45

21
Nov 17

Da Constelação Lira para o Sistema Solar

 

From Vega with love: Pegasus interstellar asteroid's next stop

Out-of-shape ‘Oumuamua only looks like a starship, right?

(Richard Chirgwin/theregister.co.uk)

 

eso1737a.jpg

Asteroide Interestelar 1I/2017 U1

 

No passado dia 19 de Outubro (há pouco mais de um mês) o telescópio PAN-STARRS-1 instalado no Hawaii (EUA) detetou a passagem nas proximidades do Sol (e logicamente da Terra) de um estranho asteroide (inicialmente pensando-se tratar-se de um cometa) ‒ o 1I/2017 U1 (aka.Òumuamua): confirmando-se posteriormente através de dados complementares recolhidos pelo VLT (um outro telescópio localizado no Chile) e por estudos realizados no Instituto de Astronomia do Hawaii (pelo Dr. Karen Meech) não se tratar este corpo celeste de um cometa mas sim de um asteroide, ser de origem exterior ao nosso Sistema Solar (Interestelar) e ao contrário da esmagadora maioria (dos asteroides) ter uma forma deveras estranha (alongada) ‒ sendo bastante comprido (uns 400 metros) e estreito. E baseando-se em cálculos entretanto efetuados descobrindo-se que o asteroide (no cumprimento do seu trajeto) já teria passado o seu ponto de maior aproximação ao Sol (no decorrer do mês de Setembro), girando em torno do seu eixo em pouco mais de 7 horas e devido a esse mesmo movimento e à sua forma bastante alongada (do objeto) variando muitíssimo de brilho.

 

This unusually large variation in brightness means that the object is highly elongated: about ten times as long as it is wide, with a complex, convoluted shape. We also found that it has a dark red colour, similar to objects in the outer Solar System, and confirmed that it is completely inert, without the faintest hint of dust around it.

(Dr. Karen Meech)

 

snapshot A.jpg

Passagem do asteroide pelo Sistema Solar

 

Um asteroide rochoso e denso (contendo uma grande quantidade de metal) com poucos vestígios de água (à sua superfície e sob a forma de gelo) e de uma cor escura/avermelhada: não tendo como seu ponto de referência (foco) a estrela do nosso Sistema, não se deixando apanhar (entrando/saindo) na sua passagem (mais próxima) pela força gravitacional do Sol e como consequência regressando de novo à sua origem (e remetente) o Espaço Interestelar (e para além do Sistema Solar). Talvez oriundo de VEGA (a estrela mais brilhante a norte da constelação LYRA), circulando a uma velocidade de quase 100.000Km/h e segundo alguns cálculos tendo abandonado esse Sistema (rodeando a estrela VEJA) há uns 300 000 anos (e vagueando pela Via Láctea talvez desde há uns milhões de anos podendo até ter outra origem qualquer). Na sua viagem de regresso ao Espaço Extrassolar e já depois de ter passado perto do Sol (em 9 de Setembro), estando prevista a sua passagem por Júpiter (o Gigante Gasoso) em Maio do próximo ano e em Saturno em Janeiro de 2019.

 

(imagens: eso.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:26

19
Nov 17

No dia 3 de Dezembro de 2017 (um Domingo) THE VIRTUAL TELESCOPE PROJECT 2.0 irá oferecer-nos uma visualização Online da Maior LUA CHEIA do Ano ‒ à medida que a Lua for aparecendo no horizonte celeste cobrindo a cidade de ROMA.

 

SuperMoon2017_poster 1.jpg

 

Para quem não possuiu um instrumento ótico apropriado (como por exemplo um telescópio) uma boa maneira de observar diretamente o acontecimento, bastando ter um computador e uma ligação à Web (e com início pelas 16:00 em virtualtelescope.eu).

 

(imagem: virtualtelecope.eu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:34
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No presente com as amostras de ar recolhidas seja na Ilha Terceira (Açores/Portugal) como em Mauna Loa (Hawaii/EUA) a apontarem para um aumento significativo do índice atmosférico nos níveis de CO₂ (de 1980 até ao presente com um aumento de em redor dos 20%).

 

Com o país a atravessar um longo período de seca (Portugal Continental) e estando o mês de Novembro já a mais de meio (domingo dia 19) e ainda sem vestígios de precipitação relevante (tendo como termo de comparação os registos normais para a época), a cada dia que passa a preocupação geral (da generalidade dos portugueses face à ausência de chuva) aumenta face ao crescimento da área em seca extrema. Sem a chuva a chegar (a cerca de um mês do Inverno), com as reservas nos mínimos (nas albufeiras de norte a sul) e com os animais (fauna e flora) a sofrer ‒ e com o Homem (e a autoridade) a nada fazer.

 

mpdsi201710.jpg

Carta geográfica

Índice de Seca Meteorológica

(31 Outubro 2017)

 

Climatologist Álvaro Silva of IPMA (institute of sea and atmosphere) has explained that we need two months of “above average” rainfall to redress the effects of the drought that sees almost half the country’s dams running dangerously low.

(portugalresident.com)

 

Segundo dados do IPMA (referidos ao mês de Outubro) com Portugal Continental no mês anterior a apresentar 25% do seu território em SECA SEVERA e os restantes 75% em SECA EXTREMA (conforme carta geográfica): e desta Miséria Ambiental salvando-se (sem distinção) a região do Algarve, a região envolvendo o estuário do Tejo e a região Norte/Litoral de Portugal ‒ um país com os seus níveis hidrográficos a atingirem níveis mínimos históricos, ainda mais agravados pela terrível (e mortal) onda de incêndios (entre Junho e Outubro). E para além dos incêndios e da falta de água contando já com mais de 100 mortos.

 

mrrpe_agro.jpg

Carta geográfica

Percentagem de água no solo

(30 Outubro 2017)

 

Nos últimos 13 meses não houve um único mês em que uma parte de Portugal Continental não estivesse na situação de seca. Em Portugal, a seca é já gravíssima e não sabemos quando irá terminar. Pode chover abundantemente este inverno ou haver apenas chuva fraca.

(Filipe Soares Franco/publico.pt)

 

Dado o cenário para o mês de Novembro e até pela manutenção das condições meteorológicas durante a sua primeira quinzena (até dia 19 com precipitação irrelevante), com todas as previsões a apontarem (continuando este reduzidíssimo nível de precipitação) para extensão de SECA EXTREMA estendendo-se a todo o território nacional (e continental): e conjugada com a humidade do solo também em índices baixíssimos, correndo-se sempre o risco de mesmo no mês de Novembro podermos vir a ser assolados ainda por novos incêndios (no que houver ainda para arder). E se a seca persistir será culpa do Governo?

 

(imagens: ipma.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:25

O que verdadeiramente interessa (para além de se saber se era um dos dois astronautas ou então um extraterrestre quem aparecia refletido) é conhecer-se a razão pela qual o Homem abandonou há 45 anos as suas viagens à Lua ‒ quando um camionista faz essa quilometragem em poucos anos de estrada (ida e volta).

 

Para nos entretermos (neste caso certamente para nos entreterem) porque não fazer como o Site UFO SIGHTINGS HOTSPOTS e recordar uma das fotos publicadas pela NASA sobre a missão APOLLO 17 (a última do projeto e também com alunagem) e tendo como protagonista um dos seus ASTRONAUTAS: passeando sobre a superfície da LUA no seu fato espacial (analisando e filmando o cenário) e através do seu visor ver o que poucos Homens viram a tão curtíssima distância (e refletindo neste espelho o mundo lunar exterior).

 

AS17-141-21608HR.jpg

Para uns mais um caso de Fake News

(o Homem nunca esteve na Lua)

 

Acontecendo que ao analisarmos com um pouco mais de atenção o registo original (AS17-141-21608/OF300) e particularmente o VISOR do capacete do astronauta (como se sabe e sendo uma superfície polida, tendo uma grande com capacidade refletora), funcionando este como uma tela onde um filme é projetado, no mesmo se podendo ver tudo o que de frente vê o nosso astronauta: e aí surgindo uma das primeiras dúvidas, ao juntar-se à rocha (integrada no cenário) uma outra coisa mas estranha.

 

AS17-141-21608HR b.jpg

Para outros apenas o outro astronauta

(ou não fossem 2 os do módulo lunar)

 

Refletido no visor do capacete separando-o do ambiente exterior, uma outra figura (muito semelhante a um astronauta) surgia sobre a superfície lunar, em princípio num tempo e espaço tornando o facto impossível: com os dois astronautas da missão (Cernan e Schmitt) afastados um do outro (em princípio), tornando o reflexo de um deles (para benefício dos mais crentes) algo de muito improvável. Deixando-nos Água na Boca para um simples esclarecimento e para a indicação do motivo para o abandono da Lua (vai fazer 45 anos).

 

Apesar de a Terra ser hoje em dia dominada pela IDEIA de que se o HOMEM é um Ser Limitado no Espaço e (sobretudo para nós) no TEMPO (ainda vemos o Espaço como ele seria há biliões de anos, mas tendo um Tempo extremamente curto para o fazer) ‒ daí a sua necessidade de sucesso no mais curto espaço de tempo, o que nos levaria desde logo (e de novo) até à LUA ‒ a nossa elite científica (agora controlada por sobrevivência e/ou acomodação pelas mais diversas corporações privadas e pelos seus delegados de propaganda, os políticos) apoiada por alguns Milionários/Visionários nas suas Crises (Existenciais) de Crescimento, apontam atualmente para mais longe (como será o caso de ELON MUSK, da sua SPACE X e da colonização de MARTE) deixando para trás a LUA (apenas a 384 400Km da Terra) e apontando para o PLANETA VERMELHO (podendo-se localizar a 55/400 milhões de Km da Terra): nem sequer utilizando a Lua (aí instalando uma Colónia) como um Entreposto Interplanetário.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:33

18
Nov 17

MASTERS de XANGAI

FINAL

 

RONNIE O’SULLIVAN ‒ 10

JUDD TRUMP ‒ 3

 

E à 9ªProva do Circuito Mundial de Snooker época 2017/18, THE ROCKET torna-se (esta época) o único jogador a ter ganho 2 provas (por sinal com ambas contando para o RM) ‒ das 13 até agora disputadas:

 

rocketronnie.jpg

THE ROCKET

 

Batendo na final e de uma forma esclarecedora (10-3), um dos melhores jogadores do SNNOKER Mundial o seu compatriota JUDD TRUMP.

 

E terminada a Final do MASTERS de XANGAI com a vitória de THE ROCKET, com o público a aplaudir com entusiasmo o Regresso do Jovem RONNIE (tal a sua Alegria e parecendo uma Criança):

 

RM

J

N

RM (Época 2017/18)

1

MARK SELBY

ING

3

2

JUDD TRUMP

ING

4

3

DING JUNHUI

CHI

5

4

RONNIE O’SULLIVAN

ING

1

5

JOHN HIGGINS

ESC

7

6

BARRY HAWKINS

ING

41

7

SHAUN MURPHY

ING

9

8

STUART BINGHAM

ING

18

9

LUCA BRECEL

BEL

2

10

ALLISTER CARTER

ING

16

(RM: Ranking Mundial J: Jogador N: Nacionalidade)

 

Desta vez com Judd Trump (subindo com a sua prestação a 2ºRM) a nada poder fazer contra o Querer (e a Técnica) do PENTACAMPEÃO DO MUNDO (em 2001/04/08/12/13).

 

E com este THE ROCKET parecendo regressar de novo aos seus Gloriosos Anos de Campeão do Mundo e Líder do RM (este ano indo a mais provas e claramente aplicando-se muito mais) sendo já 4ºRanking Mundial ‒ e 1ºRM nesta época 2017/18 (com 9 provas já disputadas).

 

snapshot rocket.jpg

Open da Escócia de 2008 ‒ Ano de The Rocket Campeão do Mundo

(c/ Ronnie/32 anos a eliminar Trump/18 na 2ªronda, mas perdendo na final frente a Selby/24)

 

E ainda tendo ganho o OPEN de INGLATERRA, sendo o único jogador a poder-se candidatar ao prémio-extra de 1 Milhão de Libras (para quem no mesmo ano ganhar o Open inglês, norte- irlandês, escocês e galês):

 

Confirmando-se essa hipótese (ou não) já a partir de segunda-feira (dia 20) com o início do Open da Irlanda do Norte (20/26 Novembro).

 

(imagens: snookermylove.blogspot.pt ‒ Fatbardh Dernjani/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:51

“Scientists have discovered fossil fragments of at least 260 million-year-old trees in Antarctica, a finding which proves that the frozen continent once had a thriving forest even before the first dinosaurs roamed on Earth.”

(14.11.2017/newsnation.in)

 

snapshot 1.jpg

No caminho da floresta fossilizada da Antártida

(num passado bastante remoto integrando um Supercontinente, agora submergido/escondido sob camadas de água ‒líquida ou sob a forma de gelo)

 

E assim debaixo da cada vez menos espessa camada de GELO que cobre a região terrestre da ANTÁRTIDA, os cientistas vêm agora final e definitivamente confirmar a existência de um CONTINENTE: formado muito provavelmente há uns 50 a 110 milhões de anos antes da época da Extinção dos DINOSSAUROS (com o seu fim ocorrido há uns 65 milhões de anos), mais tarde ficando coberto (soterrado) sob toneladas de diferentes camadas de gelo e com o decorrer dos anos (milhões) sendo esquecido e finalmente PERDIDO ‒ tal como com o Continente Perdido da ATLÂNTIDA (já com muitos locais alternativos e até historicamente credíveis).

 

No PRESENTE e eventualmente como consequência do Aquecimento Global e das Alterações Climáticas, com o GELO desde há várias décadas a DERRETER (a recuar em todas as suas dimensões mesmo em profundidade) e a começar a revelar ao exterior (expondo-o à superfície) tudo o que se encontra ESCONDIDO debaixo dele ‒ na Realidade com todo este processo de exposição e de revelação a ser devido não a uma ação unicamente oriunda da superfície EXTERIOR (por exemplo resultante da ação do Homem), mas como muitos cientistas já concluíram à ação de uma fonte geotermal QUENTE e INTERNA localizada sob essa (cada vez mais frágil e fina daí as sucessivas fraturas) camada de gelo.

 

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Num dos locais menos explorados do planeta e dado todo o secretismo envolvendo a sua exploração (do Continente Gelado da Antártida), sujeitando-se a todas as Teorias assim como a certos Factos (como será o caso das Pirâmides)

 

E nesse Continente ainda escondido mas começando (e condenado) a REVELAR-SE, existindo rios e até lagos interligados e construindo o Cenário: de um MUNDO que há muito tempo no Passado Geológico da Terra estaria bem visível à superfície (num outro ciclo Evolutivo e talvez mesmo com Vida) e que apesar de desaparecer hoje renasce das cinzas e Ameaça Reaparecer (anunciando coisas boas mas outras nem tanto assim). Com a fonte geotermal responsável por este fenómeno a estar localizada na zona da TERRA de MARIE BYRD, resultante da atividade vulcânica (aí verificada) bem assinalada pela sua CÚPULA (do vulcão). Num processo iniciado (talvez) há mais de 11.000 anos.

 

“Hot rock under Antarctica may be melting some of its ice sheets from the bottom-up: Antarctica is warming faster than most places on Earth, causing surface melt; melt water below the continent's thick ice sheets lubricates their movement toward the ocean; a new study backs up the idea that a hot plume of rock in the mantle is sitting below West Antarctica; this plume may contribute to higher-than-normal ice losses in West Antarctica.”

(08.11.2017/businessinsider.com)

 

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Debaixo do gelo o Continente Perdido

(e com os seus rios, canais e lagos ‒ geotermais e subterrâneos ‒minando interiormente e na sua base, as camadas de gelo cobrindo o continente)

 

Um continente (Antártida) num passado já bastante remoto (da História da Terra) podendo ter feito parte de uma Extensão Continental muito mais vasta, o Supercontinente denominado PANGAEA: numa história geológica passada há uns (digamos) 600 milhões de anos (no nosso planeta Terra), em que um Grande Continente se localizava para os lados do sul do Oceano Pacífico formando o que seria um Outro (Continente) para além dos hoje em dia conhecidos ‒ a Zelândia. Um território (então não submerso nem completamente escondido sob gelo) que se estenderia do que é hoje a Nova Zelândia e a Nova Caledónia até ao que no presente designamos como continente da Antártida. Nos 4,5 biliões de anos da História da Terra e com a superfície do planeta (crosta terrestre) subjugada ao poder das Placas Tectónicas (flutuando sobre o Manto e rodeando o Núcleo), com continentes a alterarem-se (na sua fisionomia), com outros a surgirem (mesmo que episodicamente) e ainda com outros a (simplesmente) Desaparecerem.

 

Hoje a pouco mais de um mês da chegada do Pai Natal e do Ano de 2018 (17 de Novembro), com este continente situado no Polo Norte e num passado já bastante remoto integrando um (continente) ainda maior, sob a ação interna de fontes geotermais (de origem vulcânica) e sob a ação externa da ação do Homem (como será o caso do Aquecimento Global), a começar a ver a sua estrutura de base a fragilizar-se (de suporte das sucessivas camadas de gelo acumuladas) ‒ com rios e lagos subterrâneos fazendo circular a água e corroendo os seus leitos e alicerces inferiores ‒ o gelo a desestabilizar-se, a superfície a fraturar-se e finalmente as camadas superiores (e por aí fora) a derreter-se: e revelando tal como num deserto (de areia) tesouros aí escondidos (como o foram as Pirâmides).

 

(imagens: tmj4.com ‒ Google Earth/newshub.co.nz ‒ news.com.au)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:54

JUDD TRUMP VS. RONNIE O’SULLIVAN

(À melhor de 19 Frames)

1ªSessão: 07:00

2ªSessão: 12:30

(Eurosport)

 

maxresdefault.jpg

 

Com a realização este sábado da Final do Masters de Xangai, um dos dois finalistas (o Vencedor) será o 1º jogador nesta época 2017/18 a ganhar 2 provas (contando para o RM).

 

Desde já com JUDD TRUMP a ascender a 2ºRM e com RONNIE O’SULLIVAN (já 5ºRM) caso vença ultrapasse John Higgins e alcance o 4ºRM.

 

Numa final merecida para ambos os jogadores (sempre com vitórias esclarecedoras) e provavelmente (dada a ausência de jogadores locais) a mais desejada pelo público.

 

Final

JUDD TRUMP

ING

2

(19)

RONNIE O’SULLIVAN

ING

5

Final

Fase

 

J

N

RM

F

J

N

RM

F

Q

 

J.

Swail

ING

115

5-2

C.

Keogan

ING

111

5-0

1ªR

 

A.

Burden

ING

59

5-0

G.

Wilson

ING

57

5-2

2ªR

 

B. Woollaston

ING

31

5-0

J.

Perry

ING

22

5-1

3ªR

 

S.

Maguire

ESC

20

5-0

B.

Hawkins

ING

8

5-0

QF

 

L.

Brecel

BEL

12

5-0

M.

Williams

GAL

17

5-1

MF

 

J.

Lisovsky

ING

33

6-3

J.

Higgins

ESC

4

6-2

(J: Jogador N: Nacionalidade RM: Ranking Mundia F: Frame Q: Qualificação R: Ronda QF: Quartos-Final MF: Meia-Final)

 

Seguindo-se de imediato as 3 últimas provas de 2017 contando para o RM (10ª/11ª/12ª provas) ‒ Open da Irlanda do Norte, Campeonato do Reino Unido e Open da Escócia ‒ e uma Qualificação (para o Masters da Alemanha):

 

E daí chegando-se à interrupção do Natal/Ano Novo.

 

[RM: Ranking Mundial (provisório)]

 

(imagem: Fatbardh Dernjani/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:37

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