Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

31
Dez 17

Um dia em que se torna obrigatório optar entre uma noite bem-passada na rua a ouvir música, a ver fogo-de-artifício e apanhar montes de frio (uma maioria) ou em alternativa em alugar um quarto de um hotel, usufruir de todos os festejos e iguarias de uma noite (mal passada) como esta, bem quentinho e recostado e com uma bela caminha à espera (uma minoria).Com a esmagadora maioria e como é hábito em casa e a dormir.

 

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Passagem de Ano 2017/18

Auckland

Nova Zelândia

 

Com a Passagem do Ano de 2017 para 2018 a ter-se iniciado (em Portugal ainda em 2017) no oceano Pacífico na pequena ilha de TONGA (pelas 10:00 de Portugal), a mesma passará por Portugal pelas 00:00 locais ‒ e em Albufeira contando com a presença dos Xutos & Pontapés ‒ terminando a sua aventura nos EUA (nas suas duas pequenas ilhas Baker e Howland) no Dia de Ano Novo (em Portugal já 01.01.2018). E como curiosidade surgindo a Coreia do Sul antes da Coreia do Norte (uma meia-hora).

 

Relativamente às condições meteorológicas envolvendo a Passagem de Ano (e Portugal Continental) com a Passagem a norte (Porto) a poder ser molhada, no meio (Lisboa) talvez um pouco menos e a sul (Albufeira) talvez mais para o seco: com o mar um pouco agitado (ondas de 4/6 metros) não convidando aos tradicionais banhos de Ano Novo (com a exceção feita a sul com ondas de 1 metro) e com o frio a acompanhar como é normal nesta quadra (de Natal e Ano Novo).

 

E assim num Momento em que o Tempo Parou para se dar origem ao aparecimento de um novo tempo inserido num novo espaço (parecendo serem os mesmos mas não o sendo na realidade) ‒ empurrando todos para um período de pausa, comida e pouca ou nenhuma reflexão e preparando-nos para o cíclico evento de transição (neste caso de 2017 para 2018 e sempre com um espetacular fogo-de-artifício no Céu) ‒ não havendo notícias sobre casos de relevo ou de mínimo interesse (não se ultrapassando aqui a hérnia do Presidente) deixando-nos aqui ficar a ver (pela TV) e a aguardar (pelas passas).

 

(imagem: thesun.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:47

29
Dez 17

Apanha um voo intercontinental de preferência que passe pelos polos

(ou então noutro buraco da camada de ozono)

 

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Voando a grande altitude sobre uma camada de nuvens

(a mais de 40 000 pés)

 

Para todas aquelas pessoas que passam a vida a andar de avião passando horas seguidas em voos de longa duração sobrevoando a Terra a grande altitude (por exemplo a mais de 40 000 pés/12 000metros), uma das preocupações que as mesmas devem sempre tomar (para além da escolha da companhia aérea dando mais garantias de conforto e de segurança) e que a esmagadora maioria das vezes passa em claro (salvo uma ou outra rara exceção ninguém lhe ligando), será o de saber antecipadamente o que se passa lá fora (no exterior da aeronave) que possa afetar de algum modo (como por exemplo no que diz respeito à saúde) os passageiros que transporta.

 

E se insistires no tratamento além de radioativo talvez fiques um pouco mais luminoso

(talvez para melhor te verem e comerem de noite)

 

Nesse sentido e sabendo-se a altitude que estes aviões (comerciais de passageiros) atingemsobrevoando frequentemente a Terra por cima de um manto de nuvens mais ou menos espesso (ou seja ficando-se muito mais expostos a tudo o que possa vir do exterior do nosso Ecossistema) ‒ sendo clara a menor proteção proporcionada pela atmosfera terrestre se comparada com a normalmente registada ao nível do solo (onde nos movimentamos diariamente): com uma camada de proteção inferior no mínimo em 40 000 pés (mais de 12Km) ficando-se desde logo muito mais exposto à ação dos Raios Solares e dado o momento do atual Ciclo do Sol (a caminho de um Mínimo de atividade) ‒ por um lado sujeitando-nos a radiações solares de menor intensidade ‒ escancarando as portas aos Raios Cósmicos (como se a influência/interna do Sol diminuísse deixando entrar em força a influência/externa do Cosmos).

 

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Relação Ciclo Solar/nº Manchas Solares e Raios Cósmicos/intensidade

(a partir de 1950 e chegados a 2017)

 

Podendo-nos sujeitar assim a um nível de radiações elevadas (ou mesmo excessivas) com consequências inevitáveis para a saúde de todos os passageiros (hospedeiras e tripulantes) voando a grande altitude e muito frequentemente. Algo por diversas vezes (ainda no início de 2017) divulgado pela NASA (Agência Espacial Norte-americana) e pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) ‒ e justificada pela chegada próxima de um Mínimo Solar, aumentando a intensidade sentida na Terra pela passagem dos perigosos e ainda mais intrusivos Raios Cósmicos ‒ mas com impacto praticamente nulo tanto nas Companhias Aéreas como (pelos vistos e estranhamente) nos seus Clientes: com os Raios Solares nestes tempos de aproximação de mais um mínimo no ciclo do Sol (ciclo esse durando cerca de 11 anos) a perderem intensidade, provocando flutuações no campo magnético terrestre (enfraquecendo-o) e permitindo a entrada de mais Raios Cósmicos. Naturalmente com a camada atmosférica envolvendo a Terra (e cumprindo tal como o campo magnético uma das suas missões essenciais pelo menos para a Vida) continuando a proteger-nos no solo, mas não o fazendo da mesma forma (eficiente) a altitudes bem mais elevadas.

 

Nunca esquecendo que viajar numa lata voadora (sendo bombardeada por raios cósmicos), poderá ser uma experiência semelhante a estarmos dentro de um micro-ondas (em funcionamento)

 

E num primeiro rescaldo feito ao ano de 2017 associando a atividade solar/cósmica (raios solares/raios cósmicos) e a evolução provocada pelas diferentes radiações atmosféricas (registadas este ano), sendo evidente a subida dos níveis de radiação cósmica (a grandes altitudes na atmosfera) incluindo nos corredores aéreos circulando os voos comerciais e de passageiros: mas sendo difícil de sinalizar possíveis efeitos na saúde de todos os passageiros (indo e vindo sem parar) já o sendo possível de detetar e estudar entre membros da tripulação. Recentemente com os primeiros casos (envolvendo a tripulação) a começarem a vir a público: inesperadamente com várias tripulações a sentirem-se indispostas durante o voo (náuseas, tonturas) num ou noutro caso solicitando mesmo uma aterragem de emergência ‒ mas para já apenas se murmurando (podendo ser sintomas de ionização ou talvez não, sendo da pressurização) entre uns e os outros (empregados e donos).

 

(imagens: goodfom.com e wattsupwiththat.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:00

Aviso Meteorológico

 

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Tempestade

Carmen Miranda

 

Profecia

 

Mantendo-se a sequência de aparecimento (aproximadamente de quinze em quinze dias) das recentemente inauguradas Tempestades Franco-Ibéricas (algo a que anteriormente não ligávamos ‒ vendo o fenómeno apenas como mau tempo ‒ mas que pelos vistos agora se tornou importante), a 3ª Tempestade a surgir (neste extenso território estendendo-se dos Alpes ao Atlântico) e que como todos nós já sabemos se chamará Carmen (depois de já termos conhecido os seus familiares Ana e Bruno), deverá ocorrer já no próximo ano (de 2018) lá para meados de Janeiro.

 

(imagem: thesun.co.uk/ALAMY)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:58

28
Dez 17

Por esta mesma razão a minha tia e sempre que a ocasião se proporcionava (naturalmente mais para a reforma), em Junho vinha até Portugal (onde nascera) e em Dezembro voltava para o Brasil (onde vivia).

 

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1

Mundo

 

Olhando para estas duas cartas meteorológicas (1 e 2/intellicast.com) referentes ao dia de hoje (quinta-feira, 28) e mostrando-nos o Mundo e a Europa (pelas 16/17 horas GMT), percebe-se como uma vastíssima faixa da Terra localizada no Hemisfério Norte e sendo das mais densamente povoadas (e das mais desenvolvidas tecnologicamente) ‒ apanhando toda a América do Norte e a Europa também (além de todo o continente Asiático) ‒ se encontra atualmente sob uma forte vaga de mau tempo (em terra como no mar) com chuva e vento forte, descida acentuada das temperaturas (nalgumas localidades mais a norte chegando aos 40⁰C Negativos) e queda de neve intensa (atingindo nalgumas localidades um metro e meio).

 

Com uma mancha acinzentada cobrindo parcialmente (mas numa grande extensão) toda a faixa superior da carta (1) demonstrando porque neste hemisfério estamos na estação do Inverno (ainda no início) apesar de alguns afirmarem “algo frio demais”. E com todo o Hemisfério Sul (América do Sul, África e Oceânia) com o Céu pouco nublado a limpo comprovando aí a passagem da estação do Verão (iniciada há dias atrás): por essa razão hoje (Dezembro) se viajar mais para o Brasil e daqui a seis meses no sentido inverso.

 

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2

Europa

 

No caso particular do tempo que se verifica nos EUA (atualmente) e com uma massa de ar frio intenso originária no Ártico a cobrir quase por completo grandes áreas do Canadá e do território norte-americano (sobretudo a norte mas estendendo-se em todas as direções), esperando-se a continuação desta situação meteorológica extrema mesmo ultrapassando (na sua duração) a Passagem de Ano: e com os cortantes ventos polares (frios e quebrando-nos os ossos), com a intensa queda de neve (podendo cobrir uma pessoa) e com as temperaturas negativas extremas (muito mas mesmo muito, abaixo de zero) ‒ para além do corte nos transportes e muitas vezes na eletricidade ‒ prevendo-se um cenário de combate (para muitos cidadãos) contra o frio e o isolamento (e logo pela sobrevivência, sobretudo para os mais pobres e para os sem-abrigo). Um problema na América onde toda a ajuda se paga.

 

Já no caso da Europa e por associação Portugal (carta 2) ‒ e ultrapassadas as Tempestades Ana e Bruno (numa criação recente de meteorologistas franceses, espanhóis e portugueses) ‒ com o cenário a manter-se sem grandes variações (chuva, vento e muito frio): e com a aproximação do fim do ano verificando-se uma ligeira subida das temperaturas, mas logo no início do ano tendo-se o regresso (em força) do frio.

 

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3

Albufeira

 

E já agora em Albufeira (com a Península Ibérica sendo visível apesar da extensão de cinzento) com a previsão proposta pelos (nossos) meteorologistas (IPMA) para os dias que aí vêm (29, 30, 31, 1 e 2) a apontarem para o seguinte (período desta sexta a terça-feira): com o céu inicialmente pouco nublado a evoluir para aguaceiros fracos (dia 31) terminando com céu limpo, sem previsão de grande precipitação (exceção feita domingo, 31 com a previsão nos 38%), com vento fraco a moderado e finalmente com as temperaturas a descerem (significativamente) no que toca às mínimas: descendo uns 5⁰C/6⁰C (e com as máximas a manterem-se pelos 18⁰C/20⁰C).

 

(imagens: intellicast.com e PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:33

Não contando com todos aqueles objetos que tal como as pessoas aparecem em cima da hora ou mesmo depois do acontecimento se ter concluído (e com a grande evolução tecnológica cada vez mais se detetando casos idênticos), a Passagem de Ano de 2017/2018 será tranquila e sem a presença imprevista de qualquer tipo de intrusos (aqui sendo celestes). De qualquer forma e por conforto podendo-se também rezar.

 

Dos objetos circulando pelo interior do Sistema Solar ‒ muitos deles oriundos de aglomerados de diferentes materiais localizados para além da órbita de Marte (com o seu periélio/afélio a variar entre 200/250 milhões de Km) ‒ agora que o ano de 2017 está a terminar e a um velho ano sucederá um Ano Novo, poderemos destacar (aproveitando para relevar o número crescente deste tipo de objetos circulando nas proximidades da Terra) três PHA (asteroides potencialmente perigosos), dois sendo os últimos a passarem este ano (2017 QL33 e 2017 YU 1) e o outro o primeiro a passar em 2018 (2017 YD).

 

Asteroide (designação)

Data (dia/mês/ano)

Distância

(Km)

Velocidade (Km/s)

Diâmetro

(m)

2017 QL33

30/12/2017

5 112 533

8,2

195

2017 YU 1

30/12/2017

3 778 328

7,6

20

2017 YD

01/01/2018

9 252 069

4,1

30

Antes e depois da Passagem de Ano de 2017/18

(os 3 asteroides passando mais perto da Terra)

 

Sendo um dos nossos últimos e mais próximos visitantes o asteroide 2017 QL33 (período orbital = 2,5 anos), por sinal e de longe o de maior dimensão (em torno dos 200 metros) ‒ e tendo passado o seu periélio no fim da 1ª semana de Dezembro a mais de 140 milhões de Km do Sol ‒ e sem dúvida o mais perigoso (dos três) pensando num possível impacto com a Terra (mas nas próximas décadas sem previsões para tal); no mesmo dia sendo seguido pelo asteroide 2017 YU1 (o menor dos 3 objetos com um período orbital de quase 2 anos) passando ainda mais próximo do nosso planeta ‒ ainda a caminho do seu periélio a ocorrer no início da 4ª semana de Janeiro (já de 2018) a uma distância sensivelmente igual à do asteroide anterior. A 2017 QL33 sendo-lhe atribuído o Código 4 e a 2017 YU1 (com maior aproximação à Terra) o Código 7 (numa escala de 0 a 9 indicando o grau de incerteza no cálculo das suas órbitas).

 

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E no dia 1 de Janeiro de 2018 a Terra terá o seu PHA

(passando por perto sem problema)

 

E para o início do próximo ano e com encontro já programado para o 1º Dia de 2018 (logo uma segunda-feira habitualmente início de mais uma semana de trabalho) chegando o asteroide 2017 YD (tendo passado o seu periélio antes do dia de Natal a cerca de 150 milhões de Km do Sol) com um período orbital de 1,75 anos e (nesta passagem de 2017 para 2018) anunciando o ANO NOVO (tranquilo no que nos toca com o objeto passando a quase 10 milhões de Km de distância); de qualquer forma sendo-lhe atribuído o Código 8 (o de maior incerteza orbital). Anunciando-se desde já a passagem de um asteroide bem maior já no início de Fevereiro (de 2018) passando a pouco mais de 5 milhões de Km da Terra (à velocidade de 34Km/s bem maior que os outros três) e de diâmetro muito próximo dos 700 metros (período = 1,6 anos). Como se pode constatar com nenhum destes objetos a constituírem perigo para a Terra, deixando-nos assim tranquilos para mais uma Passagem de Ano deste século XXI.

 

(imagem: express.co.uk/GETTY)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:35

27
Dez 17

Efeitos provocados na atmosfera pela passagem dos foguetões FALCON 9 (EUA) e TOPOL (Rússia) ‒ o 1º lançado antes do Natal (22) o 2º lançado depois (26).

 

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Lançamento do FALCON 9

 

Como se fosse uma resposta por parte da Confederação Russa (e da sua Agência Espacial Governamental) ao último lançamento (a 22 de Dezembro) por parte da SPACE X (Empresa Espacial Privada Norte-americana) do seu foguetão FALCON 9 (aparentemente para colocar 10 satélites de comunicação em órbita da Terra), no passado dia 26 de Dezembro (ontem) e a partir da sua base de KAPUSTIN YAR (localizada na cidade de Znamensk, a leste de Volgogrado, no sudoeste da Rússia) a Força Estratégica de Mísseis Russos lançou o seu míssil balístico intercontinental RS-12M TOPOL: um míssil de uma só ogiva, já com mais de 30 anos de serviço e sendo capaz de transportar uma ogiva nuclear de cerca de 550 Kt até uma distância de 10.000Km (segundo os militares russos apenas um teste para um estudo de armamento para este tipo de míssil). Num evento observado no sudoeste da Rússia assim como no leste da Ucrânia (Donbas).

 

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Lançamento do RS-12M TOPOL

 

Sendo desde logo notícia não só pela sua origem (a Rússia de Vladimir Putin) mas também pelo foco militar a ele atribuído (afinal de contas trata-se de um míssil de longo alcance podendo transportar uma poderosa arma nuclear), mas neste caso transportando consigo um elemento adicional (impactante por visual), desassociado neste caso do seu espaço (interesse) militar e podendo ser comparável com um outro (SPACE X VS TOPOL), nem que seja para escolher qual o mais estranho, assim como o mais belo: com os russos através do lançamento do seu míssil TOPOL a tentarem rivalizar com os norte-americanos e com o lançamento do seu foguetão FALCON 9 (RÚSSIA VS. EUA), tendo apenas em avaliação para a escolha do melhor e da Declaração de Vencedor, o espetáculo visual proporcionado no céu (pela evolução do foguetão) e ao público em geral graciosamente oferecido. E naturalmente ‒ pela sua estranheza e beleza ‒ por muitos usufruídos (na Rússia e nos EUA).

 

(imagens: Julian Röpcke@JulianRoepcke/tiny baby fingers‏ @kevins_fingers/twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:30

26
Dez 17

“Na nova caraterização das tempestades Franco-Ibéricas, depois de ANA (a Pioneira) surge BRUNO seguindo-se posteriormente CARMEN.”

 

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Com chuva e vento intenso

 

Agora que um grupo de meteorologistas englobando três países ‒ França, Espanha e Portugal ‒ se reuniram para fundarem o seu Departamento de Tempestades (denominando-as para o seu processador/memória por ordem alfabética/aparecimento), depois da passagem da Tempestade ANA eis que surge agora a Tempestade BRUNO.

 

Esta segunda-feira (dia 26) com a região dos Pirenéus (fazendo fronteira entre a França e a Espanha do Atlântico ao Mediterrânico) a entrar em estado de alerta laranja, devido ao aproximar de uma tempestade (moderada) acompanhada de ventos fortes (com rajadas na ordem dos 100/120Km/h).

 

Posteriormente deslocando-se para Espanha com chuva, neve e fortes ventos (a principal preocupação justificando o alerta), com as comunidades a serem as mais afetadas a serem as rodeando os Pirenéus (atingindo assim a Catalunha), com descida generalizada das temperaturas e podendo ainda levar (nas próximas horas) com outra frente da tempestade (também ela transportando mais chuva).

 

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E com forte agitação marítima

 

Nesta noite de segunda (26) para terça-feira (27) e no que diz respeito a Portugal particularmente aos nossos vizinhos (localizados a norte e habitando a Galiza), começando já a ser sentida a chegada de Bruno com muitos municípios já em estado laranja. Assim já esta terça-feira (27) sentindo-se a chegada do Bruno (obviamente a Portugal) prevendo-se tempo de chuva, vento forte e mar agitado (estendendo-se por todo o dia/27 e ao dia seguinte/28).

 

Com ventos entre os 80/120Km/h (sobretudo a norte e no centro), períodos de chuva e forte agitação marítima (com ondas de 4/6 metros). Segundo informações oriundas do IPMA com o tempo a manter-se assim pelo menos até à próxima quinta-feira (28) e no que diz respeito a Albufeira (sorte de ser do Sul) chovendo sobretudo a 26/27, com vento moderado e temperaturas entre os 9⁰C/20⁰C (mínima/máxima).

 

(imagens: RTP/REUTERS e SÁBADO/GETTY)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:42

“Numa cidade entrando num curto período de repouso antes da Passagem do Ano”

 

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1

Rua dos Bares

(na Av. Descobrimentos virando à direita para a Av. Sá Carneiro)

 

Ultrapassado o dia 24 e 25 de Dezembro e já com todos tendo descoberto o que o seu Pai Natal lhes deixou no sapatinho (mas ainda com muitos com a sola do sapato de boca aberta ou então com o seu único par de meias cheio de buracos ‒ e assim nunca atingindo o efeito desejado nesta quadra natalícia sendo mais um familiar ou amigo para quem não os tem) no dia 26 já no início da tarde e ainda com a esmagadora maioria dos negócios fechados (ligados como é evidente à Hotelaria/Restauração ou associados a essa área) resolvi dar uma pequenina volta pela cidade de Albufeira e no local verificar ao vivo o que se passava nas ruas da cidade (e nas zonas próximas envolventes como será o caso das praias e do mar). E percorrida a Avenida dos Descobrimentos desde a Rotunda dos Relógios (entrando pela Avenida da Bela Vista) virando à direita e entrando na Rua dos Bares passando pelo Figueirinha (1): com pouca gente na rua parecendo mais um deserto.

 

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2

Praia da Oura

(Restaurante/Bar Borda D’Água)

 

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3

Praia da Oura

(mesmo no fim/junto à praia da Rua Ramalho Ortigão)

 

Descendo então toda a Avenida Sá Carneiro, passando à direita do Liberto’s Bar (esquerda do posto dos CTT) e chegados ao Wild & Co, contornando de seguida a rotunda e descendo a rua Ramalho de Ortigão, atingindo-se finalmente a praia da Oura (3) ‒ usufruindo-se não só do colorido artificial das lojas e dos bares (como sempre à beira-mar plantados) como das cores da Natureza (sempre belas e absorventes e fazendo-nos pensar/recordar) nesta época do ano (de Inverno e de Natal). Com o Borda-D’água (2) aberto mas com pouco pessoal (tempo frio e de chuva) e sem ninguém na praia passeando pela areia e aproveitando o momento: no fundo e ultrapassada a terrível semana de compras (sobretudo de comida e prendas) desta quadra de Natal (terminada a 24 de Dezembro por volta das 19:00), entrando-se num período de nojo (de uns 5 dias) terminando a 31 com a Passagem do Ano ‒ e de 31 para 1 com os Xutos & Pontapés (mas já sem o Zé Pedro) iniciando-se aí (na Praia dos Pescadores) o ano de 2018.

 

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4

A caminho do INATEL

(vindo da Oura e descendo a Avenida Infante D. Henrique)

 

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5

Praia do INATEL

(parecendo uma escavação aspeto tradicional da praia durante o Inverno)

 

Saído do Borda D’Água e dirigindo-me (4) para o INATEL (pela Avenida Infante D. Henrique) aproveitando a ocasião (dada a pouquíssima gente presente e ausência de confusão) para espreitar a praia (5) reconfirmando a sua evolução (muito peculiar nesta altura do ano): mais uma vez com o esgoto a céu aberto que há dezenas de anos acompanha esta praia (de referência para quem vem a Albufeira frequentando o INATEL) ‒ umas vezes mais escondido/outras menos, umas vezes mais feio e sujo/outras menos ‒ a dizer Presente, confesso que agora parecendo mais uma escavação (arqueológica) de algum caminho antigo e perdido no passado e agora indo dar (sabe-se lá porquê) ao mar. Talvez fazendo parte de um antigo muito caminho (ele está lá bem visível) levando para um Outro Mundo mas não se sabendo bem qual (e em nome do Progresso/de Albufeira, hoje sendo apenas um emissário/submarino/ou nem tanto, dedicando-se exclusivamente ao transporte de produtos de grande toxicidade).

 

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6

Praia do INATEL

(olhando o mar durante a tarde a partir do seu areal)

 

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7

Albufeira

(passando pela Praia dos Pescadores, pela Praia do Túnel e chegando à Praia do Peneco)

 

Mas como tudo no Mundo tem a sua própria beleza (mesmo que escondida entre toneladas de construções supérfluas e artificiais) seja ao olhar para o mar seja ao olhar para terra, conseguimos ainda interpretar este único cenário (necessitando de apenas e para tal ter um pouco de cultura e para ajudar de memória ‒ as Referências) desde que recuemos um pouco (nas coordenadas do tempo e do espaço) colocando-nos como se frente a um Espelho no respetivo Lugar (utilizando de preferência todos os órgãos dos sentidos): sendo sempre maravilhoso (estonteante) um cenário (6) à beira-mar (sendo 100% natural) ou a descoberta extraordinária (7) entre os escombros (edifícios novos soterrando edificações antigas e esmagando pessoas ainda vivas) do passado já lendário de Albufeira (na sua cronologia passada e por espírito de sobrevivência indígena seguramente na presente). Só sendo necessário parar, por uns breves instantes pensar e como as vagas das ondas, deixar-se ir e penetrar ‒ e mesmo entre o cimento altaneiro sobre o mar, descobrir algo de outrora e assim recordar/respeitar (todos os antepassados que ‒ como eu ‒ um dia por cá passaram). Com esta bela baía de águas em geral tranquilas, de um lado tendo as casas e do outro o vasto mar.

 

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8

À esquerda e ao fundo ficando/encoberta a Rotunda dos Descobrimentos

(com a estrada oriunda da EN125 e chegando a Albufeira, para um lado tendo a marina, para o outro tendo a Câmara e descendo a zona antiga)

 

E terminando esta voltinha na Rua da Encosta lá para os lados do ALDI (8) ‒ de início procurando o presépio (visível de certos lados para quem se dirige à rotunda) mas não o encontrando, desistindo ‒ dirigindo-me então para casa mas já lá não encontrando (quase) ninguém: tal como eu tendo saído (com o cão) para darem uma voltinha. Depois de uma semana infernal antecedendo 25 (praticamente de 15 a 24 ou sejam 10 dias) com todos a competirem para uma ida às compras sobretudo em grandes áreas e com milhares de pessoas (formando uma multidão por vezes parecendo ululante), caindo-se repentinamente num estado de letargia, sem grande presença humana e ausência de movimentos (entre extremos, dos 80 aos menos de 8) como se fosse a Bonança antecipando a Tempestade (de 31 para 1): tudo fechado, tudo parado e nada havendo (de novo para além de comer) para fazer. Esperando-se pelo jantar (sendo quase nove da noite e não havendo nada a cheirar) e talvez restos do Natal (do bacalhau/roupa velha e do peru/talvez com massa).

 

(imagens: PA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:46

25
Dez 17

Não era um UFO, não era o Pai Natal, era apenas Elon Musk

 

Três dias antes do Pai Natal entrar em cena (dia 25) alguém se intrometeu (dia 22) tentando ser protagonista (e ofuscando o papel do Pai, das renas e do Trenó) ‒ e no Céu surgindo o espetáculo que não o do Pai Natal.

 

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No passado dia 22 de Dezembro de 2017 (sexta-feira, início do fim-de-semana natalício) a população da Califórnia (EUA) na altura atenta ao que se passava no Céu noturno do seu estado, pode de uma forma inesperada (ainda bem pela surpresa) usufruir de um espetáculo estranho (se não bizarro) e deveras fascinante (por nunca visto pela maioria), assistindo durante um certo intervalo de tempo (largos minutos) à evolução de um objeto brilhante projetado sobre a escuridão e apresentando (para seu espanto) uma forma, dimensão e textura desconhecida. E dado o elevado número de testemunhas observando o estranho fenómeno (como o referenciado por um residente da cidade do Lago Havasu no Arizona registado na imagem 1) com muitas delas a reportarem às autoridades (de imediato) o facto ocorrido.

 

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Como não poderia deixar de ser (tudo o que vemos tem que ter uma explicação) com o fenómeno ocorrido e à falta de melhor sugestão (natural ou artificial) a ser inicialmente integrado nos Casos Inexplicáveis (até para dar mais suspense e assim convidar à investigação), surgindo desde logo a hipótese Extraterrestre (da existência de ET´S) e a possibilidade de estarmos na realidade a observar a movimentação de mais um possível UFO (ou OVNI). E com várias testemunhas deixando-nos as suas interpretações do que viram, sentiram e pensaram (um pouco por toda a Califórnia) ‒ no fundo e sem o saberem descrevendo um fenómeno com uma fácil explicação (e na realidade de Iniciativa de um ser vivo e inteligente): mas sendo de origem terrestre e tendo o Homem no comando.

 

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“Riding in car and noticed an object leaving contrails. Suddenly contrails widened and then a spiraling object shot out a white circular light. There were 2 bright lights in sky and one object aimed a bright light at the other bright object. Contrail became a huge white cloud formed and remained visible for a long time and didn't move for a while.”

(MUFON Case)

 

“Wife called me outside, I saw the tail end of bright white-lighted object moving quickly in a southern direction leaving a clouded trail that seemed to glow white. Sun was down and moon not very bright at time of sighting.”

(MUFON Case)

 

“I was in my home when family called and told me to go outside. It was extremely well lit. I thought it was a meteor, but it was too well lit and had a large tail. It had a slightly curved path with a smaller object launching off.”

(MUFON Case)

 

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Na realidade com os Californianos (de noite, sem aviso e logo sendo apanhados de surpresa) a observarem o lançamento de mais uma das naves espaciais de Elon Musk (a Space X) a partir da base da Força Aérea Norte-Americana instalada em Vandenberg e provavelmente dirigindo-se para a ISS (Estação Espacial Internacional) a uns 400Km de altitude (ou numa outra missão para a colocação de satélites). No início de mais um fim-de-semana neste caso sendo especial pois antecedendo a vinda do Pai Natal (com toda a gente a preparar-se para a passagem para 25 e para a chegada da prenda) ‒ numa época do ano convidando-nos a um regresso à nossa infância, à nossa ingenuidade e à magia de viver sem limites ou impossíveis ‒ aparecendo no Céu um objeto sem dúvida espetacular (que não a Estrela de Belém) mas despertando receio (medo) pela possível presença de algo estranho, aí circulando indevidamente (que não o Pai Natal).

 

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Em 22 de Dezembro (trinta minutos depois do pôr-do-sol) com um Falcon 9 lançado pela Space X da base de Vanderberg na Califórnia (localizada a norte da cidade de Los Angeles) e carregando dez satélites de comunicação (Iridium Next) para serem colocados em órbita da Terra, na sua trajetória de subida em direção ao seu objetivo deixando atrás de si um rasto de plumas luminosas (com um aspeto pelos vistos não muito usual) e como consequência desse fenómeno (atmosférico) fazendo alguns acreditar (dos observadores/testemunhas) de que poderiam estar presente de um facto verdadeiramente insólito ‒ ou então de mais um UFO. E no entanto sendo apenas mais uma missão (não do Pai Natal, das suas renas e do seu trenó), da nave espacial de Elon Musk (e como que um seu Postal de Natal).

 

 

(imagens: Mehmet Akcin‏ @mhmtkcn, Erica Kelly Martin, space.com, Hany Girgis, Instagram: never_unpacking e Jennifer Garrison)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:15

24
Dez 17

Hoje na passagem de 24 para 25 de Dezembro certamente que o nosso Professor Marcelo irá avaliar o desempenho do regresso do Pai Natal

(depois de o mesmo ter afirmado ‒ recordando Pedrógão Grande ‒  dispensar este Natal)

 

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O Professor Marcelo

(num encontro reservado com o Pai Natal)

 

Hoje dia 24 de Dezembro de 2017 (a um passo do Ano Novo) e na prossecução da sua missão patriótica de defender Portugal (assim como a nossa independência de Espanha, algo nunca alcançado pela Catalunha) e de proteger as suas massas populares (que certamente já o idolatravam, antes como comentador agora como Presidente), o nosso Professor Marcelo depois de se revitalizar interiormente (ao final da tarde) com uma gostosa Ginjinha (neste caso do Barreiro) deslocou-se para consoar juntamente com a família.

 

Entre milhares ou milhões compartilhando este Evento (especialmente pela TV) “brindando e partilhando selfies” (nit.bt) a partir das 18 horas ‒ estando o dito Presidente, as referidas testemunhas e com a Catarina (Furtado) e o (José Carlos) Malato a comporem o Presépio: com Malato a ser o pai (José), Catarina a mãe (Maria) e o Presidente o filho (o Menino Jesus já depois de cruxificado pelo menos para as beatas) ‒ e com todos os restantes (testemunhas privilegiadas) completando o cenário (neles incluindo os 3 Reis Magos e a Estrela de Belém).

 

Dando-nos a garantia solene até pela sua prática corrente ‒ de prosseguir sem recuos nem qualquer tipo de hesitação como o defensor dos mais pobres (como mais um Robin dos Bosques vindo da aristocracia) ‒ de estar pronto, vigilante e preparado para agir/interagir sempre com a máxima graciosidade (como o mais nobre dos bombeiros) e de mesmo tendo bebido uma ginjinha (umas duas, três ou talvez mais) e consoado (frugalmente) com a família (com alimento doce ou salgado mas certamente bem regado) ainda ir controlar (a partir da meia-noite) o papel do Pai Natal.

 

(imagem: dn.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:07

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