Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

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Dez 17

Um Estranho Numa Terra Estranha

 

“If this object is natural in origin, there should be many more like it in the solar system… and even if most of them are natural, perhaps one of them will be found to be of artificial origin, some space device or junk from an alien civilisation.”

(Stephen Hawking)

 

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Oumuamua

 

Com todos aqueles que acreditam que existe Vida para Além da Terra (no interior do seu Ecossistema) e de que qualquer sinal ou vestígio de Vida Inteligente (por mais estranho e deslocado que nos pareça) deve ser sempre investigado, a passagem de um corpo celeste pelo interior do Sistema Solar (como o objeto OUMUAMUA) nas proximidades da nossa estrela (e como tal da Terra), vêm-nos proporcionar um período de tempo (ainda apreciável) para enquanto o mesmo estiver no seu interior/limites/ou proximidade (tendo ultrapassado as fronteiras do Sistema Solar a sonda VOYAGER 1 encontava-se em Novembro a 21 biliões de Km/140UA do Sol) o explorar, o estudar e o tentar identificar: com o corpo celeste OUMUAMUA a ser identificado como um objeto INTERESTELAR (oriundo de outra Estrela que alguns sugerem ser VEGA), o primeiro a ser registado vindo do Espaço Extrassolar (como tal um Pioneiro) e orbitando na sua trajetória o Sol (atravessando o nosso Sistema), para finalmente regressar às suas origens e se perder para lá da NUVEM de OORT. Um objeto inicialmente identificado (até pela sua forma) como sendo um cometa, mas posteriormente até pela falta de alguns elementos característicos do mesmo (ao aproximar-se do Sol não aumentando significativamente o seu brilho nem produzindo a sua típica e extensa cauda) sendo designado como um Asteroide (A 2017 UI/OUMUAMUA/I1/2017 U1) com forma cilíndrica, cerca de 400 metros de comprimento e deslocando-se a uma velocidade ultrapassando V=320000KM/h ‒ e tendo em atenção o remetente (Extrassolar) e o destinatário (a Terra) podendo-se afirmar ser de origem EXTRATERRESTRE. Só faltando saber se de origem Natural (confirmando-se o Asteroide) ou se de origem Artificial (confirmando-se o Artefacto).

 

“The more I study this object, the more unusual it appears, making me wonder whether it might be an artificially made probe which was sent by an alien civilisation.”

(Stephen Hawking)

 

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Rama

 

Ontem quarta-feira dia 13 de Dezembro de 2017 com o apoio do físico inglês Stephen Hawking (liderando cientificamente o projeto) e o financiamento do milionário russo Yuri Milner (entrando com perto de 100 milhões de dólares) iniciando-se o período de observação do asteroide OUMUAMUA (a partir de telescópios terrestres), procurando-se através da utilização de radio-observatórios (como o telescópio de GREEN BANK instalado no estado norte-americano da Virgínia) algum tipo de sinal oriundo do objeto que possa significar e traduzir a sua origem natural ou então artificial: apontando-se apenas um microfone em direção ao trajeto percorrido pelo asteroide (no seu caminho de regresso ao Espaço Extrassolar) e por processos paralelos de comunicação interagindo com o mesmo, esperando (vindo) do outro lado por uma resposta clara e decisiva. Tendo passado pela órbita de Marte no início de Novembro (2017), passando pela de Júpiter em Maio (2018) ‒ Neptuno (o mais distante planeta do Sistema Solar) lá para 2022 ‒ e ainda por muitos anos podendo ser acompanhado dentro e fora do Sistema (em 2034 Oumuamua estará a cerca de 100UA de distância). E sabendo-se da importância que a visita de seres alienígenas (à Terra) poderia ter para a Evolução da nossa Civilização (até ao presente unicamente assente na existência do Homem e centrada no mesmo) não deixando de recordar afirmações anteriores (tornando o tema mais credível) do físico inglês (Stephen Hawking) sobre esse mesmo tema:

 

“Such advanced aliens would perhaps become nomads, looking to conquer and colonize whatever planets they could reach. If so, it makes sense for them to exploit each new planet for material to build more spaceships so they could move on. Who knows what the limits would be? We don't know much about aliens, but we know about humans. If you look at history, contact between humans and less intelligent organisms have often been disastrous from their point of view, and encounters between civilizations with advanced versus primitive technologies have gone badly for the less advanced. A civilization reading one of our messages could be billions of years ahead of us. If so, they will be vastly more powerful, and may not see us as any more valuable than we see bacteria.” (Stephen Hawking/Discovery Channel TV)

 

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Ondas Sonoras

 

Com a observação nas mais diversas frequências de radio a terem-se efetivamente iniciado a 23 de Novembro deste ano (com o Instituto SETI a utilizar o telescópio ATA localizado na Califórnia) ‒ já com mais de 60 horas de registos ‒ e posteriormente prosseguindo com a colaboração do Breakthrough Listen (um grupo de iniciativas inovadoras, neste caso ligado ao Espaço) a partir de 13 de Dezembro (e utilizando o telescópio de Green Bank instalado na Virgínia). O mais certo sendo escutarmos (apenas) Silêncio, oriundo do misterioso (e estranho) Oumuamua (apesar de toda a matéria ter a sua própria assinatura sonora).

 

(imagens: nasa.gov/pintrest.pt/wonderopolis.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:53

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