Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

11
Jan 18

Numa nova teoria oriunda da Turquia e tendo como protagonista um seu Académico ‒ e a ARCA de NOÉ ‒ um leitor da Universidade de Istambul (o tal académico turco) afirmou numa entrevista falando sobre o tema Dilúvio/Arca de Noé, não colocar em dúvida a sua existência (da arca assim como do dilúvio) mas sim os materiais de construção usados para a sua concretização (da arca): nas suas revelações científicas indicando-nos que a mesma não seria feita de placas de Madeira mas sim de placas de Aço (uma liga metálica).

 

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Arca de Noé/Versão Juvenil

(na Versão Adulta sendo uma arca movida a Energia Nuclear ‒ que seria de Aço ‒ com Noé a comunicar com o seu filho por Telemóvel e não transportando animais mas ovos/esperma para posterior reprodução IN VITRO)

 

Com Yavuz Ornek (o nosso protagonista-cientista) a invocar as condições marítimas de então (aquando do Dilúvio há uns 5 000/7000 anos) ‒ com ondas (segundo ele) podendo alcançar uns 300/400 metros de altura ‒ tornando praticamente impossível que um barco de madeira pudesse resistir com sucesso a ondas de tal modo maciças (e ainda com a arca provavelmente sob a ação de ventos fortíssimos). Mas como todos nós sabemos consultando os livros de História com a Idade do Ferro a ser finalmente estabelecida uns 1000 AC.

 

E como se não bastasse (arca de aço) e até para completar (confirmar) o Cenário (tornando-o aceitável e credível) com o académico turco a adicionar à história rodeando NOÉ e a sua ARCA, outros artefactos/tecnologia (que se saiba) na altura inexistentes como a Energia Nuclear (1ª reação em cadeia registada há 75 anos), os Telemóveis (inventado há 70 anos) e até os Drones (os mais recentes surgindo por volta dos anos 60) ‒ não esclarecendo as suas origens, fazendo-nos pensar noutras Civilizações (perdidas como a da lendária Atlântida) ou então nos ET´S.

 

Arca de Aço, Energia Nuclear, Telemóveis, Drones e (tal como uma florista) para compor o ramalhete ‒ tornando-o ainda mais vistoso, apetitoso e já agora publicitariamente polémico (uma das poucas formas de hoje em dia ainda se ser ouvido) ‒ com o académico sugerindo igualmente que Noé não teria carregado a Arca carregada de Animais (aos pares) mas recolhido em alternativa ovos ou esperma dos mesmos: claramente um transporte menos pesado mas não se conhecendo na altura a reprodução IN VRITO (realizado fora do sistema vivo).

 

Sabendo-se que a Terra terá uns 4,5 biliões de anos, que o Homem (género Homo) entre uns 1 a 4 milhões de anos e que por sua vez a pré-história terá uns meros 6 mil anos (invenção da escrita por volta de 4000AC) ‒ e com a Idade dos Metais reportada a 5000/4000AC ‒ sendo pouco provável (e credível) a hipótese de Yanuz Ornek, não só pela falta de registos (não bastando citar o Corão e fazer a sua interpretação pessoal), como pela não-existente tecnologia (na altura e sendo terrestre): só sendo exterior ao nosso ecossistema e como tal Extraterrestre.

 

(texto: baseado num artigo de Paul Seaburn ‒ imagem: elo7.com.br)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:08

Faltando-se saber apenas, quem primeiro entrará em ação (pela Negativa)

O Homem ou O Asteroide.

 

Se analisarmos os maiores impactos com a Terra registados nos últimos (digamos) 600 000 anos e tentarmos calcular uma periodicidade para a concretização de tais Eventos (envolvendo sobretudo cometas/asteroides), verificamos que tomando em consideração este período (mais recente e cerca de 0,01% da História da Terra) o nosso planeta já deveria ter sido sujeito a um novo impacto (deste nível de intensidade) ou então estar prestes a sê-lo: com o período a ter-se iniciado há uns 15 milhões de anos (e não se tendo conhecimento da sua confirmação) podendo estar prestes a ocorrer ‒ talvez mesmo amanhã, talvez dentro de uns anos ou no máximo de mais uns 15 milhões (não muito quando já somos biliões).

 

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Se tendo os dois primeiros impactos relevantes sido registados há quase 2 biliões de anos (cratera de Vredefort/África do Sul de raio 190Km e Bacia de Sudbury/Canadá de raio 65Km), já com os seguintes a serem assinalados e referidos (aproximadamente) há cerca de 600, 350 e 200 milhões de anos atrás (já com um período mais curto). E com a passagem dos anos desde a formação da Terra e simultaneamente por todos os impactos ocorridos (os mais recentes e aqui assinalados) com os períodos a encurtarem-se passando de biliões a milhões e de imediato de milhões a milhares (sugerindo-nos como consequência da Evolução períodos ainda mais curtos, talvez como na Fundação do Sistema Solar ‒ expansão seguida de contração subordinada às mesmas leis do eletromagnetismo deste Universo Vivo e Elétrico). Nos últimos 100 milhões de anos com Eventos há 70, 65, 36 e 35 milhões (valores aproximados) encurtando a Periodicidade e aumentando os Casos: como parece indicar o contínuo aumento do número de objetos circulando no Espaço em nosso redor e aproximando-se (alguns de grandes dimensões) ou atingindo a Terra (felizmente e para já de reduzidas dimensões/densidade/velocidade/ângulo de entrada e desintegrando-se rapidamente na atmosfera) parecendo mesmo exponencial (o crescimento) e não oferecendo garantias (com alguns impossíveis de prever e garantir a nossa imprescindível segurança) ‒ com muitos (asteroides) a serem descobertos à Passagem ou depois (sendo nós todos apanhados ao Vivo e em Direto).

 

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Mas apesar de existir sempre o perigo de tal como no Passado a Terra vir a ser atingida no Futuro (no presente a atmosfera do nosso planeta é diariamente atravessada por provavelmente milhares de fragmentos, de maior ou menor dimensão, naturais ou artificiais) sendo o caso mais famoso de previsão de um possível e próximo impacto com a Terra o asteroide Apophis (período orbital menor que 1 ano terrestre), com a sua próxima aproximação (ao nosso planeta) a estar marcada para o ano 2029 (daqui a apenas 11 anos) ‒ indicado para 13 de Abril ‒ e segundo cálculos da NASA (sempre relativos devido às diferentes condições do DUO Espaço/Objeto na sua movimentação no interior do Sistema Solar) passando a apenas 30 000Km da Terra (0,76 LD) a uma velocidade perto dos 30Km/s: inicialmente (aquando da sua descoberta) com uma possibilidade de impacto (em 2029) de quase 3% (atingindo um nível elevado na escala de Turim/Nível 4 ‒ probabilidade de colisão/destruição) para acabar despromovido até ao nível mais baixo (zero) ‒ mas não desprezando os cálculos e possíveis novos erros (ao longo do seu percurso sendo introduzidos faltando ainda uns anos) tendo em atenção 2029 e a sua próxima (e maior) aproximação agora em 2036.

 

(imagens: wordpress.com e celestiamotherlode.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:04

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