Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Abr 18

A menos de 6 horas da reentrada da estação espacial chinesa TIANGONG na atmosfera terrestre, com o ponto de impacto com a Terra a poder verificar-se (talvez e em tom de palpite) sobre o Atlântico (Centro-Sul), África (Central) ou Sudoeste Asiático: num espetáculo (seja diurno ou noturno) certamente único e raro de se ver (e de se saber a sua hora), proporcionando-nos o usufruto de um verdadeiro cenário de cores e de luzes (e de estrondos e explosões como num grande Fogo de Artifício) só equiparável às Bolas de Fogo e a outros viajantes espaciais.

 

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Estação espacial Chinesa TIANGONG-1

 

Entre o final do dia 1º de Abril e o início do dia 2 de Abril, um objeto voador da dimensão de um autocarro escolar (10,4m X 3,4m) e orbitando desde 29 de Setembro de 2011 o planeta Terra – a uma distância entre 161Km/170Km e tendo-o feito mais de 37500 X – no seguimento do seu descaimento acelerado registado (de mais de 250Km para cerca de 160Km) desde o início do mês de Março (deste mesmo ano), entrará na atmosfera terrestre (atualmente a uma V = 28000Km/h), desintegrando-se na sua queda (devido à intensa energia de atrito libertada) e impactando finalmente com a superfície terrestre.

 

Um objeto com um peso inicial estimado em 8500Kg e que passada a sua fase de penetração atmosférica e desintegração progressiva (face ao atrito atmosférico brutal envolvendo-o à sua passagem), segundo os cientistas (acompanhando os momentos finais do mesmo) ainda atingirá a Terra com fragmentos podendo atingir uns 100Kg/200Kg: um impacto ainda sem o momento rigorosamente marcado (no Tempo) e ainda-por-cima sem a sua localização minimamente definida (no Espaço) – a não ser numa larga faixa terrestre compreendida entre as latitudes 43⁰N e 43⁰S.

 

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Decaimento da estação Tiangong-1 ao longo do último mês de Março

 

Tratando-se esse objeto – em fim de vida ativa e indo colidir com a superfície terrestre – de uma pequena Estação Espacial de origem chinesa entrando ao serviço em 2011 e deixando de comunicar em 2016 (altura em que deixou de poder ser controlada) – a TIANGONG-1 ‒ um pequeno veículo espacial (um protótipo de estação) composto por dois únicos módulos (um deles para os tripulantes) com cerca de 15m³ (segundo os chineses o suficiente para 3 astronautas), tendo recebido nos anos de 2012/13 duas visitas de duas missões (de astronautas chineses), nelas se incluindo 4 homens e ainda 2 mulheres.

 

E com Portugal localizado no interior da área de potencial reentrada e de Impacto (situado como está entre os 37⁰/42⁰ de latitude N) do objeto denominado como Palácio Celeste I (uma réplica em miniatura da ISS, com um volume 24 X inferior e com uma massa quase 50 X inferior): num quadro de probabilidades havendo sempre a hipótese de Portugal poder vir a ser atingido (mesmo que mínima e equivalente a acertarmos num Jackpot), localizado como está na zona de sombra da estação (território sob ação de possíveis fragmentos) entre as latitudes (aproximadas) de 37⁰N/41⁰N.

 

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Possibilidade/previsão de reentrada da estação Tiangong-1 em 01.04.2018

 

A menos de 6 horas da reentrada da Estação Espacial chinesa Tiangong-1 na atmosfera terrestre (apontando de momento para a 00:05 da madrugada de segunda-feira/dia 2 de Abril em Portugal) com a sua próxima passagem (prevista) sobre território português a ocorrer por volta das 05:00 do dia 2 de Abril (durante quase 6 minutos) ou seja em princípio já depois da estação espacial ter entrado na atmosfera, ter-se desintegrado e ter impactado (com terra ou com água): não se correndo (em princípio) o perigo de levarmos com algo de inesperado na cabeça (como o temia Obélix), caído do céu e podendo ser mortal.

 

Na transição de domingo (1º de Abril, Dia de Páscoa e Dia das Mentiras) para a segunda-feira seguinte (2 de Abril) e confirmando-se a inviolabilidade do nosso território (não tendo sido minimamente afetado) com todas as previsões a apontarem como possíveis alvos de impacto da estação chinesa Tiangong-1 (e do que dela restar) um destes oceanos ou um destes continentes ‒ sendo naturalmente diferente o efeito do impacto (do objeto aí estimado em 100Kg/200Kg) seja no oceano ou em terra firme (podendo neste último caso ser habitada ou não): envolvendo todos os continentes e os principais oceanos.

 

(imagens: ESA/@esa/twitter.com ‒ esa.int ‒ satview.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:36

Numa ilustração de dois minissatélites MarCO previstos para orbitarem MARTE a muito curto-prazo (lançamento marcado para o início de Maio de 2018) e tendo como função principal acompanhar a missão InSight (aterrando em Marte nos finais de Novembro de 2018)

 

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Marte – Ilustração

(PIA 22316 – Missão InSight – Instrumento MarCO)

 

– Duas missões da responsabilidade da NASA concretizadas através de um lançamento conjunto utilizando um foguetão Atlas V 401, a segunda (InSight) destinada a aterrar na superfície do planeta (estudando-o sismograficamente e a nível de transferências de calor) e a primeira (MarCO) acompanhando a missão anterior, recolhendo os dados obtidos pela mesma e posteriormente retransmitindo-os para a Terra (sobretudo em momentos críticos da entrada, descida e aterragem em Marte)

 

A visão do que poderá ser um exemplo raro de uma Visita de Estudo a um Planeta distante (a 31 de Julho de 2018 estando a menos de 58 milhões de Km) sendo acompanhada na sua viagem por duas escoltas de segurança. Algo podendo ser estendido e adaptado (utilizando estes minissatélites ou outros como os nano satélites) a projetos similares, alcançando outras distâncias mesmo que no espaço profundo.

 

No caso do ainda misterioso Planeta Vermelho com a mesma idade da Terra (e de todo o Sistema Solar uns 4,5 biliões de anos) mas sem Ar, Água e Vida (orgânica)

 

– Apenas exibindo o esqueleto (da estrutura central) o Mundo Mineral –

 

Insistindo-se na procura de algum sinal ou vestígio de algum desses elementos (ou de algum possível presságio) sugerindo um possível contrário noutro Tempo (na juventude de Marte e do próprio Sistema) e noutro Espaço (mais denso no início da expansão):

 

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Marte – Valles Marineris

(PIA 22238 – Missão MRO – Instrumento HiRISE)

 

Como o parece indicar a imagem recolhida na região do Vale MARINERIS,

 

- Na parte superior apresentando-nos camadas de material (rochoso) com texturas e coloridos diferenciados provavelmente de origem vulcânica (demonstrando-nos que o planeta já poderá ter sido outrora geologicamente ativo)

 

- E na parte inferiora (arenosa) outro tipo de material tendo sido sujeito a largo e intenso bombardeamento e a possíveis interações com água (ao longo da História Geológica de Marte).

 

Um planeta que segundo muitos cientistas poderá há biliões de anos atrás ter possuído um oceano (menor que o terrestre), possivelmente uma atmosfera (parecida com a nossa), atividade vulcânica e juntando tudo isto (porque não) até apresentando sinais de Vida orgânica (mesmo que primitiva).

 

Depois da Lua (a uns míseros 400.000Km de distância) sendo Marte o corpo celeste (o Planeta Interior) mais apetecível por colonizável

 

- Melhor só os corpos celestes (na região dos Planetas Exteriores) com água mas já muito (mais) distantes:

 

Como será o caso (tomando em consideração a distância à Terra) do planeta-anão CERES/4UA estimado em 25% de água gelada e sobretudo de Europa/5.2UA uma das luas de Júpiter com um grande oceano subterrâneo.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:50

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