Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

11
Jan 19

Com tendência meteorológica para melhorar

(sem neve na Serra da Estrela/quanto mais na Fóia)

Agora que a Onda de Ar Frio proveniente do Ártico começa a recuar

 

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A Europa a 11 de Janeiro de 2019 pelas 08:47 TMG

(weatheronline.co.uk)

 

Com uma massa de ar vinda do Polo Norte (da região do Ártico) a transportar para toda a Europa um tempo seco e frio, têm-se registado nos últimos dias (prevendo-se que poderá estender-se por mais uma semana, mas com melhoria progressiva nas temperaturas) temperaturas mínimas bastante baixas, acompanhadas de céu limpo/a pouco nublado e vento fraco: com essas condições meteorológicas a afetarem igualmente Portugal (neste mesmo período de tempo), tendo como consequência a baixa nítida das temperaturas, com os últimos registos a apontarem para mínimas negativas entre -4⁰C/-2⁰C no interior norte/centro do país (e zonas do litoral com 0⁰C com o Alentejo a andar pelos 1⁰C). Apesar de tudo e segundo as previsões meteorológicas feitas anteriormente com as temperaturas a não baixarem tanto como o previsto e com o avanço dessa Onda de Ar Frio (Polar) a parecer ter sido detida em Espanha chegando a Portugal “ligeiramente mais quente”:

 

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Portugal a infravermelho a 11 de Janeiro de 2019 pelas 09:00 UTC

(EUMESAT/IPMA)

 

Poupando-nos (os portugueses) a condições de tempo mais extremas – com a Onda de Ar Frio oriundo do Ártico a começar a recuar – não evitando no entanto uma descida nas temperaturas máximas (com o aumento do vento/nas terras-altas a transmitir a sensação de mais frio) e a colocação (como medida de prevenção) de todos os distritos (do continente) em Alerta Amarelo (pelo menos este fim-de-semana). Não se prevendo chuva e com as temperaturas mínimas a atingirem -4⁰C/+6⁰C e a máxima não passando os +18⁰C (certamente pelos lados do Algarve). No que diz respeito ao Algarve mais especificamente a Albufeira (com o frio a sentir-se bem, especialmente com o arrefecimento noturno, salvando-se não haver vento) com as previsões do IPMA a apontarem para os próximos 10 dias (11 a 20 de Janeiro) temperaturas mínimas na ordem dos 4⁰C/6⁰C e máximas na ordem dos 16⁰C/17⁰C (com a amplitude térmica diária a andar entre os 10⁰C/13⁰C), com céu geralmente limpo/a pouco nublado e vento fraco/a moderado (nos próximos dias c/ vento moderado acentuando a sensação de frio, sobretudo esta sexta-feira e sábado).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:10

10
Jan 19

Tintim nasceu a 10 de Janeiro de 1929 faz hoje 90 anos

 

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Já em 1953/1954 com Tintim e seus companheiros

(entre outros como Milu e o capitão Haddock)

A rumarem à Lua e a explorarem-na pelas mãos de Hergé

16 Anos antes de o Homem pisar pela 1ª vez (1969) a superfície lunar

 

Nos 90 anos após o aparecimento de TINTIM e do seu cão MILU – aparecendo pela 1ª vez em 10 de Janeiro de 1929 num suplemento infantil (Le Petit Vingtième) de um jornal belga e assinado por HERGÉ (como se dizia antigamente em “histórias aos quadradinhos”) – e recordando (igualmente) a chegada da revista com o mesmo nome “TINTIM” a Portugal no ano de 1968 (para todas as idades dos 7 aos 77 anos), não posso deixar de aproveitar para destacar algumas das muitas Aventuras de Tintim sempre acompanhado pelo seu fiel cão Milu – para além do maior amigo de Tintim (chegando mais tarde) o Capitão Haddock (e outras figuras curiosas como os detetives Dupond & Dupont e o professor Girassol) – neste caso (agora em destaque) com as suas aventuras apontando não para o nosso Mundo e para os seus Continentes & Oceanos (para a Terra) mas para tudo o resto que nos rodeia e do qual (como um todo) fazemos parte (o Espaço): e tal como Júlio Verne antecipando-se no Tempo (e no Espaço) com Hergé oferecendo-nos (entre outros temas e com textos/imagens) RUMO À LUA (de 1953) e EXPLORANDO A LUA (no ano seguinte). Integrando muitas das leituras da minha juventude (passada quase toda a ler/daí nunca ter chegado a lado nenhum/sem arrependimento) desde Júlio Verne a Emílio Salgari, de Hugo Pratt a Moebius, mas nunca esquecendo (as minhas primeiras leituras) a coleção Argonauta.

 

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Voo hipersónico utilizando um Buraco-de-Minhoca

Buraco-Negro versus Nave Espacial

Entrando num Buraco-Negro e assumindo-o (viabilizando-o)

Como uma via alternativa de comunicação e de transporte (instantânea)

 

Aventuras anunciadas (não profetizadas) por indivíduos que no seu tempo (e no espaço não só pelos outros disponibilizado) conseguiam ver para além do que lhes era indicado (entre outros um dos perigos da especialização/olhando só para um ponto, sem algo de externo que a integre num determinado conjunto/de pontos e funcionando a confirme), descobrindo desde logo no seu Imaginário (um dos componentes formadores da nossa Realidade) cenários de um Mundo Futuro (antecipando-se no Tempo) com pormenores posteriormente confirmados e devido ao seu sucesso (e eficácia cientifico-tecnológica) assumindo protagonismo: antes estabelecendo-se na Literatura (e aí reinando/desenvolvendo-se) e espontaneamente espalhando-se por outras áreas – levando a grandes descobertas científicas e multidisciplinares, suportadas (seja no sagrado seja no profano ou noutro nível qualquer) inicial e maioritariamente pelo conhecimento de pensadores/autodidatas/Experimentais – para nos dias de hoje e aproveitando essa base (de pensamento/reflexão) consistente por flexível (sempre em renovação tal como a nossa espécie em constante Evolução) se reproduzir nos mais diversos campos do conhecimento como o será o da Ciência e da Exploração Espacial (em que a distância e o tempo de viagem continuam a ser um imenso problema/para já sem solução, se comparado com o curto tempo de vida/comparando-o com o Infinito, disponibilizado aos seres humanos – certamente para todos nós uma enorme contradição, especialmente ao depararmo-nos com o nascimento e a morte, para nós absoluta):

 

“Spinning Black Holes Could Open Up Gentle Portals for Hypersonic Spacecraft”

(Gaurav Khanna/livescience.com)

 

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Interestelar – o filme

Inspirando o estudo sobre naves estelares hipersónicas

(e das teorias expostas no filme atravessando-se um buraco-negro)

Tentando solucionar o problema das Grandes Viagens no Espaço

 

Neste caso (dos voos hipersónicos) com o Homem (neste cado e por coincidência mulher) inspirando-se nas investigações científicas e nas respetivas experimentações e conclusões, para chegar a um único ponto conjugando Buracos-Negros/Voos Hipersónicos:

 

“Under all conditions an object falling into a rotating black hole would not experience infinitely large effects upon passage through the hole's so-called inner horizon singularity. This is the singularity that an object entering a rotating black hole cannot maneuver around or avoid. Not only that, under the right circumstances, these effects may be negligibly small, allowing for a rather comfortable passage through the singularity. In fact, there may no noticeable effects on the falling object at all. This increases the feasibility of using large, rotating black holes as portals for hyperspace travel.”

(Gaurav Khanna/livescience.com)

 

Mas nunca se podendo esquecer que outros problemas adicionais poderão ainda persistir – nesta tentativa de algum dia, podermo-nos deslocar de um ponto para outro, como se sempre lá estivéssemos (ou seja instantaneamente e sem sentirmos na pele a ação Tempo/Espaço): como o da largura do buraco – com o buraco-negro a ter de ser de grande dimensão de modo a evitar-se (diminuindo os efeitos) as poderosas forças aí presentes e em constante ação – e o problema da radiação (mortal para os Humanos). Mas dado tudo ser possível, certamente com solução.

 

(imagens: nerddps.com – Aaron Stone/Shutterstock/livescience.com – imdb.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:27

09
Jan 19

Com tudo o que se passa na América (incluindo a luta Milionários/seus representantes, com estes últimos a lutarem pela sua sobrevivência podendo entretanto ser dispensados) contagiando de imediato todo o Mundo (num menu superlativo e com as tradicionais Fake News): numa altura em que a mesma (a Economia Norte-Americana) caminha para uma nova Bolha, exportando para o lado de lá do Atlântico, fazendo explodir a Europa (até à fronteira russa) e deslocando o Eixo da Terra (longitudinalmente) de Washington para Pequim: passando então a estar este (eixo-da-terra) nas mãos do Eixo do Mal.

 

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Como se o Mundo estivesse (minimamente) interessado no cenário há muito (desde a sua tomada de posse em Janeiro de 2017) tendo vindo a ser montado (pela generalidade dos políticos e dos média) em torno do 45º presidente dos EUA o republicano Donald Trump

 

Sabendo-se como se sabe ser apenas uma questão interna (dos EUA) envolvendo Republicanos e Democratas (as duas únicas faces da mesma moeda o Dólar) mas tendo superlativamente como pano de fundo (o ponto fulcral de toda esta virtual mas aparentemente intensa convulsão) toda a Classe Política Oficial Norte-Americana (e a manutenção da sua representatividade e privilégios)

 

Apesar de tudo continuar a apontar no sentido contrário (“Não Estou Interessado, Muito Obrigado!”), do início do Ano Novo de 2019 ter ocorrido sem grandes incidentes (até se alcançando Ultima Thule) e até do esquecimento começar (feliz e finalmente) a apagar da nossa memória (curta) os últimos traços da campanha (vista como cultura) esquizofrénica (por intoxicante) até aí incessante e enjoativamente levada a cabo (causando vítimas muitas delas inocentes por todo o lado),

 

Eis que a Onda-Psicótica parece de regresso (mas agora com os Democratas em maioria nos Representantes) tentando ainda e mais uma vez (à 3ª será de vez) reerguer Hillary à custa de Trump.

 

Jamais lhe dando descanso faça ele (Trump) o que fizer, esperando que até lá (próximas Presidenciais em finais de 2020) os outros (os DEM) não se autodestruam (por dentro) e se transformem (literal e) igualmente num vómito (em tudo igual ao dos REP): podendo então Trump vencer no ano de 2020, aí sendo e como muitos outros (o foram antes) reeleito Presidente (e nomeado como tal em Janeiro de 2021).

 

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Neste início de 2019 (quarta-feira, dia 9 de Janeiro) e para além do Muro (separando EUA e México), do Médio-Oriente (sobretudo do Irão) e da China (como Império em ascensão) não havendo mais nada do que falar (com a agência mediática/e global estando domiciliada nos EUA),

 

De novo com a Fava a sobrar para Trump (logo ele sendo o Rei) agora debruçando-se interessadamente (talvez para ver se o peixe-morre-mesmo-pela-boca) sobre a sua respiração (pelos vistos e segundo um seu atento observador lutando por respirar durante uns agonizantes 36 segundos):

 

“Do you like the idea of listening to Trump "struggling to breathe"? Splinter's Jon Eiseman has the video for you.”

(boingboing.net)

 

Entendendo-se que apesar das razões (patenteadas pelos DEM) estando por detrás de mais esta modesta e nada original Intrusão Mediática (oriundo do Bloco Não Trumpista) poderem ser na prática bastante válidas (na defesa da generalidade dos cidadãos norte-americanos e outros aí residentes),

 

A forma como tais são apresentadas (e embrulhadas) em nada as dignificam ou promovem, recorrendo os e seus autores por sua vez (os defensores da liberdade, das mulheres e das minorias) às tão atacadas armas e estratégias (conservadoras, de direita, por vezes extremista) adotadas pelo diabólico adversário (os REP):

 

Respondendo ao adversário baixando ainda mais de nível no debate e no discurso e com tal procedimento e espetáculo, traindo os poucos que ainda acreditavam nalguns deles.

 

Tudo se passando num país ainda sendo considerado (de longe) como a Maior Potência Global – Económica, Financeira, Cientifica, Tecnologicamente – no entanto e ao contrário do que se pensava (e ainda muitos acreditam),

 

Dispondo internamente e disponibilizando externamente os piores indicadores económico-sociais (Trabalho, educação, Saúde) algumas vezes imaginados para um país dizendo-se Desenvolvido como os Estados Unidos da América. Hoje sendo apenas suportado por Impressoras (imprimindo notas de Dólares) e por Militares (os detentores das Armas).

 

E ficando para quem a Europa (e o nosso querido Portugal)?

 

(imagens: boingboing.net e splinternews.com/AP)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:45

Objeto Celeste 2016 AZ8 (grande) e Objeto Celeste 2019 AS5 (pequeno):

Um Sistema Binário passando perto de nós a 7 de Janeiro (o 1º)

E outro fazendo-nos uma tangente sem avisar a 8 de Janeiro (o 2º).

 

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O NEO

2016 AZ8

(a caminho do seu ponto de maior aproximação à Terra)

 

Depois da passagem a 7 de Janeiro deste Ano Novo de 2019 do NEO (objeto celeste passando nas proximidades da Terra) 2016 AZ8 – um objeto de 224 metros de diâmetro, deslocando-se a uma velocidade de 9,1Km/s e passando a uma distância (na sua maior aproximação ao nosso planeta) a cerca de 4.450.000Km do nosso planeta – e perspetivando-se apenas para o próximo dia 10 do mesmo mês a passagem de outros 3 NEO’S (com o objeto passando mais próximo da Terra, com diâmetro de 11 metros, a fazê-lo a pouco mais de 1.150.000Km), eis que um novo objeto celeste (asteroide) passa nas proximidades de nós (e da Terra) sem que ninguém nos tenha avisado (e mesmo sem que ninguém o tenha avistado, antes da sua passagem perto da Terra): falamos do (pequeno) asteroide 2019 AS5 (pertencendo ao grupo Apollo) com cerca de 1/2 metros, no passado dia 8 de Janeiro (ontem) passando a apenas 15.000Km de distância (a uma v = 12,5Km/s) e sendo o primeiro NEO este ano (de 2019) a passar a menos de 1 DL (DL: distância lunar ou distância Terra/Lua em torno dos 384.401Km). Um NEO – 2019 AS5 – sendo pela 1ª vez observado 9 horas depois da sua passagem, pelas redondezas da Terra (dos nossos céus, de nossa casa): deixando-nos deveras preocupados e numa posição de alerta (extremo), dada a Informação nos chegar (somente) depois da concretização do (não previsto) Evento – e com os exemplos semelhantes a serem mais do que muitos, para já apenas com objetos (NEO’s) de pequenas dimensões. E se forem um pouco maiores, descobertos tarde de mais e podendo impactar (com o nosso planeta)? No caso deste NEO com o mesmo a ser descoberto 9 horas depois (da sua passagem, felizmente sem colisão), sendo-lhe atribuído o código 6 (parâmetros orbitais incertos) e tendo um período orbital de 1,56 anos: pela sua dimensão e na sua próxima passagem (segundo semestre de 2020), certamente não oferecendo perigo.

 

(imagem: spaceweather.com/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:30

Sem ninguém (ou seja os norte-americanos) no local a tomar conta deles!

 

Com o veículo motorizado chinês YUTU-2 a movimentar-se livremente (s/concorrência) e às escondidas (de uma forma solitária e n/existindo “lunáticos”)

Pela superfície do nosso único satélite (em princípio natural apesar de algumas diferenças) a Lua (no seu lado para nós na Terra oculto).

 

A Lua

 

Depois de norte-americanos e russos já terem por lá andado (presencialmente e/ou através da presença de substitutos) eis que agora são os chineses a apontarem para a Lua e a tentarem fixar-se por lá: enviando para o nosso único satélite (natural) mais um veículo motorizado – o YUTU-2 – e logo o remetendo (dando logo para desconfiar) para o Outro Lado da Lua (aquele que nunca se vê se observado da Terra). E para além da chegada à Lua de mais um enviado do Eixo do Mal (juntando-se assim aos russos) – deixando os representantes de Deus (os EUA pelo menos na Terra) cada vez mais isolados (representando o Eixo do Bem) – sendo deveras suspeita a escolha da Outra Face: sabendo-se das dificuldades de Comunicação (com a Terra) estando-se do Outro Lado (da Lua) deixando-nos a todos alarmados (e de sobreaviso) sobre as intenções dos chineses. Científicas, Comerciais ou mesmo Coloniais (de Expansão de um Novo Império)?

 

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Com o ROVER chinês YUTU-2

Já se movimentando na superfície da Lua

 

Da Terra

 

E sabendo-se no Presente qual o papel Interno destas três grandes potências espaciais (EUA, Rússia e China) no Futuro do planeta Terra (Social, Económico, Financeiro, Civilizacional) com o Eixo Económico-Financeiro Mundial a deslocar-se da região do Atlântico (EUA & Europa) para a região do Índico-Pacífico (China e Ásia) – assim como prevendo-se (desde já) o papel fundamental destas (mesmas potências) no desenvolvimento e Evolução da Vida no nosso planeta – com um Império entrando em decadência e sendo substituído por outro Império (de uma forma irreversível) emergente – sendo cada vez mais premente de questionar (agora que a Europa – sem referências económicas ou culturais desde a falência da URSS e da Alemanha – caminha para o abismo) qual a posição a tomar pelos ainda no Poder, agora que os EUA se fecham para o Mundo (com a sua política protecionista, não existindo amigos ou inimigos) e se preparam (aparentemente) para um novo assalto (não se sabendo para já qual, mas dependendo certamente da evolução da luta, Trumpistas versus Não Trumpistas).

 

(imagem: cnsa.gov.cn)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:17

[2019 Dafabet Masters: iniciando-se já no próximo domingo com o encontro Mark Allen x Luca Brecel.]

 

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As lágrimas de Kyren Wilson

E a felicidade de Mark Allen

(após a vitória do segundo na final do Masters de 2018 por 10-7)

 

Estando marcado para o final do mês de Janeiro o início da 1ª prova do Ano Novo de 2019 contando para o Ranking Mundial (época 2018/19) – o Masters da Alemanha (de 30 de Janeiro a 3 de Fevereiro) – decorre desde o início do ano a Liga dos Campeões (tendo-se já concluído 3 dos seus 7 grupos de Qualificação/para a Final) seguindo-se já este fim-de-semana o MASTERS: duas provas por convite (não contando para o Ranking Mundial) com a 2ª delas a ser uma das mais prestigiadas (de sempre) do Circuito Mundial (da modalidade) integrando a TRIPLE CROWN (juntamente com o UK Championship e o World Championship) e atribuindo ao vencedor um prémio de 200.000£ – e a ela tendo acesso apenas o TOP16 do RM (após a realização do 2018 UK Championship).

 

Realizando-se este ano a 45ª edição do MASTERS (1ª edição em 1975) com o inglês Ronnie O’Sullivan a ter conquistado o troféu o maior nº de vezes (7X) – dele (e no ativo) se aproximando mais o inglês Mark Selby (com 3X) – e com o norte-irlandês MARK ALLEN a ser o seu atual detentor (batendo na final o inglês Kyren Wilson por 10-7).

 

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Ronnie O’Sullivan festejando a sua vitória

Na final do 2018 UK Championship

(após derrotar o norte-irlandês Mark Allen por 10-6)

 

Um MASTERS decorrendo de 13 a 20 de Janeiro no Palácio Alexandre em Londres, contando com a participação de 16 dos melhores jogadores Mundiais de Snooker (à altura do UK Championship) e com o Vencedor a ter que ultrapassar 3 eliminatórias (1ª Ronda, Quartos-de-Final e Meia-Final/sempre à melhor de 11 frames) antes de chegar à Final (à melhor de 19 frames) – e aí batendo o outro finalista e conquistando o MASTERS de 2019. Nos próximos dias 13/14/15/16 de Janeiro (do próximo domingo a quarta-feira) realizando-se as oito partidas da 1ª ronda desta prova, de todas elas sendo difícil de escolher as mais interessantes (ou não envolvesse o TOP16 do RM) desde a inicial MARK ALLEN x LUCA BRECEL até à última MARK SELBY x STEPHEN MAGUIRE.

 

[E terminado o ano de 2018 com a disputa o Open da Escócia – com vitória na Final de Mark Allen sobre Shaun Murphy (ING) batendo-o por 9-7 – regressando em 2019 uma outra prova (da Triple Crown) igualmente transmitida pela EUROSPORT: podendo-se assim (sossegado, em reflexão e em casa) assistir tranquilamente ao MASTERS.]

 

[Realizados os três primeiros grupos (de sete) da Liga dos Campeões estando desde já qualificados para o Grupo Final (igualmente c/7 jogadores) Neil Robertson/AUS, Jack Lisovski/ING e Judd Trump/ING.]

 

(imagens: BBC – World Snooker)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:11

08
Jan 19

[Alguma Vez Explorado Pelo Homem: ULTIMA (a esfera maior) THULE (a esfera menor), numa extensão de mais de 30Km. Dificilmente habitável, talvez para sinalização ou para mineração.]

 

Entrando em nossa casa logo após a Passagem de Ano

 

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O KBO

(Kuiper Belt Object)

Ultima Thule

(um sistema binário constituído por duas-esferas-unidas)

 

Passagem no passado dia 1 de Janeiro de 2019 (dia de Ano Novo) da sonda automática NEW HORIZONS (de origem norte-americana) nas proximidades do objeto transnetuniano ULTIMA THULE (localizado no Cinturão de KUIPER), quando a mesma (sonda) se encontrava (meia-hora antes de atingir o ponto de maior aproximação) a cerca de 28.000Km de distância (do KBO). Numa imagem capturada pelo instrumento ótico LORRI instalado na dita sonda. Com a sua forma/aparência (de assinalar) por poucas vezes observada, podendo fornecer informações (adicionais) sobre a formação de planetas (há 4,5 biliões de anos no passado).

 

"This flyby is a historic achievement. Never before has any spacecraft team tracked down such a small body at such high speed so far away in the abyss of space. New Horizons has set a new bar for state-of-the-art spacecraft navigation."

(Alan Stern/New Horizons Principal Investigator of the Southwest Research Institute in Boulder, Colorado/sciencedaily.com)

 

Um KBO (ultrapassado o planeta-anão PLUTÃO) localizado a uma distância de aproximadamente 44,6 UA do Sol (ou seja muito perto dos 6.700 milhões de Km), tomando como referência de velocidade máxima atingida por uma nave espacial – a sonda solar PARKER com os seus 692.000Km/h (mais de 190Km/s) – demorando mais de 400 dias a lá chegar (viagem Terra/Ultima Thule).

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:27

Neste Milénio com o Homem já nas luas de Júpiter/Saturno – ou mesmo muito mais além!

(ou então nos arredores como Europa/Ganimedes/Calisto)

 

Apresentando o Mundo mais intenso a nível de Atividade Vulcânica em todo o Sistema Solar (incluindo nele todos os corpos celestes aí se movimentando): uma das 79 luas do maior planeta do nosso Sistema (Júpiter) IO (de dimensão ligeiramente maior que a nossa LUA). Falando um pouco de nós deixando a grande distância (e em termos comparativos) o Anel de Fogo do Pacífico (a região geologicamente mais ativa do nosso planeta a Terra).

 

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Pluma vulcânica ejetada da superfície da lua de Júpiter IO

(ao centro/câmara da sonda JUNO/21 de Dezembro de 2018)

 

Uma imagem (1) registada pelas câmaras da sonda JUNO numa das suas várias passagens (previstas) em torno do planeta JÚPITER (orbitando-o a maior ou menos distância e aproximando-se/afastando-se de outros corpos celestes próximos, como as luas do planeta), mostrando-se ao centro uma erupção registada na sua lua IO (no ponto de separação entre a parte iluminada e a de sombra provocada pelo gigante-gasoso). Em dimensão a 3ª.

 

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Erupção vulcânica capturada pela sonda Galileu

(na sua passagem por IO no ano de 1997)

 

Como se pode ver com esta erupção vulcânica devido à sua grande intensidade (e brilho) a ser vista a grande distância no Espaço (do objeto observado), podendo-se com a melhor compreensão deste fenómeno (de ejeção de material da superfície da lua) entender todo o mecanismo envolvendo a influência do planeta Júpiter, não só com IO como com outras das suas muitas luas (como por exemplo EUROPA). Tal como já registado pela Galileu (2).

 

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3

Planícies vulcânicas na proximidade do polo sul de IO

(registado pela VOYAGER 1 no ano de 1979)

 

Aproveitando para referir que nas missões de exploração entretanto tendo vindo a ser desenvolvidas no Sistema Solar (na procura de outros Mundos/que não a Terra, de preferência com alguma forma de vida orgânica), têm sido cada vez mais fortes as evidências não só da evolução registada em Mundos ainda jovens como por exemplo IO (3) – através de fenómenos geológicos – como simultaneamente tem surpreendido o número de (Mundos) potenciais candidatos à existência de Água: esse bem tão precioso para a existência do Homem, como poderá ocorrer no caso de outra lua (de Júpiter) como por exemplo Europa.

 

Construída a Estação Espacial (ou outra plataforma móvel nas proximidades da Terra) e atingida a Lua e Marte (prevendo-se para a década de vinte), com o Homem a estar pronto (ultrapassado o protótipo) para as Viagens Interplanetárias: aí atingindo as luas de Júpiter e de Saturno e abrindo novos caminhos na Exploração Espacial.

 

(imagens: NASA em earthsky.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:16
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07
Jan 19

Agora a 2 biliões de anos de distância:

Mesmo sabendo-se antes (de 31) da nova data da chegada do FIM-DO-MUNDO, só se divulgando depois (de 1) para não perturbar a PASSAGEM DE ANO.

 

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The Milky Way Galaxy and the Large and Small Magellanic Clouds

(texto/imagem: Nina McCurdy /Nick Risinger / NASA/sci-news.com)

 

Segundo um artigo publicado recentemente (a 13.11.2018) pela Royal Astronomic Society (organização de investigação astronómica, criada no início do século XIX e sediada em Londres), o Fim-do-Mundo na Terra está ainda mais próximo do que anteriormente se previa: um sinal deveras preocupante para todos nós (os animais racionais residentes neste planeta) para o Homem – quando um dos desejos mais prementes e sempre emergentes em qualquer tipo de conversa envolvendo o nosso ecossistema, o nosso quotidiano e a nossa sobrevivência, aponta não só para o Espaço disponibilizado (teoricamente sem problemas de aplicação por Infinito, apesar de pratica/tecnologicamente ainda não ser possível de concretização) como simultaneamente (e fundamentalmente – ou não fossemos católico-romanos dificilmente aceitando Lavoisier) para o Tempo atribuído (a cada um de nós) cronologicamente bem delimitado e extremamente curto – em tudo semelhante (quotidiano e tempo de serviço) à Vida ao nível de um inseto como será o caso Mosca.

 

The aftermath of the Great Collision between our Galaxy and the Large Magellanic Cloud

(Marius Cautun, Alis J Deason, Carlos S Frenk, Stuart McAlpine)

The Milky Way (MW) offers a uniquely detailed view of galactic structure and is often regarded as a prototypical spiral galaxy. But recent observations indicate that the MW is atypical: it has an undersized supermassive black hole at its centre; it is surrounded by a very low mass, excessively metal-poor stellar halo; and it has an unusually large nearby satellite galaxy, the Large Magellanic Cloud (LMC). Here, we show that the LMC is on a collision course with the MW with which it will merge in 2.4+1.2−0.8Gyr (68 per cent confidence level). This catastrophic and long-overdue event will restore the MW to normality. Using the EAGLE galaxy formation simulation, we show that, as a result of the merger, the central supermassive black hole will increase in mass by up to a factor of 8. The Galactic stellar halo will undergo an equally impressive transformation, becoming 5 times more massive. The additional stars will come predominantly from the disrupted LMC, but a sizeable number will be ejected on to the halo from the stellar disc. The post-merger stellar halo will have the median metallicity of the LMC, [Fe/H] = −0.5 dex, which is typical of other galaxies of similar mass to the MW. At the end of this exceptional event, the MW will become a true benchmark for spiral galaxies, at least temporarily.

(Royall Astronomical Society/2018)

 

E assim num momento em que no planeta Terra o Homem (o Ser Vivo Inteligente aí residente) caminha para os 8 biliões de indivíduos, repensando-se de novo e finalmente (numa ação interrompida há quase meio século) na exploração do Espaço e no relançamento dos voos tripulados – com norte-americanos, russos e chineses apontando para a Lua e para Marte (utilizando organizações governamentais ou privadas) – e como consequência dessa ação (inevitável se pretendermos evitar a nossa extinção, para tal sendo necessário movimento/evolução ou seja o abandono da zona anterior de conforto ou seja “de casa”) podendo posteriormente (o mesmo Homem) expandir o alcance destas expedições a outros corpos celestes, planetas (com as Viagens Interplanetárias) ou até mesmo galáxias (com as Viagens Intergalácticas) – estendendo-se de uns míseros 384 mil Km de distância (distância aproximada Terra/Lua), a centenas e milhares de UA (com a Nuvem de Oort a estender-se até umas 100.000UA e o sistema estelar Alpha Centauri/ o mais próximo da Terra a uns 4,37 anos-luz/mais de 63.000UA de distância) – com esta notícia a cair (literalmente em cima de nós) encurtando-nos ainda mais o tempo (já ínfimo a nível individual) e aconselhando-nos a acelerar: não daqui a 4 ou 5 biliões de anos ocorrendo o Fim-do-Mundo (tal com anteriormente previsto, devido à colisão da nossa galáxia/Via Láctea com a galáxia de Andrómeda) mas com tal Evento a ocorrer dentro de apenas 2 biliões de anos (com a colisão da Via Láctea com a Grande Nuvem de Magalhães, uma pequena galáxia rodando em torno da Via Láctea) – não existindo outro tipo de Evento (anterior) ao Nível da Extinção reduzindo a nossa permanência (na Terra) até uns 60%.

 

(imagem: a indicada)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:54

 

Universo, Expansão e Energia-Negra

 

Num artigo publicado no final de 2018 (28 de Dezembro) tendo como base um estudo levado a cabo por investigadores da Universidade de Uppsala (Suécia) – nele sugerindo um novo Modelo para a Evolução do nosso UNIVERSO – os mesmos cientistas vêm-nos sugerir uma outra explicação não só para a expansão do mesmo (Universo) como para a existência (misteriosa) da ENERGIA-NEGRA: com o Universo tal e qual como se fosse uma Bolha a expandir-se – nele incluindo (nesse processo) a Energia-Negra – e em conjunto a movimentar-se numa Dimensão Adicional (extra) para em continuação (e em expansão) acomodar-se no limite do mesmo. Um modelo associando Expansão & Energia-Negra, na extensão da sua exposição – compreendendo-o como a réplica de um outro modelo (infinitamente grande ou pequeno, mais ou menos simples ou complexo) – e num espaço-tempo coincidente, podendo ser explicado através de um exemplo simples por comum: para tal bastando observar uma simples explosão e daí tirar (para a compreensão do Modelo) as respetivas ilações.

 

A New Model For The Universe

 

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Dark energy and our Universe

Riding on an expanding bubble

In an extra dimension

 

We have known for the past 20 years that the Universe is expanding at an ever accelerating rate. The explanation is the "dark energy" that permeates it throughout, pushing it to expand. Understanding the nature of this dark energy is one of the paramount enigmas of fundamental physics.

                                                                

It has long been hoped that string theory will provide the answer. According to string theory, all matter consists of tiny, vibrating "stringlike" entities. The theory also requires there to be more spatial dimensions than the three that are already part of everyday knowledge. For 15 years, there have been models in string theory that have been thought to give rise to dark energy. However, these have come in for increasingly harsh criticism, and several researchers are now asserting that none of the models proposed to date are workable.

 

In their article, the scientists propose a new model with dark energy and our Universe riding on an expanding bubble in an extra dimension. The whole Universe is accommodated on the edge of this expanding bubble. All existing matter in the Universe corresponds to the ends of strings that extend out into the extra dimension. The researchers also show that expanding bubbles of this kind can come into existence within the framework of string theory. It is conceivable that there are more bubbles than ours, corresponding to other universes.

 

The Uppsala scientists' model provides a new, different picture of the creation and future fate of the Universe, while it may also pave the way for methods of testing string theory.

 

(texto/inglês e imagem: sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:06

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