Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

12
Mar 19

Tal como a presença de um anel (noutras situações de vários) nos pode indicar (por exemplo para um católico-romano) o nosso estado civil (solteiro ou casado) − sugerindo-nos a evolução de um processo associando-o a uma determinada pessoa (como poderia ser a um objeto) – será extremamente natural e de muito fácil aceitação (para o Homem) que situações como esta se possam replicar numa multitude de Universos e em todas as direções (e dimensões, não excluindo os Mundos Paralelos) estendendo-se do infinitamente pequeno (ferramenta inicial microscópio) ao infinitamente grande (ferramenta inicial luneta astronómica). E assim se chegando aos Anéis (um pouco maiores/exteriores) e à sua presença no Sistema (onde se inclui o nosso planeta, o Solar): anéis de Júpiter, de Saturno, de Úrano e de Neptuno (todos eles Planetas Exteriores e Gigantes Gasosos).

 

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Several dust rings circle the sun.

These rings form when planets' gravities tug dust grains into orbit around the sun.

Recently, scientists have detected a dust ring at Mercury's orbit.

Others hypothesize the source of Venus' dust ring is a group of never-before-detected co-orbital asteroids.

(texto: sciencedaily.com − ilustração: NASA's Goddard Space Flight Center/Mary Pat Hrybyk-Keith)

 

Agora com os anéis dos Planetas Exteriores a não serem exclusivos destes corpos celestes (integrando o nosso Sistema Solar), mas com os mesmos a poderem ser acompanhados por outros anéis (de poeiras ou de pequenos asteroides) como os existentes na orbita de Mercúrio (areias) e os acompanhando (e assim abastecendo de poeiras) a órbita de Vénus (pequenos asteroides) − curiosamente dois Planetas Interiores (à Cintura de Asteroides). E logicamente com um outro anel em torno do Sol (a estrela de referência do Sistema). E com a sonda solar PARKER (na sua Viagem rumo ao Sol) podendo ajudar nesta investigação/exploração.

 

“Just as dust gathers in corners and along bookshelves in our homes, dust piles up in space too. But when the dust settles in the solar system, it's often in rings. Several dust rings circle the Sun. The rings trace the orbits of planets, whose gravity tugs dust into place around the Sun, as it drifts by on its way to the center of the solar system.” (sciencedaily.com)

 

(consulta de texto/imagem: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:20

Enquanto um fotografo sul-africano (Rainer Schimpf) se encontrava em atividade de mergulho (ao longo da costa da África do Sul) filmando um cardume de sardinhas (passeando-se ao largo do porto de PORT ELISABETH) − colocando-se no meio delas − sem que nada o fizesse prever ou alguém o tivesse alertado de tal (pelos vistos com todos os presentes a serem apanhados de surpresa) uma baleia de cerca de 15 toneladas no seu movimento de perseguição ao cardume de sardinhas (de modo a dele se poder alimentar) – e fazendo-o de boca bem aberta − surpreendeu no seu percurso o mergulhador-fotógrafo, engolindo-o (ou parecendo fazê-lo) e colocando em grande risco a vida deste: não que houvesse o risco da Baleia engolir o Homem (já que a dimensão da garganta desta não o permitiria), mas sim o perigo de ela mergulhar levando consigo o fotografo.

 

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Homem quase engolido por uma Baleia

 

Felizmente com a baleia (Baleia-de-Bryde − nos mares da África do Sul podendo atingir os 13/14 metros) a não apreciar a comida que lhe foi ter â boca (o Homem), libertando-se de imediato dela e prosseguindo na sua pescaria − acompanhada no mar por grupos de golfinhos e no ar por centena de gaivotas (ou não fossem as sardinhas − caso das algarvias pequeninas e quando no ponto − um petisco). E com o fotografo-mergulhador Rainer Schimpf a safar-se (ileso) o que não aconteceria se fosse outra espécie: por exemplo um outro mamífero (para além do homem, da baleia e do golfinho) o tubarão. Podendo-se a partir deste episódio (de fim feliz) tirar desde logo a conclusão (pelo menos para RS) de que perante uma situação (semelhante) de perigo (potencial), o melhor será sempre manter uma distância (mínima) de prevenção e segurança.

 

(notícia: livesdince.com − imagem: Barcroft Animals)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:43

[Ondas de Choque Supersónicas]

 

Combinação de duas ondas de choque (tal como com dois barcos movendo-se nas águas de um lago) originadas pela passagem a uma velocidade superior à do som (343m/s) de dois aviões (neste caso da Força Aérea Norte-Americana) na atmosfera terrestre, interagindo entre si (ondas e ar) e dando origem a esta colorida e bela imagem (da NASA).

 

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Primeira fotografia de sempre de duas ondas de choque interagindo

(NASA)

 

Seguindo-se a explicação do sucedido:

 

“When aircraft travel faster than the speed of sound − or faster than 767 mph (1235 km/h) − it moves faster than the waves it creates. Because air molecules can't keep up with its speed, they begin to compress. This creates a rapid increase in pressure in front of the craft, resulting in a different kind of wave: supersonic shock wave. Though humans can't see these shock waves, we can hear them merging together as they move through the atmosphere as a thunder-like sound called a sonic boom.” (Yasemin Saplakoglu/livescience.com)

 

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Knife-Edge ou onda de choque supersónica

(NASA)

 

Utilizando dois aviões supersónicos T-38 circulando a mais de 1235Km/h, a pouco mais de 9 metros um do outro e a uma distância na vertical de 3 metros: e dando-nos como oferta o prazer do usufruto de uma Knife-Edge (straight lines emenating like a cone off the tip of the aircraft).

 

(texto: baseado em Yasemin Saplakoglu/livescience.com − imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:34

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