Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

28
Mar 19

 

Sempre Negada e Agora Desmascarada

(pelos próprios média britânicos)

 

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Segundo a UN

Com mais de 60% dos mortos civis,

A serem causados pelos ataques aéreos sauditas

 

Comprovando porque os Políticos (um pouco por todo o Mundo) representam o Retrato da Hipocrisia generalizado deste Sistema há muito ultrapassado, por completamente desligado da Realidade Humana e de todo o planeta Terra (e seu Maravilhoso Ecossistema) que nos acolheu um dia (e serviu de berço para toda esta Criação) e se ofereceu para nosso prazer e usufruto (vivendo-o e partilhando-o). Neste caso focando-nos na Grã-Bretanha (com o seu Governo por um fio, mas ainda nas mãos da conservadora Theresa May), não na questão do Brexit (uma vergonha, uma hipocrisia, uma paródia e uma desgraça política, ainda-por-cima transmitida ao vivo e como que nos mostrando os Walking Dead britânicos) mas na colaboração dos britânicos no genocídio em curso no Iémen:

 

Our (UK) secret dirty war

Five British Special Forces troops are wounded in Yemen

while 'advising' Saudi Arabia on their deadly campaign

that has brought death and famine to millions

 

Elite Special Boat Service (SBS) troops' presence in country shrouded in secrecy

Troops treated for leg and arm wounds after battles in Sa'dah, northern Yemen

Up to 30 British troops based in Sa'dah, and casualties now recovering in UK

(Marc Nicol/The Mail On Sunday/dailymail.co.uk)

 

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A coligação multinacional liderada pelos sauditas,

Intervindo no conflito do Iémen

Logo em 2015

 

Uma Guerra Civil inserida na política de supremacia geoestratégica dos EUA (e dos seus aliados/súbditos/dependentes) nesta região (extremidade sudoeste) da Península da Arábia (mantendo a sua superioridade militar e como tal económica) – com o Iémen podendo controlar e intervir (ou seja tomar posição e interferir) numa estrada marítima fundamental para todo o território envolvente/adjacente (marítimo como terrestre) ligando o mar Arábico ao mar Mediterrânico através do mar Vermelho e do canal do Suez − ou seja unindo a Ásia à Europa – inicialmente envolvendo apenas protestos da população contra a pobreza, o desemprego e a corrupção e a tentativa de eternização do seu então Presidente (meados de Janeiro de 2015), mas mais tarde (perto do final de Março do mesmo ano) e extremando-se posições (políticas nacionais extremadas por diversas forças de pressão internacionais) simbolizados pelas duas forças em confronto o Movimento do Sul e os Houthis – acabando por envolver (a pedido das partes em conflito e agora, num cenário sem regras e sangrento integrando uma guerra brutal) forças de intervenção estrangeiras das mais sanguinárias de todas, sendo (sem qualquer tipo de dúvida e de hesitação)  uma delas (sem dúvida aquela que mantem vivo o conflito) a Arábia Saudita: com todo o seu poder militar aplicado descontroladamente e apenas como demonstração de toda a sua força e poder (na tentativa impossível de esmagar a revolta e uma das partes os Houthis) − dirigido a todos os inimigos da Arábia Saudita e informando-os da hierarquia tutelar do petróleo e da região – arrastando um conflito sem solução à vista desde 19 de Março de 2015 (fez há poucos dias 4 anos) e originando até ao momento (segundo alguns dados conhecidos mas podendo ser ainda maiores) mais de 50.000 feridos, uns 50.000/100.000 mortos e mais de 3.000.000 de deslocados (com números sempre em crescendo).

 

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Áreas de controlo das duas forças em presença,

Uma pró-saudita/Movimento do Sul (a verde)

E a outra anti saudita/Houthis (a laranja)

 

Mais uma vez envolvendo Crimes de Guerra, contando novamente com a presença sombria mas dedicada (ao Negócio) dos EUA/UK (e de outros países europeus cobrindo eticamente os olhos) e inevitavelmente chamando outros parceiros ao conflito (complicando ainda mais o cenário e a sua possível solução) desde os terroristas trabalhando para os sauditas (como entre os mais ferozes e sanguinários e sendo criação própria – execução HARD − a Al-Qaeda e o ISIS/ISIL) até aos terroristas trabalhando para o Irão (como o Hezbollah − execução mais SOFT) sediados no Líbano (pelo seu passado histórico ao lado dos povos árabes considerado um movimento de resistência legitimo por grande parte do Mundo Islâmico e Árabe) e recebendo apoio financeiro da Síria e do grande inimigo dos sauditas o Irão dos Aiatolas (Ayatollah). E no meio (especialmente para estes os Iemenitas, pelas consequências das ações não da responsabilidade direta deles mas dos seus políticos) estando o Iémen e os seus 30 milhões de habitantes − no estado crítico em que estão (mais de 10% de deslocados/fugitivos da guerra) – sempre com aqueles à espreita (e à espera) de novos e melhores negócios seja no Comércio do Petróleo como no Comércio de Armas (e a tudo a estes associados).

 

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Depois de mais uma rejeição de diálogo

Imagem de separatistas do Sul em luta

Contra os seus inimigos os Houthis

 

Deixando de lado as grandes potências globais e as suas ambições de expansão, de dominação e de supremacia (algo natural de suceder, pretendendo-se manter uma estrutura artificial) – como o são os EUA, a Rússia e a China − retratando-se aqui (como se ainda fosse necessário) aquilo de que o Homem é capaz tendo acesso ao Poder e às suas respetivas Ferramentas: não sendo no entanto admissível não se poder exigir responsabilidades (tantos e tão visíveis os inúmeros crimes de guerra registados), acusando unicamente os utilizadores (das Armas) – sempre perdedores − e nunca chamando ao palco da razão (e da ética) ou seja ao banco dos réus (apropriado para julgar e condenar criminosos) o fornecedor e financiador dessas mesmas Armas, da Guerra, da Violência, da Doença e da Morte. No caso do Iémem e como principais fornecedores/operadores bem visíveis no terreno (para além da Arábia Saudita e dos desejos do seu príncipe herdeiro Mohammad bin Salman) tendo como camisola amarela os EUA de Trump e como carro-vassoura o Reino Unido de May.

 

Entretanto e apesar de tudo o que se tem visto e divulgado ultimamente através dos tabloides britânicos (com todos a aproveitarem a fraqueza de Theresa May, para tentarem obter algo de positivo da situação, como por exemplo substitui-la e ao seu Governo rapidamente, mantendo se possível e ainda por mais tempo o status quo sobre o Brexit), com o Governo Britânico e a sua liderança a quererem manter por mais algum tempo a cabeça enfiada no buraco:

 

“The Government’s official position is that it is seeking a ‘sustainable political solution to the Yemen conflict’.”

(Marc Nicol/dailymail.co.uk)

 

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Para além da presença da Arábia Saudita

Com os seus bombardeamentos aéreos indiscriminados,

O acompanhamento complementar dado pelos terroristas do Exército Islâmico

Financiados pelos sauditas com os seus atentados

Recorrendo a bombistas-suicidas 

 

Não havendo nada a fazer?

 

About 80% of the population - 24 million people - need humanitarian assistance and protection.

 

Almost 240,000 of those people are facing "catastrophic levels of hunger".

 

More than 3 million people - including 2 million children - are acutely malnourished, which makes them more vulnerable to disease.

 

Almost 18 million do not have enough clean water or access to adequate sanitation.

 

The war has also displaced more than 3.3 million from their homes, including 685,000 who have fled fighting along the west coast since June 2018.

(bbc.com)

 

(imagens/ajuda nas legendas: bbc.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:13

[E levando consigo a Bíblia e a Wikipédia.]

 

Com Israel na vanguarda cientifico-tecnológica pelo menos no que diz respeito ao Espaço. Enviando para o nosso satélite (natural) um modulo (da iniciativa privada) tendo como objetivo aterrar na superfície lunar: e entre várias funções medir o Campo Magnético (da Lua). Já entre várias particularidades (na carga) levando consigo algumas coisas entre elas a Bíblia e até uma cópia da Wikipédia.

 

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1

Amanhecer no Espaço

(com a Terra inicialmente a esconder o Sol)

Tal como observado pela sonda israelita Beresheet

(lançada a 22 de Fevereiro de 2019)

Na sua viagem em direção à Lua

(com chegada ao nosso satélite natural prevista para 11 de Abril)

 

No momento em que nos aproximamos vertiginosamente da data da realização das eleições para o Parlamento de Israel (a 9 de abril de 2019) − com a Aliança Azul & Branca de Benny Gantz (um centrista) ligeiramente à frente (na grande maioria das sondagens) do partido de centro-direita Likud de Benjamin Netanyahu (ambos em redor dos 30%) – e já depois da prenda no sapatinho vindo da parte do presidente dos EUA e oferecida ao seu grande amigo Bibi na época natalícia de 2017 (concretizada a 6 de Dezembro) – completamente ilegal aos olhos das Nações Unidas (UN) − eis que como reconhecimento e fortalecimento desta grande amizade (talvez o único político de alguma envergadura sendo mesmo amigo de Trump) e sabendo da extrema necessidade de Netanyahu em acrescentar algo de novo e politicamente poderoso à sua campanha eleitoral (de modo a arrancar definitivamente nas sondagens deixando de vez e para trás Gantz), o presidente dos EUA o republicano Donald Trump reafirma mais uma vez essa grande amizade (entre Trump/EUA e Netanyahu/Israel) depositando nas mãos de Bibi outro prémio bastante saboroso e sem dúvida maior:

 

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2

Depois da oferta (dia 24.03) por parte da sonda Beresheet

(já no decorrer da sua última orbita terrestre)

De uma imagem do nascer do Sol como visto do Espaço (a cerca de 265.00Km de distância), Uma outra da Terra registada no mesmo dia (e à mesma distância);

Apesar de alguns problemas técnicos,

Com a sonda israelita a poder alunar tal como previsto

 

Assinando (para grande e incontida/emocional felicidade de Bibi) a 25 de Março (há poucos dias) um decreto reconhecendo de forma oficial a soberania de Israel sobre os montes Golã e justiçando tal ação como uma forma de proteger Israel (e simultaneamente de avisar os seus inimigos) contra os terroristas (e suas agressões) como os controlados pelo Irão. Mais uma vez desrespeitando (com a sua atitude unilateral e ilegal) todas as resoluções até agora (mais ou menos) implementadas (ou tentadas aplicar) pela UN na região, com uma das partes (EUA) outorgando-se de um poder (perturbador por coercivo/intrusivo) que mais ninguém detém neste planeta (chamando a si como uma entidade superior o título de Excecionais) − chocante por ser concretizado á força das armas e do dinheiro (objetos) e vergonhoso por nunca ter o sujeito como centro − e com a outra parte (Israel) deixando-se levar pela onda deste poderoso caudal ainda largo e sem grandes obstáculos (no seu caminho), de modo a dele (o rio) se alimentar e entre as suas margens (como poderiam ser muros) se esconder e sobreviver (mesmo alimentando-se de outros pertencentes a outras tribos, mas respeitando sempre a Pirâmide Alimentar (envolvendo judeus e árabes).

 

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3

A Terra a 131.000Km de distância da sonda espacial lunar Beresheet (mais ou menos do tamanho de um carro pequeno), com a mesma (sonda) e concretizando o objetivo da sua missão, a ser a 4ª nave de origem terrestre a pousar num Mundo Extraterrestre (Lua a 11 de Abril no mar da Serenidade) depois dos EUA, da Rússia e da China (lançado de Cabo Canaveral por um foguetão Falcon 9 da empresa privada norte-americana Space X); e com Beresheet a ficar (só o custo da sonda) pelos 100 milhões de dólares

 

E como “cereja no topo do bolo” lançando no passado dia 22 de Fevereiro (deste ano) − e a cerca de seis semanas da eleição para o Knesset − uma nave espacial em direção à Lua, concretizando o seu objetivo e aterrando na superfície lunar como previamente planeado (a 11 de Abril) transformando Israel na 4ª nação em todo o planeta Terra (depois dos EUA, Rússia e China) a colocar um veículo na Lua. Em função dos últimos sinais com a campanha (de marketing eleitoral) a poder ter mesmo êxito, com as sondagens de Bibi a subirem e com o mesmo a poder manter o status quo (dele e de Israel). No próximo dia 11 de Abril já noite adiantada se verá, se Bibi venceu ou o outro General − com ou sem Space IL (empresa israelita responsável pela missão lunar). Já em Portugal (já com um satélite o PoSAT de Fernando Carvalho Rodrigues) e como quase sempre ficando-se agora a ver.

 

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4/5

Talvez agora (que Israel se tornou na 4ª potência espacial) com Netanyahu a poder reforçar o seu pedido (junto do seu grande amigo e aliado Trump)

De modo a que num futuro que o mesmo espera o mais próximo possível,

Ambos possam pertencer e em simultâneo à Força Espacial (a criar pelos EUA) levando consigo e em passeio as suas mulheres (e restante família) à Lua para passearem e observarem (pelos vistos) alguns Lunáticos

 

[E ao mesmo tempo e na atualidade com o povo de Israel a assumir a liderança entre todas as tribos árabes (vendo os judeus como uma outra tribo local entre várias), desde sempre estando presente (historicamente mesmo que em certos períodos sendo perseguidos e expulsos) nesta mesma (sua/natal/partilhada) região. Agora até alcançando a Lua.]

 

(imagens: 1 SPACE IL/youtube.com/ europapress.es – 2 e 3 Beresheet/timesofisrael.com – 4 e 5 veteranstoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:28

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