Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

25
Mar 19

"Mesmo que não a vejamos a Verdade anda sempre por aí"

 

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Aqui estando bem exposta

a diversidade geológica

verificada no monte Sharp

(Marte)

 

Num artigo (publicado em room.eu.com) de Eriita Jones (Universidade do Sul da Austrália) relativo ao ano de 2018 e contando (na investigação) com a colaboração (no terreno) do módulo de aterragem da sonda PHOENIX e do laboratório científico-marciano do ROVER CURIOSITY (recolha de dados), o lançamento da hipótese de que a possível solução para a já tão antiga questão da existência de Vida no planeta Marte (talvez ainda hoje), poderá residir nos fluxos salgados líquidos ainda escorrendo por extensas regiões da subsuperfície marciana: e neles podendo albergar Vida Microbiana. Tentando com este estudo levar os cientistas a abandonarem a ideia (errada) de que Marte se resume apenas a um planeta seco e sem vida, até pela diversidade (extensa) de solo (apresentado) e de alguns meios ambientes temporários − instalados no subsolo − podendo obviamente sugerir o contrário: aparentemente seco mas ainda com Vida.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:30

“O’Sullivan completes astonishing return to world no 1

with Tour Championship victory”

(Desmond Kane/Eurosport.com)

 

Como chegar de novo a Líder do Ranking Mundial aos 43 anos?

 

Depois de:

Se sagrar 5X Campeão do Mundo

(2001/04/08/12/13);

Ganhar 34 provas de Ranking Mundial

(última – 2019 Coral Players Championship);

Fazer 1000 breaks centenários.

 

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Ronnie O´Sullivan

Novo Líder do RM

 

Vencendo a sua 35ª Prova de Ranking Mundial

E fazendo o seu 1008º break centenário

(no 2019 Coral Tour Championship)

 

Final

J

J

Final

Final

J

J

Final

F

Ronnie O’Sullivan

(ING)

Neil

Robertson

(AUS)

R

F

Ronnie O’Sullivan

(ING)

Neil

Robertson

(AUS)

R

1ª S

Dia/23.03

H/19:00

-

13º

27

82

7-6

6

69

0-1

14º

89

0

8-6

29

87

0-2

15º

7

61

8-7

74

0

1-2

16º

7

68

8-8

97

0

2-2

3ªS

D/24.03

H/19:00

-

77

16

3-2

17º

129 [129]

5

9-8

106

24

4-2

18

36

62

9-9

71

60

5-2

19

95

0

10-9

35

65

5-3

20

10

77

10-10

2ª S

Dia/24.03

H/13:00

-

21

80

30

11-10

100 [100]

17

6-3

22

91

4

12-10

10º

49

60

6-4

23

20

73

12-11

11º

0

106 [106]

6-5

24

83

35

13-11

12º

69

32

7-5

25

-

-

-

À melhor de 25 frames

(J: Jogador F: Frame R: Resultado S: Sessão []: Breaks Centenários)

 

Neil_Robertson_at_Snooker_German_Masters_(DerHexer

Neil Robertson

(7ºRM)

 

E assim com o Open da China aí à porta (início no próximo domingo 01.04) e com o Mundial a menos de um mês de distância (fase final com início a 20.04) eis que o penta Campeão do Mundo Ronnie O’Sullivan (The Rocket) assume de novo a liderança do Ranking Mundial: na sua posse e pela última vez a 3 de Maio de 2010 (já lá vão quase nove anos e tendo como seu antecessor e sucessor outra lenda ainda no ativo o escocês John Higgins) e agora reassumida (Março de 2019) com a conquista do 2019 Coral Tour Championship. Numa final fantástica tendo como seu opositor outro dos maiores jogadores da atualidade o australiano Neil Robertson e justificando definitivamente a forte candidatura de THE ROCKET ao título de 6X Campeão do Mundo. Esta época (faltando o Open da China e o Mundial) sendo o único a ter ganho 3 provas de RM (para além do triunfo noutras 2 de n/RM).

 

[Transmissão na Eurosport do Open da China (a partir do Beijing National Olympic Center Gymnasium) e do Campeonato do Mundo (a partir do Crucible Theatre em Sheffield).]

 

(imagens: eurosport.com – wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:19

24
Mar 19

[Equilibrado exceto em redor da Oceânia]

 

Meteorologicamente falando sem nada de relevante a assinalar (segundo a NOAA) na costa oriental e ocidental dos EUA (ou seja, no Hemisfério Norte).

 

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Temperatura à superfície dos oceanos

(24.03.2019 21:10 UTC)

 

Já como contraponto (informação Weather Underground) e no outro lado do Mundo (Hemisfério Sul) três Ciclones Tropicais continuam ainda ativos:

 

Trevor, Verónica e Joaninha.

 

CT

L

M

V

Trevor

16.2 S 137.4 E

SW

185 Km/h

Verónica

20.4 S 117.7 E

S

113Km/h

Joaninha

17.1 S 61.7 E

SSE

161Km/h

(CT: Ciclone Tropical L: Localização M: Movimento V: Velocidade)

 

Circulando (os três ciclones) pelo oceano Índico e pelas vizinhanças desse quinto continente dando pelo nome de Oceânia − entre outras ilhas, nele incluindo a Austrália e a Nova Zelândia – localizado por sinal na região mais geologicamente ativa de todo o Globo Terrestre e nela integrando o Anel de Fogo do Pacífico (rico em fenómenos de vulcanismo e fenómenos sismológicos).

 

E aqui recordando Moçambique atingido recentemente (há poucos dias) mais a ocidente (com o ciclone entrando pelo litoral dentro, na região da Beira) pela tempestade tropical IDAI: causando enorme destruição e um número indeterminado de vítimas mortais − falando-se poder ultrapassar o milhar.

 

(imagem: wunderground.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:08

"Destination: Mars"

Enabled guests to experience Mars with holographic versions

of Aldrin and Hines as guides.

(Charles Babir/NASA)

 

22085_onsight20181002-16_800.jpg

Buzz Aldrin

Centro Espacial Kennedy

Numa de Realidade Virtual tendo como alvo Marte

 

Convidando-nos a sair de casa aos 88 anos de idade, o exemplo do 2º homem fazendo parte da missão (da NASA) APOLLO 11 a pisar a LUA (há quase 50 anos) – então com 39 anos de idade − agora e apesar da idade avançada (aqui contrariando-a e parecendo um jovem), ainda entusiasmado com as Grandes Viagens Espaciais, tanto as Reais como pelos vistos as Virtuais:

 

o tripulante do módulo lunar EAGLE o astronauta

(natural de Nova Jérsei)

BUZZ ALDRIN.

 

No passado dia 10 de outubro de 2018, com MARTE como novo objetivo do Homem (voltando-se a incluir a Lua e agora com a participação dos privados) e com os preparativos já em curso e simultaneamente bem avançados para o lançamento de futuras sondas tripuladas (apontando-se para 2020/30) – apesar dos múltiplos problemas com que todos os projetos ainda se debatem, sendo o principal o da proteção do Homem de um ambiente tão extremamente inóspito como o de Marte (além do da obtenção de energia) – com o referido astronauta norte-americano Buzz Aldrin a comparecer no Centro Espacial Kennedy (na Florida) para aí experimentar e disfrutar de momentos certamente especiais de Realidade Virtual (com assinatura da Microsoft e das suas lentes holográficas) tendo como tema e título

 

“Destino: Marte”.

 

E juntando o agradável ao útil (pelo menos para Aldrin) para criar algo de novo (e dele tirar algum proveito), com o mesmo e Erisa Hines (do JPL/NASA) a servirem agora de guias à produção (projeção holográfica) da sempre presente Microsoft.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:02

23
Mar 19

A TERRA tal como vista do Espaço no Equinócio da Primavera (entrada da estação respetiva no Hemisfério Norte) a 20 de Março de 2019:

 

20190320_equinox.jpg

Day and Night Are Perfectly Balanced in Spring Equinox Photo Snapped from Space

(Laura Geggel/space.com)

 

Mostrando-nos o nosso planeta como que dividido ao meio (na imagem na vertical) com uma das partes iluminada (dia) e a outra mergulhada na escuridão (noite).

 

E já agora com o outro equinócio (sendo eles 2) a registar-se a 23 de Setembro com o Equinócio do Outono.

 

Um acontecimento (como já vimos) ocorrendo unicamente duas vezes por ano (durante o movimento de translação anual da Terra em torno do Sol) e sendo registado nos 2 momentos em que o Eixo de Rotação de Terra está perpendicular ao Sol

 

− Com a Terra igualmente iluminada a norte e a sul.

 

E que como nós todos sabemos (eruditos e leigos) até pela cultura e divulgação popular tem como uma das principais consequências

 

A duração do Dia ser igual à da Noite

 

− E como protagonista o Eixo de Rotação da Terra

e a inclinação do mesmo em 23,5°.

 

Numa imagem oferecida para nosso usufruto pelos satélites GOES (da responsabilidade da NOAA).

 

(imagem: NOAA/space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:46

A Última Previsão para o Evento ao Nível da Extinção (incluindo obviamente a nossa e de todos os bichinhos) marca o Fim-do-Mundo lá para Janeiro de 2031 (logo após o que será a nossa derradeira passagem de ano).

 

During an interview at an event on Monday honoring Martin Luther King Jr. Day,

Democratic Rep. Alexandria Ocasio-Cortez said climate change is a concern

her generation is focused on.

 

AOC-Climate-Change.jpg

Alexandria Ocasio-Cortez

(AOC)

 

“Millennials and people, you know, Gen Z and all these folks that will come after us are looking up and we’re like: ‘The world is gonna end in 12 years if we don’t address climate change and your biggest issue is how are we gonna pay for it?'" Ocasio-Cortez said.

(Vijay Jayaraj/January 22, 2019/stream.org)

 

Segundo um dos potenciais candidatos (de momento entre 15/30) das primárias do partido Democrático às Eleições Presidenciais (de 2020) nos EUA (sondagens: Biden/29,4% logo seguido de Sanders/23,4%) – referindo-nos à jovem congressista nova-iorquina (Democrata) Alexandria Ocasio-Cortez – todos nós (e não apenas os norte-americanos) teremos o destino traçado pois o Mundo acabará dentro de 12 anos:

 

"The world is going to end in 12 years if we don't address climate change."

(Alexandria Ocasio-Cortez/Janeiro2019)

 

Tentando (AOC) assumir protagonismo na luta contra o inimigo e tirano (o usurpador e milionário, septuagenário Donald Trump) – numa luta sem quartel entre os DEM e os REP − e desse modo esmagando (sem piedade) o já periclitante Apophis (asteroide) antes deveras impactante agora tão só ameaçador (em tudo idêntico ao Me Too): um calhau (com mais de 300 metros de dimensão) previsto para colidir com a Terra (em 2029), posteriormente reavaliado (para 2036) e finalmente acabando por passar (por perto) mas pelos vistos sem colidir (pelos cálculos e para já).

 

(texto/itálico e imagem: stream.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:59

18ª Prova do Circuito Mundial de Snooker

(época 2018/19)

Contando para o Ranking Mundial

(da modalidade)

E podendo ou não alterar o atual Líder desse ranking

(antes da realização desta prova, o inglês Mark Selby).

 

Meias-Finais

 

Fase

J

N

RM

F

J

N

RM

F

MF1

Ronnie

O’Sullivan

ING

2

10-9

Judd

Trump

ING

6

-

-

(Eliminou na 1ªR)

Stuart

Bingham

ING

12

9-3

Mark

Williams

GAL

3

9-8

Fase

J

N

RM

F

J

N

RM

F

MF2

Neil

Robertson

AUS

8

10-6

Mark

Allen

IRLN

5

-

-

(Eliminou na 1ªR)

Mark

Selby

ING

1

9-8

Kyren

Wilson

ING

7

9-7

(J: Jogador N: Nacionalidade RM: Ranking Mundial/provisório F: Frames MF: Meia-Final R: Ronda)

 

hqdefault.jpg

Ronnie O’Sullivan & Neil Robertson

Finalistas do Coral Tour Championship

(na sua 1ª edição)

 

Final

 

Fase

D

H

J

N

RM

J

N

RM

Final

23

2pm/8pm

24

8pm

Ronnie

O’Sullivan

ING

2

Neil

Robertson

AUS

8

(D: Data H: Hora)

 

Repetindo a final do Coral Players Championship (disputada no passado dia 10 de Março e ganha por Ronnie O´Sullivan por 10-4) o inglês Ronnie O’Sullivan e o australiano Neil Robertson marcam um novo encontro (numa final) agora na final do Coral Tour Championship: com a particularidade do vencedor da final para além de conquistar o Coral tour Champpionship (e um prémio pecuniário de 150.000£/150.000 pontos para o RM) chamará a si simultaneamente a conquista da Coral Cup.

 

51OP8UyBXfL.jpg

The Rocket

Vencendo esta prova assumindo a liderança do RM

(mas para tal tendo de superar Neil Robertson)

 

Uma final ainda com um outro ponto de bastante interesse, pois caso THE ROCKET vença a prova agora em disputa (a 18ª da época contando p/RM) assumirá mais uma vez (na sua já longa, sem fim a vista e fantástica carreira) a liderança do Ranking Mundial da modalidade (retirando-a ao seu compatriota Mark Selby) − a menos de um mês do início do Mundial 2019. E com Ronnie O’Sullivan e Neil Robertson a poderem ser os únicos (tendo já vencido 2 provas e vencendo esta final) a ganhar a sua 3ª prova de RM esta época.

 

Concluído o Coral Tour Championship seguindo-se o OPEN da CHINA (1/7Abril) − sem a presença de The Rocket – mas agora com transmissão na TV através do Eurosport. E com os principais favoritos à conquista deste Mundial (confirmação a fazer após o Open da China) a sair certamente deste lote de 6 (os únicos jogadores que até ao momento ganharam pelo menos 2 provas de RM esta época): Neil Robertson, Ronnie O’Sullivan, Mark Allen, Stuart Bingham, Judd Trump e Kyren Wilson.

 

(imagens: Snooker Perfect/youtube.com e amazon.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:52

22
Mar 19

[E felizmente neste caso sem transmissão na TV]

 

Confirmando como se pode transmitir um acontecimento simplesmente escrevendo-o, transmitindo-nos todo o ambiente e emoção vividos (e usufruídos) como se na realidade lá tivéssemos estado (presencialmente). E igualmente uma homenagem à Bola (António Barroso) pelo destaque dado a esta modalidade (que por acaso não pratico, mas que em muito me faz lembrar o Xadrez) − de muita técnica e destreza, mas também de muita cabeça. Daí este artigo da Bola/António Barroso aqui e hoje replicado (de seguida).

 

Ronnie bate Trump

(10-9)

Na final, a uma vitória de ser número um e igualar Hendry

(António Barroso/A Bola)

 

rolingua.jpg

The Rocket

 

O inglês Ronnie O’Sullivan, de 43 anos, segundo do ranking e pentacampeão mundial (2001, 2004, 2008, 2012 e 2013) garantiu esta quinta-feira a presença na final do Tour Championship, prova da época 2018/2019 da World Snooker a decorrer até domingo, dia 24 do corrente mês, em Llandudno (Gales), ao vencer o compatriota Judd Trump, de 29 anos, sexto da tabela mundial, na negra (10-9) após sensacional recuperação (esteve a perder 2-6 e 8-9), na primeira meia-final do torneio, um hino ao snooker. bandeira branca.

 

Ronnie jogava três metas num só duelo e garantiu continuar na corrida a dois: igualar os 36 títulos ranking conquistados pelo escocês Stephen Hendry e desapossar Mark Selby de número um mundial, ambos só possíveis se ganhar o torneio. O terceiro, tem-no o Rocket assegurado por antecipação: a Taça Coral, como o profissional que mais libras amealhou no conjunto de três provas composto por World Grand Prix (ganho por Trump), Players Championship (O’Sullivan triunfou) e este Tour Championship.

 

O’Sullivan estava em igualdade de ganhos com Trump, 130 mil libras (151.163 euros) até esta terceira e última prova. Ao vencer Judd, Ronnie garantiu supremacia sobre Trump para levar o caneco para casa… além de muitos milhares de libras e da desforra sobre o compatriota e rival, que este ano já o vencera nas finais do Open da Irlanda do Norte (7-9) e do Masters (4-10).

 

Muito penou Ronnie, ante um Trump que novamente se agigantou a jogar ante o compatriota: os 6-2 para Judd com que se concluiu a sessão da tarde nada de bom indiciavam para O’Sullivan. Soberbo jogo longo de Trump, clínico e cínico quanto a defesas – capítulo em que Ronnie claudicou de forma recorrente - na abertura dos parciais, o rival teve quase sempre vermelha longa para embolsar e foi rara a vez que perdoou à mínima aberta – explicam muito de tão grande desnível na primeira metade.

 

O primeiro parcial deu a nota da tarde: Ronnie a falhar a rosa para um dos buracos do meio, e Judd, que já tinha falhado uma bola preta do seu ponto, limpou a mesa, para o 1-0. Segunda partida, mais equilibrada, caiu para O’Sullivan: 1-1. Terceiro parcial com o Rocket a voltar à mesa com 0-64 e 59 pontos possíveis na mesa, a precisar de duas faltas de Judd e… à procura delas, sem êxito: Judd, 2-1.

 

Momento culminante do duelo na quarta partida: com 47-8, Ronnie declinou somar mais com única vermelha embolsável e arriscou espalhar o molho das encarnadas… para rosa traiçoeira caprichar em não entrar no buraco do meio. Optou pelo ataque quando mandava a prudência (1-3 muito diferente de 2-2 ao intervalo) ter defendido. E Judd, com 65 pontos, limpou a mesa para o 3-1, que passaram a 4-1 com todo o mérito, após o descanso.

 

A primeira centenária de O’Sullivan, e 1004.ª da carreira (100 pontos exatos) permitiu-lhe atenuar para 2-4, mas com entradas de 69 e 50 pontos, e alguns erros de ambos, Trump acelerou até ao 6-2, desnível enorme, mas espelho do conforto de Judd a defrontar um Ronnie que tinha prometido ser mais agressivo ante Judd. Ronnie tinha de fazer pela vida à noite, e venceu as duas primeiras partidas (entrada de 82 pontos na primeira) e reacender a chama da esperança numa recuperação: 4-6.

 

Drama e tensão em estupenda jornada de propaganda da modalidade: protagonistas de eleição

 

Mas o 7-4 para Judd, logo após, fez da 12.ª partida novo momento decisivo do embate. E quando Ronnie falhou uma bola castanha, a 49-31 e com uma vermelha (e 35 pontos possíveis na mesa), o drama na decisão e nas últimas bolas de cor era garantido, por diametralmente oposto 7-5 do 8-4. Infelicidade para Judd: ao embolsar azul, a branca também entrou (falta) e O’Sullivan com azul e rosa que nem um fuso direitas ao buracos, respirou: 5-7.

 

Tremenda e brutal tensão na 13.ª partida, com o tónico do jogo: o Rocket a não conseguir esconder bem a branca lá em cima, a deixar uma vermelha e Trump – que a defender conseguiu, quase sempre, deixar Ronnie snooker atrás do trio de bolas de cor da metade superior da mesa - a disparar lume, soberbo, implacável. Foram 35 minutos de luta bola a bola, sublima batalha tática, com o mais velho (O’Sullivan) a ter a chance, a 39-57, de embolsar a amarela, mas a falhar, e Judd a selar a vitória e o 8-5 na bola rosa. Faltavam dois ao Ace in the Pack.

 

Lapso de Judd Trump (raridade…) deixou branca perto das vermelhas e Ronnie limpou a mesa, autoritário, para selar o 6-8 com a 1005.ª centenária em 27 anos de carreira: 131 pontos. E mais 15 minutos, de novo Trump a zero, nova limpeza: 134 pontos, sua terceira centenária do jogo e 1006.ª de sempre de Ronnie… e 7-8. Colossal duelo: dois titãs, tensão no teto. Sublime.

 

Drama e tensão, bola a bola, repetido numa partida equilibrada, a 16.ª, com Ronnie a chegar a 57-35… com 22 pontos na mesa. Judd ainda embolsou castanha e azul, mas falhou e deixou rosa para O’Sullivan selar o 8-8. Pedir mais e melhor era impossível: tremenda jornada de propaganda desta variante do bilhar, novo hino ao snooker.

 

A reação de Trump, sempre na frente do marcador desta final, chegou no 9-8, com Ronnie a falhar displicente vermelha para um dos buracos do meio e Judd a não perdoar. O’Sullivan nas cordas mas a arrancar três bolas de levantar a bandeira branca para igualar 9-9: uma vermelha para o meio, uma azul no canto mais próximo do ponto da bola verde, e a última das encarnadas, para recuperar desde 0-39 e vencer na sequência final de cores, adiando tudo para o 19.º frame.

 

Na decisão, Ronnie falhou vermelha longa, Trump foi até 50-0 e perdeu posição para continuar a embolsar. O'Sullivan teve a sua oportunidade para, num jogo em que nunca esteve à frente- só empatado, três vezes (1-1, 8-8 e 9-9) para tentar vencer, bafejado por tremenda maré de fortuna: uma rosa para o meio, jogada com imensa força, foi entrar no buraco mais próximo do ponto da bola amarela. Um chouriço que valeu continuar à mesa para falhar a última vermelha, a 35-55. Os dois artistas chegaram aos 27 pontos da sequência final de cores com Trump 25 pontos à frente (60-35). Mas soberba amarela e a limpeza da mesa valeram ao Rocket o 62-60... e a vitória. Após oito horas de batalha épica, tudo decidido na última bola, a preta. Fantástico. Faltam palavras para descrever espetáculo assim.

 

(texto em itálico/imagem: António Barroso/abola.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:31

21
Mar 19

E já agora descubra a diferença

− Bono Vs. Bono

Se é que ela existe mesmo!

(Eu faço parte dos 99%/modelo de gama baixa ainda-por-cima descontinuado

e Este é um tipo dos 1%/modelo de gama alta recentemente reconvertido)

 

Um exemplo do caminho obrigatório a percorrer pelas nossas Elites atualmente no poder (todas afirmando lutar pela Equidade Universal), oriundo do Mundo do Homem (apagados os outros Trilhos) e da Projeção adotada (ou adaptada, como quiserem) em que esta Sociedade do Espetáculo se transformou: em que tudo gira à volta (exclusivamente) do dinheiro − e do poder (ilimitado) que ele pode proporcionar − desprezando-se a Necessidade (de muitos) e até mesmo o Acaso (que nos faz Navegar entre a Ordem e o Caos).

 

snapshot.jpg

U2

Sunday Bloody Sunday

Londres 22.03.83

(ensanduichado de um lado e adaptando-se)

 

Ambos fundamentais para todo o tipo de Transformações (que nos leva ao Movimento pela necessidade de sobrevivência/diferenciação) e uma forma de Negar (pelo menos Espiritualmente) os limites impostos por uma Viagem Previamente Interrompida (no nascimento/de onde viemos como na morte/para onde vamos):

 

Sabendo-se desde os primeiros dias (e por tantas vezes verificado na prática, se não nos virmos como algo de isolado biologicamente e verdadeiramente algo de anormal) que “Na Natureza Nada Se Cria E Nada Se Perde Tudo Se Transforma” (Lavoisier).

 

E abertos bem os olhinhos e profundamente estudadas (todas) as condicionantes (entre trilhos, caminhos, vias rápidas) − a Vida dá-nos a Experiência e a Arte de Saber (para o Bem e para o Mal na nossa perspetiva católico-romana) – facilmente ficando-se a saber quais as escolhas (Amigos) a fazer (para integrar os 1%):

 

davos_world_economic_forum_summit_0.jpg

Bill Gates & Christine Lagarde

Bono

Davos 2019

(ensanduichado do outro e readaptando-se)

 

E partindo de SUNDAY BLOODY SUNDAY (como o fez BONO esquecendo-se do Bloody) chegando-se rapidamente a DAVOS (a Terra dos Excecionais).

 

Nem que para tal tenhamos, que engolir Sapos-Vivos (como Gates e Lagarde entre muitos mais predadores).

 

Sabendo-se ainda-por-cima que o que se passa atualmente na AMÉRICA (hoje de Donald Trump, como o poderia ser/de outra forma, de Hillary Clinton) representa apenas o início de uma Luta de Morte e sem quartel entre os Milionários do Mundo e os até agora seus fiéis e subservientes (mas bem pagos) Representantes Políticos (agora tornados obsoletos/dispensáveis tanto para Ricos como para Pobres). Já agora (e aproveitando para falar dela) a omnipresente traição:

 

Pelos vistos todos nós atraiçoamos alguém

(ou algo parecido com isso, sendo uns bons e outros maus)

 

Como BONO o fez à sua banda U 2

a nível internacional

(partindo de SUNDAY BLOODY SUNDAY e chegando a DAVOS)

E tal como Miguel Sousa Tavares o fez ao seu amigo David Crockett

− a nível nacional

(esquecendo-se da sua jura feita em livro e deixando-o morrer).

 

(imagens: Stories For Boys/youtube.com e socialistvoice.ie)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:23

[Notícias da Ciência]

 

Recordando o lançamento do quinto álbum de DAVID BOWIE

(1947/2016)

 

“The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”

 

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The creation of the Ziggy Stardust persona would live on well after Bowie shed the alien skin, marking the first rock concept album by a sexually ambiguous, artistically bent musician who confounded critics at every turn.

(amazon.com)

 

A história de Ziggy Stardust

Uma estrela de rock enviada ao planeta Terra

Como mensageiro de seres alienígenas

 

No presente ano de 2019

perto da comemoração do seu 47º aniversário

(16 Junho 1972)

 

E tomando em consideração até pela associação (de palavra como rise, fall, Ziggy, star e dust) a curiosidade e a coincidência da notícia publicada (fazendo disparar as ligações nos nossos arquivos de memória), no passado dia 19 de Março na Science Daily, focando

 

“The rise and fall of Ziggy star formation and the rich dust from ancient stars”

 

190319163529_1_900x600.jpg

Based on the observations with ALMA and HST, researchers assume that this galaxy contains stellar clusters with a mix of old and young stars.

The clouds of gas and dust are illuminated by stellar light.

(sciencedaily.com/NAOJ)

 

Destacando como relevante não só a premonição (brilhante) de DB (antecipando-se a todos os outros) sobre um possível e imaginário futuro fora das leis, das regras, das atitudes e dos comportamentos inerentes a todas as sociedades em que o Homem tem sucessivamente vivido (monótonas, cruéis, racistas, situacionistas) – projetando-nos e dando-nos a usufruir um cenário de verdadeira SCI-FI – dando ainda alguma credibilidade ao Homem e restabelecendo a Esperança (na sua sobrevivência), como a certeza de mais um facto (fenómeno astronómico) cientificamente investigado e compreendido, deixando de ser considerado um mistério (por incompreensão) ou acontecimento (deixando de ser tratado como um intruso):

 

“Researchers have detected a radio signal from abundant interstellar dust in MACS0416_Y1, a galaxy 13.2 billion light-years away in the constellation Eridanus. Standard models can't explain this much dust in a galaxy this young, forcing us to rethink the history of star formation. Researchers now think MACS0416_Y1 experienced staggered star formation with two intense starburst periods 300 million and 600 million years after the Big Bang with a quiet phase in between.”

(National Institutes of Natural Sciences − March 19, 2019 − sciencedaily.com/releases/2019/03)

 

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Big Bang is the cosmological model of the universe whose primary assertion is that the universe has expanded into its current state from a primordial condition of enormous density and temperature.

(sciencedaily.com/Wikipedia)

 

Uma investigação levada a cabo por astrónomos utilizando o ALMA (radio-observatório localizado em Atacama/Chile) – num processo de observação complementado através da utilização de outros instrumentos como o telescópio espacial HUBBLE, o telescópio espacial SPITZER (utilizado para a deteção de radiação infravermelha e tal como o Hubble instalado num satélite artificial) e o Observatório VLT do Sul da Europa (instalação utilizando no mesmo local não um mas vários telescópios) – e visando o estudo de antigas estrelas ou conjuntos dos mesmos tipo de astros (como o Sol e outros seus semelhantes) localizados nos confins do nosso Universo a mais de 13 biliões de anos de distância: e então durante essa mesma investigação detetando um sinal de rádio (fraco) emitido por partículas de poeiras a partir da galáxia MACS0416_Y1, criada pouco depois do BIG BANG (ao qual atualmente ainda reportamos as nossas origens) e subsequentemente esclarecendo-nos um pouco mais sobre o que aí (nesse tempo, nesse espaço) se terá passado (antes, durante e depois desse Big Bang). Até porque dessas grandes extensões de poeiras cósmicas estendendo-se desde a (nossa) Origem (planetária) até ao Infinito, muitas delas terão certamente contribuído para a construção de vários objetos celestes entre eles (e como não poderia deixar de ser) planetas como a TERRA (ou outros entre a Grande Diversidade).

 

"Dust is a crucial material for planets like Earth. Our result is an important step forward for understanding the early history of the Universe and the origin of dust."

(Yoichi Tamura/ALMA)

 

(texto/legendas: os/as indicados/as − imagens: amazon.com – sciemcedaily.com – satélite WMAP/NASA/wkipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:04

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