Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

04
Abr 19

Extinção em Massa do Ordoviciano, Devoniano, Permiano, Triássico e Cretáceo, seguindo-se o Holoceno, tempo em que nós vivemos e em que poderemos ser os grandes protagonistas – da Extinção (do Homem) e sucedendo aos nossos queridos Dinossauros (então com o Homem a perpetuar-se nas prateleiras de um novo Toys "R" Us e nas mãos de um outro animal).]

 

Fanerozóico

(últimos 542 milhões de anos)

 

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(% de Extinção Marinha/Milhões de anos)

 

Num momento da História da Terra em que poderemos já estar a viver a 6ª Maior Extinção Maciça um recordar dos seis Eventos de Extinção (para já conhecidos): (1) há quase 450 milhões de anos o fim do Ordoviciano com a extinção de cerca de 85% das espécies (como os graptólitos), (2) há 375 milhões de anos já avançado no Devoniano com a extinção de 75% das espécies (entre elas as trilobites), (3) há 250 milhões de anos no fim do Permiano com a extinção de mais de 95% das espécies (caso dos tabulate coral) a maior de todas as extinções, quase erradicando todo o tipo de vida do nosso planeta (4) há 200 milhões de anos no fim do Triássico com a extinção de 80% das espécies (como os Conodanta) e finalmente (5) há 66 milhões de anos no fim do Cretáceo com a extinção de 76% das espécies (caso da amonite e podendo Já em terra circularem os dinossauros). E iniciada a 6ª Maior Extinção Maciça, depois dos Dinossauros seguindo-se (com grandes hipóteses de se acertar, caso não partamos para o espaço) o Homem. (fonte: Viviane Richter/COSMOS)

 

toolkit-01.jpg

 

Num momento em que em Portugal o delfim de Marcello Caetano (1906/1980) se não governa pelo menos é Rei (desde o ano de 2016)

 

– Marcelo Sousa o homem que foi capaz de passar de forte apoiante do Estado Novo (inicialmente até pensado pelo próprio Marcello para seu sucessor) a protagonista do regime Democrata (que lhe sucedeu hoje sendo o seu Presidente)

 

Corporizando através do seu carisma bipolar (adorou/atraiçoou o Padrinho que o iria tornar seu Delfim) uma região particular do planeta Terra (no presente micro) que para determinados observadores aparenta ter parado no respetivo espaço/tempo (veja-se o que Portugal já foi no Mundo e no Passado),

 

Eis que do Outro Lado do Oceano Atlântico os sucessores de um antigo contingente de europeus expulsos das suas terras (de família e de nascimento) e levados pelo mar fora para outro continente distante e ainda no início do seu processo de desenvolvimento e de consolidação

 

– Obviamente tratando-se da América do Norte e particularmente dos EUA

 

Nos prometem de novo a LUA e como se já não bastasse MARTE:

 

Uns (Portugal) alegremente deixando-se ficar (pelo apeadeiro)

 

“Felizmente temos o Algarve, dirão alguns”

 

E vendo sem perceber os outros (EUA) seguir (para a seguinte Estação).

 

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No final da segunda década do 2º milénio e a caminho de se perfazer meio-século (este ano fazendo 47 anos no mês de Dezembro) sobre o último voo espacial tripulado levando o Homem à LUA e aí fazendo-o pisar (algo de impensável mesmo na altura e em que muitos ainda não acreditam) o seu primeiro Mundo Extraterrestre (o nosso único satélite localizado a cerca de 384400Km da Terra),

 

Com a Agência Espacial Norte-Americana (e governamental) NASA colocada perante o ambicioso projeto e o trabalho já levado a cabo (e tendo a vir a ser concretizado com sucesso) pela empresa privada do multimilionário Elon Musk, a privada SPACE X

 

– Com o seu alvo estratégico apontando o planeta Marte (mais distante de nós, mas supostamente mais interessante), utilizando ainda o nosso satélite natural a Lua (muito mais próxima de nós e já visitada) como forma de financiamento (com voos privados pagos) e desenvolvimento da nave espacial SPACE X STARSHIP que os levará ao seu “Destino-Marte

 

A apresentar finalmente o seu Programa Espacial a ser cumprido nos próximos anos, tendo como objetivo o regresso à Lua e o lançamento da missão Marte (num projeto apoiado pela atual Administração Norte-Americana): não levando milionários em passeios privados e turísticos até à Lua (para o usufruto e o prazer de um só) mas aí alunando, criando uma base e utilizando a Lua como uma plataforma para alcançar com maior fiabilidade (cientifico-tecnológica e não contabilística) Marte e a partir daí e da consolidação de todos os fatores e conhecimentos adquiridos, atirando-se então e decisivamente para o lançamento de um maior e mais arriscado empreendimento espacial, dirigindo-se então para Marte e aí colocando o primeiro ser humano.

 

foo-03.jpg

 

E assim respondendo por necessidade e no presente (sentindo-se abandonada e podendo ser ultrapassada) ao nítido avanço da iniciativa privada na área da conquista do Espaço (igualmente financiada por verbas governamentais) – privados mais que nunca desejosos de tomar as rédeas da Exploração (em todos os sentidos sobretudo comerciais) do Espaço (com a maior abertura da nova Administração norte-americana à iniciativa privada, diminuindo impostos e facilitando o financiamento privado) – com a NASA respondendo ao pedido do atual presidente Donald Trump (da sua Administração e contando ainda com o total apoio de alguns dos seus maiores oposicionistas nas primárias republicanas de 2016) a assumir o desígnio proposto e a apresentar recentemente a sua versão do projeto LUA/MARTE (respondendo assim à apresentação alternativa da privada Space X):

 

“President Donald Trump has asked NASA to accelerate our plans to return to the Moon and to land humans on the surface again by 2024. We will go with innovative new technologies and systems to explore more locations across the surface than was ever thought possible. This time, when we go to the Moon, we will stay. And then we will use what we learn on the Moon to take the next giant leap - sending astronauts to Mars.” (Jim Bridenstine/ NASA)

 

Propondo-nos a LUA em 2024 e Marte para lá de 2030, nesses anos com o Homem voltando a pisar a superfície da Lua e pouco tempo depois a pisar o solo do primeiro planeta para além do nosso o vizinho exterior o Planeta Vermelho: explorando e lá tentando construir a sua primeira base/colónia marciana e com mais esse passo talvez ajudando a abrir mais uma porta para as próximas visitas interplanetárias, interssistemas e intergalácticas. Mas até lá havendo ainda muito que fazer na Terra (cá dentro) e fora dela (no Espaço exterior).

 

(imagens: wikipedia.org e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:18

Última prova do Circuito Mundial de Snooker época 2018/19 (atribuindo ao vencedor um prémio de 225.000£) – com o detentor do troféu o inglês Mark Selby a ser eliminado logo na ronda de Qualificação − tendo o inglês Ronnie O’Sullivan como Líder do Ranking Mundial (que manterá concluída esta prova) e Neil Robertson (pelas suas últimas grandes exibições só travadas nas finais por Ronnie O’Sullivan) como principal favorito à vitória neste Open. E com o australiano e o inglês Stuart Bingham a serem os únicos (entre os 8 jogadores ainda em prova) a poderem repetir uma vitória numa prova de RM esta época (caso vençam, sendo a terceira) − tal acontecendo (obviamente a um deles) igualando The Rocket (com 3 vitórias em provas de RM).

 

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Ronnie O´Sullivan

The Rocket

ING/43 anos

Líder do RM

5X Campeão do Mundo

36 provas de RM

1008 breaks centenários

A caminho das 11.000.000£

 

Concluída a 3ª ronda do OPEN da CHINA são estes os encontros programados para os Quartos-de-Final (a disputar sexta-feira, 5 de Abril):

 

Fase

H

J

N

RM

J

N

RM

QF1

14:00

Sam

Craigie

ING

73º

Neil

Robertson

AUS

QF2

14:00

Alan

McManus

ESC

50º

Luca

Brecel

BEL

13º

QF3

19:30

Jack

Lisovski

ING

14º

Stuart

Bingham

ING

11º

QF4

19:30

Ben

Woollaston

ING

37º

Scott

Donaldson

ESC

46º

(H; Hora J: Jogador N: Nacionalidade RM: Ranking Mundial QF: Quartos-de-Final)

 

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Neil Robertson

The Thunder from Down Under

AUS/37 anos

7ºRM

1X Campeão do Mundo

15 provas de RM

632 breaks centenários

Tendo já ultrapassado os 4.000.000£

 

À entrada dos quartos-de-final do Open da China (última prova antes da disputa do Campeonato do Mundo de 2019) com o Top 64 devendo manter-se até ao início das Qualificações para o Mundial (exceção feita ao inglês Sam Craigie/73ºRM, estando presente na Final, integrando esse Top e retirando o seu compatriota Rory McLeod/64ºRM do mesmo) − dando acesso direto na próxima época ao Circuito Mundial de Snooker – com o mesmo a suceder com o TOP 16 (com o inglês David Gilbert/16ºRM a encerrar o grupo) caso não aconteça uma enorme surpresa: Ben Woollastan/ING/37ºRM,  Scott Donaldson/ESC/46ºRM ou então Alan McManus/ESC ganharem o XingPai China Open. O que na realidade seria um terramoto (pelo menos e na brincadeira para os chineses, sem Ronnie, sem Selby, sem Trump e sem Junhui, e ainda-por-cima a atribuirem um prémio milionário a um jogador "desconhecido").

 

(imagens: Action Image/telegfaph.co.uk − grovesnooker.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:02

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