Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

22
Abr 19

Ou então e como diria o povinho

“Nem tudo o que Parece É”.

Sendo sempre melhor usar (previamente e por uma questão de proteção e segurança)

Os Órgãos dos Sentidos.

 

Aproveitando a emissão de um programa da televisão alemã e do seu espetáculo (tardio) Last Night Berlin, a atriz e modelo da mesma nacionalidade PALINA ROJINSKI (na realidade russa-alemã, nascida em Leninegrado ainda URSS, já 34 anos) farta de comentários extremamente devassos e rudes surgindo na sua página do Instagram (palinski/instagram.com), decidiu responder (educadamente e de uma forma civilizada) aos mesmos comentadores dessa rede social (o referido Instagram) pregando-lhes uma enorme e por sinal divertida partida:

 

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1ª Imagem

SEIOS?

 

Como se apresentasse e desse a usufruir (com alguns desses ditos comentadores, com fome certamente babando-se) a imagem de um decote bem aberto e provocador de uns SEIOS (podendo ser os seus) belos, cheios e omnipresentes − preenchendo categoricamente um cenário (como evidente protagonista) e até transmitindo sinais (à distância e subliminares) – apresentando a 1ª imagem

 

Alargando o leque para novos comentários do género

Possivelmente o nível de esquizofrenia do seu público (potencial)

E assim tornando tudo mais claro (em vez de sem cor, nem conteúdo sinalizável)

 

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2ª Imagem

RABO!

 

Para de seguida e depois de todos acreditarem − os comentadores e no seu oposto (nos SEIOS) – descodificarem a 1ª imagem apresentando o modelo original e integral (vendo-se aí toda a cena) agora numa 2ª imagem: oferecendo-lhes não uns seios (de uma mulher) mas o RABO de um homem (macho) − com os quais se tinham entretido talvez mesmo sexualmente (os ditos comentadores do Instagam, pensando tornar proeminente, a sua curta imaginação) mas sem saber do que falavam.

 

(texto: a partir de notícia boingboing − imagens: Palina Rojinski/Instadram/boingboing.net e promiflash.de)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:35

[Ou mais tipo Sugestão? Chegando-se a controlar Sujeitos (Homem) com imagens de Objetos (Santinhos de Madeira).]

 

Depois da Morte e Ressurreição de Jesus Cristo − e com a matança recente de Cristãos no Sri Lanka pelo meio − prognosticando-se agora (e de novo) a morte de Donald Trump, esperando-se (neste caso e não sendo cristão, já que este a todos perdoa e oferece a outra face) que não ressuscite.

 

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Comemoração da Páscoa na Polónia

Gdansk − 10 de Abril de 2009

(alternet.org)

 

Terminada a Semana Santa e as Festividades da Páscoa como uma tradição antiga no Cristianismo Ocidental (caso de Portugal)

 

– Sendo simultaneamente considerada como uma das interrupções oficiais certificadas e permitidas pelo Calendário Político-Religioso aceite (e em curso)

 

E com a vida a retornar de novo à habitual monotonia do nosso quotidiano repetitivo, miserável e sem esperança (para a esmagadora maioria das mais de 7,5 biliões de almas habitando este planeta, limitando-se unicamente a tentar arranjar um emprego para poder comer, dormir, procriar e sobreviver)

 

– Enquanto por cá (Portugal Continental e Ilhas) tudo regressa aparente e ordeiramente à normalidade (apesar da tragédia com um autocarro turístico na Madeira e do fait-divers da falta de combustível no Continente)

 

No Resto do Planeta e como seria lógico (afinal de contas e na melhor das hipóteses apenas cerca de 1/3 serão Cristãos, seguidos de Muçulmanos/24% e Hindus/15% e com os Budistas/7% no fim) o Mundo não para, assim como a intervenção no mesmo (infelizmente existindo uma só Terra) da sua espécie dita dominante (com ações sem benefício visível para o grupo mas benéficas para um só indivíduo, como tal discriminadoras e mortais para a sua própria espécie) o Homem.

 

Como se constata “por consciente e deliberadamente se incentivar o que há de pior no Mundo”, com a prossecução da Guerra Civil na Líbia (depois da Guerra Civil na Síria), com o veto de Donald Trump sobre a Guerra Civil no Iémen (consentindo o prosseguimento do Genocídio às mãos dos Sauditas e seus terroristas associados como a Al-Qaseda e o Exército Islâmico), com o atentado recente no Sri Lanka antigo Ceilão. (tendo religiões como a Cristã como alvo)

 

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Com Trump a poder colapsar fisicamente

Após a publicação do Relatório Muller

(segundo Tana Ganeva/alternet.org)

 

E até e apesar das milhões de vítimas causados pelos conflitos referidos anteriormente − estando-se aqui a falar de “Sujeitos, Pessoas”, Animais como Nós

 

– Com o choro emotivo e descontrolado da generalidade das pessoas (para tal educados, predispostos e condicionados) face à destruição de simples Objetos, maioritariamente materiais de construção (é certo que apresentando-nos Monumentos majestosos, mas feitos à custa de muito sacrifício Humano) e tendo pelo meio alguma Arte (utilizando materiais semelhantes, mas com outros objetivos e mensagens):

 

Mesmo que tocante e penetrante identificando-se com minorias (poderosas nem se vendo só mesmo nas desgraças, veja-se o exemplo de Macron), apesar de visitada esmagadoramente pelas mais diversificadas maiorias (miseráveis, mas julgando-se superioras, umas sobre as outras, dependendo da retribuição).

 

-  Pelo meio com um português a morrer no Sri Lanka/ex-Ceilão (originário de Vouzela/Viseu e estando no Sri Lanka em turismo/lua-de-mel no instante do atentado/salvando-se por milagre a esposa),

 

-  Com um Comediante (Volodymyr Zelenskiy ligado a outro Oligarca e apoiante da livre prostituição e do jogo como se estivesse num Casino/armas só para os seguranças) a ser eleito Presidente na Ucrânia,

 

-  E com um outro Presidente (dito o Mais Poderoso do Mundo e podendo mesmo sem querer carregar no botão Nuclear) a continuar a ser perseguido ferozmente pelos Média (e logo um milionário, um símbolo do capitalismo norte-americano, um exemplo de sucesso na Terra Prometida, o empresário − REP como poderia ser DEM − Donald Trump):

 

Em mais uma paródia histórica (falando de Reis nunca da plebe) se não se passasse nos EUA (a Terra dos Excecionais pelo menos em Armamento) o Império sucedendo ao Império Romano – mas aos Olhos-do-Mundo  (e do seu novo Eixo Económico-Financeiro Asiático com a Rússia, a China e a Índia) já Decadente e para sua própria sobrevivência necessitando (de uma forma cada vez mais urgente) de mais uma Grande Guerra.

 

Faltando-se apenas saber (pelos Sinais confirmar) não porquê, mas onde e como – com fortes candidatos a perfilharem-se, ligados à produção de Energia e sobretudo ao Petróleo (Venezuela e Irão?).

 

[No caso do atentado brutal registado no Sri Lanka, com as vítimas mortais a estarem já próximas das 300, incluindo um cidadão português de Vouzela/Viseu.]

 

(texto: WEB − imagens: alternet.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:43

“Tal como nós Europeus, mas calando com o nosso silêncio (vergonha e covardia) a colaboração no Genocídio (com mais armas e munições) ainda em curso no Iémen, de ingleses e franceses (pelo menos estes, que se saiba).

 

“This resolution is an unnecessary, dangerous attempt to weaken my constitutional authorities, endangering the lives of American citizens and brave service members, both today and in the future.”

(Donald Trump sob a resolução apresentada pelo Congresso Norte-Americano de modo a travar o apoio dos EUA à Arábia Saudita, na sua campanha de intervenção militar na Guerra Civil do Iémen − e agora tal como previsto sendo pelo Presidente vetada)

 

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Com Donald Trump a vetar a resolução do Congresso dos EUA

(Representantes e Senado e envolvendo Democratas e Republicanos)

De terminar com envolvimento norte-americano

Na Guerra Civil em curso no Iémen

 

Contrariando uma das suas mais importantes e mediáticas promessas eleitorais para as Presidenciais de 2016 (tal como o fim do Obamacare e a construção do Muro) − que seria o de retirar as suas tropas de todos os conflitos externos, distantes e inúteis, ainda-por-cima provocando vítimas mortais desnecessárias entre os contingentes norte-americanas aí colocados – o 45º Presidente dos EUA o republicano e milionário Donald Trump acaba de vetar uma resolução do Congresso (Câmara de Representantes e Senado) contando com o apoio de membros de ambas as partes do seu espectro político (Democratas e Republicanos): prosseguindo assim neste seu 1º mandato como Presidente dos EUA (2016/2020) o que o anterior e 44º Presidente dos EUA o democrata Barack Obama iniciou já lá vão 4 anos (em 2015) durante o seu 2º mandato (com Obama presidente de 2008/2016), nessa altura com a Administração Democrata então na Casa Branca dando luz verde aos sauditas para a sua intervenção direta na Guerra Civil do Iémen e aí fazendo tudo “Explodir” tomando as dimensões de mais outro Genocídio.

 

“Our military dominance must be unquestioned. And I mean unquestioned.”

(Donald Trump)

 

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As crianças e como sempre as maiores vítimas da violência

Mais de 70.000 mortos desde 2015 na Guerra Civil do Iémen

(uns 50/dia)

Maioritariamente civis entre muitas mulheres e crianças

 

Pelos vistos sem grande alvoroço provocado entre os Democratas (muito menos entre os Republicanos, pelos negócios de armas apoiantes dos sauditas), com os média já nem se recordando do assassinato e esquartejamento de Jamal Khashoggi (jornalista e dissidente saudita residente e trabalhando nos EUA e assassinado aquando de uma ida/sem volta à embaixada saudita em Istambul) e sobretudo com este facto interessante por adicional e preocupante, de esta ser apenas mais uma confirmação (neste caso a prossecução do Genocídio) de quem verdadeiramente manda nos EUA e (para já) no Mundo (não se tratando de mais uma teoria conspirativa, mas apenas a constatação da Realidade): o Estado Profundo (o denominado Deep State estando com a/para além da Casa Branca) e os Militares (com o seu poderoso e omnipresente Complexo Industrial-Militar). E para ao iemenitas (e famílias) postos de um dos lados da balança (sejam pró-Governo e pró-sauditas ou então rebeldes houthis) – a muito menos pesada desta balança desequilibrada − mandando-lhes claramente a mensagem de que “a Administração pouco se importa com o que por lá se passa”. Rodeados ainda pela Al-Qaeda e pelo Exército Islâmico (produtos da coligação norte-americana/saudita) e contando ainda como suplemento com a intrusão do Irão (grande inimigo dos sauditas e já com a guerra em curso, sendo chamado − como último recurso – pelos rebeldes houthis como seu mais forte aliado).

 

“The veto sends a sobering message to Yemeni families caught in the daily hell of war: our administration simply does not care.  With a veto, they lose faith in the United States and see the end to their suffering a little further out of reach.”

(Scott Paul/organização humanitária Oxfam America)

 

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Com a mais populosa cidade e capital do Iémen Saná

Na posse dos rebeldes Houthis

A ser severamente massacrada

Pelos constantes ataques aéreos (com mísseis) sauditas

 

Uma guerra desenrolando-se desde 2015, inicialmente vista unicamente como um conflito meramente interno (mais um nesta região tão martirizada dando acesso pelo Mar Vermelho ao canal de Suez, estratégica via de comunicação marítima ligando a Ásia à Europa), mas posteriormente e por opção de uma das partes − a Governamental pró-saudita (na altura perdendo perigosamente terreno), estendendo-se para além das fronteiras e logo para norte (Arábia Saudita) – chamando ao conflito um estado poderoso (suportado pelos Petrodólares), vizinho e com desejos expansionistas e imperialistas na região (do Golfo Pérsico, região produtora de Petróleo) a Arábia Saudita do príncipe herdeiro Mohammad bin Salman: armado até aos dentes pelos EUA (estabelecendo contratos de venda de armamento fabulosos com os sauditas) − e contando ainda com o apoio destacado (em armamento e pessoal especializado) do Reino Unido e da França – bombardeando e perseguindo sem critério nem piedade (nem resultados práticos visíveis, a não ser o do extermínio) a população civil sobretudo Houthis e para piorar ainda mais o cenário (já de si infernal levando à deslocação de milhões de pessoas), abrindo a porta à entrada do Irão no conflito vindo em socorro e a pedido dos rebeldes. Transportando atrás de si (um apêndice sempre presente onde se declara a Guerra) assassinos profissionais (mercenários estrangeiros das mais diversas origens e pagos certamente por um lado ou pelo outro) de um lado pró-Irão/Hezbollah (com tradição e mais soft) do outro pró-Arábia Saudita/Al-Qaeda e Exército Islâmico (mais mercenários e mais hard).

 

“The veto shows the world he is determined to keep aiding a Saudi-backed war that has killed thousands of civilians and pushed millions more to the brink of starvation.”

(Tim Kaine/senador Democrata)

 

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Na Guerra sendo as crianças (e as mulheres) o grupo mais desprotegido

Como o confirma este registo Outubro/2018

Com uma criança malnutrida residente em Haja/Iémen

A ser assistida por um médico

 

Numa razia a curto-prazo irreversível e sejamos francos total (com a aviação saudita a pulverizar − para além de muita da população iemenita − todas as infraestruturas básicas de suporte do país): e estando sem solução mesmo com a intervenção (recente) de Guterres (Secretário-Geral da ONU) e do último cessar-fogo há dias estabelecido (como sempre não estando a ser completamente respeitado). Com algumas estatísticas (se existentes − por estarem perdidas ou fora-de-prazo − até ao momento sem acesso às mesmas) a apontarem para mais de 70.000 mortos/quase 50 por dia (com a guerra a iniciar-se em Março de 2015 e os números a referirem-se apenas ao período a partir de Janeiro de 2016) − 10.000 só nos últimos 5 meses/a caminho dos 70 por dia – numa proporção (consultando a base de dados e apontando − para se ter alguma ideia, mesmo que mínima − a dois ataques) de 2 civis mortos (sem nada a terem a ver com o conflito e podendo ser muitos mais) por cada ataque direto e aos mesmos dirigido e de quase 4 iemenitas-houthis mortos contra apenas 1 iemenita não sendo da minoria houthis. E com o grande Genocídio a concentrar-se em Hodeidah a 4ª maior cidade do Iémen com cerca de 400.000 pessoas (com quase 50% do total de vítimas mortais desta guerra) vizinha de uma extensa região controlada pelos Houthis (tendo como sua capital Saná) mas parcialmente sob controlo das forças do governo pró-sauditas (tendo como capital Áden): daí as brutais consequências.

 

“Secret military files detail use of French, US and UK weapons in Yemen

Weapons made in Western countries have been extensively used in Saudi-led combat operations in Yemen, including in civilian areas, according to secret French military documents revealed by a French-led team of investigative journalists on Monday.”

(rfi.fr)

 

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Tolerante sem limites (mais puro e cristalino não há)

Pelo mercado Saudita baseado no Petrodólar

– Veja-se o convívio na Cimeira do G20 realizado em Buenos Aires –

Depois de uma hipocrisia (Brexit) com May não resistindo a mais outra (Iémen)

 

[Isto se não apontarmos para outros números como os da organização humanitária “Save The Children”, apontando o número de vítimas mortais só entre crianças (abaixo dos 5 anos de idade) e desde o início da Guerra Civil no Iémen para uns inacreditáveis 85.000 (60/dia)! E como consequência desta guerra sem fim à vista (com os EUA e a Europa como cúmplice de costas deliberadamente voltadas para mais esta grande tragédia e ato criminoso e simultaneamente com a esmagadora maioria do povo acondicionando ainda melhor as suas palas e colocando-se a assobiar) com o número de crianças sofrendo de malnutrição aguda grave a ultrapassar os 1,3 milhões: e por cada criança a morrer estando outras doze a sofrer.]

 

(texto/inglês: Washington Post/outline.com e imagens: Reuters UK/reuters.com − Mohammed Hamoud/Anadolu/aljazeera.com – Khaled Abdullah/Reuters/nytimes.com – AP/scmp.com – PA/independent.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:30

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