Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

18
Out 19

WE MIGHT BE THE ONLY INTELLIGENT LIFE IN THE UNIVERSE

(Nick Longrich/theconversation.com)

 

file-20191017-98657-n2hbrd.jpg

Universo

 

  • Are We Alone in The Universe?

 

“The universe is astonishingly vast. The Milky Way has more than 100 billion stars, and there are over a trillion galaxies in the visible universe, the tiny fraction of the universe we can see. Even if habitable worlds are rare, their sheer number – there are as many planets as stars, maybe more – suggests lots of life is out there. So where is everyone? This is the Fermi paradox. The universe is large, and old, with time and room for intelligence to evolve, but there’s no evidence of it.” (Nick Longrich)

 

  • Could Intelligence Simply Be Unlikely to Evolve?

 

“Unfortunately, we can’t study extraterrestrial life to answer this question. But we can study some 4.5 billion years of Earth’s history, looking at where evolution repeats itself, or doesn’t.”

“Humans couldn’t evolve until fish evolved bones that let them crawl onto land. Bones couldn’t evolve until complex animals appeared. Complex animals needed complex cells, and complex cells needed oxygen, made by photosynthesis. None of this happens without the evolution of life, a singular event among singular events. All organisms come from a single ancestor; as far as we can tell, life only happened once.” (Nick Longrich)

 

  • Curiously, All This Takes A Surprisingly Long Time.

 

“Photosynthesis evolved 1.5 billion years after the Earth’s formation, complex cells after 2.7 billion years, complex animals after 4 billion years, and human intelligence 4.5 billion years after the Earth formed. That these innovations are so useful but took so long to evolve implies that they’re exceedingly improbable.” (Nick Longrich)

 

file-20191004-118213-15ynolq.jpeg

Fotossíntese

 

  • An Unlikely Series of Events.

 

“These one-off innovations, critical flukes, may create a chain of evolutionary bottlenecks or filters. If so, our evolution wasn’t like winning the lottery. It was like winning the lottery again, and again, and again. On other worlds, these critical adaptations might have evolved too late for intelligence to emerge before their suns went nova, or not at all. Imagine that intelligence depends on a chain of seven unlikely innovations – the origin of life, photosynthesis, complex cells, sex, complex animals, skeletons and intelligence itself – each with a 10% chance of evolving. The odds of evolving intelligence become one in 10 million … (or) intelligence will evolve on just 1 in 100 trillion habitable worlds. (Nick Longrich)

 

  • And Yet, We’re Here.

 

“If evolution gets lucky one in 100 trillion times, what are the odds we happen to be on a planet where it happened? Actually, the odds of being on that improbable world are 100%, because we couldn’t have this conversation on a world where photosynthesis, complex cells, or animals didn’t evolve. That’s the anthropic principle: Earth’s history must have allowed intelligent life to evolve, or we wouldn’t be here to ponder it.” (Nick Longrich)

 

  • Earth’s History … (and) … Intelligent Life to Evolve.

 

“Intelligence seems to depend on a chain of improbable events. But given the vast number of planets, then like an infinite number of monkeys pounding on an infinite number of typewriters to write Hamlet, it’s bound to evolve somewhere. The improbable result was us.” (Nick Longrich)

 

[theconversation.com/evolution-tells-us-we-might-be-the-only-intelligent-life-in-the universe-124706]

 

(imagens e texto/extractos: Nick Longrich/Evolution tells us we might be the only intelligent life in the universe/October 18, 2019/theconversation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:06

[Tal como o “Outro Lado da Lua (ou o “Lado Oculto da Lua”) EXISTINDO, apesar de não se ver (diretamente).]

 

How Asia transformed from the poorest continent in the world

into a global economic powerhouse

 

file-20191011-96262-1xa9u6c.jpg

 

By the late 1960s, Asia was the poorest continent in the world …

(e meio século depois)

 

By 2016, as my analysis of UN data shows, it accounted for 30% of world income, 40% of world manufacturing, and over one-third of world trade, while its income per capita converged towards the world average …

 

[E com o Hemisfério Norte Ocidental, em decadência por arrastado pela Queda do Antigo Império (Americano, sediado nos EUA) e em estado de choque (parecendo não estar à espera, pelo menos tão cedo) pelo erguer do seu sucessor – agora localizado no Hemisfério Norte Oriental, o Império Asiático (sediado na CHINA) – a ver o Eixo do Mundo a mudar com a evidente mudança para o “OUTRO LADO”.]

 

(texto/inglês e imagem: heconversation.com/how-asia-transformed-from-the-poorest-continent-in-the-world-into-a-global-economic-powerhouse-123729 e sladkozaponi/Shutterstock)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:02

[Para além dos homens − e talvez ainda mais − indo as mulheres.]

 

O 1º Passeio Espacial em grupo e só integrando (2) Mulheres.

(duas norte-americanas com uma delas sendo metade israelita)

 

maxresdefault_live.jpg

Christina Koch e Jessica Meir

 

GUERRA FRIA

(EUA/URSS)

Com o início da “Exploração Espacial” a não ter sido possível sem a “Corrida ao Espaço”, no decurso do período da “Guerra Fria– EUA Vs. URSS − sendo um dos métodos mais utilizados para “sem se verificarem conflitos”, uma Nação poder impor (sem recurso a Armas) a sua “Supremacia (sobre outra).

URSS

(rocketmime.com)

On April 12, 1961, Russian Cosmonaut Yuri Gagarin

became the first human to travel into space

in Vostok 3KA-2/Vostok 1.

EUA

(rocketmime.com)

Alan Shepard holds the distinction of being the first American to journey into space: on May 5, 1961, in the Freedom 7 spacecraft, he was launched by a Redstone rocket on a ballistic trajectory suborbital fligh.

 

snapshot1.jpg

 

Depois de

 

VALENTINA TERESHKOVA

1ª mulher a “Viajar no Espaço

 

E de

 

SVETLANA SAVITSKAYA

1ª mulher a dar um “Passeio no Espaço

 

− Para já não falarmos de YURI GAGARIN e de ALEXEY LEONOV,

tendo concretizado respetiva e exatamente (no masculino)

o mesmo feito histórico

 

Por sinal todos cidadãos Soviéticos ou Russos (como quiserem, dado designarem o mesmo território e cidadãos) saindo da sua NAVE ESPACIAL,

 

snapshot3.jpg

 

Eis que os norte-americanos na sua senda da Excecionalidade e não resistindo (nas suas intenções e ambições) aos Elogios e como consequência ao Poder,

 

Anunciam hoje dia 18 de outubro de 2018 o 1º duo de mulheres a

 

Passear em Grupo no Espaço”,

(37 anos depois, da soviética Svetlana Savitskaya o ter feito, em solitário)

 

Realizando trabalhos de manutenção (neste caso no exterior da Estação Espacial Internacional/ISS):

 

snapshot4.jpg

 

Tratando-se de Christina Koch

(norte-americana, de 40 anos, natural do Michigan)

 

E de Jessica Meir.

 (norte-americana/sueca/israelita, de 42 anos e natural do Maine)

 

Curiosamente sendo concretizado num momento delicado da política Mundial (ainda dominada pelos EUA, mas agora tendo de enfrentar novas potências emergentes, como a todo-poderosa CHINA), mais uma vez com o problema da Energia (e o seu total controlo por parte dos EUA, mesmo sendo um produtor de energia e autossuficiente)

 

− E logicamente do Médio-Oriente

(onde existe petróleo e grandes reservas)

 

snapshot5.jpg

 

Presente (por associação e causa do problema), colocando (no potencial campo de guerra económico-militar então criado) e como todos os sucessivos Governos dos EUA tanto gostam (sejam DEM sejam REP sejam OBAMA sejam TRUMP)

 

− Ou seja de “uma forma insultuosa

(por negar a Memória)

e simplória

(por negar a Cultura)

 

De um lado o EIXO do BEM

(com ISRAEL como seu aliado preferencial e único)

E do outro o EIXO do MAL.

(representado pelas restantes tribos árabes, que não a oriunda da Judeia)

 

snapshot6.jpg

 

Talvez em mais um gesto de apoio (político e sobretudo interessado) dos EUA a Israel e simultaneamente uma “palmada nas costas (científica e de prestação de solidariedade) após mais uma tentativa falhada (por duas vezes e por volta das duas recentes eleições israelitas) de uma nave sua aterrar (com sucesso) na Lua.

 

[Colocando nesta “pequena, mas vistosa (e atual) missão pioneira” (incluindo apenas mulheres) a astronauta Jessica Meir (filha de mãe sueca e pai israelita e entrando na NASA, via LOCKEED MARTIN) … e por vias travessas e escuras um dos seus países (do lado do pai), Israel: e com toda a sua ambição (pelo menos Militar) e incluído já nos países ATÓMICOS, podendo-se agora integrar (finalmente e como uma Potência) nos países ESPACIAIS. Terrestres e “Lunáticos” que se cuidem, pois eles estão (cada vez mais) próximos.]

 

[E ainda para maior gáudio (merecido, por antecipação) da “Exploração Espacial Soviético-Russa”, recordando-se os seus primeiros voos espaciais (e com passageiros) − como atos PIONEIROS − não se limitando apenas à Natureza  e à nossa espécie de animais – como o Homem, um Animal Racional − mas estendendo-se igualmente aos Animais Irracionais – como a cadela Laika − e até (como produto artificial, criado pelo Homem) aos Robôs-Humanoides − como é o caso de Fedor (já a bordo da ISS).]

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07

Outubro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9



27


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

subscrever feeds
mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO