Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

16
Dez 19

As Teorias da Conspiração − The Conversatiom (a ler)]

 

How belief is rooted in evolution

– not ignorance

(theconversation.com/13.12.2019)

 

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The flat Earth conspiracy is becoming increasingly popular

(Elena Schweitzer)

 

Despite creative efforts to tackle it, belief in conspiracy theories, alternative facts and fake news show no sign of abating. This is clearly a huge problem, as seen when it comes to climate change, vaccines and expertise in general – with anti-scientific attitudes increasingly influencing politics.

 

So why can’t we stop such views from spreading? My opinion is that we have failed to understand their root causes, often assuming it is down to ignorance. But new research, published in my book, Knowledge Resistance: How We Avoid Insight from Others, shows that the capacity to ignore valid facts has most likely had adaptive value throughout human evolution. Therefore, this capacity is in our genes today. Ultimately, realising this is our best bet to tackle the problem.

 

So far, public intellectuals have roughly made two core arguments about our post-truth world. The physician Hans Rosling and the psychologist Steven Pinker argue it has come about due to deficits in facts and reasoned thinking – and can therefore be sufficiently tackled with education.

 

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(Tyler Merbler/Flickr, CC BY-SA)

 

Meanwhile, Nobel Prize winner Richard Thaler and other behavioural economists have shown how the mere provision of more and better facts often lead already polarised groups to become even more polarised in their beliefs.

 

The conclusion of Thaler is that humans are deeply irrational, operating with harmful biases. The best way to tackle it is therefore nudging – tricking our irrational brains – for instance by changing measles vaccination from an opt-in to a less burdensome opt-out choice.

 

Such arguments have often resonated well with frustrated climate scientists, public health experts and agri-scientists (complaining about GMO-opposers). Still, their solutions clearly remain insufficient for dealing with a fact-resisting, polarised society.

 

(o artigo continua c/ Evolutionary pressures)

 

(texto/legendas/imagens: theconversation.com/conspiracy-theories-how-belief-is-rooted-in-evolution-not-ignorance-128803)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:06

“Com a monstruosa tempestade atmosférica parecendo acompanhar-nos desde a nossa infância e sendo uma das imagens de marca do gigantesco e gasoso planeta JÚPITER − a GRANDE MANCHA VERMELHA (para o lado do equador) – agora e com a ajuda de JUNO (e dos novos dados e conhecimentos pela mesma sonda fornecidos) podendo ser acompanhada nos polos (na observação o sul) por grupos de outros ciclones (como que atuando conjuntamente, associando  6/7 elementos) igualmente devastadores por monstruosos.”

 

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1

Jupiter's South Pole Cyclones

(PIA23556 - 2017)

 

Um registo do Polo Sul de JÚPITER (figura 1) − 2 de fevereiro de 2017 aquando da 3ª aproximação da sonda automática JUNO ao planeta GIGANTE-GASOSO localizado para lá da CINTURA de ASTEROIDES a cerca de 800 milhões de Km do SOL – através dos seus instrumentos e utilizando infravermelhos, medindo a intensidade de calor irradiado pelo mesmo (pela sua ATMOSFERA) e desse modo permitindo-nos entre outros fenómenos detetar a presença (nas suas camadas atmosféricas superficiais) de CICLONES − aqui 6 (1 no centro e 5 em redor):

 

Tempestade monstruosas (até agora pouco conhecidas e pouco estudadas) que se concentram sobretudo nos polos, quando se pensava (anteriormente) que seria mais abaixo e mais perto do equador que elas se concentrariam (assim como a sua influência) − sendo aí mais poderosas − como parecia querer significar a presença “eterna e omnipresente” da GRANDE MANCHA VERMELHA um fenómeno idêntico (se comparado com um fenómeno terrestre, em tudo semelhante) a um FURACÃO.

 

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2

A New Cyclone Joins the Jovian Fray

(PIA23558 - 2019)

 

Na Terra formando-se durante um certo período (de tempo) e mais em torno do seu equador (logo sendo limitados, no tempo e no espaço)  hoje um ali, amanhã um acolá, por vezes podendo juntar-se − enquanto que em Júpiter sendo contínuos e espalhando-se por toda a camada superficial (e atmosférica) do planeta – todos os dias ou horas, com uns mantendo-se e outros vindo e indo, em grandes grupos (4,5, 6, 7, 8, etc.):

 

De um momento para o outro (e em qualquer coordenada do Monstro) formando-se uma grande tempestade com milhares de Km de diâmetro e com rajadas de vento fácil e normalmente atingindo (inicialmente) os 400Km/h, para de seguida e como habitual outras (tempestades/ciclones) se juntarem, agrupando-se e criando um Monstro Atmosférico e Climático” − neste caso de 2017 num modelo de estrutura pentagonal − certamente que não só (em conjunto com outros grupos) envolvendo o planeta, como atuando em profundidade.

 

E insuportável para a VIDA, pelo menos como nós (os Seres Humanos acompanhados pelos s/ psique) a conhecemos.

 

PIA23560.jpg

3

Cyclones Larger on Jupiter

(PIA23560 - 2019)

 

No segundo registo do Polo Sul do planeta JÚPITER (figura 2) – 4 de novembro de 2019 – aquando da 23ª aproximação da sonda automática JUNO a este PLANETA GIGANTE (o maior do Sistema Solar, cabendo nele todos os restantes 7 planetas e só sendo superado pelo SOL, a estrela de referência), sendo agora visível um agrupamento local (não de 6, mas) de 7 ciclones, com um mais pequeno (canto inferior direito) sendo acompanhado por outros cinco formando um Hexágono e com um outro no seu centro.

 

E para se melhor constatar a monstruosidade destes CICLONES JUPITERIANOS (até para melhor se comparar a sua potência e a sua área de influência e daí se retirando as consequências), com a NASA a sobrepor na imagem original (figura 2) uma outra (figura 3) mas do contorno do estado do Texas e ainda outra mas agora do contorno (dos 50 estados) dos EUA:

 

O ciclone mais pequeno cabendo o Texas e no central todo os EUA.

 

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4

Hubble Space Telescope view of Jupiter

(June 27, 2019)

 

Associada às poderosas forças dos seus campos magnéticas (de Júpiter e pela sua dimensão) e aos mais extremos valores de pressão atmosférico (entre tantos outros fatores importantes para a nossa débil raça humana e para a sua sobrevivência, parecendo o Homem mais uma espécie de aviário), podendo-se estar a visionar − “olhando o Homem para ele a partir do planeta Terra” − a um dos mais belos cenários (figura 4),  ao verdadeiro retrato do INFERNO.

 

Ciclones polares parecendo organizar-se a nível das diversas camadas atmosféricas formando grupos restritos, antes pensando-se (por observação indireta, mais distante) formar grupo até 6 elementos (pentagonais, com um no centro), hoje (por observação “presencial” a apenas 3.500Km e utilizando a câmara da sonda Juno) já se observando outros grupos como os de 7 (hexagonais, ainda com um no centro) e fazendo parte das condições atmosféricas (e ambientais) da superfície (gasosa, numa profundidade de uns 50/70Km) de Júpiter (necessários de compreender, até por possível associação − à Terra):

 

These cyclones are new weather phenomena that have not been seen or predicted before. Nature is revealing new physics regarding fluid motions and how giant planet atmospheres work. We are beginning to grasp it through observations and computer simulations. Future Juno flybys will help us further refine our understanding by revealing how the cyclones evolve over time.” (Cheng Li/Juno scientist/University of California/Berkeley)

 

(imagens/legendas: photojournal.jpl.nasa.gov e nasa/gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:55

MARK SELBY (ING/4ºRM) 9

JACK LISOWSKI (ING/13ºRM) 6

 

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2019 SCOTTISH OPEN

(troféu Stephen Hendry)

Mark Selby erguendo o troféu

(ao fundo/à direita com Jack Lisowski)

 

Terminada a 8ª prova de Ranking Mundial (RM) última do ano de 2019 (época 2019/20) e com a próxima prova de RM marcada para o próximo ano o MASTERS EUROPEU de 22/26 de janeiro – com a vitória neste OPEN da ESCÓCIA (edição de 2019) Mark Selby/ING junta-se a Judd Trump/ING, como os dois únicos jogadores tendo ganho esta época mais do que uma prova de RM: Judd Trump com 3 vitórias e agora Mark Selby com 2 vitórias (os restantes sendo Shaun Murphy/ING, Yan Bingtao/CHI e Ding Junhui/CHI com 1 vitória). E com as duas próximas provas mais relevantes a realizarem-se a serem, o MASTERS (por convite) e o MASTERS EUROPEU (para o RM).

 

 

Evolução da Final

S

P

F

0-1; 0-2; 1-2; 2-2;

2-3; 3-3; 4-3; 5-3;

5-4; 6-4; 6-5; 7-5;

8-5; 8-6; 9-6

(S: Sessão P: Parte F: Frames)

 

Numa final inglesa onde para além da boa qualidade técnica e tática de ambos (ou não fosse um deles − Mark Selby/36 anos − 3X Campeão do Mundo e o outro sendo o mais jovem Jack Lisowski/28 anos) a experiência e o, entretanto ganho se sobrepôs a alguma falta de experiência e ao ainda nada se ter ganho”, acabando tudo por se decidir por pormenores, mais favoráveis ao mais calejado obviamente por mais velho nisto (nestas andanças do snooker): com o mais novo ainda não se tendo estreado (com vitórias no circuito profissional, sejam provas contando p/ RM ou por convite) e com o segundo a atingir a sua 32ª vitória (17 de RM).

 

[Stephen Hendry (ESC): nascido em Edimburgo (retirado, 50 anos de idade), 7X Campeão do Mundo − 4º em número de títulos mundiais conquistados (lista liderada pelo inglês Joe Davis com 15) − e 75 vitórias − 36 em provas de Ranking Mundial, feito só igualado (e podendo ser ainda ultrapassado) pelo inglês Ronnie O’Sullivan; no Open da Escócia (26 edições) participando em 8 finais e vencendo 6.]

 

(imagem: eurosport.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:49

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