Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

14
Fev 20

Encontros das Meias-Finais (MF) do ManBetX Welsh Open, a realizarem-se no próximo dia 15 (de fevereiro) no Motorpoint Arena em Cardiff (no País de Gales), à melhor de 11 frames.

 

wo_a3.jpg

Restando Ronnie O’Sullivan/nas MF

Mark Williams/fora na 3ªR, Neil Robertson e Judd Trump/fora nos QF

(da esquerda p/ a direita)

 

Meias-Finais do Open do País de Gales

15.02.2020

MF

J

N

RM

J

N

RM

13:00

Kyren

Wilson

ING

Ronnie

O’Sullivan

ING

19:00

Yan

Bingtao

CHI

19º

Shaun

Murphy

ING

11º

(J: Jogador N: Nacionalidade RM: Ranking Mundial)

 

MF contando com a presença de dois ex-Campeões do Mundo – Ronnie/44 anos (5X) e Shaun/37 anos (1X) − e de dois jogadores mais jovens – Kyren/28 anos e Yan/19 anos – ainda não o tendo sido; e adicionalmente vencendo, podendo (seja esse o caso) Ronnie ascender a 5ºRM, Shaun a 9ºRM e Yan a 16ºRM.

 

(imagem: motorpointarenacardiff.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:36

Com mais de 50.000 infetados e mais de 1.000 mortos

(numa taxa-mortal superior a 2%)

 

Com o surto do novo vírus “2019–20 Wuhan Coronavírus” agora denominado “COVID-19” mantendo ainda a sua curva de crescimento, não tendo atingido para já o seu pico máximo (num surto iniciado no mês de dezembro, na altura considerada uma pneumonia de origem desconhecida) – pico máximo a partir do qual a ação do vírus regredirá, com o número de pessoas infetadas diminuindo, assim como o número de vítimas mortais pelo mesmo provocado continua a subir no presente o número de pessoas infetadas por este novo vírus, assim como o número de vítimas mortais: felizmente com alguns desses infetados tendo entretanto recuperado.

 

coronavirus-3_123rf.jpg

 

Num ponto de situação referido a esta sexta-feira 14 (e pelos vistos com um novo método de contagem, a inflacionar o número de infetados) com o número de infetados a nível global a atingir os 46.997 casos (+1.826 novos casos em apenas 24 horas, entre eles 6 fora da China), levando a WHO por prevenção e segurança a colocar “em risco muito elevado a China e elevado o resto do Mundo”. E apesar de diferentes números entretanto divulgados − como os de Johns Hopkins CSSE em 14.02 pelas 13:00 (arcgis.com), aumentando os números de infetados/vítimas mortais e apontando para 64.457 casos, 1384 mortos (próximo dos 2%) e 7155 recuperados (cerca de 11%) – com a Organização Mundial de Saúde a manter-se nos 46.997 casos (menos 17.460 casos).

 

Oficialmente e a 13 de fevereiro (quinta-feira) com o número (aproximado) de infetados prestes a atingir 50 milhares de pessoas, as 1.500 vítimas mortais e os 7.000 recuperados. Com a esmagadora maioria das mortes a ocorrerem na China e na província de Hubei − onde se localiza Wuhan, o epicentro da crise – registando-se para já e apenas 3 vítimas mortais no Resto do Mundo: 1 em Hong Kong, 1 nas Filipinas e agora 1 no Japão (num total de 28 países afetados). E segundo dados oriundos da China (continental) com quase 60.000.000 de pessoas em quarentena, quase 30.000 infetados e um total de quase 900 mortos e 2.000 recuperados − tendo na liderança Wuhan (o epicentro do COVID-19) perto dos 800 mortos. E entre os países europeus para já com nenhum dos seus cidadãos estando na lista das “vítimas mortais”, confirmando-se apenas cerca de 50 casos de europeus possivelmente infetados, alguns deles já tendo recuperado.

 

COVID-19-MAIN-IMAGE.jpg

 

Não se confirmando para já um aumento da incidência do vírus – não originando mais infetados nem vítimas mortais – e sendo sempre preferível nestes casos não alarmar nem esconder,  mas sim informar e  esclarecer. Não como fazem os norte-americanos nada fazendo e servindo-se da crise para aterrorizar o Mundo e atacar a China (ou não tivessem eles tal como os Europeus e não falando sequer na investigação, entregue toda a produção − por mão-de-obra mais barata − à China), nem como os britânicos que fazendo as contas e tomando em consideração a taxa mortal de incidência entre os infetados facilmente chegou à seguinte conclusão: sendo quase 1,5 biliões o número de chineses e a caminho de 8 biliões o número de habitantes da Terra, mantendo-se a taxa de incidência do COVID-19 (no mínimo 2%) e alastrando o mesmo a todo o Mundo − e aceitando-se as teorias dos adeptos anglo-americanos (agora unidos pela confraria Donald Trump/Boris Johnson) da Conspiração e dos eventos catastróficos − podendo-se atingir na China (continental) uns 30.000.000 e em todo o Mundo uns 160.000.000.

 

Em Portugal e repetidamente esclarecida a não transmissão do COVID-19 através de encomendas oriundas da China (dada a não sobrevivência do vírus nestas condições de transporte, sem utilizar um recetor animal), ficando-se a aguardar (os nossos doutores e engenheiros certificados e sempre muito ocupados, nem tendo tempo para se atualizar senão consultando o nosso oráculo a LUSA) por novas informações até para nossa (dos leigos) tranquilidade: por exemplo qual é afinal o tempo de incubação e manifestação da doença, tendo em conta que o período a considerar antes (por exemplo com os portugueses chegando de avião a Portugal vindos da China e sujeitando-se a Quarentena) era menor? Duas semanas, três ou um mês?

 

(imagens: theedgemarkets.com − esquiremag.ph)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:28

Pálido Ponto Azul é uma fotografia da Terra tirada em 14 de fevereiro de 1990 pela sonda Voyager 1, de uma distância de seis biliões de quilômetros da Terra, como parte de uma série de imagens do Sistema Solar denominada Retrato de Família.” (wikipedia.org)

 

A Pale Blue Dot

(planetary.org)

 

[This excerpt from Sagan's book PALE BLUE DOT was inspired by an image taken, at SAGAN's suggestion, by VOYAGER 1 on FEBRUARY 14, 1990. As the spacecraft left our planetary neighborhood for the fringes of the solar system, engineers turned it around for one last look at its home planet. Voyager 1 was about 6.4 billion kilometers away, and approximately 32 degrees above the ecliptic plane, when it captured this portrait of our world. Caught in the center of scattered light rays (a result of taking the picture so close to the Sun), EARTH appears as a tiny point of light, a crescent only 0.12 pixel in size.]

 

PIA23645.jpg

Terra − A Pale Blue Dot

30º aniversário de uma das mais icónicas imagens da NASA

obtida pela missão Voyager

 

Look again at that dot. That's here. That's home. That's us. On it everyone you love, everyone you know, everyone you ever heard of, every human being who ever was, lived out their lives. The aggregate of our joy and suffering, thousands of confident religions, ideologies, and economic doctrines, every hunter and forager, every hero and coward, every creator and destroyer of civilization, every king and peasant, every young couple in love, every mother and father, hopeful child, inventor and explorer, every teacher of morals, every corrupt politician, every "superstar," every "supreme leader," every saint and sinner in the history of our species lived there--on a mote of dust suspended in a sunbeam.

 

The Earth is a very small stage in a vast cosmic arena. Think of the rivers of blood spilled by all those generals and emperors so that, in glory and triumph, they could become the momentary masters of a fraction of a dot. Think of the endless cruelties visited by the inhabitants of one corner of this pixel on the scarcely distinguishable inhabitants of some other corner, how frequent their misunderstandings, how eager they are to kill one another, how fervent their hatreds.

 

Our posturings, our imagined self-importance, the delusion that we have some privileged position in the Universe, are challenged by this point of pale light. Our planet is a lonely speck in the great enveloping cosmic dark. In our obscurity, in all this vastness, there is no hint that help will come from elsewhere to save us from ourselves.

 

maxresdefault.jpg

Carl Sagan

 

The Earth is the only world known so far to harbor life. There is nowhere else, at least in the near future, to which our species could migrate. Visit, yes. Settle, not yet. Like it or not, for the moment the Earth is where we make our stand.

 

It has been said that astronomy is a humbling and character-building experience. There is perhaps no better demonstration of the folly of human conceits than this distant image of our tiny world. To me, it underscores our responsibility to deal more kindly with one another, and to preserve and cherish the pale blue dot, the only home we've ever known. (Carl Sagan − Pale Blue Dot − 1994/Planetary Society/planetary.org)

 

Pale Blue Dot (Pálido Ponto Azul) representando o nosso planeta tal como registado há 30 anos pela missão Voyager 1 (ainda hoje em movimento e fazendo-o já fora do Sistema Solar logo, de viagem interplanetária passando a interestelar), quando a mesma se encontrava a mais de 40 UA da Terra (a mais de 6 biliões de Km de distância) e feita a pedido do cientista, físico, biólogo, astrônomo, astrofísico, cosmólogo, escritor, divulgador científico e ativista norte-americano (wikipedia.org) − Carl Sagan.

 

E daí saindo o livro de 1994 do escritor nova-iorquino (1934/1996 − morrendo novo de uma pneumonia, uma grande perda para a Humanidade) Pálido Ponto Azul − dando-nos uma nova perspetiva do Sistema Solar (o “Retrato de Família”) e pelo meio, mostrando-nos ao mesmo tempo a aparente pequenez do nosso Mundo, no entanto pendurado na sua grandeza, pois nela contendo (único caso para já conhecido) Vida.

 

(textos/inglês: os indicados − imagens: a partir de PIA 23645/Pale Blue Dot Revisited/nasa.gov e ScienceandSpaceHD/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:02

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