Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

07
Mar 20

[Nos EUA e pelas 20:00 (de Lisboa) com os números a apontarem para 381 infetados, 14 vítimas mortais (3,7%) e 8 recuperados (2,1%); em Portugal passando-se a 20 infetados.]

 

DoD-Covid-19-Likely-to-be-a-Pandemic-Within-the-Ne

 

Entrados no 3º mês (início em janeiro deste ano) desde que a nova versão de coronavírus o COVID-19  irrompeu na CHINA, no presente (março, 7) com o número global de infetados tendo já ultrapassado a centena de milhares (102.471) e com o número de VÍTIMAS MORTAIS prestes a atingir os 3.500 (com a taxa de mortalidade mantendo-se em redor dos 3,4%) − apenas estando IMUNES à ação deste novo vírus e  que se saiba, a norte a região do ÁRTICO e a sul a região da ANTÁRTIDA (com todos os outros continentes já contaminados)

 

Eis que o alarme GLOBAL começa a soar com mais intensidade (e preocupação), aproximando-nos daquilo que a WHO parece querer a todo o transe evitar (o vírus começa já a atacar em África) e que os EUA (Terra de Excecionais e capital do Mundo Científico-Tecnológico) não queriam para já reconhecer (atrasando a comunicação para não causar maior alarme social), como igualmente presente no seu território: e se até aos últimos dias apesar de alguns casos já reportados e de uma ou outra vítima mortal ocorrida, toda a atenção dos responsáveis políticos norte-americanos se dirigiam esmagadoramente para a ÁSIA − mais especificamente para a CHINA, ou não estivesse nela o centro do contágio e toda a mão-de-obra barata trabalhando para os EUA − e um pouco para a EUROPA (ou não fossem os velhinhos amigos e seus Aliados), agora que o número de vítimas mortais começou a aumentar mais rapidamente (no tempo) a sua atitude interna parece ter mudado radicalmente − colocando até o VP MIKE PENCE no comando, liderando a equipa de norte-americanos que irá combater na BATALHA CONTRA o VÍRUS MORTAL COVID-19. No dia (março, 7 pelas 15:00 e segundo a Johns Hopkins CSSE) em que os EUA saltam repentinamente para os 340 infetados e (no mínimo) 14 vítimas mortais (taxa de mortalidade superior a 4%).

 

Sendo interessante apresentar algumas dessas intervenções e respostas dadas pelas autoridades responsáveis e políticas norte-americanas, até para os compreender melhor − os LÍDERES e POLÍCIAS do MUNDO − e a partir daí perceber (mais claramente e sem uma espessa camada de nuvens entre nós e a realidade para não nos deixar ver nem sequer imaginar apenas supor) o que nos irá acontecer (ou seja, ao Resto do Mundo particularmente à EUROPA) como seus dependentes e subordinados: em Portugal com 13 infetados e sem vítimas mortais, mas com a ITÁLIA perto das 200 Vítimas Mortais (197), a FRANÇA já nas 9 e a ESPANHA nas 5 (UK, Holanda, San Marino e  Suíça, todos com 1 vítima mortal).

 

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E assim, aqui vamos nós (só com 4 coisinhas-preciosidades, dado ser fim-de-semana e esperando não ter covid-19):

 

US Army soldier tests positive for COVID-19 in South Korea, marking the first time a US service member is confirmed to have the disease.

(David Choi/26.02.2020/businessinsider.com)

 

Com o atual Presidente dos EUA Donald Trump não conseguindo mais alienar-se (e evitar as notícias nos Média de todo o Mundo) − numa estratégia defensiva aparentemente para evitar o “alarme social (e o caos daí podendo advir), mas certa e igualmente tendo em conta as Presidenciais 2020 (onde continua a ser o favorito) − da presença do surto epidémico do vírus Covid-19 no interior do seu território e contagiando já norte-americanos aí residentes, ao primeiro soldado a ser infetado por este novo coronavírus (colocando aí em causa a Segurança Nacional dos EUA), assumindo então o grande problema caído nas suas mãos e “chegada a hora, decisiva e patrioticamente” nomeando o seu VP (Mike Pence). Só depois da preocupação com os Militares, sendo reforçada a intervenção entre os Civis.

 

Covid-19 “Likely” to be a Pandemic Within the Next 30 Days

(DoD-Departamento de Defesa dos EUA/03.03.2020/theorganicprepper.com)

 

E tendo o COVID-19 chegado aos EUA começando a provocar as suas primeiras vítimas, e tendo em atenção o que já sucedeu na China/Resto do Mundo, algo preocupados e agora “fartos” da tomada de posição da WHO − “não querendo assumir (já) esta epidemia como uma pandemia” − com os atuais responsáveis políticos norte-americanos se não afirmando a pandemia já estar em curso (afinal de contas, já estando o Covid-19 nos EUA), prevendo e até datando a sua chegada: tal como AOC (Alexandria Ocasio-Cortez, Democrata) prognosticando o Fim-do-Mundo para daqui a 12 anos, com o DoD (Departamento de defesa dos EUA, Republicano) a prognosticar a chegada da Pandemia para daqui a 30 dias.

 

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Arguably, it’s already a pandemic since it has reached every continent except Antarctica. Many people in the United States are paying attention and ratcheting up their preparedness for possible quarantines and other measures.

(03.03.2020/theorganicprepper.com)

 

Como se vê com os norte-americanos a terem (a sua) razão, argumentando o vírus ter atingido já todos os cinco continentes (todos habitados), deixando apenas de lado os continentes gelados do Ártico e da Antártida (praticamente, fora alguns locais e expedições, inabitados). E sendo prevenidos para além de outras medidas (como quarentenas), preparando-se para o pior e começando a açambarcar.

 

This goes hand-in-hand with reports that the military began executing plans to prepare for a potential pandemic two weeks ago. As well, this could be the reason behind President Trump’s deal with the Taliban – it could be an effort to get soldiers out of an area where transmission could be widespread.

(HAF/06.03.2020/humansarefree.com)

 

E no meio de tudo isto e tal como sempre oriundo dos EUA (Republicano ou Democrata), com as justificações mais inacreditáveis a surgirem (neste mundo atual, sendo tudo possível) podendo até (abe-se lá) ser verdade: com o acordo com os Talibans servindo para a retirada das tropas do Afeganistão de modo afastá-los de regiões perigosas na propagação do Covid-19. Dos norte-americanos (“chefias”) sendo mesmo tudo de esperar (esperemos que igualmente, na descoberta de uma vacina).

 

march-2-covid-19-cover.jpg

 

[E acreditando no que dizem os cientistas e investigadores tendo a seu cargo o surto epidémico e mortal associado ao vírus COVID-19, com o pico máximo do contágio/infeção a ainda não ter sido atingido, apontando agora para o mês de março (no decorrer do mesmo) ou então para o período até à Páscoa (sendo móvel este ano caindo no domingo 21 de abril) para o mesmo ocorrer. Mas se para os mais otimistas o pico poderá já ter ocorrido − pelo menos olhando para os números vindos da China continental, parecendo querer estabilizar e/ou mesmo descer, mas não parecendo ser o caso no Resto do Mundo – com esse PICO MÁXIMO de AÇÃO do VÍRUS COVID-19 e segundo muitos outros (especialistas no caso), podendo apenas decrescer e desaparecer lá para o VERÃO: e aquilo, caso tal cenário pessimista se confirme, podendo vir a ser uma tragédia na ÁREA da SAUDE GLOBAL (com milhares e milhares de vítimas espalhados por todos os continentes), podendo-se estender ainda com os seus efeitos e consequências a NÍVEL SOCIAL e ECONÓMICO, o que provocaria certamente (mesmo não derivando daí um outro conflito) uma TRAGÉDIA GLOBAL. Com todos nós a torcermos ainda pelo ato de fé da WHO, não acreditando na necessidade de declaração de uma Pandemia.]

 

(texto/inglês: o indicado – imagens: humansarefree.com − Ahn Young joon/AP/businessinsider.com – California National Guard/AP/huffpost.com − zerohedge.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:23

 

Máquina do Tempo

EUA 2016

Arrumado Sanders sendo para Clinton

e no fim vencendo Trump.

EUA 2020

Arrumado Sanders sendo para Biden

e no fim vencendo Trump.

 

Resultados das eleições presidenciais de 2016 disputada entre 6 candidatos: com o bloco REP/DEM a representar 94% dos votos expressos pelos eleitores − autorizados e certificados oficial e superiormente pelas duas faces do DÓLAR,

 

− E com os restantes quatro formando um outro bloco (não tendo eco nos Média) representando uns insignificantes 5% (não tendo lugar na moeda, quanto muito agarrado às suas bordas).

 

220px-Donald_Trump_official_portrait.jpgHillary_Clinton_by_Gage_Skidmore_2.jpg

Trump e Clinton

(Republicano e Democrata)

 

Em cada 100 cidadãos eleitores em 2016 e nos EUA, 94 votando a FAVOR, 5 votando CONTRA e 1 outro indo para a ABSTENÇÃO (encontrando-se obrigatoriamente perdido).

 

Presidente

(VP)

Partido

Votação

 

Percentagem

 

CE

Trump

(Pence)

Republicano

62.984.828

46.09%

304

Clinton

(Kaine)

Democrático

65.853.514

48.18%

227

Johnson

(Weld)

Libertário

4.489.341

3.28%

0

Stein

(Baraka)

Verde

1.457.218

1.07%

0

McMullin

(Finn)

Independente

731.991

0.54%

0

Castle

(Bradley)

Constitucionalista

203.090

0.15%

0

Eleições Presidenciais EUA 2016

Colégio Eleitoral (CE): 538 com maioria a 270

(7 não apoiando nenhum destes candidatos)

 

Com os únicos partidos para além dos REP e dos DEM com alguma expressão política a serem o partido LIBERTÁRIO (de Gary Johnson) e os VERDE (de Jill Stein) − nunca conseguindo, no entanto, fazer frente ao duo oficial (REP/DEM) − dada a quantidade de dinheiro necessário e envolvido para se ter sucesso, em qualquer tipo de campanha eleitoral disputada nos EUA.

 

220px-Gary_Johnson_campaign_portrait.jpg220px-Jill_Stein_by_Gage_Skidmore.jpg

Johnson e Stein

(Libertário e Verde)

 

Por vezes aparecendo um ou outro Independente (nestas eleições Evan McMullin) mas não se identificando com a “Moeda Oficial (tal como num BI, não se vendo lá refletida a sua face) não tendo qualquer hipótese.

 

Algo que Bernie Sanders previu antes (no tempo e no seu espaço) aderindo aos Democratas, mas como Independente:

 

Independente no decurso da sua carreira política (iniciada nos anos setenta), Democrata a partir de 2015 e candidato à nomeação DEM logo em 2016, só não vencendo porque à sua frente (mexendo os cordelinhos) estava Hillary Clinton.

 

220px-Evan_McMullin_2016-10-21_headshot.jpgDarrell_Castle.jpg

McMullin e Castle

(Independente e Constitucional)

 

E neste longo período (de tempo) decorrido entre a eleição de Trump e a sua possível reeleição (concorrendo este a um segundo mandato e tendo boas hipóteses, se fosse hoje, vencendo) − quatro anos, quase 1.500 dias, mais de 35.000 horas, mais de 2 milhões de minutos, sendo martelados com TRUMP –

 

Devido ao extremar de posições e ao exercício de violência como efeito e com consequências (abandonado o diálogo) − ou se sendo contra ou se sendo a favor não havendo meio termo – ainda sendo mais difícil ou mesmo impossível (correndo-se mesmo um grande risco de perigo de morte) não se acompanhar a corrente sendo-se REP/DEM e ao invés deixando-se levar pelos LIB, VER, IND ou COM.

 

(dados e imagens: wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:46

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