Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Abr 20

Agora que a confiança nos dados fornecidos pelos matemáticos da DGS se foi por água abaixo na sequência da cena patética televisiva de 30 de março − que nós pensávamos vir a ser resolvida o mais tardar no dia seguinte (não o sendo), evitando o 1º de abril o “Dia das Mentiras(de mentiras estando todos fartos) – sendo surpreendidos 48 horas depois pelo regresso da Senhora que se enganou desculpando-se sorridente para as câmaras ter sido por culpa do seu telemóvel – “Deem-lhe um Telemóvel já!” – justificação efetivamente comprovada pela presença visível de seguranças em redor da tal Senhora de modo a que o dito Telemóvel não fugisse de novo,

 

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Em número de vítimas mortais, com a Itália na liderança, Portugal em 15º e com os EUA arriscando-se a muito curto-prazo a assumir todas as lideranças; mas nem se querendo pensar no que se passará já na Índia e no que poderá surgir na América do Sul e em África, agora que chega o frio ao Hemisfério Sul

 

Dedicando-nos hoje e para já, não à análise dos números sem qualquer tipo de credibilidade apresentadas pela Senhora − acompanhada de novo (por alguém que ainda pensámos durante 24 horas ir-nos salvar e à matemática, mas salvando apenas e para tristeza de todos, a Senhora e o seu telemóvel) pelo seu triste moço de recados – mas à observação do gráfico indicando o número global de vítimas mortais e de casos de indivíduos em estado grave/crítico registados até às 15:23 TMG do dia 1 de abril de 2020. Isto enquanto esperamos a comunicação do 1º VIP da política a fugir (ainda-por-cima adorado pelos velhinhos) ao primeiro sinal de perigo colocando-se em Quarentena (isto enquanto muitos de nós positivos ou não, ou estamos despedidos ou a trabalhar), colocando-nos em suspense apesar de já sabermos o que vai dizer prolongando o Estado de Emergência até meio deste mês (15 dias), deixando-nos no entanto “de boca escancarada e de queixos caídos(“será que estão todos senis?”) perante (não só pela inexistência do Ministro da Educação, já ultrapassado pelo da Economia) a possibilidade de a meio desse período (apontando-se o dia 7 de abril) poder aceitar a “Reabertura das Escolas”: colocando desde logo em pânico (antecipado) muitos dos professores inseridos no grupo etário de risco (como ainda sucede em muitas profissões, sendo uma grande percentagem) tendo de enfrentar várias turmas de jovens (maioritária e felizmente apenas transmissores), como decretando desde logo que a partir dessa data os pais e avós desses jovens terão desde logo e pensando nos seus redigirem à pressa e o melhor possível “o seu Testamento (“não vá o Covid-19, o Diabo e os nossos Políticos, estarem já a tecê-la, a nossa morte anunciada”).

 

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Em vez de estar a trabalhar optando por empregar bem o seu tempo

e nem sequer se dando ao cuidado (não devia estar isolado?)

do seu papelão encenado (será apenas para os outros?)

 

E enquanto o Povo vai sendo defraudado cada dia que passa com o desmascaramento de mais uma das muitas fraudes-promessas dos nossos Governantes e Políticos por nunca e jamais cumpridas (entrevistem as vítimas ainda vivas dos fogos florestais e questionemos as mesmas sobre as ajudas/indeminizações recebidas) − os mesmos que insultavam ainda há pouco tempo entre tantos outros os profissionais da Saúde, só faltando mesmo chamar-lhes de oportunistas e de chulos só pensando no dinheiro e não nos doentes (lançando os doentes contra médicos/enfermeiros), no presente aplaudindo-os e transformando-os aos olhos da opinião pública em heróis (e colocando agora a turbe-rebanho a aplaudir) – podendo-se afirmar que para a generalidade dos portugueses “cada dia que passa, sendo cada cacetada” seja, e para não perder muito tempo sendo tantos os casos gritantes e escandalosos-criminosos (lembrando que muitos já estão em casa sem dinheiro e com as contas a caírem todos os dias), por exemplo e falando do noticiado esta quarta-feira 1 de abril e esperando ainda ser uma mentira típica deste dia (há sempre imbecis nestes períodos difíceis, veja-se o caso da TV cheio deles) ou algum erro ou desmentido, o anunciado na comunicação social de que face à falta de recursos humanos, mais uma vez o estado se dirigiria aos mais pobres e fragilizados, e aos desempregados nem sequer lhes retribuindo com o ordenado mínimo nacional”.

Chega!

 

Cerca de seis horas depois (21:29 TMG) da situação retratada no gráfico acima representado (referido às 15:23 TMG) e com os EUA já nos 211.408 infetados, 4.718 vítimas mortais e 5.005 em estado grave ou crítico, com a situação global a caminho de 1.000.000 infetados, das 50.000 vítimas mortais e já ultrapassados os 35.000 em estado grave ou crítico.

 

Nota Final:

 

Hoje com mais uma notícia agora oriunda da “Cristina” – e “Vivam as Redes Sociais” tão “boas elas são” − ficando-se a saber que para já e para felicidade de muitos especialmente pais e avós os mais idosos (não querendo morrer já, até para poderem ajudar, entre outros aspetos e podendo, monetariamente os mais jovens) − ainda ao serviço efetivo de modo a não serem penalizados na reforma – com o dia 7 de abril deixando de ser a referência (suspiro de alívio, mas momentâneo) para o “Regresso à Escola”: com os VIP do Governo, seus conselheiros e matemáticos (mais contabilistas do que matemáticos, ficando-se pelas percentagens) e talvez com a presença do Ministro (aparecendo, o da Educação), no dia 9 de abril (pelo menos mais 2 dias de vida) decidindo o destino a dar a idosos e jovens do Mundo da Educação (talvez lá para maio reiniciando-se as aulas, dependendo da pressão dos privados). Sábios como são e especialistas na questão, dando “cacetadas na curva”, na senda da procura do “Pico(conheço o “Pisca-Pisca”) descobrindo “o planalto” e agora até a “Mola”. Os mesmos para quem 2 = 1 (cerca de 900 infetados no Porto, sendo o mesmo que cerca de 450) e que tal como um ”chulo (mais uma vez atingindo sem vergonha, os mais pobres e fragilizados) os desempregados, lhes propõem como retribuição da mais pura obrigação (se recusares estás “fodido”), ainda menos que o “ordenado mínimo” para ajudar os “Covid” − muitos deles seus familiares e mal ou às portas da morte, causando (para eles e postos à vista de todos nós) impressão e perda de concentração (nos seus “lugares de trabalho, mas em casa”).

 

(imagem: atelevisao.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:54

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