Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Abr 20

Sem tripulantes à vista (no seu interior) assim como extraterrestres (no seu exterior), imagens do interior da Estação Espacial Internacional (ISS)  ─ na sua 62ª Expedição com 3 astronautas a bordo, os russos Anatoli Ivanishin e  Ivan Vagner e o norte-americano Christopher Cassidy ─ e do seu exterior orbitando o nosso planeta (a Terra): a uma altitude de pouco mais de 435Km e a uma velocidade aproximada de 7,6Km/s.

 

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ISS sobrevoando o Atlântico na tarde desta quinta-feira

(23.04.2020 por volta das 17:30 TMG)

 

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Num momento em que na Terra se vive um tempo de Pandemia (vírus SARS-CoV-2/doença Covid-19) ─  tendo atingido (23.04.2020 pelas 16:50 TMG) mais de 2,68 milhões de indivíduos e provocado mais de 187 milhares de vítimas mortais ─ a esperança do que se passa no nosso planeta se resolva (rapidamente) e de que este momento reforce ainda mais a  ideia de que um dia teremos mesmo de partir: tal como o fizeram antes os Antigos Navegadores.

 

(imagens: ISS/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:16

Depois de 19 dias consecutivos com o número de vítimas mortais (VM) abaixo dos 37 (a 3 de abril) e de 4 dias consecutivos já na casa das duas dezenas, eis que no 41º dia de evolução da Pandemia Covid-19 o número de VM dispara (+12) atingindo as 35 (a 3ª maior subida até agora registada, tendo a 1ª sido registada ─ +18 VM ─ a 7 de abril e a 2ª ─ +15 VM ─  a 3 de abril). Com as VM a integrarem maioritariamente o grupo etário de indivíduos com 80 anos de idade ou mais ─ já 67% do total de óbitos ─ e sendo oriundos dos lares de idosos. Talvez mais um sinal (indicando o grupo etário mais atingido)  do que um aviso (por um possível relaxamento da população).

 

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Vítimas mortais por dia em Portugal

(ao longo de 41 dias)

 

Relativamente às 7 regiões do país atingidas (continente e ilhas) e com a região do Algarve a manter as suas 11 vítimas mortais (VM), com a região do Norte a ser a mais martirizada (475, 58% das VM), seguida da do Centro (179, 22%) e da de Lisboa e Vale do Tejo (146, 18%) ─ e com a Madeira a ser a única região sem VM (0%). E com a região do Norte a liderar nas vítimas mortais aparentemente não só, por ser uma das zonas do país com maior densidade demográfica, por se encontrar pejada de cidades e com muitas povoações dispersas (pequena propriedade) e ainda por albergar muitos lares de idosos (legais e ilegais) distribuídos um pouco por todo o lado.

 

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Vítimas mortais totais por região

(ao longo de 41 dias)

 

A nove (9) dias de distância do fim de mais esta extensão do estado de Emergência (2 de maio), data a partir do qual se tudo correr bem passaremos de uma 1ª fase de “Fechados Em Casa” para uma outra 2ª fase de “DESCONFINAMENTO” cauteloso e progressivo ─ tão necessário como o da 1ª fase cujo objetivo prioritário era o de “Salvar Vidas”, agora cumprida a mesma e numa 2ª fase, sendo o objetivo prioritário “Salvar a Economia” ─ até pelo calendário ainda a cumprir durante o qual ninguém poderá relaxar (em nenhum sentido, connosco e com os outros) teremos sempre que estar atentos e em vez de remediar prevenir se lá quisermos chegar (vivos).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:48

[Do Homem aos outros Bichos e passando pelo Micro.]

 

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Com muitos e muitos milhões de pessoas refugiadas em casa (e podendo a muito curto--prazo perdê-la) e com muitos mais outros milhões em fuga − muitos deles dirigindo-se para lado nenhum (se não para o suicídio, individual ou coletivo) − destruindo no decorrer do processo toda a sua vida social,  económica e até espiritual (transformando-a num caminho, único e sem retorno) − não entendendo muito bem porquê nem mesmo por quem − tornando-se incompreensível como perante um Evento podendo provocar a nível global uns 200.000 mortos (0,00026% da população mundial), o nosso Planeta pareça estar mesmo à beira do abismo com todos os nossos “fazedores de opinião” (os papagaios do poder intermédio) cada um deles projetando um cenário ainda mais Catastrófico do que o anterior, a querer impor-nos o seu Fim-do-Mundo (a esmagadora maioria deles apesar de péssimos a matemático, preferindo o Fim-do-Mundo Económico): quando a gripe mata muitos mais do que isso por ano, quando em África milhões são vítimas da fome, da doença e das mais variadas epidemias (mesmo muitos milhões), quando os contingentes de migrantes já se formam e espalham por todo o mundo e até quando, recorrendo às nossas ações do passado (ainda muito recentes) e à nossa memória (fonte de informação e cultura), atiramos para cima da mesa crimes praticados em nosso nome por coincidência pelo mesmo tipo de pessoas (ligadas ao poder), assassinando ainda mais uns milhões e praticando genocídio – de que um bom exemplo é a II Guerra Mundial ou então juntando, todas as outras guerras (e guerrinhas) desde aí e até ao presente levadas sistematicamente a cabo.

 

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E se o Poder (intermédio, podendo ser posto em causa, pelos Ricos que lhes pagam e exigem) hesita entre um lado e o outro não conhecendo ainda bem todos os dados do problema de modo a tomar uma opção levando-o a uma solução (minimamente eficaz e credível, pelo menos sendo digerível, pelos outros os pobres assim como pelos achando-se médios), já os pobres antes da chegada da “vacina” e para muitos outros males já estando vacinado, mesmo perante o “Perigo de Morte” (relativo, mas expondo-se à Pandemia) revoltando-se e erguendo-se e afirmando perentoriamente, preferir trabalhar (com dignidade) a morrer de fome (como um cão): mortas as ideologias e separado o mundo entre os que nada têm e os que tudo têm (já não se tratando apenas de uma Luta de Classes) surgindo cenas antes julgadas incomuns (impossíveis) juntando no mesmo palco e seguindo o mesmo guião, predadores e presas – oferecendo-nos um cenário caótico, alienado de tudo, colocando frente-a-frente de um lado o Mundo e do outro o Outro Mundo (juntando num saco pobres e ainda intermediários − a classe média de que os políticos são o símbolo máximo, agora considerados parasitários − e colocando num outro nível Corporações e milionários, familiares e amigos).

 

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Ainda-por-cima colocando-nos sob uma pesada camada de nervos, não sabendo qual o tipo do vírus (volta ou não volta) nem o que será agora de nós −  entrando-se aí em Depressão não apenas mental como também económica. Só tendo durado uns meses em turmas desdobradas (países seguindo-se a outros) − com bons e maus resultados − e mesmo assim e por isso (numa Europa decadente, estendo à mão ao ainda Império) pondo tudo de pernas para o ar: mas repetindo de novo sendo tudo isto muito estranho, quando tudo está de pé e pronto a funcionar de novo. Será que o bicho é extraterrestre e afetou-nos o cérebro? Só os norte-americanos e ainda no século passado (WW2 já resolvida) com uma única bomba (atómica) mataram muito mais.

 

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Os bichos esses animais sem psique (irracionais), pelos vistos (sem muito terem de se esforçar, tendo um cérebro limitado, respondendo apenas por reflexo) sem parecerem nada condicionados, aproveitam simplesmente a situação com que se deparam no seu dia-a-dia (tal como nós no nosso quotidiano ─ e tendo nós psique ─ repetitivo e de sobrevivência) e se antes não os víamos por cá (nos nossos espaços fechados de cimento e de betão, apontando e erguidos como que em transe religioso até aos céus e implantados sobre toneladas de múltiplos e de bizarros dejetos, produzidos nos pisos superiores e habitando e circulando sob nós) ─ certamente uns por livres e refugiados na floresta (conhecendo-o, protegendo-se do Homem, optando pela Liberdade) e outros por presos e integrados em linhas de produção (confiando nele, sendo enganados pelo Homem, optando pela Segurança) ─ hoje com “os humanos colocados fora-de-circulação” (refugiados e amontoados em “celas” algumas deles climatizadas mas não deixando de ser um inferno) e com todos as suas variedades e intensidades de “poluição completamente ausentes” libertando o espaço, com os bichos graças a toda a sua experiência prática (repetitiva, imitativa, sendo assim que se aprende) a entenderem o significado do cenário agora sendo-lhes apresentado e tranquilamente regressando: e sem a presença nem da Poluição (atmosférica, sonora, visual, percorrendo todos os seus órgãos dos sentidos e entupindo-lhes os neurónios e toldando-lhes a mente, aos sem psique) nem do Homem (o predador dele próprio e de tudo o mais que o rodeia),

 

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Regressando os bichos nossos conhecidos e há muito esquecidos (muitos deles nossos companheiros iniciais de viagem) já depois dos mais pequenos e por nós criados (de uma forma consciente/deliberada ou não) por cá terem passado e feito o seu “trabalho de limpeza”. Vendo-se (lá longe) a partir da Índia e como há muito não se via a cordilheira dos Himalaias e o Tibete, conseguindo-se a partir das margens (logo ali) e apenas debruçando-se observar claramente algo de impensável o fundo dos canais de Veneza, qual a justificação para o (nosso) espanto e admiração como que incrédulos observando “extraterrestres”, por vermos as nossas cidades e arredores a começarem a ser invadidas (mas com toda a cautela) por macacos e até por cabras ─ quando até em Portugal se verifica (mesmo que a espaços ou temporariamente) essa migração, em terra com os passarinhos como no mar com os golfinhos. Algo que morto ou adormecido “o bicho-corona” não voltaremos a ver, não aprendendo nada de novo com tudo isto tornaremos a esquecer (aí e para recuperar a economia “tempo será dinheiro”), permitindo de novo e infelizmente (inevitavelmente e pela lobotomia induzida) o regresso dos mesmos ─ intermediários, parasitas e predadores (mas todos ao contrário dos restantes, certificados).

 

(imagens: yahoo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:17

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